Arquivo de agosto, 2015


O ator e músico Dudu Azevedo, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória. Foto: Paulo Ruch
Dudu é carioca, mas fora criado no município de Niterói, no Rio de Janeiro.
Desde criança demonstrou interesse pela música (foi membro, no futuro, de bandas musicais, como a Redtrip, exercendo a função de baterista).
No entanto, a arte da interpretação surgiu em sua vida, e já adolescente participa como Danton da transposição para a televisão do grande êxito teatral “Confissões de Adolescente”, levado ao ar na TV Cultura pelas mãos de Daniel Filho, que mais tarde repetiria o feito, só que no formato de longa-metragem.
O novo intérprete, devido à boa repercussão de sua estreia na TV, é convidado para integrar o elenco de uma novela da Rede Bandeirantes, “O Campeão”, de Ricardo Linhares e Mário Prata.
No ano de 2003, inicia uma colaboração com o autor Gilberto Braga em “Celebridade”, na Rede Globo (este folhetim, já naquela época, pretendeu fazer uma crítica à exacerbação do culto às celebridades, e ao desejo irracional e insano das pessoas conquistarem a fama a qualquer custo e preço).
Dudu experimenta o horário das 18h ao defender um papel em “Como Uma Onda”, de Walther Negrão.
No mesmo ano, 2006, o artista é visto em três produções: a minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, “JK”, a telenovela “Pé na Jaca”, de Carlos Lombardi, e um episódio no seriado “Minha Nada Mole Vida”.
Teve merecido destaque em “Duas Caras”, uma obra de Aguinaldo Silva, ao personificar o advogado sem muito apreço pelo trabalho Barretinho (Barretinho se apaixonou pela empregada doméstica de sua família, Sabrina, Cris Vianna, algo próximo a uma obsessão; no final da trama, o filho de Barretão, Stênio Garcia, e Gioconda, Marília Pêra, casa-se com a bela moça).
Na história de Antonio Calmon, “Três Irmãs”, teve a oportunidade de viver um vilão, Xande, com o qual mostrou uma outra face de seu talento.
Novamente ganha um papel com traços de vilão, Roberto Moreira, criado pelas teledramaturgas Duca Rachid e Thelma Guedes para a novela “Cama de Gato”.
Retomando sua parceria com Gilberto Braga, compõe um sedutor segurança, Neymar, na obra “Insensato Coração”, coescrita por Ricardo Linhares.
Aproveitando-se da popularidade do MMA (Mixed Martial Arts) no Brasil, Aguinaldo Silva resolve abordar este tema em seu folhetim, “Fina Estampa”, e para representar o assunto escala Dudu Azevedo para interpretar o lutador Wallace Mu (o personagem teve distintos conflitos, tanto pessoais quanto profissionais, no decorrer dos capítulos).
Em “Flor do Caribe”, de Walther Negrão, vestiu o uniforme de Amadeu, um aviador da Força Aérea Brasileira (FAB).
Dividiu cenas com Isabelle Drummond em “Geração Brasil”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
Não faltaram séries, como “Por Isso Eu Sou Vingativa”, no Multishow, e humorísticos, como “Toma Lá Dá Cá”, em sua trajetória artística.
O ator possui uma relevante história no cinema, seja em filmes que tratam com consistência o universo jovem, como “Ódiquê?”, de Felipe Joffily; “1972” (retrato da juventude em meio à efervescência cultural dos tempos da ditadura no ano que dá título ao longa), com roteiro de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana; e “Podecrer!”, de Arthur Fontes; quanto em cinebiografias como “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho (deu vida ao baterista Guto Goffi), e comédias como “Muita Calma Nessa Hora”, de Felipe Joffily; “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Tomas Portella e “Qualquer Gato Vira-Lata 2”, de Roberto Santucci e Marcelo Antunez.
Estará ao lado de Letícia Spiller no longa-metragem de Alexandre Moretzsohn, “Desejos Modernos”.
No momento, Dudu Azevedo pode ser visto em “Babilônia”, novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, como Bento, um programador de games e aplicativos bonachão, íntegro, bem-humorado, amoroso e amigo (Bento mantém uma fiel amizade com o advogado Vinícius, Thiago Fragoso; durante a produção das 21h da Rede Globo, namorou com a também advogada Paula, Sheron Menezzes, porém, suas significativas diferenças no que diz respeito à ambição individual fizeram com que o relacionamento afetivo se desgastasse; agora, com a proximidade do fim da novela, ambos “ensaiam” um reatamento definitivo, amparado pela presença da bebê Manu, cuja guarda provisória foi requerida por Paula; Bento é um dos personagens mais cativantes de “Babilônia”).

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
TNG


As atrizes Juliana Schalch e Olivia Torres, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Juliana Schalch é paulista, e após ter feito algumas peças teatrais (como resultado de seus estudos na Oficina de Menestréis), ingressa e se forma no Curso Técnico Profissional Escola de Atores Nilton Travesso.
Depois de sua experiência na EAD (Escola de Arte Dramática), na PUC, em São Paulo, é convidada para participar da Oficina de Atores na Rede Globo, o que acaba lhe rendendo a oportunidade de ganhar uma personagem na novela “Três Irmãs”, de Antonio Calmon.
Em seguida, na mesma emissora, é escalada para o folhetim de Walcyr Carrasco “Morde & Assopra”.
Sua primeira minissérie foi uma obra de Euclydes Marinho que abordava os bastidores da política brasileira “O Brado Retumbante”.
Na TV fechada, esteve na série “O Negócio”, exibida na HBO Brasil.
Retorna à Rede Globo, que lhe oferece um papel, Suzane, com tintas sensuais e dramáticas na série policial “A Teia”, de Carolina Kotscho e Bráulio Mantovani.
Juliana Schalch, que também é bailarina (dedicou-se à dança por alguns anos, integrando dois grupos), possui passagens pelo cinema, tanto em curtas quanto em longas-metragens (os longas dos quais fez parte são “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”, de José Padilha; “Os 3”, de Nando Olival; e “E Aí… Comeu?”, de Felipe Joffily).
Olivia Torres é paulista de São José do Rio Preto.
Estudou teatro no “O Tablado” no Rio de Janeiro e frequentou cursos ministrados por Camila Amado, Susanna Kruger e Ana Kfouri.
Após participações em produções da Rede Globo, como a novela de Antonio Calmon e Elizabeth Jhin “Começar de Novo”, e a minissérie de Luiz Fernando Carvalho “Hoje é Dia de Maria”, encanta os adolescentes em “Malhação ID” com a personagem Rita.
O sucesso alcançado por Rita a levou para uma outra produção voltada para o público jovem, dirigida por Rosane Svartman, o filme “Desenrola” (Prêmio de Melhor Atriz no Brazilian Film Festival, em Miami).
Retoma a linguagem teledramatúrgica de Elizabeth Jhin em “Amor Eterno Amor”, folhetim veiculado na faixa das 18h.
Foi Candinha Rosado no remake de “Saramandaia” (Ricardo Linhares foi quem adaptou a criação de Dias Gomes marcada pelo realismo fantástico; Candinha foi defendida também por Fernanda Montenegro; dentre as características peculiares do papel eram as suas visão, comunicação e convivência com galinhas imaginárias).
No GNT, esteve em uma das temporadas da série “As Canalhas”.
Na seara cinematográfica, além de “Desenrola”, fez parte do cast de “Somos Tão Jovens” (uma versão do diretor Antonio Carlos da Fontoura da juventude do cantor, compositor e vocalista da banda Legião Urbana Renato Russo); “Meus Dois Amores”, de Luiz Henrique Rios; e “Confissões de Adolescente – O Filme” (uma produção de Daniel Filho, sendo uma natural extensão do grande êxito que a obra homônima nascida nos diários da atriz e escritora Maria Mariana logrou tanto no teatro quanto na TV).
Olivia Torres teve sua atuação conferida, como Valentina, uma adolescente envolvida com problemas próprios de sua idade, filha dos personagens de Cassia Kis Magro e José de Abreu, em uma das melhores novelas exibidas pela Rede Globo no ano passado, o remake de “O Rebu”, de George Moura e Sérgio Goldenberg, que se basearam no clássico homônimo de Bráulio Pedroso, levado às telas na mesma emissora em 1975.
Olivia também é cantora, e sua voz pôde ser ouvida em “Malhação ID” e nos longas “Desenrola” e “Somos Tão Jovens”.
Nos palcos, foi dirigida por Karen Acioly (“A História da Baratinha”), Beto Brown (“O Jardim do Rei” e “O Rouxinol e o Imperador”) e João Fonseca (“Cachorro Quente”).
Olivia Torres está no elenco da próxima novela das 19h da Rede Globo, que substituirá “I Love Paraisópolis”, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, com direção geral de Luiz Henrique Rios.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
TNG

norberto-e-clovis
Foto: gshow

Em 1968, dirigidos por Gene Sacks, dois dos maiores atores da indústria cinematográfica norte-americana, Jack Lemmon e Walter Matthau, fizeram os espectadores de todo o mundo gargalharem com as trapalhadas de seus personagens, Felix e Oscar, respectivamente, motivadas por suas extensas incompatibilidades, no longa-metragem “The Odd Couple” (“Um Estranho Casal”), baseado inteiramente na peça de Neil Simon, que fez igual sucesso na Broadway (estrelada pelo mesmo Walter e por Art Carney). Passadas muitas décadas, testemunhamos no horário nobre da Rede Globo, na novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, “Babilônia”, a reedição de um casal masculino que, pelas contingências, vê-se obrigado a conviver, a dividir o mesmo espaço de moradia, e a enfrentar de modo invariável as avolumadas diferenças de personalidade de cada um. Para que este par funcionasse a contento, seria necessária e indispensável a escalação de intérpretes com larga experiência em comédias, inclusive na televisão. O ator, diretor e dramaturgo carioca Igor Angelkorte (espetáculos “Elefante” e “(Des)conhecidos”) já havia demonstrado o seu potencial cômico, como Marcelo Vilar, no folhetim “Além do Horizonte”, de Carlos Gregório e Marcos Bernstein (telenovela exibida pela TV Globo em 2013). E o também carioca Marcos Veras, ator, humorista, repórter e apresentador, tem a sua trajetória fundamentada essencialmente no humor, seja no teatro (com o seu stand up comedy “Falando a Veras”), seja na TV (com vários papéis no até então chamado “Zorra Total”), seja na web (como um dos criadores, idealizadores e atores do canal “Porta dos Fundos”). Igor defende Clóvis, um videomaker visionário com projetos megalômanos ou inusitados (o atual é um documentário sobre o prédio no qual residem, o afamado “Sereia do Leme”; o anterior foi o malsucedido programa de entrevistas “Puro Chiquê”, com a reacionária e engraçadíssima Consuelo, vivida por Arlete Salles; um outro projeto que não foi adiante foram as fotomontagens, que simulavam pessoas comuns fazendo viagens luxuosas para a Europa ou locais exóticos, a fim de que pudessem postá-las nas redes sociais). O rapaz que recebe uma ajuda de custo de seus familiares de Miracema possui a naturista mania (para o desespero de seu amigo com quem mora) de vagar nu pela casa, e refrescar suas partes pudendas na frente do refrigerador. Clóvis é demasiado sincero, com elucubrações cartesianas, lógicas. Seu discurso é indiscutivelmente racional. O que diz é óbvio, porém certo, e o uso oportuno desta obviedade imiscuída com sua honestidade é que origina grande parcela da graça de seu papel. Seu comportamento é o de um adolescente mais evoluído. Em instantes distintos, contudo, chora e se magoa facilmente como uma criança. Há em seu olhar quase um pedido constante e latente de comiseração pelo seu estado de vulnerabilidade. Marcos Veras personifica o “chef de cuisine” Norberto, ou Norb (como Clóvis o chama), extremamente talentoso no que faz, agradando a todos os comensais que saboreiam seus pratos que se aproximam da gastronomia contemporânea. Da mesma forma que Clóvis, Norberto detém um perfil de menino ou adolescente em bastantes ocasiões. As expressões faciais de Igor e Marcos contribuem amiúde para este vitorioso resultado. Porém, o chef, que é tão estabanado (quem nunca ficou apreensivo quando levava uma iguaria para o cliente à mesa?) quanto obsessivo-compulsivo (sim, Norb sofre de TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo), tem os seus momentos de genuína maturidade ao dar conselhos ao seu irmão, o doidivanas e irresponsável Luís Fernando (Gabriel Braga Nunes). Muito do sucesso desta impagável dupla que surgiu aos poucos na trama, e foi se estabelecendo sobre pilares fortes, é o uso das infalíveis gags (notáveis comediantes se sagraram se utilizando das mesmas, como Chaplin, os Irmãos Marx, Harold Lloyd, Buster Keaton, O Gordo e O Magro – sendo representados por Oliver Hardy e Stan Laurel, Os Três Patetas – Moe Howard, Larry Fine e Curly Howard, e tempos depois, Jerry Lewis). Os diálogos de Igor e Marcos são ágeis, curtos e inteligentes, um “bate-bola” sem trégua. Uma torta na cara, uma armadilha em que ficam presos por cordas quase desnudos um de costas para o outro, um chinelo jogado pela janela, uma comida com pimenta colocada de propósito, ossos de galinha numa quentinha esperada como um apetitoso prato, uma troca de sopapos podem parecer piadas infantis sem vinculação com um humor elevado. Seriam se não estivessem cautelosamente inseridas no contexto dos personagens, e se Igor Angelkorte e Marcos Veras não compreendessem que a graça legítima não raras vezes se encontra nos acontecimentos prosaicos e imprevistos do cotidiano. Os dois amigos que se amam e se “odeiam” se defrontam com um dilema: apaixonam-se pela mesma mulher, a voluptuosa Valeska (Juliana Alves provando que sabe fazer comédia). Os rapazes passam a disputá-la alucinadamente. Tudo o que a bonita moça da comunidade almeja é sair do morro e ir para o “asfalto”. Aquele que lhe oferecer as melhores oportunidades de ascensão social será o seu efetivo namorado. Como Norberto a conheceu primeiro, recebeu o título de “ficante fixo”. Em seguidas situações, “fofinho” (como Valeska o nomeia) é sabotado pelo aspirante a cineasta. Valeskinha usa e abusa, com sua transbordante sensualidade, da carência dos moços desejosos de seus afagos. Uma das mais hilariantes cenas veiculadas pela novela dirigida por Maria de Médicis e Dennis Carvalho, também diretor de núcleo, foi o duelo funk (Marcos Veras caracterizado, com boné, colete e correntes, vai à casa da comerciante, e entoa uma melodia, acompanhado de colegas funkeiros; Clóvis surge de repente com casaco e capuz e rivaliza com o “cantor acidental”; olhares intimidativos são trocados). Antológico momento dos atores. A entrada de Osvaldão (Werner Schünemann) no entrecho final, como o ex-marido perigosíssimo de Valeska, condenado por vários crimes, filho do transexual Úrsula Andressa (Rogéria) serve para recrudescer o grau de comicidade do núcleo, haja vista que o ex-detento, que está em liberdade condicional, não permite que nenhum varão se aproxime de sua antiga companheira. Clóvis e Norberto levaram ambos corretivos inolvidáveis. Preferiram se afastar de Valeskinha. Por ora. Com a chegada de “Babilônia” em sua etapa derradeira, seria no mínimo injusto não avaliar estes dois personagens que, sem qualquer previsão, como em toda obra aberta, como é uma novela, tiveram uma inacreditável química. Uma sintonia que jamais poderia ser combinada ou planejada. Um congraçamento pessoal e artístico entre dois intérpretes raro de se efetivar numa produção teledramatúrgica longa. Em meio a vinganças, corrupção e traições em “Babilônia”, Igor Angelkorte e Marcos Veras “de mansinho” foram conquistando os seus merecidos lugar e destaque. Um “estranho casal” do século XXI. Não sei quem é Jack Lemmon, não sei quem é Walter Matthau. Só sei que “Babilônia” nos apresentou um dos “estranhos casais” mais adoráveis dos últimos tempos: Igor Angelkorte e Marcos Veras.


A atriz Bia Arantes, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória. Foto: Paulo Ruch
Bia é mineira, e além de ser atriz é modelo.
Ao se mudar em definitivo para o Rio de Janeiro, sua carreira na moda ascende.
Os trabalhos nesta área não foram poucos, incluindo a participação em dois videoclipes.
A sua estreia na TV, no caso a Rede Globo, já lhe servira como um grande desafio, pois lhe coube na trama escrita pelas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cama de Gato”, uma personagem, Maria Eduarda, com traços evidentemente vilanescos.
A atuação de Bia agradou tanto que o convite para protagonizar “Malhação” era algo inevitável, e seu papel Alexia conquistou de imediato o público adolescente que acompanha a novela que passa nos finais de tarde, e sua popularidade recrudesceu.
Em “Sangue Bom”, folhetim de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, interpretou Cléo.
A artista já conheceu bem de perto os sets de cinema em filmes como “Entre Palavras”, “Olhos Tristes” e “Dragon Baby”.
Ao lado dos atores Bernardo Velasco e Daniel Blanco, fez sucesso com a peça juvenil “A-Traídos”, com argumento e produção de Rafah Ferrah, e direção e dramaturgia de Pedro Jones.
Fez uma participação especial nos primeiros capítulos de “Babilônia”, a atual produção das 21h da Rede Globo, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, como Lara, contracenando com Bruno Gagliasso, Bruno Gissoni e Carla Salle na dramática cena em que o iate conduzido por Guto, papel de Bruno, atropela um menino da comunidade do Morro da Babilônia, Wolnei (Peter Brandão), na Praia do Leme, no Rio de Janeiro (Bia era uma das ocupantes do iate).
No dia 26 de novembro próximo, Bia Arantes protagonizará junto com o ator Guilherme Prates nos cinemas, a comédia de Rilson Baco e Felipe Bretas, “O Último Virgem”.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
TNG


O modelo da Andy Models Vitor Melo, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Vitor nasceu em Vitória, Espírito Santo.
Foi descoberto numa seletiva de scouters pela Andy Models, realizada em sua própria cidade natal.
Com apenas 17 anos, foi um dos profissionais mais requisitados para desfilar nas duas principais semanas de moda brasileiras, a São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, em abril de 2014, na temporada Primavera Verão 2014/2015: na primeira, desfilou para Alexandre Herchcovitch (abriu o desfile), Ellus e João Pimenta, e na segunda, para a TNG e Aüslander.
Após fazer grande sucesso nestas “fashion weeks”, com pouco tempo de carreira, embarca para Milão, Itália, representado pela Elite Model Management Milano.
Na França, sua representante é a agência Major Men Models Paris; nos Estados Unidos, Aim Model Management NYC – New York City Modeling; na Alemanha, MGM Models; e na Espanha, Trend Model Management.
Foi uma das revelações do Milano Moda Uomo, na Itália, sendo fotografado por Boris Rado.
Recebeu destaque no “Daily Duo”, do site Models.com.
Trabalhou com inúmeros fotógrafos, como Tato Belline (revista OHLALA), Zé Takahashi (lookbook Alexandre Herchcovitch), Jeff Segenreich (blog Made in Brazil), Rainer Torrado, Aquila Bersont, Riccardo Dubitante e Didio.
Fez campanhas para Dolce & Gabbana, DIRCK BIRKEMBERGS, Alexandre Herchcovitch (revista GQ Brasil), STYLE Corriere della Serra, e mais recentemente para a linha de underwear da OXGN.
No Milano Fashion Week, desfilou para DSQUARED2.
Já no Paris Fashion Week, vestiu as coleções de Andrea Crews e Icosae.
Na São Paulo Fashion Week Outono Inverno 2015, foi selecionado pelas marcas Coca-Cola Jeans, Ellus, João Pimenta e Osklen para mostrar suas tendências nas passarelas.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
TNG