
Bebidas que ornamentavam um dos bares do evento de moda.
Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: Oi Moda

Foto: Revista InStyle estilo de vida
Não resisto a fazer um trocadilho. Os figurinos de Patrícia Poeta são fantásticos. Antes disto, gostaria de frisar que Patrícia (atual âncora do “Jornal Nacional”, ao lado de William Bonner) é uma das jornalistas que mais aprecio na televisão brasileira. A bela morena adaptara-se inquestionavelmente à produção dominical de variedades apresentada pela Rede Globo, o “Fantástico”. Suas simpatia e seriedade coerentes com a matéria veiculada só corroboram a competência já por nós conhecida. Quanto às roupas que traja no programa, são uma atração à parte, pois sempre primam pela elegância. E esta se harmoniza com os seus bonitos rosto e cabelo, e maquiagem e acessórios adequados. Algumas vezes me perguntei até que ponto um profissional, no caso do telejornalismo, faz uma contribuição própria na hora de se vestir. A resposta possivelmente seria a de um acordo salutar entre ideias e propostas, a partir de uma indispensável consultoria de moda de uma especialista experiente no ramo (Regina Martelli). E há um outro dado importante: a regra precípua de que um repórter/apresentador de TV não pode chamar mais atenção do que a notícia. Poeta e a notícia se dão muito bem.
Obs: Patricia Poeta, após três anos na bancada do “Jornal Nacional”, será substituída pela jornalista Renata Vasconcellos em novembro de 2014.
Especulações da imprensa indicam que apresentará um programa na área de entretenimento na mesma emissora.
No lugar de Renata no “Fantástico”, a Rede Globo escalou Poliana Abritta, que fez coberturas em Brasília, e comandou, junto com Ernesto Paglia, o “Globo Mar”.

Foto: Stefano Martini/Revista QUEM
Recordo-me de Xuxa, a gaúcha de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, na abertura do divertido seriado “Amizade Colorida”, junto com Luiza Brunet, e que tinha como protagonista Antônio Fagundes na pele do fotógrafo conquistador Edu. A autoria coube a Domingos de Oliveira e outros, e a direção geral ficou a cargo de Daniel Filho. O tema musical era “Lente do Amor”, cantado por Gilberto Gil. Depois, vi Meneghel participando de um quadro no programa humorístico de Jô Soares, “Viva o Gordo”. Fora descoberta pelo respeitado Maurício Sherman para apresentar uma atração infantil na extinta Rede Manchete, “Clube da Criança”. A empatia notória entre ela e as crianças a fizeram ser convidada para ir para a Rede Globo comandar o “Xou da Xuxa”, em 1986. Surgia aí um dos maiores fenômenos da televisão brasileira no que tange à popularidade alcançada. O sucesso era tão impressionante que a apresentadora chegou a ganhar uma edição própria no “Globo Repórter”. A bonita moça loira não se limitou aos torrões nacionais, indo em busca do mercado latino. Seus especiais de Natal eram aguardados. Aliás, ano passado, houve mais um. Todos os números que abrangem a carreira são superlativos. Tanto os referentes aos discos, quanto aos filmes e shows. Os anos se passaram, e Xuxa se mantém estável profissionalmente.
Obs: No final de 2014, os veículos de informação noticiaram que a apresentadora Xuxa Meneguel não teria o seu contrato com a Rede Globo renovado, emissora com a qual mantinha vínculo desde 1986, quando estreou com o “Xou da Xuxa”.
Foto: Murillo Meirelles/TPM
Renata, vez por outra, com os seus profissionalismo e elegância que lhe são habituais, independente de qual profissional com quem divida a bancada, apresenta o “
Jornal Nacional”. Renata Vasconcellos já fora modelo, fato que não nos espanta, dada a sua beleza indiscutível. Graduou-se em Comunicação Social pela PUC do Rio de Janeiro, estado no qual nascera. Trabalhara na Globo News, como apresentadora do telejornal “Em Cima da Hora”. E depois, passara pela bancada do “Jornal Hoje”, tendo realizado reportagens ocasionais para o “Fantástico”. Até que a partir de 2002, surgia-lhe a principal oportunidade da carreira: ancorar junto a Renato Machado importante jornalístico matinal, “Bom Dia Brasil”. No momento, Chico Pinheiro é quem dá as notícias ao seu lado. Renata prova-nos que não somente “beleza é fundamental” (não sou eu quem disse, e sim, Vinicius de Moraes), mas eficiência, disciplina, credibilidade e devoção ao trabalho.
Foto: Aurea Calcavecchia/msn moda Lilian Pacce
Mayana Moura está vivendo o “novo”. E o “novo” assusta. Se assusta… O habitual nos é confortável, tranquilizador, porquanto não nos oferece risco algum. Mas aí, como crescer? Afugentar-nos no pacífico é manter indesejável estagnação que nos impede de criar. Por isto, acredito que Mayana aceitou a proposta de fazer a novela “Passione” pois esta lhe exigiria uma série de confrontos pessoais. Integrar elenco de folhetim das 21h, ter papel importante, ser filha de Fernanda Montenegro, ser par romântico de Reynaldo Gianecchini, disputar com Carolina Dieckmann pelo amor do personagem de Rodrigo Lombardi… São diversos elementos inéditos para bonita moça que até então era modelo e possuía banda de música. Passado susto inicial, Moura, creio, aos poucos, acostumou-se ao mundo frenético da fama. Seria fácil enfrentá-la sem abaixar a cabeça, sem se deixar atemorizar? Possivelmente, antes as pessoas iam assistir aos seus shows porque gostavam do repertório escolhido pelo grupo, e a maneira da apresentação do mesmo. Hoje de certo iriam também aqueles que desejam ver “Melina” cantando. Olha o “novo” aí mais uma vez. E ele sempre aparecerá. Sempre. Assim, devemos nos acostumar a ele.

Todos os direitos reservados a “Vanity Fair”.
E pensar que tudo começou com a atriz Leila Diniz, que escandalizou os mais conservadores ao, como pessoa pública, exibir a sua barriga de grávida nas areias de Ipanema. Leila, libertária por natureza, foi responsável pela quebra de vários tabus, contribuindo de modo relevante para que alguns “grilhões” que aprisionavam as mulheres fossem rompidos. Um exemplo cujos reflexos “reverberam” até hoje. Seguindo a surpreendente atitude de Diniz para os padrões da época, temos lista de pessoas famosas que também já ousaram fazer isto. Só que em capas de revistas. Demi Moore posara para a capa da “Vanity Fair”, em 1991. Fernanda Lima em 2008 fizera o mesmo para a da “Rolling Stone”. Monica Bellucci fora fotografada por duas vezes nesta condição para a “Vanity Fair” italiana, respectivamente em 2004 e 2010. Há outras, como Daniella Sarahiba, Danielle Winits, Christina Aguilera para a “Marie Claire”, Britney Spears para a “Harper’s Bazaar”, e Juliana Knust. E pensar que tudo começou com Leila…