Arquivo de janeiro, 2014

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Foto: Divulgação/TV Globo

A nova série da Rede Globo, que estreou na última terça-feira, “A Teia”, de Bráulio Mantovani e Carolina Kotscho, com a colaboração de Lucas Paraízo, André Sirangelo, Stephanie Degreas e Fernando Garrido, tendo como diretores gerais Rogério Gomes e Pedro Vasconcelos (a direção de núcleo é de Rogério Gomes), mostrou logo em seu primeiro episódio todos os elementos típicos de uma narrativa que se enquadra nos gêneros ação/policial, não deixando nada a dever aos similares americanos que “monopolizam” este segmento que atrai tantos espectadores. Em terras ianques, o que não faltam são bons exemplos deste modelo de filme. Na passagem dos anos 60 para os 70, tivemos grandes êxitos comerciais, como “Bullit” (1968), com Steve McQueen e “Dirty Harry” (1971), com Clint Eastwood (que prosseguiu com uma bem-sucedida franquia). No tocante especificamente ao roubo de cargas, dois ótimos longas-metragens merecem menção: “O Primeiro Assalto de Trem”, dirigido por Michael Crichton em 1979, em cujo elenco estão Sean Connery e Donald Sutherland e um dos maiores clássicos nacionais “Assalto ao Trem Pagador” (1962), inspirado em fatos reais, com a direção de Roberto Farias. No “cast”, Reginaldo Faria, Grande Otelo, Eliezer Gomes, Jorge Dória e Ruth de Souza. Ao sintonizarmos nossas TVs em “A Teia”, fomos “de uma levada só” a testemunhar ferozes e alucinadas perseguições de veículos, desvairados tiroteios, romance em meio a bandidagem, confrontos psicológicos e os bastidores de uma investigação de um crime de porte elevado. A história de Bráulio Mantovani e Carolina Kotscho (inspirada em acontecimentos verídicos) começa com uma caçada implacável por policiais à caminhonete na qual se encontram o casal protagonista Baroni (Paulo Vilhena, que dispensou muitas cenas de dublê em que a presença deste era necessária), Celeste (Andreia Horta), sua amante e ex-prostituta, e a filha desta, Tereza (Nathalia Costa), fruto de uma relação com um detento, Ney (Gustavo Machado), que Baroni conhecera na prisão, e dele se tornara inimigo. No decorrer do cerco inescapável, Baroni perde o controle do carro, e uma profunda e assustadora ribanceira o aguarda. O rapaz e a menina, com seu ursinho Bola, sobrevivem. Paira uma dúvida se o mesmo ocorreu com Celeste. Há um “flashback” de três meses, com a apresentação da execução de um audacioso, elaborado, complexo e arriscado roubo de uma carga de 60kg de ouro que seriam transportados por um avião no Aeroporto de Brasília. A quadrilha possui, em média, de 8 a 9 membros, e estavam fortemente armados. O delito penal, comandado por Baroni, obtém sucesso, o que causa incômodo e enorme rebuliço nos corredores e salas da Polícia Federal. O Superintendente Regional da Polícia Federal de Brasília Eudes Andrade (Luciano Chirolli) designa o delegado Jorge Macedo (João Miguel) para ser o responsável pelas investigações do roubo que estremeceu os alicerces e o brio da respeitada instituição policial. A princípio, Macedo recusa a missão. Decide, então, aceitá-la, sob a seguinte condição: que seja reconduzido ao posto que ocupara em Fortaleza, de onde fora, a pedido dos próprios companheiros de trabalho, transferido para a Capital Federal. Há um mistério que envolve a sua forçosa transferência. Na verdade, a razão pela qual o personagem de João Miguel pretende retornar à cidade nordestina é o fato de ficar mais próximo de sua família, a esposa Isabel (Ana Cecilia) e a filha Paula (Aline Peixoto). Macedo contará, para desbaratar a quadrilha de delinquentes, com a colaboração dos agentes Libânio (Fernando Alves Pinto) e Taborda (Michel Melamed). No entanto, o pujante esquema policial se deparará com o inesperado. O grupo criminoso não se resume a alguns poucos ladrões que não chegam a uma dezena. Políticos influentes e poderosos, mafiosos de diferentes países, policiais ligados à corrupção e prisioneiros de alta periculosidade estão envolvidos neste amplo “emaranhado”, nesta “teia” que deverá ser desmanchada. Uma situação pontual nos despertou curiosidade. A mãe de Jorge, Áurea (Denise Weinberg) inicia um romance com um ex-senador, Gama (Miele), antigo desafeto do filho que tentou denunciá-lo e prendê-lo por atos incompatíveis com o seu mandato. Mas a época política se caracterizava mais pela impunidade. Jorge deixa bem claro que quer o ex-senador longe de sua mãe. Mesmo com tantas cenas de se tirar o fôlego e que prenderam a nossa atenção, houve um momento de contemplação, com as belas paisagens dos desfiladeiros da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso. O elenco, sem exceções, está em harmoniosa cumplicidade com a intenção do projeto da série. É quase inevitável não nos lembrarmos de Faye Dunaway e Warren Beatty, como Bonnie e Clyde, no memorável longa-metragem de Arthur Penn, “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967) ao vermos a dupla formada por Andreia Horta e Paulo Vilhena. A trilha sonora é eclética, “atravessando” estilos como o rock, o folk e o blues. A montagem é esperta, acelerada, dinâmica, trepidante, nervosa, quase não nos dando tempo para pensar, enfim, um acerto sem contestações. Rogério Gomes e Pedro Vasconcelos merecem loas por aceitarem sem receios “embarcar” nesta aventura, na acepção literal do vocábulo, e realizarem com capricho, dedicação e “know-how” um episódio que nos dá abrangente visão do que teremos a seguir. Convém ressaltar que a quase totalidade das cenas fora gravada em externas, e que os diretores foram obrigados a lidar com um aparato tecnológico que exige experiência e noção precisa de seu manuseio. “Takes” com helicóptero, avião, veículos, armas e consequentes tiros não são nada fáceis de dirigir, é razoável que se ressalte. Bráulio Mantovani e Carolina Kotscho, incensados roteiristas de cinema, em sua estreia como parceiros profissionais, exibiram notória conjugação de ideias e objetivos dramatúrgicos, o que resultou em produto coeso, envolvente e instigante, sem, em nenhuma ocasião, terem se deixado levar pelos sorrateiros clichês. “A Teia”, com seus ótimos texto, elenco e direção nos “prendeu”. Difícil será nos desgarrarmos dela.

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Foto: Raphael Dias/TV Globo

Se para os atores em idade adulta dificultoso é se manter na profissão escolhida, numa ferrenha busca por papéis que a justifiquem, mais árduo ainda é para os intérpretes que brilharam na infância, estiveram em privilegiada berlinda, e foram obrigatoriamente impulsionados a ultrapassar a dolorosa fronteira que os separa da adolescência, fase esta na qual temos que nos esquecer, de modo imperante, das fantasia, ingenuidade, pureza, quase ausência de preocupações e problemas e salutar “alienação do mundo”. Esta etapa da vivência do homem, inevitável em si mesma na sua pouco ou nenhuma condescendência, dá-nos de “um dia para o outro” transformações no corpo e inescapável enfrentamento de questões atinentes à condição humana até então não debatidas. Digo isso a fim de corroborar que as vicissitudes por que passam as pessoas “comuns” passam os artistas do segmento cênico. Este peculiar fenômeno não é uma prerrogativa nossa, evidenciando-se em demais nações, inclusive na “Meca do Cinema”, os Estados Unidos. Se na terra ao norte do continente americano, deslumbramo-nos com as atuações de Jackie Coogan (“O Garoto”), Shirley Temple (“O Pássaro Azul”), Carl Switzer, como Espeto, e George “Spank” McFarland, como Batatinha (“Os Batutinhas”), Macaulay Culkin (“Esqueceram de Mim”) e Haley Joey Osment (“O Sexto Sentido”), tempos adiante não mais foram vistos com o realce que obtiveram. Há aqueles que pugnam para continuarem com mínima projeção, como Anna Paquin (“O Piano”), Heather Matarazzo (“Bem-vindo à Casa de Bonecas”) e Christina Ricci (“Família Addams”). No entanto, existem os que perpetuaram a glória, como Natalie Portman (“O Profissional”) e Christian Bale (“O Império do Sol”). No Brasil, bons exemplos são Gloria Pires, Isabela Garcia, os irmãos Selton e Danton Mello e… Klara Castanho. A atriz paulista de Santo André, que deu os seus primeiros e promissores passos na TV no seriado “Mothern”, no canal GNT, como Isabel, e na novela do SBT “Revelação”, como Daniela Mourão, logrou reconhecimento no país ao ser convidada pela Rede Globo para integrar o elenco da produção de Manoel Carlos, “Viver a Vida”, em que formou dupla irresistível com Giovanna Antonelli como mãe e filha, Dora e Rafaela (ganhara a láurea “Melhores do Ano” na categoria “Melhor Ator ou Atriz Mirim”, concedida pela TV Globo, e o “Prêmio Contigo! de TV de Melhor Atriz Infantil”), respectivamente. No momento, Klara se destaca como Paulinha na segunda trama de Walcyr Carrasco da qual participa, “Amor à Vida” (a primeira fora “Morde & Assopra”, levada ao ar às 19h na mesma emissora; nesta sinopse a atriz teve que mostrar a sua versatilidade ao defender Tonica, pois se tratava de uma personagem rural ou “caipira”, com direito a sotaque e gestual característicos). Paulinha é, sem resquícios de especulação, um dos membros precípuos do enredo criado por Walcyr, desencadeador de toda a dinâmica central da história, gerando densos conflitos, culpas, intrigas, armações, mentiras, fingimentos, ardis, dores e consequentes dissabores. A Paula de Klara Castanho, que antes se familiarizara com o universo espírita de Elizabeth Jhin na faixa das 18h em “Amor Eterno Amor”, como Clara, e gravara a décima primeira edição do DVD “Xuxa Só Para Baixinhos”, é um “character” espinhoso para qualquer ator, seja ele experiente ou não, cobrando-lhe alta carga dramática, sem cair no “overacting”, um dosado estoicismo perante as adversidades que lhe foram impostas, e acima de tudo, um sentimento visível de amor, afeto, emoção e sensibilidade, imiscuídos em radiante doçura. A dona do cãozinho Aladim se sobressai por sua integridade, caráter ilibado e uma inocência não perdida. Já nos primeiros capítulos, ficamos todos terrificados com o gesto sórdido de seu tio Félix (Mateus Solano), em processo de redenção, ao jogá-la em estado de recém-nascida em caçamba de lixo envelhecida, após ter sido arrebatada dos braços desfalecidos da mãe Paloma (Paolla Oliveira), deitada em “berço” nada “esplêndido” de local imundo ao qual não se pode tampouco nomear de banheiro, sito em bar cujo odor que reina é o “perfume” do álcool sorvido pelos desiludidos da selva urbana. Misturada aos detritos, com seus estridentes vagidos, despertam os aflitos ouvidos do “órfão” de esposa e filho Bruno (Malvino Salvador). A menina por ele fora criada ilegalmente, com o auxílio de cúmplices, sem a vigília indispensável dos olhos maternos. A dona desses olhos, Paloma, viveu longos anos “mergulhada na profundidade de um mar escuro” sem o fruto que gerara. O “Sr. Destino”, sempre misterioso em suas veleidades, encarregou-se, todavia, de que a bela doutora do Hospital San Magno, já afeiçoada a Paulinha desde quando era bebê, motivada por forte apego materno “inexplicável”, e companheira do pai de criação irmão de Gina (Carolina Kasting), diante de uma enfermidade que acometera a jovem de bonito e honesto sorriso, decide ser voluntária de um transplante urgente. Os exames de compatibilidade sanguínea não só atestaram que Paloma era a sua legítima mãe como negaram a paternidade do corretor de imóveis, forçado então a contar toda a verdade. O “posto” paterno é ocupado por Ninho (Juliano Cazarré), o “hippie chic” sombrio, que se outrora prometia à amada o mundo e as estrelas, no exato instante é aliado de Aline (Vanessa Giácomo), “expert” em “cupcakes” envenenados, num plano repugnante de destruir e depenar o patrimônio do preconceituoso César (Antonio Fagundes). Ninho, exímio patinador “indoor” de gelo, é autor de infinda galeria de tipos penais, que vão do sequestro e cárcere privado e terminam na formação de quadrilha e tortura. Os outros não convém comentar. Contudo, mesmo depois de ter sido sequestrada pelo pai, e sofrer o que os especialistas chamam de “Síndrome de Estocolmo” (quando a vítima constrói uma relação afetuosa com o algoz), fica dividida entre os dois “pais”. Vê-se num período de rebeldia compreensível, muito em decorrência das influências negativas do rapaz que se refere aos seus pares como “véio”. Defronta-se com Bruno e Paloma (o casal se reuniu ao término de disputas judiciais, subsequentes acordos e descoberta de ignóbil armadilha urdida pela “confeiteira malévola”). Em meio a isso, um tablet, que proporcionara encontros às escondidas de filha e pai. O que se percebe nesta reta final de “Amor à Vida” é que Paulinha começa a inquirir os que a cercam sobre o porquê da frieza de tratamento do tio Félix. “Por quê?”, ela diz. Ninguém lhe responde. Acredito que o autor não desperdiçará a rica oportunidade de pôr “tête-à-tête” dois ótimos atores, Mateus Solano e Klara Castanho, num aguardado e tenso acerto de contas. Se bem conhecemos Paulinha, com sua elevada alma e precoce sabedoria, a reação será surpreendente, ou seja, será capaz de perdoar o tio que ela considera elegante e charmoso. Concluímos que Klara Castanho “escreveu sua história” no enredo vigente do horário nobre. Aplausos para ela. E que todos sejam “bem-vindos à próxima ‘casa’ da ‘boneca’ Klara Castanho”.

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Os modelos Tayara Barbie e Daniel Freitas, representantes da Revista Glamour, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, realizado no Píer Mauá.
Tanto Tayara quanto Daniel chamaram a atenção dos fotógrafos e convidados presentes pelas simpatia e beleza física, além do traje de banho próprio de uma sauna que vestiam.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: Alessa

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Frondosas e verdejantes palmeiras serviam de ornamentação à área do restaurante Balneário Santa Fortuna, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
A presença das árvores naturais correspondeu com coerência à intenção do supracitado restaurante, uma produção do evento de moda, de simular de fato um espaço que remetesse a uma região praiana, como o próprio nome da área gastronômica indica.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: Alessa

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Foto: Roberto Filho/Philippe Lima/AgNews

Uma cena marcante que já decorrera há algum tempo em “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva, novela das 21h da Rede Globo, fora justamente a de Quinzé (Malvino Salvador) buscando o seu filho Quinzinho (Gabriel Pelícia) na escola, e ao levá-lo para casa, colocou-o sobre os ombros, como é de costume, e saiu a caminhar pela calçada. Em determinado momento, Malvino dirige o próprio olhar para cima, sorrindo, buscando uma cumplicidade daquele que com tanto zelo e carinho cuida. A cena nos foi mostrada em “slow motion”, o que só aumentou a preciosidade de cada gesto, de cada movimentação, de cada expressão no rosto. Tudo o que aqui narrei foi testemunhado pela personagem de Carolina Dieckmann, Teodora, que ao que parece, a partir dali, passou a se dar conta de que ainda poderia existir um sentimento de ternura não somente com relação a Quinzé, mas também ao filho que abandonou. O rapaz destaca-se na trama por sua incondicional dedicação a um menino fruto de um relacionamento no qual acreditava. E que, de forma abrupta, interrompeu-se pela decisão intempestiva de Teodora de preteri-los em prol de uma vida mais confortável. O ex-ajudante de bar, que hoje é gerente do negócio da mãe Griselda (Lilia Cabral), devotou-se de modo abnegado ao filho e ao trabalho. Abriu mão por razoável lapso dos compromissos amorosos. Chegou a se interessar por Dagmar (Cris Vianna), porém o romance não foi para a frente. Da parte dele o que havia era afeto associado a uma atração física, pois na verdade nunca deixou de gostar da mãe de seu rebento. Por mais conselhos que ouvisse, fossem de Griselda, fossem de Dagmar, o que sente por Teodora, a despeito de ter dito que se trata de “sua maior inimiga”, e dela ter feito tudo o que fez, é inabalável. Com a aproximação da moça com o intento de lutar pela guarda do garoto, tendo o apoio involuntário de Pereirinha (José Mayer), vítima de chantagem, as dúvidas e conflitos de Quinzé só tendem a aumentar. Agora, falemos um pouco sobre a carreira deste amazonense, nascido em Manaus, que partiu para São Paulo, capital, em busca de oportunidades profissionais a princípio como modelo. Em 2004, estreia na televisão (Rede Globo), já como ator, sendo Tobias, no “remake” de “Cabocla”, de Edmara e Edilene Barbosa, adaptado da obra de Benedito Ruy Barbosa. Em seguida, a primeira parceria com Walcyr Carrasco, em “Alma Gêmea”, folhetim no qual como o cozinheiro Vitório pôde provar que sabe fazer comédia. Surge a chance de interpretar um vilão, Camilo, dessa vez em texto de Ivani Ribeiro, “O Profeta”, cuja adaptação coube a Duca Rachid e Thelma Guedes. Atuou como boxeador, no papel de Régis, em “Sete Pecados”, de Walcyr Carrasco. Ganhou notoriedade em “A Favorita”, o grande sucesso de João Emanuel Carneiro como Damião, um trabalhador simples que se envolve com a primeira-dama da cidade (Helena Ranaldi), cujo marido é o seu melhor amigo (Leonardo Medeiros). Ganha o posto de protagonista em “Caras & Bocas”, de Walcyr Carrasco, como Gabriel. No cinema, deixou seu talento em filmes como “Qualquer Gato Vira-Lata”, baseado em texto de Juca de Oliveira, e dirigido por Tomás Portella, e “O Signo da Cidade”, de Carlos Alberto Riccelli. No teatro não fez por menos ao encenar espetáculos importantes como a “Paixão de Cristo” e “Mente Mentira”, de Sam Shepard. Quanto a Quinzé, independente do fato de como será o seu final com Teodora, torçamos para que os lindos e líricos instantes em que caminha nas calçadas com o filho sobre os ombros se repitam.

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A revista de moda francesa Elle, com segmentos em muitos países, inclusive no Brasil, mostrava no monitor instalado no lounge da NATIVA SPA – O Boticário, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, imagens que exibiam uma tendência específica com vestidos fluidos e vaporosos com estamparia psicodélica, marcada por cores fortes e vibrantes.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: Alessa

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Na área externa do Píer Mauá, onde se realizou a edição Fashion Rio Outono Inverno 2014, um dos grandes atrativos para os convidados foi uma série de balanços rústicos que serviram tanto para o descanso das pessoas quanto para fotografias com estas, como lembrança do evento.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: Alessa