“Big Brother Brasil”

Foto: Divulgação/TV Globo

Quem arriscaria palpite acerca da longevidade do programa “Big Brother Brasil”? Seriam as mudanças nele decorridas a cada ano? O “BBB” é um “reality”, e como todo “reality” demanda renovações. Caso contrário, simples intrigas e rixas que inevitavelmente acontecem entre os participantes talvez não fossem suficientes para darem solidez desejada à produção estival. E o diretor Boninho sabe disso. Edição após edição, percebemos elementos novos. Seja na seleção de concorrentes mais diversos entre si, seja nas provas (algumas delas geraram polêmica e debates acalorados), seja até mesmo no valor do prêmio, que já fora modificado. Citemos então exemplos de novidades inseridas na atração: a ideia de se criar um “puxadinho”, o fato de atriz (Deborah Secco) passar poucos dias com os “brothers” da “nave” (como refere-se à casa Pedro Bial), seja no cenário do qual se faz a condução do “jogo”, seja na interatividade (podemos mencionar o fato de telespectador ganhar carro ao vivo se acertasse determinada pergunta). E desta forma, o “Big Brother Brasil” mantém-se na grade da emissora que o exibe sem prazo de saída.


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