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Blog do Paulo Ruch

  • “Casados. Separados. E amantes. Amantes?!

    agosto 5th, 2012

    muri
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Leleco (Marcos Caruso) e Muricy (Eliane Giardini), no começo da novela de João Emanuel Carneiro das 21h, “Avenida Brasil”, formavam um casal divertido com idades próximas, que volta e meia faziam piada um com o outro, brigavam de vez em quando como em qualquer casamento, e se mostravam apaixonados depois de tanto tempo juntos. Tudo ia bem até que surgiram em suas vidas o ex-gari Adauto (Juliano Cazarré), e a bela moça de Cachoeira de Macacu, Tessália (Débora Nascimento). Adauto declarou a Muricy o amor que sente por ela desde a época em que era adolescente, e aquela era cozinheira. Tessália ao chegar ao Divino, despertou a cobiça dos muitos rapazes do bairro, alguns notadamente “pegadores”. Mas quem de fato lhe chamara a atenção fora um homem maduro, que a tratou com cortesia e a defendeu de um antigo namorado violento, Leleco. Já Adauto, vendo que as coisas não estavam indo bem para o casal por causa de Tessália, conta a Muricy que seu marido foi à festa de despedida dela, que se realizou na casa de Monalisa (Heloísa Périssé). Chegando lá, a mãe de Tufão (Murilo Benício) flagra os dois no maior papo, o que foi suficiente para selar o rompimento do casal que até então se entendia no meio da confusão que é a casa onde moram. Leleco ficou com Tessália. E Muricy, com certa pressão (porém, gostando), com Adauto. O tempo passou, e com ele os problemas vieram para ambos os pares. Leleco, inseguro por ser mais velho que a sua nova mulher, é tomado por avassaladores ciúme e desconfiança. A ponto de “contratar” Darkson (José Loreto) para que seduzisse Tessália, numa espécie de teste de fidelidade. Mas ela é fiel, o que o desaponta, e encanta o locutor da loja “A Elegância”. E Muricy acaba tendo os seus conflitos naturais também, por causa da diferença de idade que tem com relação ao seu companheiro. Ela então se questiona se vale a pena manter um romance com Adauto, mesmo que este goste tanto dela. Todavia, a sua juventude poderá ser um empecilho para a felicidade futura. Muricy, por exemplo, não acompanha o ritmo de Adauto ao fazer exercícios. Numa viagem da família a Cabo Frio a fim de que Jorginho (Cauã Reymond) descansasse – isto seria possível -? -, Leleco e Muricy não contêm a atração que ainda sentem um pelo outro, e às escondidas, começam a se agarrar como se fosse a primeira vez. Viraram amantes! O que causou espanto nos filhos Tufão e Ivana (Letícia Isnard). Não foi algo passageiro, pois ao retornarem ao Divino, já estavam marcando um novo encontro. Só que não contavam com a descoberta de Darkson, que teve o maior esbregue com seu “contratante”. Muricy tenta resistir aos apelos de Leleco, contudo não consegue evitá-los. Enfim, amantes para valer. Agora se quiserem voltar ao estado civil de origem, muita gente sairá machucada. Afinal, qual a traição que não machuca?

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    agosto 5th, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    Um dos guindastes que impressionavam pelo seu gigantismo no evento.
    Foto: Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    agosto 5th, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    Vista da Baía de Guanabara com a Ponte Rio-Niterói ao fundo.
    Foto: Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    agosto 5th, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    Grande circulação dos convidados na área externa dos galpões onde ocorriam os desfiles.
    Foto: Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá Painel que exibia fotos de celebridades como Liza Minelli e Elke Maravilha Foto: Paulo Ruch

    agosto 5th, 2012

  • “E aí Roni, rolou?”

    julho 31st, 2012

    roni-suelen
    Foto: Divulgação/TV Globo

    O autor de “Avenida Brasil”, novela de João Emanuel Carneiro das 21h, afirmou certa vez que não vê a obrigatoriedade de que haja personagens homossexuais em suas tramas. E como sabemos, o teledramaturgo gosta de um bom mistério. Apraz-se em perceber que o público está confuso quanto à personalidade e comportamento de certo personagem. Para quem não se lembra, em “A Favorita”, também de sua autoria, Orlandinho (Iran Malfitano) era gay, e sentia-se atraído por Halley (Cauã Reymond). O que se deu ao final foi que Orlandinho se apaixonou por Maria do Céu (Deborah Secco), após terem simulado um casamento para atender ao interesse de ambos. Isto pode estar se repetindo com Roni (Daniel Rocha), só que em outro contexto. Todos questionam a sua sexualidade. Até mesmo os pais Diógenes (Otavio Augusto) e Dolores (Paula Burlamaqui). A implicância inicial do rapaz com Suelen (Isis Valverde) levava a crer que fosse causada pelo ciúme que sentia de Leandro (Thiago Martins), que se apaixonara pela sedutora moça. Todavia, Roni pode apenas acalentar uma enorme amizade pelo jovem que veio do interior para tentar a vida como jogador de futebol, a ponto de casar-se com a até então difamada Suelen para que esta não fosse deportada para a Bolívia. É uma hipótese. Por outro lado, Roni nos desperta dúvidas, pois na noite do seu casamento lançou olhares ciumentos e aparentemente apaixonados ao ver Leandro aos abraços com Beverly (Luana Martau). Nos momentos em que Suelen tentou algo mais íntimo com o filho de Diógenes, este resistiu sempre de forma convicta. A moça, que era conhecida como Maria-Chuteira, mulher que só se interessava por atletas que poderiam lhe dar conforto, parece que agora está gostando de Roni de verdade. Isso foi incrementado quando foi salva por Roni das mãos de bandidos. Sua visão sobre ele mudou. Tem feito de tudo para seduzi-lo, sem sucesso. Assim, mais suspeitas dos telespectadores se delineiam. Depois da noite de núpcias, Roni acorda aturdido ao perceber que sua recém-esposa está nua. A reação dele foi de culpa, arrependimento. Ele crê que manteve relações sexuais com a jovem. Contudo, pode ser uma jogada dela. Algo me diz que Suelen passará um dobrado com o marido, o que seria um grande desafio, posto que sempre tivera os homens aos seus pés. Todavia, não se espantem se for descoberto que Roni é mais viril que todo o time do Divino junto. João Emanuel Carneiro gosta dessas “pegadinhas”.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    julho 31st, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    Carrocinha de pipoca na área externa do evento.
    Foto: Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    julho 31st, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    Painel do stand da revista ELLE.
    Foto: Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2011 – Píer Mauá

    julho 31st, 2012

    Fashion Rio Outono Inverno 2011 - Píer Mauá

    A consultora de moda Gloria Kalil sendo entrevistada antes do início de algum dos desfiles.
    Foto: Paulo Ruch

  • “Débora Falabella está ótima como Nina. E Nina acha ótimo ser anti-heroína.”

    julho 27th, 2012

    noticia_223857_img1_avenida1
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Há personagens que demandam demais dos atores no que tange às suas potencialidades dramáticas. Outros personagens são, por assim dizer, monocromáticos. O que não é o caso de Nina, papel que cabe a Débora Falabella em “Avenida Brasil”, novela das 21h de João Emanuel Carneiro. Na segunda fase do folhetim, e por conseguinte, nas cenas posteriores, Débora teve que alternar repetidas vezes reações diversas que denotassem doçura, determinação, fragilidade, força, insegurança, dissimulação, e tantos outros substantivos que indiquem estados emocionais do ser humano. Além disso, a atriz mineira teve que lançar mão de dois sentimentos opostos simultaneamente: amor e ódio. Nina dedicou o primeiro aos que lhe foram bons, como Lucinda (Vera Holtz), quem a criara por certo tempo; Jorginho (Cauã Reymond), a quem ama desde a infância; Betânia (Bianca Comparato), a amiga de todas as horas; e Begônia (Carol Abras), a irmã adotiva. E o segundo aos que lhe foram cruéis, como Carminha (Adriana Esteves), Max (Marcello Novaes) e Nilo (José de Abreu). Com a virada da novela, ou seja, com Nina afinal pondo o seu plano de vingança em prática, a intérprete Débora Falabella utilizou-se de recursos que fossem representativos da frieza, da arrogância e da insensibilidade. Se o telespectador se esquecer por alguns instantes das maldades de Carmen Lucia, poderá apiedar-se dela. Para cada pessoa que assiste à trama consiste o direito de achar se a amante de Max é ou não merecedora do que está passando. No entanto, algo me despertou a atenção: Nina não possui todo o seu plano armado, já que ainda não sabe o que fazer quando Tufão (Murilo Benício) e família chegarem de Cabo Frio. E não podemos nos esquecer de que se o jogo se inverter, Carminha ficará pior do que já era. Já no que concerne à carreira de Débora, começou cedo com peças teatrais como “Flicts”, de Ziraldo. Sua estreia na TV deu-se em “Malhação”, ficando por período curto. O trabalho que lhe deu a primeira projeção foi a produção infantil gravada na Argentina, “Chiquititas”, exibida pelo SBT. Retorna à Globo para viver Cuca, de “Um Anjo Caiu do Céu”. Depois de ter sido laureada em importantes festivais de cinema pelo curta “Françoise”, recebeu a incumbência de personificar em “O Clone”, de Gloria Perez, a dificílima personagem Mel, uma dependente química com problemas de reabilitação. O primeiro papel histórico foi Sarah Kubitschek, na minissérie escrita por Maria Adelaide Amaral, “JK”. Na área dos remakes, protagonizou “Sinhá Moça”. Em seguida a “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva, foi uma vilã em “Escrito nas Estrelas”, de Elizabeth Jhin. Estrelou ao lado de Selton Mello, Luana Piovani e Álamo Facó, o seriado adaptado do filme homônimo “A Mulher Invisível”. Participou do especial de fim de ano “Homens de Bem”, com Rodrigo Santoro. Como atriz de televisão, também integrou o elenco de outras produções, como séries, programa humorístico, e obras como “Agora É que São Elas”, “Senhora do Destino”, e as minisséries “Um Só Coração” e “Som & Fúria”. No cinema, merecem destaque “Dois Perdidos Numa Noite Suja”, de José Jofilly, “Lisbela e o Prisioneiro”, de Guel Arraes, “A Dona da História” e “Primo Basílio”, ambos de Daniel Filho, e “Meu País”, de André Ristum, dentre outros longas e curtas-metragens. No teatro, encenou “A Serpente”, de Nelson Rodrigues, e “Noites Brancas”, de Dostoiévski, por exemplo. O que nos resta agora é saber até quando Nina achará ótimo ser uma anti-heroína. Sendo ou deixando de ser, Débora Falabella continuará sendo ótima.

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