![Andressa-no-BBB-13-size-620[1]](https://blogdopauloruch.com/wp-content/uploads/2013/01/andressa-no-bbb-13-size-62011.jpg?w=614&h=345)
A participante do BBB13, Andressa.
Foto: Divulgação/TV Globo
A casa começou com 8 participantes, entraram mais 6 (veteranos), e 2 da casa de vidro. Já saiu a mais explosiva de todas, Aline, uma moça que fala igual a Penha, a personagem de Taís Araújo em “Cheias de Charme”. Ela justificava seu controvertido comportamento ao fato de ser verdadeira. Isto, num “reality”, colocado de maneira incorreta, em que muitas questões estão em jogo, pode ser fatal, e o foi: Aline foi eliminada no primeiro paredão com um índice de rejeição considerável. Ela poderia ser até interessante para os telespectadores que gostam de uma acalorada discussão, entretanto, Ivan, seu oponente, um rapaz tranquilíssimo, venceu. Ivan, com tanta calma e discrição pode ser um hábil jogador. Quem vai saber? Dentre os moradores da “casa mais vigiada do Brasil” estão Marien (que só travou algumas conversas inofensivas até agora), Fernanda (talvez esteja se prejudicando por querer namorar André, e ficar o tempo todo falando ao seu respeito e ficando atrás dele, o que o insatisfaz), Aslan (é extrovertido, dá-se bem com as pessoas, tem personalidade forte, portanto é um concorrente com potencial para seguir adiante), André (sua postura é quieta, fala baixo, não é dado a exibicionismos), Nasser (adota um estilo alternativo na aparência, mostrou determinação, ao já vencer a primeira prova de resistência, e assim como Aslan sua personalidade forte se evidencia), Andressa (uma bonita jovem, simpática, educada, mostra-se amiga, porém ainda não vejo nela uma vontade irrefreável de vencer, o que poderá vir depois). Da casa de vidro, entraram o fortão Marcello (que até agora não mostrou ser vaidoso em excesso por seus dotes físicos, o que já é um ponto a seu favor; indica ser contemporizador, até um pouco reservado). A mulherada, com certeza, fará do “personal trainer” o alvo preferencial das investidas nas festas. E, por último, dos novatos, Kamilla (a jovem poderá irritar alguns dos moradores por gostar muito de cantar e ser falante e desinibida demais). Quanto aos veteranos, ainda paira o mistério sobre a saída de Kléber Bambam. Ele não nos deu nenhuma explicação plausível sobre a decisão de sair do programa. E nunca a saberemos. O erro de Bambam foi ter chegado ao “reality” com autoconfiança em demasia, e zombado do grupo rival em uma das provas em que acabou sendo o líder. A entrada de Yuri em seu lugar (mesmo tendo participado da edição passada) provável tenha se dado por ser temperamental, oscilante no que concerne a atitudes sensíveis, românticas e partir para a altercação quando for preciso. É um participante que não permite se passar por despercebido. Natália anda bem pensativa, o que denota não ter entrado ainda para valer no jogo (muito diferente da edição anterior; algumas pessoas podem mudar). Aliás, Bambam entrou diferente também. Quem entrou da mesma forma de antes foi Dhomini. Ele é esperto, astuto, calcula cada passo, e a sua meta é obter o prêmio mais do que qualquer outro confinado. A sua declaração assumida de ser um jogador poderá de alguma forma não favorecê-lo à vista dos outros. Elieser continua a mesma “figura” de sempre, todavia a impressão que me deu é que voltou mais maduro, e disposto a ter um um jeito de se comportar que implique em uma nova avaliação do público quanto a ele, que disse aproximadamente “que as coisas dessa vez seriam diferentes”. Por sinal, uma das qualidades de Elieser é não se deixar atemorizar por provocações, como vimos ao enfrentar Dhomini. Fani foi uma ótima escolha: é sensual, fala o que pensa, briga por aquilo que possa lhe trazer benefícios (sem prejuízos a alguém), e está focada no jogo. E Anamara, que é daquelas moradoras que garantem ocasiões engraçadíssimas ao “reality” (ela demonstra estar lá é para se divertir mesmo, contudo é claro que deseja o prêmio). A decoração da casa está bonita e inventiva como de costume. Pedro Bial permanece com o profissionalismo que lhe é nato, cujos trunfos são seus ditos espirituosos e “cutucadas” nos participantes. Quanto ao diretor Boninho, possui um mérito: procura sempre criar algo novo, apesar das 12 edições já realizadas. O programa está aí. Os dados estão lançados. Os moradores da casa, em sua maioria, dispostos a jogar. Cada dia será um dia, o que nos dirá se o BBB13 será um dos melhores dentre todos os outros “realities” anteriores, ou será apenas mais um que assistiremos, mas que não fora marcante o suficiente.