Tudo depende de uma batida perfeita. Um ritmo cadenciado sem licença para sair do compasso. A vida por um fio. A vida, pode-se dizer, “por um coração”. Este pequeno grande órgão pulsante que ora acelera ora desacelera ou mantém sua frequência natural. Encontra-se galhardamente no lado esquerdo do peito. É voluntarioso, teimoso, senhor das vontades próprias. Bombeia intermitente escarlate líquido vital que corre por veias “expressas” de um labiríntico mundo de sistemas e aparelhos: o nosso corpo. Quaisquer falhas, por mais diminutas que sejam, podem interromper este processo. Matéria física e espírito comprometidos. Há que se buscar ajuda em clínica médica, na qual aqueles com o “coração partido” serão chamados de pacientes. Alunos são para academias de ginástica. Orientando-se por esta legítima premissa, Flávio Marinho, com a direção de produção de Fábio Oliveira, construiu a sólida teia narrativa de “Academia do Coração”, uma comédia que prima pela sensibilidade declarada que se apoia num humor requintado, abordando tema de cunho espinhoso de forma absolutamente otimista e leve. Com um nobre time de atores, cada um com sua especificidade interpretativa, Flávio concentra a história em uma clínica de saúde (a “Academia do Coração”), capitaneada com mãos de ferro por Dra. Ângela (Bia Nunnes), uma cardiologista munida de bastão que julga impor autoridade por meio daquele e por chamadas de atenção recorrentes de seus pacientes a fim de que a disciplina não seja apenas meta de conduta. Por detrás de tirania personalizada, Ângela na essência é compreensiva, humana, uma mulher que foge da “epidemia” que assombra o indivíduo: a solidão. Tivera casos amorosos inusitados, em que se destacam Greg, um “surfista de Governador Valadares”, um especialista em calefação nordestino e um gaúcho vegetariano. O do momento é o motorista de ônibus, nascido em Teresina, que a levava para se encontrar com Greg. Possui como auxiliar no comando da instituição médica, que aplica a famigerada “Medicina do Exercício” o professor de Educação Física Uóxinton (Renato Reston), um profissional que se mostra o tempo inteiro focado na total obediência aos preceitos clínicos recomendáveis. Além disso, é cúmplice, confidente e amigo de Ângela. Os pacientes são diferenciados, com sonhos, dramas e humores particulares. Assim como no clássico da Metro de 1939, dirigido por Victor Fleming e protagonizado por Judy Garland (Dorothy), “O Mágico de Oz”, todos, sem exceção, almejam a realização de um desejo íntimo tornado público. Se a menina Dorothy, com sua trança e sapatos de rubi vermelho, queria somente voltar para casa, acompanhada de seu cão Totó, Liz (Cristina Pereira), uma artista plástica com perfil hippie/esotérico, apreciadora dos efeitos da “cannabis sativa” (o que lhe custa lapsos de memória) e da dança, porta-voz de comentários tão ácidos quanto reais, quer a luz em sua existência e expor as suas obras de arte. Se o Leão (Bert Lahr) se empenhava em achar a coragem para ser respeitado pelos seus pares, Petrus (Beto Vandesteen), um ex-cantor lírico e colunista social aposentado, sonha um dia recuperar sua possante voz original, e participar de uma récita. Petrus, como muitos de nós, não aceita com paz a passagem do tempo e suas consequências desabonadoras. O homem que interpreta trecho de “La Traviata”, de Giuseppe Verdi, e “Ol’ Man River”, do musical “Show Boat” (letra de Oscar Hammerstein II e música de Jerome Kerr, composta em 1927 e levada aos palcos em 1936), por sinal magnificamente cantados por Beto (preparação vocal de Angela de Castro), é de certo modo estigmatizado pelos onze “stents” de que necessitou. Se o Homem de Lata (Jack Haley) almejava justamente um coração para pulsar em sua metálica estrutura, Duda (Ernani Moraes), um sorumbático, pessimista ex-sapateador, no entanto com tristeza “poética”, portador de “coração grande”, objetiva em seus pensamentos voltar a “desenhar no soalho” os passos precisos do sapateado (Ernani se sai muito bem ao apresentar à plateia um número da difícil dança). Já o Espantalho (Ray Bolger) intenta conseguir um cérebro, enquanto Lucas (Alexandre Jábali), um sábio rapaz “transplantado” que recebeu lições de vida do pai português, quer para si uma sensação distinta da que tem com relação ao órgão dez anos mais jovem que lhe fora doado. Que o mesmo não seja um “intruso”, e sim dádiva salvadora de sua moça vivência. O que notamos claramente como proposta do dramaturgo é a apresentação inequívoca da nossa vigorosa e ilimitada capacidade de superação face a imprevistos comuns à vida. A direção, também de Flávio, privilegia a harmonização e sintonia entre os intérpretes, dando-lhes oportunidades pontuais ou coletivas de se expressarem artisticamente de maneira honrosa. O texto é conduzido com adequadíssima brandura, não permitindo que a temática potencialmente “pesada” impusesse o seu desenvolvimento. A comicidade calculada nas falas e diálogos espanta em definitivo qualquer possibilidade de haver uma temerária supremacia da morbidez. Todo o espaço cênico é utilizado com elevada dinâmica e movimentação dos personagens. Adota-se ritmo ágil, contudo sem abjurar das pausas cabíveis para elucubrações e confissões para os eventuais interlocutores. Há cenas lúdicas e de evidente fascínio nas quais vislumbramos semelhanças a um musical (Flávio Marinho tem experiência nesta área), em que os atores cantam, dançam e até mesmo executam a percussão improvisada em objetos insuspeitos. Um número considerável de assuntos concernentes ao enredo são abordados, como a arbitrariedade das dietas restritivas, a dependência dos pacientes às variações de suas pressões arteriais (12 por 8, 14 por 10 etc.) e aos níveis de colesterol, a obsessão por contagem de calorias perdidas ou ganhas, a enxurrada de remédios e seus sufixos estrambóticos prescritos amiúde pelos médicos aos que deles precisam e o temor da finitude da vida. Tudo com coerência. Cristina Pereira, Bia Nunnes, Ernani Moraes, Renato Reston, Beto Vandesteen e Alexandre Jábali dão à montagem rica contribuição na meticulosa composição de seus papéis. Cristina empresta generosamente a vocação irrefutável para a graça (com aptidões patentes para situações de drama outrossim) para criar uma Liz crítica, mordaz, irônica, debochada e quando solicitada emotiva. Bia Nunnes, uma também notória atriz por fazer humor de excelência, abraça postura de liderança com personalidade cujos traços se realçam pela firmeza e resolução de atitudes (contudo, Bia recebe a chance e aproveita com completa satisfação, assim como Cristina, de exibir potencialidades escoradas no drama). Ernani Moraes nos ostenta uma construção do personagem em que se percebe um conciso entendimento de suas características psicológicas e emocionais, como a comovente fragilidade defronte à condição pessoal (em contraste direto com o “physique” e potente voz do artista). Uma atuação digna e relevante em sua natureza. Renato Reston nos cativa inexoravelmente com um Uóxinton generoso, sensível, sincero e devotado às suas funções (qualidades distribuídas com equanimidade). Beto personifica Petrus com mérito e brilho ao lograr a conjunção da intensidade interpretativa das canções com tiradas humorísticas impagáveis. E Alexandre Jábali, como Lucas, obtém com êxito, para a felicidade dos espectadores, a elaboração do papel com sensibilidade alocada em patamar superior, em associação com respectivos carisma e espontaneidade. Flávio Marinho é conhecido pela valorização do ator, independente de outros recursos em seu entorno. O cenário de Edward Monteiro é marcado por largas criatividade e inventividade, que complementam com eficácia o arco narrativo. Edward dispõe no palco aparelhos de ginástica (esteiras, bicicletas…) e materiais como halteres e buzu, além de cadeiras utilitárias, mesa com laptop, lustre antique, cômodas, suporte para os citados halteres, quatro barras de madeiras, uma larga e outra estreita bastante altas, posicionadas em ambos os lados da ribalta, dois pequenos tablados e o talvez mais impressionante elemento cenográfico: no fundo do palco se simula um painel com espelhos de aparência azulejada em que se vislumbram as linhas de um exame de eletrocardiograma. Os figurinos de Ney Madeira, Dani Vidal e Pati Faedo atendem a uma admirável multiplicidade de opções de cores e tipos de costumes, em que podemos mencionar os leggings, túnicas, sobretudos, t-shirts, regatas, shorts, tênis, escarpin, polos, sobretudos e foulard. São eles condizentes com o espetáculo. A iluminação de Paulo César Medeiros é prodigiosa, certeira em suas escolhas, formando um bonito panorama visual, com fileira anterior de refletores que se revezam em extensa gama de coloridos, como o azul, o verde, o vermelho e o lilás. Luzes laterais, planos abertos com maior ou menor intensidade, o efeito lindíssimo quando o lustre é aceso em frente à bicicleta de Liz e um pisca-pisca frenético e vivaz nos momentos de dança (coreografias de Mabel Tude). A trilha sonora de Flávio Marinho é eclética, e por isso mesmo agrada a todos os gostos, em que coexistem versões para “Bichos Escrotos”, dos Titãs, “Whisky a Go Go”, do Roupa Nova, “Agora Só Falta Você”, de Rita Lee, “Fogo e Paixão”, de Wando e “Go West”, do Village People. Não nos esquecendo, é claro, da música erudita e do “standard”. “Academia do Coração” reflete com sucesso mais uma tentativa de se fazer uma peça teatral com aspiração de conjuminar entretenimento e respeito aos espectadores, ao lançar mão deliberadamente de apropriado, coeso e lúcido texto, formidável elenco e direção objetiva e hábil, que discute assunto sério com demasiado senso de humor e bom gosto. O fato é que Cristina Pereira, Bia Nunnes, Ernani Moraes, Renato Reston, Beto Vandesteen e Alexandre Jábali não são somente “os donos da esteira”, “os donos da história”, mas “os donos de nós mesmos”, ao nos conquistarmos da primeira a última cena.
-

O modelo Júlio Guerra no Fashion Rio Outono Inverno 2014, realizado no Píer Mauá.
Júlio, mineiro da cidade de Cataguases, foi agenciado pela Elian Gallardo Models.
A FCast Brasil o selecionou (com direito a perfil e ensaio no site), dentre inúmeros modelos, com o apoio das nove melhores agências do país, como uma das apostas para a temporada Outono Inverno 2014 (as fotos são de Felipe Gachido).
Fotografou para Muel Tsunamy, Guga Ribeiro (editorial Punk Apache com a modelo Ingrid Costa; beleza de Bárbara Erthal) e Junior Franch (para a marca João Pimenta, tendo Vitor Nunes como stylist).
Desfilou para Fabio Malheiros na Casa de Criadores, em São Paulo, e para a DN.
Com a colaboração da Gentiluomo Pure Premium Fashion, participou de uma campanha para a Patogê Jeans & Co.
O site World of Models publicou suas fotos num bonito ensaio.
Foi um dos vitoriosos de uma disputada seletiva para integrar o cast da agência internacional Just Models, de Rodrigo Milagres, para entrar no mercado de moda da Ásia.
Júlio Guerra Tavares atualmente reside em Miami, nos Estados Unidos, trabalhando como atleta profissional do jiu-jítsu (luta marcial que sempre praticou).Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -

O modelo Iago Santibañez, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, promovido no Píer Mauá.
Iago é catarinense, sendo agenciado pela RE:Quest Model Management (Nova York) e Mega Model Brasil (São Paulo).
Fez campanha para S.S. Fifty Five, Bantam Winter Collection e Globe Coleção 2014.
Realizou editorial para o Caderno Ela de O Globo, por Gustavo Zylberztajn, e para a Bite Magazine.
Desfilou para a Triton, Lino Villaventura, Osklen e Colcci na São Paulo Fashion Week (SPFW) e R. Groove, Coca-Cola Jeans, TNG e British Colony no Fashion Rio.
Fotografou para Kris Lou, Gabriel Henrique, Vanessa Ring, Talles Bourges (House of Models), Marcelo Elídio e Adriano Damas.
Fez o lookbook U-ME, com Ellen Ollen.
Trabalhou com o stylist Alexandre Ornellas.
Recentemente, foi fotografado por Valentina Valdinoci, além de ter participado de uma campanha para a marca Sisley.Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -

O modelo Reinaldo Berthoti no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Reinaldo é catarinense da cidade de Brusque.
É agenciado por diversas e importantes agências, nacionais e internacionais: Divo Mgmt e JOY Model Management (ambas de São Paulo), Bananas Models (Paris), Francina Models (Barcelona), I Love Models Management (Milão), RE:Quest Model Management (Nova York) e Modelwerk (Alemanha).
Fez um ensaio chamado “The Mirror Has Two Faces” para o prestigiadíssimo fotógrafo americano Steven Klein; e outros como “Skate” (DIVO Mgmt.), por Victor Santiago; para as magazines HASHI Mag (Daniel Rodrigues fora o fotógrafo) e FY! Magazine, além de Henrique Ferrari Photography.
Realizou o editorial “Vagabond”, fotografado por Xi Sinsong.
Durante o processo de casting dos desfiles das semanas de moda brasileiras, como São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, Reinaldo era invariavelmente escalado.
Recentemente, alguns de seus trabalhos foram: um catálogo para a Farm Rio; fotos para a revista “Vanity Teen”, vestindo Igor Dadona; e campanha para a rede de lojas Renner.Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -
Juntam-se dois atores bonitos, carismáticos e talentosos em uma peça cujo tema principal é a existência da possibilidade de se existir ou não o grande amor das nossas vidas. Um tema, sem dúvida, que nos é muito caro. E que em pelo menos um momento nós nos flagramos pensando nele. O texto escrito por João Falcão, Guel Arraes e Karina Falcão toca em vários aspectos que remetem a uma reflexão sobre o assunto. Uma das frases que são ditas por mais de uma vez é “se já nos deparamos com o tal grande amor…”. É claro que isto nos faz refletir. Tanto João, Guel e Karina escreveram de forma que o que nos é dito é palatável, com humor, leve, mas sem que este relevante viés narrativo não nos reporte a um grau de discussão também relevante. Enfim, o citado texto é bem recebido pelo público, que se manifesta com alegria e a concentração necessários correspondentes à exigência da encenação. Agora, é importante frisar que a escolha dos intérpretes foi de suma significância para o sucesso do projeto. A atriz Paloma Bernardi é, além de linda moça, dotada de uma potencialidade artística nos palcos que desconhecia (e que bom, passei a conhecer), que só fez corroborar as minhas admiração e convicção de que esta jovem artista se sai bem em todas as áreas de atuação para a qual é convidada. E ela cumpre a missão de dar vida à sua personagem, Maria Helena, com demasiada galhardia. Já Thiago Martins, um ator que vimos ainda criança fazendo filme de sucesso, e depois outros trabalhos, usa de sua extroversão, simpatia e o já propalado talento para fazer de Luiz Eduardo um rapaz convincente. Ambos obedecem aos instantes de comicidade que a plateia assimila, e se aproxima ainda mais da história deste casal que não nos é distante. O diretor é Michel Bercovitch. Michel adota uma postura, como executor da “mise-en-scène”, que pretende dar agilidade, fluidez, as pausas que se fazem congruentes, em soluções criativas que não descambam para a mesmice, e tudo isto resulta em produto que nos agrada. Michel Bercovitch, que desde bastante jovem se dedica às artes cênicas, cumpre o objetivo que ele mesmo deve ter se imposto, ou seja, o de satisfazer a todos. Quanto aos aspectos técnicos, comecemos pela cenografia. Se a classificarmos com um substantivo, este é a praticidade, que funciona amiúde. Não haveria razões para mais elementos, pois o espetáculo se foca no tema e na interpretação de Paloma e Thiago. Por que o cenário é prático? Usam-se dois parlatórios que a princípio se posicionam à frente do palco, e atrás dos mesmos Maria Helena e Luiz Eduardo discorrem, digressionam, especulam sobre como se daria o encontro do grande amor. As dúvidas, vicissitudes, empecilhos de um relacionamento após este mesmo encontro não são deixados de lado. E os citados parlatórios acabam tendo outro uso. Vislumbramos criatividade em pufes e sofás transparentes infláveis. Há painéis gigantescos com as imagens de Thiago e Paloma. Painéis que podem não parecer, contudo terão papel precípuo definitivo. Há ainda telão com design gráfico inventivo de Mauro Ventura (Mauro também assiste a direção) que contribui para desenhar as situações vividas pelo par. Já a iluminação de Daniela Sanchez é o que se pode definir como coerente para uma comédia romântica com tintas juvenis: alegre, viva, colorida, contudo sem abrir mão de luzes menos intensas quando as ocasiões pediam. Os figurinos de Paloma Bernardi criados por Isabella Cardos são graciosos, bonitos, sensuais em algumas cenas, e os de Thiago, despojados, casuais, contemporâneos e até cômicos em certo acontecimento. Ao sair do teatro, tive uma certeza: a rosa vermelha de Paloma Bernadi e a gravata negra de Thiago Martins fortaleceram a minha fé de que existe sim o grande amor de nossas vidas.
-
).
A apresentadora Chris Nicklas no Fashion Rio Outono Inverno 2014, em edição realizada no Píer Mauá.
Chris é carioca e também atuou como modelo por tempo considerável.
A estreia na televisão se deu na MTV Brasil no programa jornalístico “MTV no Ar”.
Novos desafios na mesma emissora sobrevieram: uma produção com auditório presente, o “Quiz MTV”, e outra cujo mote eram as viagens, o “Mochilão MTV” (gravado na Espanha).
No verão, Chris era incondicionalmente escalada para comandar o “Disk MTV” e o “Resposta MTV”.
Uma das características marcantes da apresentadora fora a desenvoltura para conduzir atrações com transmissão ao vivo, como “Radiola”, “Central MTV”, “Top 2000”, “Ano Rock”, “Semana Rock”, “Nonstop” e “Caixa Postal”, só para citar algumas.
Passamos a conhecer as suas facetas “VJ” e atriz (nos longas-metragens “Avassaladoras”, de Mara Mourão, e “Maria, Mãe do Filho de Deus”, de Moacyr Goes).
Muda de emissora (GNT) e encara um caminho diferente em sua carreira: falar sobre arquitetura, decoração e design em “+D”, uma realização da Giros Produtora.
O mundo da moda “invade” seu universo particular, e cobre as duas principais semanas do gênero do país: a São Paulo Fashion Week (SPFW) e o Fashion Rio (seu largo conhecimento acerca deste tema a levou inevitavelmente a apresentar o “Tamanho Único”, ainda no GNT).
Ao lado do crítico de cinema Rubens Ewald Filho, pelo canal TNT, comentou sobre os figurinos das celebridades que desfilavam pelo “red carpet” na entrega do Oscar.
Atualmente, Chris Nicklas possui um importante site dedicado ao aleitamento materno, o “Amamentar é…” (mãe de dois gêmeos, seus conselhos e dicas não se restringem somente à amamentação, mas ao impacto que a maternidade pode vir a ter na vida das mulheres – seu site http://www.amamentareh.com.br está nas redes sociais Facebook, Twitter e Instagram, além de estar disponível via RSS).Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -

O modelo Cristian Pfingstag no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Cristian é gaúcho de Lajeado.
Foi agenciado por três importantes agências: Model Management Limited (Hong Kong), Urban model management (Índia), e Elo Management (São Paulo).
No momento, faz parte do cast da Mädchen Models Int. (Lajeado, Rio Grande do Sul).
Residiu durante um longo período na China, realizando inúmeros trabalhos em cidades como Beijing e Shanguai, onde estrelou desfiles, ensaios e editoriais.
Passou uma temporada em Milão, Itália.
Fotografou para Matheus Avlis e Lucas Menezes
No Fashion Rio, desfilou para marcas como R. Groove.Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -

A modelo Thayná Santos, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá (a semana de moda hoje foi substituída por outro grande evento, que é o Veste Rio).
Thayná, na época, era agenciada pela KeeMOD Agency, em São Paulo.
Atualmente morando em Nova York, é agenciada pela Marilyn Agency (Estados Unidos), Ford Models Brasil, Francina Models (Espanha), e Place Models (Alemanha).
Participou de um editorial chamado “Fresh and Sheer”, ao lado de Jamily Meurer e Caroline Kauer, fotografada por JR Franch para o o blog BLOGINVOGA.
A modelo, além disso, estampou no ano deste Fashion Rio a “PRE FALL DA CUSHNIE ET OCHS.
Desfilou para a VPL by Victoria Bartlett Outono Inverno 2014, em Nova York.
Possuidora de mais de 25.200 seguidores em sua conta no Instagram, Thayná Santos recentemente foi fotografada para a “Cake Magazine”, no ensaio “Come On, Angel”, clicada por Thiago Chediak.Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -

O espaçoso e bem decorado lounge da Nativa SPA – O Boticário, com todos os seus serviços e produtos à disposição, fora bastante procurado pelos convidados interessados em conhecê-los nos dias do Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype -
Um bilhete premiado debaixo da cama de Quinzé (Malvino Salvador). Três amigas dispostas a encontrar um bilhete premiado de amiga indisposta e triste por tê-lo perdido. As três amigas, Vilma (Arlete Salles), Isolina (Guida Vianna) e Celeste (Dira Paes), encontram-no, e toda a história muda para a apostadora Griselda (Lilia Cabral), na novela das 21h da Rede Globo, “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva. Por mais que resista, o prêmio de R$50.000.000,00 que receberá transformará radicalmente a vida da mãe de Amália (Sophie Charlotte). E não só a dela. A dos outros, também. Pelo menos, esses “outros” assim o esperam. Há os que se incomodaram de forma clara ao saberem da notícia. A começar por sua inimiga óbvia, Tereza Cristina (Christiane Torloni), que em já esperado sinal de desvario, manda que Crô (Marcelo Serrado) enfrente a fila de uma lotérica, e faça uma aposta para ela. A insanidade está próxima de Tereza Cristina. Baltazar (Alexandre Nero), o motorista “que se dá bastante bem com o ódio”, com ódio ficou da vitória da comadre. Antenor (Caio Castro), o rapaz que gosta de iogurte “light” no café da manhã a ponto de tirar do próprio sobrinho, já está pensando que não foi boa coisa desmerecer do macacão cinza da mãe. Antenor, a esta altura, é capaz até de achá-lo elegante. Não será surpresa se aparecer com um desses na faculdade. E não perdeu tempo. Foi visitar sua progenitora, e com o maior dos cinismos, parabenizá-la. Temos ainda a tia Íris (Eva Wilma), que ao lado da assessora “não se sabe de que” Alice (Thaís de Campos) já ofereceu a “faz-tudo” (continuarão a chamá-la assim?) seus préstimos duvidosos de como melhor aplicar a fortuna ganha. Impossível não se esquecer de Teodora (Carolina Dieckmann), moça que liga pouco para dinheiro. Bondosa que só ela. Só foi capaz de abandonar o filho em troca de holofotes, luxo, um belo quarto de hotel com vista para o mar e cifrões, vários cifrões. O que o pai de seu filho Quinzé poderia lhe oferecer? As empadas de Dagmar (Cris Vianna)? Não, Teodora não aprecia empadas. São secas. Agora, com R$50.000.000,00 na conta da sogra, ela topa um empadão inteiro. E o rapaz da praia Ferdinand (Carlos Machado), que se gaba de ser dono das rede e bola de vôlei? Ele está preocupado com o cano d’água que poderá vir a furar. E Pereirão o consertará? Realmente, Ferdinand tem grandes questões com que se preocupar. Agora, há os que ficaram felizes com a novidade. René (Dalton Vigh) é um deles. Até quando o chef irá esconder de si mesmo de que gosta da mulher que pintou o Le Velmont de “bordeaux”? Já Guaracy (Paulo Rocha), o simpático e apaixonado português dono do Tupinambar, está inseguro. Acha que Griselda, por ter se tornado milionária, não lhe dará a mínima. Como podem perceber, do que são capazes R$50.000.000,00… Até mesmo em um folhetim. Aguardemos. Griselda terá muito o que nos contar daqui para a frente.


