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Blog do Paulo Ruch

  • ” A relativização dos ‘pecados da carne’ e todas as suas extensões são explicitadas no novo espetáculo de Francis Mayer, estrelado por Lucas Malvacini, ‘O Hóspede’, livremente inspirado no clássico cinematográfico de Pier Paolo Pasolini, ‘Teorema’. “

    janeiro 11th, 2016

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    Em 1968, o cineasta, escritor e poeta Pier Paolo Pasolini, tão prestigiado quanto controverso, lança no Festival de Veneza aquela que seria considerada uma de suas mais importantes obras, o filme “Teorema”, com Terence Stamp e Silvana Mangano. Polêmico e marginal, Pasolini, autor de “Decameron” e “Salò ou os 120 dias de Sodoma”, fez uma crítica às instituições italianas da época, por meio de uma história em que uma família burguesa tem a sua rotina e os seus valores alterados pela visita de um estranho. Valendo-se desta referência e dos escritos de outro insigne poeta, Arthur Rimbaud, Francis Mayer decidiu transpor para os palcos, com dramaturgia de sua lavra, este enredo em que se fala abertamente, sem pudores ou ressalvas, sobre como o ser humano em sua essência lida com os seus mais obscuros desejos, e como estes podem vir à tona, sem controle, a partir de uma provocação externa não aguardada. O espetáculo dirigido por Francis se inicia com um rapaz alvo seminu (Vinicius Vommaro), com os braços estendidos para o alto como se acorrentado estivesse. Ele clama pela liberdade legítima, defende o seu ideal de felicidade e ataca o moralismo acaçapante da sociedade e seus membros. Usando a figura de um narrador ou voyeur (Vinicius Vommaro), o encenador nos coloca a par dos acontecimentos que advirão com a chegada misteriosa de um belo moço (Lucas Malvacini) vestido apenas com um bem cortado terno vermelho na casa de uma família aparentemente perfeita nas suas relações, obediente aos ditames e convenções impostos por uma coletividade hipócrita em seus conceitos de idealização de estado de felicidade. Todos os integrantes do núcleo familiar, um a um, serão em maior ou menor grau transformados em sua personalidade formada por bases que lhes deixam acomodados, e em posição conveniente para a vista alheia. O visitante, o Hóspede vivido por Lucas Malvacini, leitor voraz das páginas de um livro de Rimbaud, com voz mansa e envolvente, seduz com a sua razão particular, seu dom de manipulação, sua beleza que derriba os fracos, e retórica dominante frente a qualquer argumentação contrária ao que pensa, desperta ferozmente os desejos outrora escondidos do pai, o empresário bem-sucedido Antero (Regis Farah), da mãe, a infeliz esposa Laura (Flavia Santa Maria), da filha liberal Ornela (Izabella Guedes), do filho primogênito atormentado, Michel (Felipe Salarolli), e da empregada doméstica Elisa (Luciana Albertin). Do começo ao epílogo de “O Hóspede”, o universo sexual do indivíduo, com os seus infinitos enigmas, com suas barreiras intransponíveis para o seu definitivo conhecimento, é explorado. Não importam os gêneros aos quais pertençam os desejos. O que se propõe com esta produção é a abordagem sem rodeios ou subterfúgios da importância de se discutir o sexo, respeitando o seu significado em nossas vidas, dentro de uma estrutura narrativa convincente, lançando como instrumento a simbologia dos relacionamentos interpessoais narrados em tom ficcional, mas em aliança com uma realidade possível. Francis Mayer, como diretor, preocupou-se em nos contar uma história instigante, ardente, sensual e intensa, não permitindo que o ritmo do enredo arrefecesse, e que a nossa atenção e curiosidade pelo que nos é apresentado se mantivessem intactas. Francis não preteriu a ocupação plena do espaço da ribalta pelo seu elenco. Os atores se aproveitam de todo o perímetro do tablado que lhes é fornecido a fim de dinamizar as cenas. Além disso, percebe-se um cuidado especial quanto à palavra dita pelos seus intérpretes, procurando o nível preciso das intenções dos personagens. A nudez masculina, sempre um risco, é representada com elegância e naturalidade. Contextualizada, torna-se elemento constituinte do painel exposto. O elenco está coeso, afinado e totalmente em consonância com a proposta dramatúrgica que lhe foi feita. Lucas Malvacini, como o Hóspede, mostra a sobriedade e a precisão dos gestos que seu papel demanda. Possuindo pujante carisma, beleza inconteste e sedução nata, o que lhe favorece na construção de seu “character”, Lucas atinge com sucesso a profundidade comportamental do visitante imprevisto, alcançando os patamares exigíveis para a elaboração vitoriosa do complexo personagem. Como ressaltado, sua entoação vocal é calibrada no sentido de envolver suas vítimas, exibindo outrossim adequada espontaneidade. Vinicius Vommaro, como o narrador/observador da peça, dá vida a uma voz dissociada da ação, como se fosse uma testemunha privilegiada dos fatos, não os julgando, atento aos episódios, esclarecendo de forma clara e pertinente, inclusive desvelando as entrelinhas, o desenvolvimento do quadro cênico. Vinicius Vommaro, com potente e articulada vocalização, elogiosa expressividade de corpo, impinge valor irrefutável à fundamental missão que exerce. O narrador de Vinicius serve como significativa ponte entre nós e a ação dramática. Regis Farah desenha a princípio as linhas do perfil do chefe de família Antero com doses de severidade e postura inquebrantável, mas em seguida nos oferta um homem angustiado, fragilizado e pusilânime defronte à sua contingência, logrando com habilidade esta difícil transição. Flavia Santa Maria, como a esposa Laura, transmite-nos a plenitude de suas paixões represadas, e depois libertas, demonstrando também com verossimilhança a angústia de uma mulher insatisfeita com o seu matrimônio. Flavia reafirma com êxito os sentimentos conflituosos que assombram a existência de Laura. Diego Rosa interpreta um viril e atlético garoto de programa, possuidor de sedução selvagem, habitante das ruas cariocas, que leva uma das mulheres retratadas na encenação para sua casa em uma ladeira qualquer no silêncio noturno. Diego vivencia seu personagem com a força dramática solicitada. Tal qual um homem imerso em sua congênita selvageria, toma em seus braços com sensualidade agressiva a moça inerte refém das próprias fantasias antes inexploradas. Izabella Guedes compõe Ornela, a filha mais nova do clã, com doçura efusiva, amparada em uma infantilidade proposital com pinceladas de humor. Os seus desejos íntimos pelo hóspede são incontornáveis, e compatíveis com o furor sexual percebido nas garotas de sua idade. Pode-se dizer que se trata de um momento leve do espetáculo, que trilha, como sabemos, pela vereda do drama assumido. Luciana Albertin, como Elisa, a encarregada dos afazeres domésticos da casa, personifica com ajuste e compreensão interpretativa a também jovem mulher subserviente no trabalho, no entanto demasiado aberta para a libertação de suas intenções afetivas com o rapaz visitante. Luciana prova que por trás de seu protocolar uniforme de serviçal há alguém disposto a se consumir em profundas e ardentes realizações pessoais. E Felipe Salarolli atua com genuína vontade para conferir credibilidade ao moço preso num largo emaranhado de conflitos individuais no tocante à sua identificação sexual. O ator oferece a Michel, o seu personagem, uma sutileza nas suas dores internas, e algo próximo à redenção arrebatadora ao se desvencilhar das amarras dos preconceitos por ele criados, em decorrência da sociedade moralista na qual vive. O cenário segue um padrão parcimonioso que auxilia na valorização do ator e seu texto (há um gradil ao fundo com uma porta vazada sobre um elevado de madeira com escadas laterais; no centro do palco, encontra-se um módulo com capacidade de subdivisão que atende às necessidades de uma cama). A iluminação é uma eficiente aliada no embelezamento da obra com o uso cauteloso de sombras, focos pontuais e transversais, com a utilização de cores, como o vermelho e o rosa, atrás da referida porta vazada com o objetivo de demarcar distintas cenas. A trilha sonora se insere com pertinência no contexto dramatúrgico, lançando mão de melodias incidentais insinuantes e vocais femininos poderosos. Os figurinos são variados, complementando com propriedade a montagem (destaca-se, dentre outros costumes, a alfaiataria do bem cortado terno vermelho, já citado, usado por Lucas Malvacini). “O Hóspede” é uma peça teatral que desde já nos provoca o interesse por resgatar, sob a ótica de seu dramaturgo e diretor, Francis Mayer, o legado de dois notáveis e incompreendidos, pela sua suposta marginalidade, literatos, Pasolini e Rimbaud. O mundo subversivo, transgressor e atraente destes poetas que decidiram se rebelar contra a ordem moral de suas épocas justifica a concretização do espetáculo. Conclui-se com esta obra que a aparência das instituições é volátil e quebradiça, e que a existência humana pode ser modificada a qualquer momento com a intervenção de um agente externo, como o Hóspede. Até mesmo nós, espectadores, devemos ser prudentes com visitas inesperadas. Se for o Hóspede de Lucas Malvacini, a decisão de abrir a porta para a sua entrada é exclusivamente sua. Esteja certo de que ele mudará para sempre a sua vida.

  • “No ambiente rebuscado e lascivo onde reinam as aparências e superficialidades de ‘Ligações Perigosas’, nova minissérie de Manuela Dias, as relações humanas são pautadas pela luta entre a perfídia dos astutos e a inocência dos incautos”.

    janeiro 5th, 2016

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    Foto: Inácio Moraes/Gshow

    Em 1988, um filme dirigido pelo cineasta britânico Stephen Frears chamou a atenção da crítica mundial, levou espectadores às salas de exibição, ganhou três Oscars, e reafirmou os talentos de Glenn Close, John Malkovich e Michelle Pfeiffer: “Ligações Perigosas”. O longa-metragem se baseou na peça de Christopher Hampton, que por sua vez se inspirou na obra clássica de 1782 escrita por Choderlos de Laclos, “Le Liaisons Dangereuses”. Outra versão para a instigante história de amores, conchavos e traições foi assinada por Milos Forman, “Valmont”. No Brasil, Maria Fernanda Cândido levou para os palcos a dramaturgia de Hampton. Este mesmo enredo que fascina leitores e espectadores desde o século XVIII serviu para que Manuela Dias, Maria Helena Nascimento e Walter Daguerre o transformassem em uma linguagem que se adaptasse para a TV. Estreou ontem na Rede Globo a sua primeira grande aposta para o ano na seara ficcional, a minissérie “Ligações Perigosas”, com a consultoria de texto de Duca Rachid, e a direção de Denise Saraceni, Vinícius Coimbra e João Paulo Jabur. Já nas pioneiras cenas, que mostram um acabamento estético arrebatador, deparamo-nos com o comportamento luxuriante da Marquesa Isabel D’Ávila de Alencar, defendida em sua mocidade pela atriz Isabella Santoni (sua estreia no gênero após o sucesso de “Malhação”). Em meio ao funeral de seu marido vetusto, esgueira-se, até chegar aos braços do mancebo Augusto (Guilherme Lobo, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”). A relação amorosa de Isabel e Augusto atravessa os anos. Adultos, vividos por Patrícia Pillar e Selton Mello (em seu retorno à Rede Globo desde a série “A Mulher Invisível”) tornam-se cúmplices de seus ardis, conluios e maquiavelismos. Isabel aposta com seu parceiro que irá conquistar o abonado comerciante com pretensões políticas Heitor (Leopoldo Pacheco), mas este, para o espanto do casal inescrupuloso, decide pedir em casamento Cecília, Alice Wegmann, a sobrinha da Marquesa, filha de Iolanda, Lavínia Pannunzio, que esteve, assim como sua tia, por longo período em um internato de freiras, comandado por uma madre interpretada por Camilla Amado. Lá, a menina aprende a beijar com a sua colega expedita, Sofia, Hanna Homanazzi. Augusto, um homem sedutor e inteligente, dono de uma “garçonnière”, é sobrinho e herdeiro de Consuelo (Aracy Balabanian), proprietária da “Quinta dos Alísios” (lugar onde reencontrará a devota e solidária Mariana, Marjorie Estiano). Mariana é uma mulher abnegada, com fé, honesta, que lava com humildade os pés dos desvalidos das ruas. Ela será mais uma vítima do charme perigoso do rapaz que não se adequou a nenhuma profissão regular. Cecília da mesma forma não escapará das insinuações maliciosas do ex-amante de Isabel, que enfurecida com o desprezo de Heitor, usará seus esforços para destruir seus planos de matrimônio e de ser pai com uma esposa casta. Com este preâmbulo de “Ligações Perigosas”, percebemos que estamos diante de uma atração engendrada com requinte e cuidado teledramatúrgicos, em que as camadas mais sombrias do indivíduo serão externadas. Veremos até que ponto o homem é capaz de usar o prodígio de sua mente com fins maléficos. Saberemos até que nível a inocência de outrem suporta o domínio da iniquidade alheia. O sexo como instrumento único de prazer e interesse. O sexo dos puros profanado pelos desvios dos mal-intencionados. Com um elenco consistente, sólido, que conta ainda com os atores Mario Borges, Jesuíta Barbosa, Renato Góes, Yanna Lavigne, Danilo Grangheia, Alice Assef, Darwin Del Fabro e Keli Freitas, a trama, dirigida com sobriedade e elegância pelo time de diretores liderado por Vinícius Coimbra (direção de núcleo de Denise Saraceni) ostenta uma impecável produção de arte de Flavia Cristofaro (segundo ela, os cenários foram desenhados a partir de referências cinematográficas e arquitetônicas, como os estilos “art déco”, “art noveau” e “Provence”). Os figurinos de Marília Carneiro se destacaram pela propriedade, pelo luxo e coerência com o perfil dos personagens. Ao som de um envolvente jazz, no clima peculiar dos anos 20, em algum momento o hedonista Augusto diz para a Marquesa “que não sabe o caminho da plateia”: “Para algumas pessoas, a humilhação é uma experiência educativa”. E para nós, telespectadores, a minissérie “Ligações Perigosas” terá a missão de nos “educar” no sentido de conhecermos com mais profundidade os segredos e mistérios da alma humana, e toda a sua ligação ancestral com o… perigo.

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 3rd, 2016

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    Foto: Paulo Ruch

    A exposição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, “Sonhando Acordado”, com fotos tiradas por Bob Wolfenson, foi montada, e exibida pela primeira vez, na temporada Verão 2016, em abril de 2015.
    As imagens ampliadas ficaram dispostas em totens de madeira estrategicamente distribuídos, protegidas por uma camada de vidro, com iluminação própria.
    “Sonhando Acordado” teve a curadoria de Paulo Borges (criador da SPFW), e o apoio da marca MMartan, sendo mostrada em diversas regiões do país (em junho do ano passado, houve o seu lançamento em livro).
    Na foto acima, podemos ver em primeiro plano a foto com o estilista Dudu Bertholini, e em segundo plano, as tops Caroline Ribeiro, Mariana Weickert e Talytha Pugliese.

    Agradecimento: TNG

     

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 3rd, 2016

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    Foto: Paulo Ruch

    Esta foto tirada por Bob Wolfenson para a exposição “Sonhando Acordado”, comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, ocorrida em abril de 2015, mostra o próprio criador da semana de moda, Paulo Borges, deitado em uma cama (cedida pela patrocinadora da citada exposição, a marca MMartan).
    Paulo Borges, curador de “Sonhando Acordado”, juntou-se a diversas personalidades, entre músicos e profissionais da moda e da gastronomia, que fizeram a história dessas duas décadas da SPFW, para celebrar a efeméride, por meio deste ensaio fotográfico, que se tornou um livro em junho passado, após ter percorrido grande parte do Brasil.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 2nd, 2016

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    Foto: Paulo Ruch

    A jornalista Lilian Pacce, ao lado do estilista Tufi Duek, foi fotografada por Bob Wolfenson para a exposição “Sonhando Acordado”, uma das atrações da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, comemorativa dos seus 20 anos de história no cenário brasileiro da moda.
    Com curadoria de Paulo Borges, criador da SPFW, e o apoio da marca MMartan, a exposição pôde ser vista em muitas regiões do país, sendo transformada em livro em junho de 2015.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 2nd, 2016

    167
    Foto: Paulo Ruch

    O estilista Oskar Metsavaht e a top Izabel Goulart, juntos, no registro do fotógrafo Bob Wolfenson para a sua exposição “Sonhando Acordado”, feita com a curadoria de Paulo Borges (criador da São Paulo Fashion Week) e o patrocínio da marca MMartan, em comemoração aos 20 anos da semana de moda paulista.
    A mostra, que se tornou um sucesso, foi vista pela primeira vez na temporada Verão 2016 da SPFW, percorreu todo o Brasil, e ganhou a sua versão em livro.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 2nd, 2016

    165
    Foto: Paulo Ruch

    O fotógrafo Bob Wolfenson registrou a modelo Marina Dias e o estilista Lino Villaventura para a exposição “Sonhando Acordado”, realizada na edição Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, em abril de 2015.
    A intenção do curador da mostra, Paulo Borges (criador da SPFW), foi a de selecionar personalidades de vários segmentos, que de um modo ou outro, contribuíram com os seus valores para a história dos 20 anos da semana de moda paulista.
    Dentre os fotografados, estão profissionais da moda, da música e da gastronomia.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 2nd, 2016

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    Foto: Paulo Ruch

    Também participaram do ensaio feito pelo fotógrafo Bob Wolfenson para a exposição “Sonhando Acordado” o estilista Renato Kherlakian (criador da grife Zoomp, Renato é um dos nomes mais importantes do jeanswear brasileiro) e a top Fernanda Tavares.
    “Sonhando Acordado” foi uma exposição especialmente idealizada para servir como homenagem aos 20 anos da São Paulo Fashion Week, comemorados em 2015 (sua primeira apresentação ocorreu na edição Verão 2016).
    O projeto, que teve como curador o criador da SPFW Paulo Borges, e o patrocínio da marca MMartan (a cama do ensaio pertence à sua linha de produtos) foi mostrado em várias regiões do país, podendo ser vista atualmente também em livro, lançado em junho do ano passado.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    janeiro 2nd, 2016

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    Foto: Paulo Ruch

    O fotógrafo Bob Wolfenson conseguiu reunir nesta bonita foto para a sua exposição “Sonhando Acordado”, quatro badaladas modelos, num momento de muita descontração: a partir da esquerda, Alicia Kuczman, Marcelia Freesz, Cintia Dicker e Ana Bela Santos.
    A exposição, com a curadoria de Paulo Borges (criador da São Paulo Fashion Week) e apoio da marca MMartan, fez parte da comemoração pelos 20 anos da semana de moda paulista, sendo apresentada ao público pela primeira vez em abril de 2015, durante a sua temporada Verão 2016.

    Agradecimento: TNG

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    dezembro 27th, 2015

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    Foto: Paulo Ruch

    O estilista Ricardo Almeida e o modelo Paulo Zulu também foram fotografados por Bob Wolfenson para a exposição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion  Week, “Sonhando Acordado”, exibida em abril deste ano, durante a edição Verão 2016.
    A exposição “Sonhando Acordado”, que teve a curadoria de Paulo Borges, criador da SPFW, e o apoio da marca MMartan, percorreu o país, e hoje as suas fotos, todas em p&b, podem ser vistas em um livro, lançado em junho passado.

    Agradecimento: TNG

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