Arquivo de setembro, 2014

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Foto: Divulgação do espetáculo

Em pleno Dia dos Namorados, Fernanda (Maria Clara Gueiros) e José Carlos/Zeca (Ricardo Tozzi) se veem, de uma hora para outra, numa situação inusitada que os leva inevitavelmente a reavaliar o seu casamento que está próximo de completar um ano. A maçaneta da porta do banheiro do casal onde se encontram, preparando-se para a “noite especial”, em um acidente, desprende-se, impedindo-os de sair. Com ampla leveza dramatúrgica, com enfoque num salutar e cativante humor (texto de Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga), direção ágil e arguta de Cláudio Torres e uma dupla de atores, Maria Clara Gueiros e Ricardo Tozzi, incrivelmente entrosada e “dona da cena”, “Enfim, Nós” nos direciona para uma oportuna compreensão, amparada numa extensa graça, do que o enfrentamento forçado de dois indivíduos que decidiram se unir no campo afetivo ocasiona em suas próprias idiossincrasias, temperamentos, veleidades e personalidades até então estabelecidos “in solidum”. A história de um homem e de uma mulher, com os seus “antes, durante e depois”, serve para que um enxergue o outro como na verdade são. Assimilem com mais clareza as diferenças de ambos. Que haja uma confrontação individual e recíproca. Que questões “escondidas” ou “invisíveis” sejam afinal discutidas. O fato de se estar de modo imprevisto enclausurado em um pouco espaçoso cômodo e todas as suas especificidades, com as subsequentes evolução e gradação dos humores pessoais, com direito a larga gama de intempéries, soluções estapafúrdias com o intento de dirimi-las, faz com que Fernanda e Zeca coloquem em pauta as contingências natas de uma vida a dois, suas incompatibilidades veladas ou não, fraquezas e convicções. Ponham em xeque a “sagrada” instituição do casamento. Percebam as vicissitudes que surgem com uma convivência acordada. Bruno Mazzeo e Cláudio Torres Gonzaga, experientes e consagrados na dramaturgia (além de transitarem com louvor na seara dos roteiros), buscaram com o espetáculo destrinchar, esmiuçar, elucubrar, e por que não satirizar temas que nos são recorrentes no cotidiano. Fala-se da obsessão feminina pelas suas estética e aparência física e das outras mulheres, e pelos tratamentos “milagrosos” de beleza (como a “deformação” tanto visual quanto de valores com o uso indiscriminado do silicone). Discorre-se sobre a demanda do ser feminino por um relacionamento sexual que não seja padronizado, obrigatório, estagnado em insustentável inércia. A sua castradora pudicícia para assumir e aceitar a fisiologia humana. A resistência ao apreço banal que os homens em geral nutrem pelas partidas de futebol, principalmente quando se trata de uma final de campeonato. Suas amizades em potencial pouco abonadoras e fantasias pelas diferentes expressões da nudez de uma mulher. Seu natural condicionamento para a desorganização doméstica e tendência para parca higiene. No entanto, é bom que se frise que em todos esses questionamentos sobre os homens não há críticas tampouco avaliações sexistas por parte dos dramaturgos, e sim o que se faz são apenas piadas ou troças acerca de hábitos que os definem. Perscruta-se até que ponto intercorrências, imprevisíveis ou não, como a gravidez e o desemprego, podem influenciar uma união. Mostra o quanto somos passíveis de alterações de humor, e como reagimos a um estado de pressão, no caso o confinamento. Abordam-se as discussões e altercações de um marido e uma esposa, e o quanto de intensidade pode haver nelas dependendo das entonações que são dadas às palavras. Um “deixa pra lá” pode fazer toda a diferença. Num momento de alto estresse, há um desentendimento contínuo com as reais intenções sendo incontinenti mal interpretadas. Discorre-se ainda sobre o congênito machismo simbolizado pela procura infatigável do homem por um desempenho sexual “perfeito”. Uma insana busca por sua virilidade e reconhecimento alheio desta. A íntima dificuldade que se tem em romantizar um matrimônio. Com “Enfim, Nós”, os autores costuram uma deliciosa narrativa, uma comédia romântica que em alguns aspectos lembra a “de erros”, não abjurando de uma suave dramaticidade, que confere à peça elementos realísticos e factuais. No que diz respeito ao elenco, Maria Clara Gueiros compõe Fernanda com notável apuro interpretativo, vivenciando com extrema facilidade as oscilações emocionais de sua personagem. Maria não se inibe em tirar da comédia tudo o que de proveitoso pode oferecer ao público. Ricardo Tozzi, como o professor Zeca, exibe com bem-vinda prodigalidade a sua disposição como ator para escalonar todas as ferramentas de que dispõe para criar fiel, crível e saborosamente as linhas mais evidentes de seu papel. Maria Clara e Ricardo demonstram admirável expressividade corporal e dominação da voz e demais variações. De forma natural, convencem-nos de que de fato representam um casal como tantos que conhecemos que brigam, reconciliam-se, ofendem-se, elogiam-se, gritam, sussurram, silenciam e se amam. A direção de Cláudio Torres Gonzaga, sabedora das peças disponíveis, contorna com equanimidade o quadro narrativo com parcelas de humor, drama e romance. Os atores se movimentam por todo o espaço cênico. Pausam, correm, deitam-se com dinamismo invariável. O cenário de Edward Monteiro é charmoso e bonito, ostentando a típica atmosfera de um banheiro. Seu desenho contém elementos contemporâneos, antigos e infantis (no bom sentido). Há uma banheira “vintage” que serve como box com chuveiro, cuja cortina é adornada com patinhos amarelos, além de duas estantes com prateleiras sobre as quais estão toalhas coloridas e frascos de perfumes e loções, um móvel com treliças e seus pequenos vasos com flores, uma pia, espelho, uma armação com transparências que referenciam a azulejos, uma janela basculante, cestos, banco, a famigerada porta branca, quatro longos painéis anteriores azuis, e lógico, um vaso sanitário. A iluminação de Luiz Paulo Nenén aposta na quase uniformidade aprazível do plano geral, o que é um mérito, pois credita uma veracidade aos acontecimentos. Todavia, há focos em tons azulados e lilases conferindo um clima de aconchego. Nas passagens de uma cena para a outra, como se fosse um entreato, notamos a prevalência de um imperioso azul. Um conjunto de fatores que presta relevante serviço para o embelezamento da produção. Os figurinos de Liah Siqueira são elegantes, práticos e coerentes com os tipos definidos por Maria Clara e Ricardo. Fernanda usa um tubinho fluido e confortável com estampa psicodélica e calça escarpins em tons crus que lhe caem muito bem. Já José Carlos veste short de pijama, uma calça folgada de algodão de cor grafite e uma camisa social branca com listras. A trilha sonora de Mú Carvalho molda a encenação com acertada economia. Somos presenteados com a irresistível e agradável “Don’t Worry Be Happy”, de Bobby McFerrin. Heloisa Périssé, Luciano Huck e a Leandro Hassum contribuem com suas vozes em “off”. “Enfim, Nós” merece ser visto por inúmeras razões, que se justificam não somente por um texto atual, inteligente e sensível, uma direção dinâmica, expedita e em consonância com a proposta cênica, e uma atuação impecável de artistas que nos conquistam de pronto, como Maria Clara Gueiros e Ricardo Tozzi, mas por nos provar que mesmo nas situações mais adversas, em que temos que encarar o outro que está ao nosso lado, bem de perto, é possível descobrir, redescobrir, inventar e reinventar o amor. Enfim. “Enfim, Nós” e o… AMOR.

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Foto: Paulo Ruch

A top gaúcha Isabel Hickmann, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória. 
Isabel foi agenciada pela Way Model, tendo a sua carreira atualmente gerenciada pela JOY Model Management, sediada também em São Paulo.
Internacionalmente, é agenciada pela Model Management (Alemanha).
Antes, fizera parte do cast da agência novaiorquina Next.
Nasceu na cidade de Santa Cruz do Sul.
É irmã da ex-modelo e apresentadora Ana Hickmann.
Graduou-se em Publicidade pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), em São Paulo.
Iniciou a carreira de modelo em 2009.
Em sua primeira temporada de desfiles em São Paulo, representou 45 marcas.
Trabalhou em Paris e Londres.
Fotografou para os ingleses Nick Knight e David Sims.
Fez a campanha de Inverno 2012 da D’Arouche, fotografada por Gustavo Zylberztajn.
No Fashion Rio Verão 2014/2015, desfilou para Coca-Cola Jeans, 2nd Floor, Lenny Niemeyer, Salinas e Triya.
E na São Paulo Fashion Week, na mesma edição, desfilou para Água de Coco por Liana Thomaz, Cavalera, Lilly Sarti, Lino Villaventura, Movimento, Pat Pat’s, Samuel Cirnansck, Tufi Duek, Uma Raquel Davidowicz e Vitorino Campos (foi considerada “o corpo da temporada”).
Recentemente, comemorando os seus 10 anos de carreira, Isabel Hickmann fotografou para um dos mais importantes profissionais da área, Bob Wolfenson, com beauty style de Rodrigo Costa, além de ter feito uma campanha de roupas para Marcelo Quadros, com fotos de Marcia Fasoli, estrelando também um editorial para a “Bazaar Australia”, com registros de Paul Wheterell.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

Obs: Post atualizado em 26/08/2019

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Foto: Paulo Ruch

O modelo Bruno Ventura no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Bruno nasceu no município de São Gonçalo, Rio de Janeiro.
Foi agenciado pela Elian Gallardo Model, com sede em São Paulo.
Em Milão, onde trabalhou por um tempo, desfilou para Daniele Alessandrini FW 2014/2015, na Milan Fashion Week.
Dentre os muitos desfiles dos quais participou, destacam-se R. Groove e Coca-Cola Jeans (Fashion Rio Inverno 2014), Ellus, Colcci (Verão 2014, SPFW), Triton, João Pimenta, Blue Man, Walério Araújo (Casa dos Criadores 2014), JUSS (Casa dos Criadores), Paraná Business Collection, revista VISTUISSU, ByBetto, Farfetch Fashion Road (Londrina Browns), Pernambucanas, ErreNove e All Purpose.
Fotografou para Bob Wolfenson (Revista Elle 25 anos, Campanha “Mostra a Tua Cara”), FKAWALLYS, Playboy Brasil (homenagem a Pierre Verger), Zee Nunes (Revista FFW Mag!, com Shirley Mallmann), Rafael Cañas, Henrique Ferrari, Fernando Machado, Revista Der Metropol (ensaio intitulado “VOYEUR”, por Alex Pires, junto com a Miss São Paulo Ana Cecília Cunha; a revista foi distribuída na feira WHO’S NEXT Prêt-à-Porter Paris), Marcos Alvez, Yuri Pinheiro, Cristiano Madureira, Luiz Leitte, Rafael Firmino, Ronaldo Donizeti, House of Models, Didio, Antonio Bezerra (Campanha Black2Black), Cássia Sabatini, Irakerly Filho e Revista Lounge.
Foi capa da Revista FFW Mag!.
Personificou o guitarrista Jimi Hendrix em um dos seus vários ensaios.
O site Brazil Male Models o elegeu, ao lado de Tiago Bariqueli e Kim Freire, e mais dez modelos, como uma das apostas para o ano de 2013.
Estrelou campanhas para a Lanvin, GQ Thailand, U.S. Polo, New Balance e para a 25 12 Clothing (Turquia).
Em uma das edições da São Paulo Fashion Week desfilou para Alexandre Herchcovitch Men.
Nesta temporada do Fashion Rio, Verão 2014/2015, circulou pelas passarelas da Coca-Cola Jeans e R. Groove.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

Obs: Post atualizado em 15/08/2019

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Foto: Paulo Ruch

Em um dos muitos espaços do amplo stand da Nativa SPA – O Boticário, no Fashion Rio, havia um em que os produtos da marca estavam visíveis em um ambiente espelhado e com pequenas prateleiras de vidro, no qual também se destacavam tubos transparentes multicoloridos em cujo interior eram percebidos líquidos.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

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Foto: Paulo Ruch

Em todas as edições do Fashion Rio, O Boticário, que organiza o stand Nativa SPA – O Boticário, chama a atenção pelo bom gosto, capricho e apuro de seu décor.
Nesta imagem, podemos ver uma bancada sobre a qual está uma série de “eaux de toilette”, perfumes e colônias, e na parede clara um ornamento franjado com três cores distintas com texturas cintilantes, no caso o azul, o lilás e o vermelho.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

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Foto: Paulo Ruch

Uma ideia criativa de O Boticário, em seu stand Nativa SPA – O Boticário no Fashion Rio, foi colocar os seus produtos de beleza em compartimentos iluminados na base, de uma rampa estilizada, na qual também havia pedrinhas coloridas, que davam um belo efeito visual à decoração.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

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Foto: Paulo Ruch

Produtos de beleza de O Boticário, como loções, cremes e hidratantes, em seu stand Nativa SPA – O Boticário”, montado no Fashion Rio, estavam dispostos em compartimentos iluminados de uma rampa sinuosa que servia como decoração e local de amostra dos lançamentos da marca de cosméticos e perfumes.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

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Foto de divulgação do espetáculo “Um Violinista no Telhado”.

José Mayer foi ao “Programa do Jô”. Cabelos e barba bem vastos em decorrência do musical no qual atua, “Um Violinista no Telhado” (baseado nos contos judaicos de Sholom Aleichem); adaptação de Charles Möeller e Claudio Botelho do sucesso da Broadway, com canções de Jerry Bock e Sheldon Harnick, e coreografias de Jerome Robbins, e que já rendeu filme de Norman Jewison, com Topol, cujo título original é “Fiddler On The Roof”). Com jaquetão, colete e calça escuros, além de camisa social clara, José, com sua bonita voz grave, começa a responder às perguntas que lhe são feitas por Jô Soares. O ator fala que com o espetáculo citado “nunca tinha vivido uma unanimidade tão grande”. O apresentador cita então Zero Mostel, que interpretou na badalada região de teatros de Nova York o leiteiro Tevye, que reside na Rússia czarista na virada do século XIX para o XX com sua família (mulher e cinco filhas). Em seguida, o apresentador brinca com o artista, dizendo-lhe que o seu visual está “sensacional”. José Mayer não perde o senso de humor, e fala que poderia fazer um personagem bíblico, que a aparência sugere um ar “patriarcal”. José Mayer afirma que adora chacoalhar as madeixas, e comenta que estas do jeito que estão parecem ter “um pouco de talento”. Comenta sobre as exigências físicas de se participar de um musical, e compara o profissional deste gênero a um “atleta de ponta”. Agora, é questionado como se deu o convite para protagonizar “Um Violinista no Telhado”. José lembra de uma produção por ele montada, de Catulo da Paixão Cearense (“Um Boêmio no Céu”), em que cantava, que pode ter servido de “degrau” para ter chegado onde está, ou seja, dando vida a Tevye (além de outra peça dirigida por Aderbal Freire-Filho, sobre um Rio de Janeiro “caótico”). O entrevistador lhe indaga como se descobriu ator. É dito que numa aula de declamação. Dá-se o instante no qual fotos do musical são exibidas no telão (fotos de Tevye com familiares, judeus perseguidos na Rússia czarista, que sofriam os chamados “pogroms”). Soraya Ravenle aparece em uma delas, e é elogiada. Quanto ao elenco, são 42 atores/cantores. Quanto à duração, três horas. Voltando ao telão, cenas da novela em que José surge de roupão ao lado das atrizes Natália do Vale e Taís Araújo são veiculadas. Uma hora jocosa. Retornemos à encenação. Como há duas sessões aos sábados, o intérprete compara a primeira como se estivesse no “pé do Himalaia”. Partamos para a ocasião em que Jô Soares menciona o fato em que José Mayer recebeu um telegrama de Procópio Ferreira. Ele conta que fora assistir a um trabalho de Procópio nos palcos, “O Avarento”, de Molière. Antes, o entrevistado tinha produzido uma obra de Leilah Assumpção, “Fala Baixo Senão Eu Grito” (considerado o melhor espetáculo mineiro de 1973). Depois da desistência de um ator da peça, José, o produtor, substituiu-o. E na sua estreia, Procópio Ferreira foi conferir. Procópio gostou. Procópio enviou um telegrama a José. José o emoldurou, e o considera o seu “diploma”. No telegrama, o pai de Bibi Ferreira se refere a José Mayer como “o grande galã”. José não considera o termo “galã” pejorativo. Concordo com ele. E para finalizar, devido à caracterização adotada, o artista em pauta que iria personificar um homem da moda na próxima trama das 21h da Rede Globo, “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva, será um pescador trambiqueiro a partir do capítulo 40. Esperem. Estou ouvindo sons. Sons de violino. Ah, é José Mayer ensaiando para a peça que está para ser apresentada. Afinal, hoje é sábado. O “violinista” José Mayer.

Obs: A entrevista concedida pelo ator José Mayer a Jô Soares em seu programa exibido na Rede Globo, “Programa do Jô”, ocorreu no ano de 2011.

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Foto: Paulo Ruch

A empresária e consultora de moda Constanza Pascolato, no Fashion Rio Verão 2014/2015, realizado na Marina da Glória.
Constanza nasceu em Siena, Toscana, Itália.
Quando o assunto é moda, imediatamente se pensa em Constanza Pascolato para emitir a sua opinião.
É presença imprescindível nas principais semanas dedicadas a este segmento no Brasil.
Ainda criança veio para o país no qual vive até hoje, acompanhada pelos pais, que fundaram a Tecelagem Santa Constância (o motivo pelo qual a sua família se mudou para o Brasil foram os conflitos da Segunda Guerra Mundial, sendo recebida prontamente por um dos clãs mais tradicionais brasileiros, os Matarazzo).
Terminados os estudos colegiais, tornou-se assistente de artistas, dentre os quais o pintor e desenhista (além de cenógrafo, figurinista, ilustrador e muralista) Clóvis Graciano.
Com seus 15 anos, sagrou-se em Mar del Plata, Argentina, campeã sul-americana de saltos ornamentais.
Sua bem-sucedida carreira profissional se inicia ao ser convidada para assumir as funções de editora e consultora de moda da revista “Claudia”, onde ficou por 17 anos.
Colaborou ainda com o seu vasto conhecimento sobre o tema para outras importantes publicações do setor, como a “Vogue”, além de ter assinado uma coluna no jornal “Folha de São Paulo”.
Devido à morte de seu pai, assumiu a empresa de tecelagem, uma das principais do país no ramo, fornecendo tecidos para estilistas de grande relevância.
Fundou sua própria empresa de consultoria.
Desenhou uma coleção de joias para a H.Stern.
A “papisa da moda” (aposto que lhe foi dado pela jornalista Joyce Pascowitch) foi condecorada como cidadã ilustre do governo italiano com o título de “Commendatore dell’Ordine della Stella”.
Já escreveu três livros: “O Essencial” (1999), “Confidencial: Segredos de Moda, Estilo e Bem-Viver” (2009) e “Meu Caderno de Estampas” (2015).
Constanza Pascolato, ao lado da artista plástica Marilu Beer, em 2014, participou do programa “Constanza & Marilu”, que foi ao ar em episódios no canal de vídeos YouTube (na atração, as amigas, a partir de uma letra, debatiam um tópico que a tivesse como inicial, no entanto a conversa entre ambas poderia ser livre; a direção coube a Paula Trabulsi, que desenvolveu a ideia com a jornalista Mônica Waldvogel, e a direção de fotografia ficou a cargo de Walter Carvalho; o sucesso fez com que a série fosse exibida no canal Discovery Home & Health).
Neste mesmo ano, o site FFW a selecionou para a lista dos 50 brasileiros mais estilosos da moda.

Agradecimento: Coca-Cola Jeans

Obs: Post atualizado em 27/06/2019.

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Foto: Paulo Ruch

O estilista Maxime Perelmuter no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Maxime é carioca, e filho do também famoso estilista George Henri.
Adepto do surf e amante da natureza, sempre se interessou por moda, e desde cedo já criou suas primeiras peças que, claro, receberam as influências de seus hábitos e gostos.
Uma de suas admiradoras, e que logo acreditaram em seu talento fora a atriz e modelo Betty Lago.
Sua marca, a British Colony, surgiu em 2000, vencendo o Concurso de Novos Talentos da Semana de Moda do Barra Shopping, no Rio de Janeiro.
Passou a fazer parte oficialmente do evento.
Em 2002, estreou no Fashion Rio, e sua grife ganhou notoriedade nacional.
No ano seguinte, foi a vez da São Paulo Fashion Week, logrando o mesmo êxito.
A British Colony expande seu mercado, direcionando-o para o público feminino.
Integrou o seleto grupo de marcas do projeto “40ºC”, promovido pela rede de lojas de departamentos londrina Selfridges.
Maxime decide então, em 2006, mudar o nome da sua linha de roupas, que passa a se chamar Maxime Perelmuter, que chegou a ter representações em dez capitais e três cidades brasileiras, Nova York, no Soho (na butique Opening Ceremony), na Grécia (na Gallé) e Japão.
No ano passado, o estilista resolveu se lançar em um novo e ousado projeto: atualmente é o diretor criativo e brand manager da marca masculina Addict (do mesmo consórcio que reúne Sacada e Oh, Boy!).

Agradecimento: Coca-Cola Jeans