Arquivo de dezembro, 2019

100
Foto: Paulo Ruch

A atriz Manuela do Monte na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, no Parque Cândido Portinari.
Gaúcha de Santa Maria, seus primeiros passos na vida artística se deram no teatro (os estudos foram aperfeiçoados no futuro, ao ingressar em escolas especializadas de renome, ambas no Rio de Janeiro, a CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, e O Tablado).
No entanto, iniciou a sua carreira profissional nos cinemas ao ser selecionada em um teste para o filme “Manhã Transfigurada”, de Sérgio de Assis Brasil, para viver a personagem Camila (o longa foi baseado no romance homônimo de Luís Antônio de Assis Brasil; a despeito de ter sido realizado em 2002, a produção só foi lançada nas telas em 2009).
Estreou na televisão em 2003, em uma minissérie dirigida por Jayme Monjardim para a Rede Globo, de autoria de Maria Adelaide Amaral e Walther Negrão, “A Casa das Sete Mulheres” (na trama, baseada no livro de mesmo nome de Letícia Wierzchowski, a intérprete defendeu Joana, a filha bastarda de um coronel, José de Abreu, enviada a um convento ainda na infância).
Neste mesmo ano, emenda com outro trabalho que lhe traria popularidade, a protagonista da 10ª temporada de “Malhação”, como Luísa, uma estudante de fotografia (formou par romântico com Sérgio Marone).
Após ter experimentado uma minissérie e uma novela teen, Manuela é convidada para interpretar um papel, Branca das Neves, em uma história escrita por Antonio Calmon em parceria com Elizabeth Jhin, “Começar de Novo”, levada ao ar às 19h na emissora.
No ano de 2006, a artista fez uma participação especial na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, como Amália Brant, a primeira namorada de Juscelino Kubitschek (Wagner Moura/José Wilker), e ganhou um papel na telenovela de Manoel Carlos, veiculada no horário nobre, “Páginas da Vida”, como Nina, contracenando com Tarcísio Meira, que fazia o seu avô, e Helena Ranaldi, a sua mãe.
Posterior a um episódio no seriado “Casos e Acasos”, integrou o elenco do remake de “Paraíso” (2009), de Benedito Ruy Barbosa, na faixa das seis horas, encarnando Tonha (a primeira versão de “Paraíso”, também escrita por Benedito, foi apresentada em 1982).
Mais três folhetins constam de seu currículo na Rede Globo, de 2010 a 2012: “Escrito nas Estrelas”, de Elizabeth Jhin, “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, e “A Vida da Gente”, de Lícia Manzo (nessas duas últimas, foram participações).
Por mais de dois anos (2013 a 2015), protagonizou a nova adaptação de “Chiquititas”, no SBT, desta vez feita por Íris Abravanel (a versão anterior do original argentino de Cris Morena, assinada pela própria Cris e colaboradores brasileiros, também exibida pelo SBT, teve como protagonista Flávia Monteiro, no papel da diretora do orfanato Raio de Luz Carol).
Sua ida para a RecordTV foi marcada inicialmente pelas suas personagens em folhetins bíblicos: em “Apocalipse”, de Vivian de Oliveira, no qual representou uma vilã, a judia ortodoxa Débora, na 1ª fase; e “Jesus”, de Paula Richard, onde encarnou Laila, uma mulher que, por cometer adultério, passa a ser condenada por todos.
No cinema, atuou no filme dirigido e roteirizado por Jose Posadas, “Estado de Exceção” (2012).
E no teatro, deu vida a Salomé, neta de Herodes, o Grande, na Paixão de Cristo de Piauí.
No próximo dia 10, Manuela do Monte estará na nova novela das 19h da RecordTV, “Amor Sem Igual”, de Cristianne Fridman, com direção de Rudi Lagemann, como Fabiana, a assessora de imprensa de uma agência de jogadores de futebol, namorada de Leandro, um vilão interpretado por Gabriel Gracindo, que trabalha no setor jurídico da mesma empresa, e a trai com Fernanda, papel de Bárbara França.

Agradecimento: TNG