Arquivo de abril, 2014

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O modelo André Kherwald, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
André é paranaense de Pato Branco.
Residiu em Milão, Itália, representado pela agência Elite, onde fez uma série de ensaios e editoriais.
Na edição do Fashion Rio, em sua temporada Verão 2015, desfilou para marcas como TNG, Coca-Cola Jeans e Ausländer.
Ainda no cast da Way Model Management, agência de São Paulo, realizou um ensaio para a revista “The Edgytor #7”, com fotos de Gustavo Chams, edição de moda de Murilo Mahler, e beleza de Marci Freita.
André, junto aos modelos Cauê Abatipietro Costa e Thais Crestani participou de um vídeo promocional para a marca de roupas Tricky Hips (conceito e direção de Benni Nascimento e Lissandro Silva), em São Paulo.
Foi fotografado por Ítalo Gaspar para um editorial em que os seus looks remetiam ao estilo militar (com styling de Toni Müller) para o site “F…Young! (Ítalo também registrou suas imagens para o conhecido site “Made in Brazil”).
O modelo ainda tirou fotos para magazine U+Mag, clicado por Matheus Chiaratti, Ge Prado e Jhonatan Chicaroni.
Para a revista canadense “Pulp Magazine” #8, ao lado de Josué Wiese, em uma edição especial, com editorial dedicado ao Brasil chamado “Brazilian Hood”, Kherwald teve como fotógrafo Gustavo Zylbersztajn.
Já com Leonardo Possati, desta vez para o site “TheOnes2Watch”, Didio foi o responsável pelas fotos.
O fotógrafo Junior Franch o conduziu no ensaio “Neo Top”.
Outros profissionais da fotografia de moda trabalharam com ele, como Caetano Grippo (ensaio “Disclosure”)e Saverio Cardia, em Milão.
André Kherwald desfilou inúmeras vezes para diversas marcas nas semanas de moda São Paulo Fashion Week, e no extinto Fashion Rio.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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O modelo carioca Fellipe Miranda, representante, ao lado da também modelo Tayara Barbie, da Revista Glamour, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

Selton-Mello05
Foto: gshow

No começo do programa, ao anunciar Selton Mello, Jô brinca que se trata de um ator "que está começando agora a sua carreira brilhantemente", e finge se esquecer do nome dele, indagando ao garçom Alex como se chama. Alex, com o sotaque espanhol que lhe é característico, diz: "Selton Mello". Jô Soares brinca dizendo que Selton é conhecido até no Chile. Foi a "deixa" para uma entrevista promissora. Selton, vestido de forma casual e clássica (blazer, camisa de botão azul anil, calça com bainha dobrada e tênis preto com detalhe em branco), com suas simpatia e simplicidade habituais, é perguntado sobre o longa "O Palhaço", no qual, além de ter dirigido, e escrito o roteiro junto com Marcelo Vindicatto, atua. Foi-nos dito que a estreia acontecerá no dia 28 de outubro, que a produção já fora apresentada nos Festivais de Paulínia, Gramado, do Rio, e após na Mostra de São Paulo. Foram aproximadamente dois anos entre o momento de Selton e Marcelo iniciarem o roteiro até a exibição. A produtora é Vânia Catani. O entrevistado passa a nos contar sobre a história do filme: um palhaço chamado Benjamim (Selton Mello) que julga estar perdendo a graça, e que no decorrer da trama redescobre o deleite da sua profissão. Cita Paulo José, e discorre sobre o prazer que fora trabalhar com ele. Há ainda no elenco, Álamo Facó, que interpreta João Lorota. O artista afirma que é de Passos, Minas Gerais, mas que fora criado no Rio de Janeiro, e que frequentava sim circos quando era criança. Afirmara que a ideia de se contar este enredo de modo cinematográfico surgiu como uma maneira de se discutir acerca da vocação, da escolha de cada um para as suas vidas, só que sob os olhos de um palhaço. Explica o porquê do nome Benjamim para o personagem que interpreta. Surgiu de um livro intitulado "Circo-Teatro – Benjamim de Oliveira", de Erminia Silva. Benjamim, segundo Selton, foi um escravo negro, menino, que fugiu com um circo, por volta de 1860, nele crescido, e que depois veio a fundar o próprio. E há detalhe curioso: o nome completo do papel é Benjamim Savalla Gomes. Savalla Gomes foi dado em homenagem ao palhaço Carequinha, que tinha este sobrenome. E Valdemar (Paulo José) serviu para homenagear outro grande artista circence, o Arrelia. Jô pergunta se há circo-teatro no filme. Selton assevera que há "uma espécie de auto". São mostradas então cenas do longa-metragem, que por sinal tem bela fotografia de Adrian Teijido e caprichados figurinos de Kika Lopes. Aliás, o circo retratado é o circo de pau fincado (o mais antigo). O entrevistador compara a estética circense a "felliniana". O enredo é atemporal. Há personagens como Meio Quilo, interpretado por Tony Tonelada (artista de circo de fato), e Dona Zaira, defendida por Teuda Bara, do Grupo Galpão. O ator comentou sobre a troca de experiências que houve entre ele, Selton, diretor, e Paulo José, diretor. Pergunta interessante é feita: se fora a primeira vez que Selton Mello e Paulo José interpretaram palhaços em suas carreiras. O intérprete responde que no caso dele seria a microssérie "O Auto da Compadecida", de Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão, baseada na peça homônima de Ariano Suassuna, e com relação a Paulo, teria sido "Shazam, Xerife & Cia", seriado de Walther Negrão. Para Selton, "eram palhaços, mas não oficialmente, não com nariz vermelho". Fala-se sobre os diversos tipos de palhaço, como o augusto, o esperto e o estúpido. Benjamim ora é esperto ora é ingênuo. Quanto ao gênero, é uma comédia que comove, e que aborda a identidade. Chega-se ao fim. Então, alô criançada, o circo chegou. E o circo chegou com "O Palhaço".

Obs: A entrevista do ator e diretor Selton Mello fora concedida a Jô Soares em seu programa, exibido pela Rede Globo, no ano de 2011.

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A atriz Monique Alfradique no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Monique é niteroiense.
Começou na profissão participando de peças infantis e campanhas publicitárias.
Na televisão, a primeira oportunidade surgiu com a apresentadora Xuxa Meneguel, com quem veio a trabalhar durante um período de três anos (“Xuxa Park” e “Planeta Xuxa”).
Antes disso, esteve em “Vira Lata”, de Carlos Lombardi, e prosseguiu com “Agora é Que São Elas”, de Ricardo Linhares, e “Malhação”.
No entanto, fora na novela das 19h da Rede Globo, escrita por Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, “A Lua Me Disse”, que a atriz conquistou uma personagem de destaque (chegara a gravar cenas em Viena, Áustria, com Aracy Balabanian, Deborah Bloch e Maitê Proença).
No ano seguinte, em sua 13ª temporada, Monique retorna a “Malhação” para viver a vilã Priscila Bittencourt.
O horário das sete a chama de volta e a artista integra o elenco de “Beleza Pura”, de Andréa Maltarolli.
Estreou nas minisséries com “Cinquentinha”, uma obra de Aguinaldo Silva e Maria Elisa Berredo.
Daí, migrou para o final da tarde, e teve a oportunidade de conhecer o modo de escrever um folhetim de Duca Rachid e Thelma Guedes, em “Cama de Gato”.
Esteve nos seriados “Casos e Acasos” e “Na Forma da Lei”, e no especial de Renato Aragão “A Princesa e o Vagabundo”.
Algo inédito em sua carreira decorre: personifica o mesmo “character”, Bárbara Romero (“Cinquentinha”), desta vez em “Lara com Z”, dos mesmos autores da atração anterior.
Retoma a parceria com Aguinaldo Silva em “Fina Estampa”, cujo papel, Beatriz, envolve-se num conflito relativo à doação de óvulos, fertilização “in vitro” etc.
A intérprete mostrou as suas aptidões em dois reality shows e um desafio proposto por Fausto Silva (desfilar nas quatorze escolas de samba de São Paulo).
Pôde ser vista em programa português, especiais de fim de ano, seriados e humorístico.
Volta a atuar com Renato Aragão no telefilme “Didi e o Peregrino”.
Participou da série “A Segunda Vez” e da sitcom #PartiuShopping, no canal Multishow, e do programa de humor “Tá no Ar: A TV na TV”, como ela mesma.
No cinema, fez filmes com Xuxa (“Xuxa Requebra” e “Xuxa e os Duendes”), “Turbulência”, de Tiago Venâncio, além de curtas-metragens.
Foi convidada para inúmeras montagens teatrais, como “A Mentira”, de Nelson Rodrigues; “A Comédia dos Erros”, de William Shakespeare; “Escola de Mulheres”, de Molière; “A Garota do Biquíni Vermelho”, de Artur Xexéo, em que deu vida à atriz e vedete Sonia Mamede; e “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira, com direção de Bibi Ferreira.
No momento, Monique Alfradique interpreta com bastante sucesso a estilista Tina na novela de João Emanuel Carneiro, que está em sua reta final, “A Regra do Jogo”, no horário das 21h da Rede Globo (com este papel, Monique teve a oportunidade de exibir um potencial cômico elevado desconhecido do grande público; Tina, casada com o arquiteto Rui, Bruno Mazzeo, moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, vê o seu confortável padrão de vida despencar com a crise econômica do país e sua consequente falta de emprego, sendo obrigada a se mudar com o seu cônjuge para a comunidade do Morro da Macaca; a ida do casal para o citado Morro serve simbolicamente para representar as desigualdades não só sociais, mas comportamentais e culturais de moradores de um mesmo município, não sendo defendido de forma alguma pelo autor o estilo de vida de nenhum dos segmentos sociais, traçando apenas um painel conflituoso; a fim de impingir um tom de comédia acentuada e peculiar, entra em cena um outro casal, típico da comunidade, formado por Oziel, Fábio Lago, e Indira, Cris Vianna; João Emanuel teve a coragem de trocar os pares de casais com o intento de realçar as distinções de postura e comportamento; promove-se a inversão de papéis de personagens; se para alguns o núcleo constituído pelo talentoso quarteto serve tão somente para provocar risos, o que se objetiva de fato é escancarar o forte abismo existente entre as classes sociais brasileiras que vivem tão próximas; Monique Alfredique, como Tina, desconstruiu sua imagem como atriz no melhor dos sentidos, ao personificar uma moça com baixa renda, vocabulário chulo, adepta de festas populares, trajando roupas sensuais e provocativas, e mudando por completo o seu visual ao qual estamos acostumados a conferir em interpretações anteriores; mesmo com tantas mudanças externas, Tina e Rui continuam os mesmos em sua essência, e descobrem que nunca deixaram de gostar um do outro).

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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O roteirista Rodrigo Lages e a atriz e apresentadora Natália Lage foram ao Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Rodrigo, junto com o diretor e cineasta Sergio Rezende, escreveu os roteiros do seriado que foi exibido pelo canal GNT, “Questão de Família”, protagonizado por Eduardo Moscovis.
Natália é niteroiense.
Iniciou na carreira artística fazendo inúmeras campanhas publicitárias, ainda muito criança.
Sua estreia na TV, no campo teledramatúrgico, já ocorreu quando era um pouco mais crescida, e logo ao lado de dois ícones do veículo, Tarcísio Meira e Glória Menezes, no seriado da Rede Globo “Tarcísio e Glória”.
Ganhou fama e simpatia com suas doçura e talento ao interpretar Regina, a filha dos personagens de José Wilker e Lucinha Lins em “O Salvador da Pátria”, uma novela de Lauro César Muniz que referenciava a conjuntura política do país (Regina possuía até um bordão: “Um beijo por um queijo”).
Após “Gente Fina”, obteve bastante prestígio como a Tuca de “Perigosas Peruas”, um folhetim com as comédia e ação características de Carlos Lombardi, o seu autor.
Antes de lhe oferecerem a primeira protagonista em “O Amor Está no Ar”, Natália Lage participou das histórias de “O Mapa da Mina”, “Tropicaliente” e “Cara & Coroa”.
A sua capacidade de comprovar que saberia fazer uma vilã veio com o convite para integrar o elenco de “A Lua Me Disse”, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa.
Trabalhou em Portugal, no programa “Mundo VIP”.
Por dois anos, durante três temporadas, “ouviu o linguajar próprio dos adolescentes” em “Malhação”, defendendo o mesmo papel, Marina.
Não sem antes passar por “Pé Na Jaca”, de Carlos Lombardi, “visitou” “A Grande Família”, e a ela se “juntou” (personificou Gina de 2007 a 2011).
No ano seguinte, 2012, entra para o elenco fixo de “Tapas & Beijos”, divertindo-nos como a dançarina da boate “La Conga” Lucilene (sua função era atrapalhar o namoro entre Jorge, Fábio Assunção, e Sueli, Andréa Beltrão).
A atriz nunca deixou de fazer participações especiais, seriados e humorísticos. Apareceu em filmes como “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca (adaptação do romance de Patrícia Melo, “O Matador”); “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, de Moacyr Góes; “Dois Filhos de Francisco”, de Breno Silveira; “Como Esquecer”, de Malu de Martino; “Vai Que Dá Certo” e “Vai Que Dá Certo 2”, de Maurício Farias (no dia 15 de setembro, estará no longa-metragem de Cláudia Jouvin, ao lado de Wladimir Brichta e Mariana Ximenes, “Um Homem Só”).
Desde cedo, o palco de um teatro lhe fora familiar, tendo encenado textos de Nelson Rodrigues (“Os Sete Gatinhos” e “Bonitinha Mas Ordinária”), George Walker em adaptação de Selton Mello e Daniel Herz (“Zastrozzi”), Virginia Woolf (“Orlando”, com direção de Bia Lessa), Adriana Falcão e Luciana Pessanha (“Eu Nunca Disse Que Prestava”), Pirandello (“Quando Se É Alguém”), e Pedro Brício (“Comédia Russa”, com direção de João Fonseca).
Esteve ainda nas montagens “Trilhas Sonoras de Amor Perdidas”, com a Sutil Companhia de Teatro, com direção de Felipe Hirsch, além de “JT – Um Conto de Fadas Punk” (texto de Luciana Pessanha, e direção de Paulo José) e “Edukators”, de Hans Weingartner (direção de João Fonseca).
No momento, Natália Lage pode ser vista em três atrações na TV: “Tempero Secreto” (série de ficção do GNT na qual interpreta a idealista sous-chef Tita), “Os Suburbanos”, no Multishow, como a golpista “femme fatale” Samira, e como apresentadora do “Revista do Cinema Brasileiro”, no Canal Brasil.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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Os modelos Caroline Kauer, Lucas Gonzaga e Renata Scheffer, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Caroline Kauer nasceu em Maratá, Rio Grande do Sul, e no momento reside em São Paulo, onde realiza seus ensaios, campanhas e desfiles.
Lucas Gonzaga é baiano de Salvador (o modelo realizou um sem número de desfiles, e fotografou para diversos profissionais em distintos ensaios; recentemente, participou em Milão, Itália, da Milan Fashion Week, semana de moda na qual exibiu a coleção do badalado estilista belga Dirk Bikkembergs; pertence a uma nova agência na Alemanha, a EastWestModels; em junho deste ano, tirou fotos bonitas e sensuais para a internacional “HUF Magazine”, cujo fotógrafo fora Denis Chean, da Pedja&Denis Photography; e fez, também em Milão, a campanha da marca de roupas de luxo Milano 140; no Fashion Rio Outono Inverno 2014, realizado em novembro de 2013, Lucas circulou pelas passarelas da R. Groove e Coca-Cola Jeans).
Renata Scheffer é carioca, e faz parte do cast das agências Metropolitan Models Agency (Paris), SUPA Model Management London (Reino Unido) e Mega Model Brasil (São Paulo).
A modelo, que mora em Paris, fotografou há pouco tempo para a estilista Julia de Maleprade, pelas lentes do fotógrafo Elliot Broue.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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A modelo Indira Carvalho, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Indira é baiana.
Foi descoberta em 2004, em Salvador, na Bahia, no concurso “Beleza Black”.
Sua agência é a L’EQUIPE AGENCE.
Junto com mais 20 profissionais negras, foi fotografada por Bob Wolfenson para uma campanha da marca Maria Bonita (esteve entre as quatro escolhidas para fazerem parte do catálogo).
A imprensa costumava compará-la à cantora, modelo e atriz jamaicana, radicada nos Estados Unidos, Grace Jones.
Foi apontada pelo site Glamurama em 2009, junto com outras seis modelos, como representante da beleza negra brasileira no “Dia da Consciência Negra”.
No Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, na Marina da Glória, a modelo desfilou para Patricia Viera e Ausländer.
Desfilou também na São Paulo Fashion Week.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype