“Max se desespera ao saber da descoberta do cativeiro de Carminha. O que não esperava era que ela fosse parar num buraco. E sem roquefort!.”

Publicado: 28/04/2012 em TV

max_ivana
Foto: Divulgação/TV Globo

Enquanto Carminha (Adriana Esteves) saboreia um picolé de limão no cativeiro, sua família está em polvorosa aguardando o pedido do resgate do sequestro, na novela de João Emanuel Carneiro das 21h, “Avenida Brasil”. Nina (Débora Falabella) não está em casa. Foi ao encontro de Lucinda (Vera Holtz) informar o que houve, e lhe pedir um favor: que escreva um bilhete relatando o local onde a “sequestrada” está, e o entregue a uma firma de motoboys para que o faça chegar às mãos de Tufão (Murilo Benício). Lucinda se nega, pois não quer prejudicar pessoas inocentes. Tem mistério aí. O filho de Muricy (Eliane Giardini) ao ler o tal bilhete, não “segura o tranco” sozinho, e revela ao pai Leleco (Marcos Caruso) o que sabe. Em outro momento, Nina justifica a ausência mostrando um adesivo de visitante de hospital falso providenciado por sua mãe de criação. O policial Zenon (Mário Hermeto), com a experiência que tem, “não cai nessa”, e diz que irá interrogar a jovem depois. Leleco, que é daqueles que não conseguem guardar um segredo, acaba contando a Ivana (Letícia Isnard) que ele, Tufão, Zenon e alguns amigos deste irão “estourar” o cativeiro. Ivana, outra boquirrota, deixa escapar para Max (Marcello Novaes), que se desespera. E Carminha, tranquila, com as iguarias que o cúmplice lhe levara antes, inclusive um queijo roquefort e um “som” para que se distraísse. Tenta entrar em contato com ela. Só que o toque do celular é abafado por um “pagodão”. Aliás, o que não se pode deixar de mencionar é a generosidade de Monalisa (Heloísa Périssé), que adiantou os R$700.000,00 que faltavam para completar o montante. Todavia, “uma pulga lhe ficou atrás da orelha” com esta história, pois conhece muito bem o caráter da antagonista que lhe roubou o namorado. Finalmente, Moreira (Rodrigo Rangel) é avisado por Max de que o plano não deu certo. Tudo mudou de figura. Carminha passa a ser uma refém de verdade, sendo maltratada pelos meliantes. O marido, o pai dele, o policial e seus parceiros, em cenas de ação dirigidas com competência e trilha incidental eletrizante, chegam ao cativeiro. Não há mais ninguém lá. A não ser um queijo roquefort, o que entrega que dentre os presentes havia alguém de gosto refinado. Carminha, então, é levada para outro esconderijo. Toda a empáfia de vilã deu lugar a uma mulher covarde e frágil com a situação que está vivendo. A madame tem a ingenuidade de pedir que a deixem num ponto de táxi “a esta altura do campeonato”. Dirigem-se ao novo cativeiro. Com direito à alçapão e tudo. Alçapão talvez seja uma palavra bonita demais para Carminha. É buraco mesmo. E sem queijo roquefort!

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