Blog do Paulo Ruch

Cinema, Moda, Teatro, TV e… algo mais.

Foto: Amanda Richter para a Revista Mensch

Max Fercondini é, para mim, um dos atores mais competentes de sua geração. Minha simpatia por ele se consolidou de forma gradual. A primeira vez que o vi atuando foi em “Laços de Família”, de Manoel Carlos, em que era adolescente apaixonado pela personagem de Deborah Secco. Antes, havia estreado no folhetim “Esplendor”, de Ana Maria Moretzsohn. Após, participou de algumas outras novelas, inclusive “Malhação”, e a minissérie “Um Só Coração”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira. Entretanto, “Páginas da Vida”, de Manoel Carlos novamente, incumbira-se de permitir a Max que lograsse com que me rendesse ao talento que lhe é próprio. O bom filho que tinha como mãe mulher amargurada e cruel no que dizia, brilhantemente composta por Lilia Cabral. Cenas carinhosas de Fercondini (Sérgio) junto ao sobrinho interpretado por Gabriel Kaufmann eram bonitas de se olhar. Bem, este personagem bastou-me para valorizá-lo. Voltei a assistir-lhe em “Viver a Vida” (terceiro folhetim com Maneco), como Dr. Ricardo. O sucesso deste em Portugal garantiu ao rapaz oportunidade de refazê-lo em produção local, supervisionada por Aguinaldo Silva.

Categorias: TV

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