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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    023
    Em todas as edições do evento de moda carioca, a sua produção se encarrega de montar um restaurante próprio, no caso o “Balneário Santa Fortuna”, que atendia com sofisticação e originalidade aos convidados do Fashion Rio, desta vez realizado no Píer Mauá, para a temporada Outono Inverno 2014.
    Percebam a autenticidade da decoração do restaurante que optou claramente por temas marítimos distribuídos em seus múltiplos nichos.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    021
    Uma visão panorâmica do restaurante “Balneário Santa Fortuna”, uma realização da produção da própria semana de moda, quando ainda o Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, não estava no seu momento de grande circulação de convidados e profissionais da área, o que viria a acontecer depois.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Somos irremediavelmente ‘dominados’ por Bárbara Paz e Pierre Baitelli com seus jogos de sedução e poder em ‘Vênus em Visom’.”

    dezembro 10th, 2013

    Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.
    Foto: Leonardo Aversa

    Num espaçoso loft, sentado em cadeira giratória, sorvendo goles rápidos de café quente em caneca, e fumando cigarro após outro, o diretor/dramaturgo (ou como ele mesmo se autodefine, adaptador) Thomas (Pierre Baitelli), com evidente postura frenética, incisiva e eivada de pessimismo discorre em soltas palavras ao telefone acerca da infinda dificuldade de se encontrar a atriz adequada para personificar o papel de peça que irá montar. A peça em pauta é baseada num romance alemão escrito em 1870 por Leopold Von Sacher-Masoch, “Venus in Fur” (o termo hoje conhecido como sadomasoquismo adveio do sobrenome do romancista levando-se em conta sua pioneira menção sobre o tema tabu). Leopold fora auxiliado pela escritora Fanny Pistor. Municiado de opiniões implacáveis, Thomas defenestra as intérpretes atuais no tocante ao comportamento, faltas de preparo para o ofício e carência de cultura e vocabulário nos seus mínimos patamares. Uma geração “tipo assim”. Bate à porta, e logo irrompe resfolegante bonita candidata (Bárbara Paz, indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz) à personagem Vanda (por sinal, o mesmo nome da artista). A pretendente se atabalhoa com gigante bolsa, e a ansiedade a persegue com covardia. Mostra-se a todo o tempo tenaz no convencimento de sua capacidade de vivenciar a mulher do século XIX. O adaptador não capitula. É duro, questionador, reticente e frio. O inevitável emerge, e se inicia processo conflituoso e desconcertante, tenso e “nervoso” entre ambos de maneira que se atinja acordo comum e final à respeito da escalação. Se antes o rapaz que idolatra o visom “entranhado” em sua mente por visitas cruéis de tia no passado trajada com a pele, e que lhe proporcionava “estranhos prazeres” ao vergastá-lo com vara de marmelo, ocupa privilegiada posição de dominador, a seguir a jovem com arrebatadores olhos verdes que falam por si mesmos, e que lhe fora entregar livro perdido de Goethe, “Fausto”, achado em bosque pouco longínquo, e que continha marcador com pintura da Vênus de Ticiano, além de rascunho de poema redigido de próprio punho por Thomas, com surpreendente potencial de atuação, memorização das falas inacreditável (carregava consigo inclusive todo o “script” da peça, o que aumenta o mistério de quem seja de fato), entendimento vasto do perfil de Vanda e que, volta e meia, sugeria ideias criativas nunca dantes pensadas pelo irritadiço encenador, inverte com mérito o jogo, assumindo a função de dominadora da vez. As leituras de texto se sucedem, e a figura da metalinguagem adquire preponderante posto, numa mistura eficaz de ficção e realidade, em “Vênus em Visom” (um sucesso na Broadway e na Off-Broadway que rendeu o Tony de 2012 a Nina Arianda, que contracenou com Hugh Dancy; Roman Polanski adaptou para as telas, e obtivera a indicação para a Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2013), de David Ives, dirigida por Hector Babenco, e traduzida por Daniele Ávila Small. Hector, respeitadíssimo cineasta, tem nos provado em suas incursões nos palcos de que faz jus a similar adjetivo superlativo, valendo-se sem desperdícios do instigante e provocador texto de Ives e do irretorquível talento dos protagonistas, para “costurar” espetáculo envolvente, charmoso, inebriante, sensual/erótico e provido de inteligência em sua completude. Babenco “saboreia” cada diálogo e respectiva entrelinha que possui em mãos, e faz com que tanto Bárbara quanto Pierre façam o mesmo, utilizando-se os dois de um trabalho irrepreensível de corpo (a plasticidade deste em suas formas é explorada com primor e congruência) e voz (timbres distintos para o real e o fictício). As emissões vocais são pujantes, suaves, sedutoras, precisas, titubeantes, indecisas, irônicas e vorazes, correspondendo a cada cena pedinte. Percebem-se, e aceitamos de bom grado, vestígios cinematográficos em alguns momentos da montagem, seja nos trovões e relâmpagos que entrecortam e delineiam pontos-chaves da história seja na adoção próxima que nos remete a uma interpretação inspirada no Expressionismo Alemão durante os ensaios (fugindo com lógica do Naturalismo, o que facilita a nossa compreensão), cumprindo-se limites, é claro, e que não resulta em instante algum em artificialismos dispensáveis. Muito pelo contrário. Um acerto pontual. Há ainda mudança ousada de personagem pelos atores, fato comprobatório da versatilidade destes e da engenhosidade do diretor. Hector Babenco, Bárbara Paz e Pierre Baitelli nos “assombram” com devastadoras aptidões de transpor com alta qualidade para o tablado a não fácil, e por esta razão fascinante, dramaturgia de David Ives. O cenário de Bia Junqueira é suserano em sua factibilidade e realismo. Belo é vocábulo que se adequa ao que vemos na simulação do loft tipicamente americano em seus contextos funcionais e práticos. Vislumbram-se vigas de aparência férrea transversais de lado a lado, imponente janela/claraboia que se debruça sem riscos sobre a mesa de Thomas, com os acessórios de escritório, atinentes a que se tem direito, cadeiras, outra mesa ao fundo que serve para majestática performance de Bárbara “à la Marlene Dietrich”, cano de sustentação hidráulico (o simbolismo fálico fica a critério de cada um, ou “como melhor lhe aprouver”), e um providencial e atuante divã com textura crua. As paredes exibem miríades de tijolos, e há porta de ferro que clama sua presença. O negro e o cinza formam aliança. Os figurinos de Antônio Medeiros são valorizados por producente escolha de peças que condizem amiúde com a proposta comportamental dos tipos inseridos no enredo. Ora se notam blazer, camisa social branca, suspensórios “bordeaux”, calça, tênis, fraque, óculos com armação “vintage” e casaco “antique” em Pierre ora se notam “trench coat”, “corselet” de couro com metais e correntes, scarpins com salto agulha, vestido de seda rosa claro que nos transporta à final de século distante, visom, xale rendado e uma eloquente bota de cano longo preta fetichista em Bárbara. Já a iluminação de Paulo César Medeiros (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Iluminação) faz opção elogiosa por conjunto de refletores que se revezam em múltiplas intensidades, dando a exata ambiência da ação. As luzes são magnânimas e insinuantes nos sombreados, focos oblíquos e centrais, supervalorização dos atores em meio à escuridão total em passagens intimistas. Há também a impessoalidade de três apropriadas luzes frias. “Vênus em Visom”, que proclama que “as pessoas são fáceis de se explicar, mas difíceis de se decifrar” se distingue e se destaca por vários aspectos: a abordagem da sinopse e consequente contextualização competentíssimas de Hector Babenco; a correspondência honrosa e disciplinada do elenco; a sutileza de tratamento de assuntos áridos mas que, no entanto, causam ilimitada curiosidade no indivíduo e a percepção técnica dos profissionais envolvidos na espetacular produção (de Cinthia Graber). Se “Vênus em Visom” abrange precipuamente a dominação do homem pela mulher/mulher pelo homem, nós, espectadores, somos vítimas potenciais de modo concomitante dos sexos masculino e feminino, porquanto Pierre Baitelli e Bárbara Paz nos “dominam” do introito ao epílogo. Aproximando-se do término, contudo, somos “alforriados” por um Pierre “São Sebastião” e uma Bárbara “Poderosa Afrodite”. E brindados com som rascante de Lou Reed. Afirmo e reafirmo o que dissera sem ambivalências nem tampouco ambiguidades.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 9th, 2013

    019
    Imagens da natureza, como esta corredeira, eram exibidas em muitos dos visores espalhados pelo espaço interno do Fashion Rio Outono Inverno 2014 (Píer Mauá).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 9th, 2013

    017
    Um dos muitos visores espalhados pela área de circulação interna do Fashion Rio Outono Inverno 2014 (Píer Mauá) mostrou cenas do cotidiano e familiares.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 9th, 2013

    016
    Um pequeno barco de oferendas para Iemanjá, em cujo interior havia dezenas de fitinhas, colocado sobre o balcão do restaurante “Balneário Santa Fortuna”, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    dezembro 9th, 2013

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    Palco, todo ornamentado com caixotes de madeira, no qual foram realizados os shows de Thais Gulin, Qinho, Tono e Letuce na feira de moda alternativa Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • Thiago Fragoso é Niko, um chef de restaurante que quer ser apenas um chefe de família.”

    dezembro 5th, 2013

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    Foto: Divulgação/TV Globo

    Niko (Thiago Fragoso) é um profissional bem-sucedido, bonito, sensível e homossexual assumido. Mantinha uma união estável e feliz com Eron (Marcello Antony), um profissional bem-sucedido, bonito, sensível e homossexual mal resolvido. Desejavam constituir família. Recorreram à técnica da reprodução assistida a fim de que tivessem um filho. Todavia, as “barrigas solidárias” que a eles se apresentaram não os satisfizeram. “Solidárias” é tão somente um adjetivo plural simpático que deram para um procedimento que, em não poucos casos, envolve dinheiro alto. A até então amiga Amarylis (Danielle Winits), uma dermatologista do Hospital San Magno, que oferece aos seus pacientes hidradantes perfeitos para peles ressecadas, disponibiliza o seu ventre para gestar rebento do casal. Não exigiu nada. Porém, a todo o instante demonstrou veleidade de ser mãe, o que, de certo modo, já colocaria a situação pós-parto sob risco, no que tange a aspectos afetivos. Niko e Eron decidem de comum acordo doar cada um cota de material reprodutivo, com a condição de que nunca soubessem quem seria o pai biológico da criança. Amarylis sempre cultivou intenções escusas, haja vista que se ressentia intermitente pelo fato de não usufruir da maternidade. Aproveitou-se das ingenuidade e carência paternal de companheiros gays em casamento estruturado para saciar desejo íntimo. As tentativas de fertilização se mostraram infrutíferas. A médica, cujos cílios são “acusados” de postiços pelo mais novo vendedor de hot dogs da 25 de Março Félix (Mateus Solano), dá derradeiro golpe. Seduz o inseguro advogado, e o faz cometer adultério. A gravidez se consuma. Eis que surge “Império da Mentira”. Amarylis é o tipo de pessoa que entra nas vidas alheias com único propósito de destruí-las em causa própria. O que se sabe até então é que provável Fabrício, o bebê que nascera, não é filho legítimo da dupla de doutores, e sim fruto de bem realizada inseminação. A personagem de Danielle Winits assume com potente evidência o posto de vilã do núcleo. A loira (que revelou sua porção homofóbica) não poupou esforços para derribar, devastar relacionamento homoafetivo inacreditavelmente aceito pelo público (digo isso porque alguns pares românticos do sexo feminino foram banidos de enredos de folhetins por rejeição dos telespectadores). O que não se pode deixar de falar, dentro deste contexto, é que Niko e Eron, preocupados em não poder ter filhos como queriam, entraram com um pedido de adoção de um menino afrodescendente e crescido, Jaiminho (Kayky Gonzaga). Jaiminho, é duro afirmar, encontraria sérias dificuldades em ser adotado, pois percentagem considerável de potenciais pais se esquece de que vive num país com 50,7% de negros e pardos declarados (dados da Secretaria da Igualdade Racial e IBGE de 2013), e se julga habitante de nação europeia, dando prevalência a crianças brancas com olhos azuis para chamarem de suas. Não que estas não mereçam e devam ser também adotadas, simplesmente percebe-se distorção cultural e discriminatória. O carioca Thiago Fragoso, um jovem com larga experiência que iniciou sua trajetória nos palcos ainda infante no musical “Os Sinos da Candelária”, e que em momento algum deixara de se aperfeiçoar como artista, buscando lições de bons representantes do teatro como Amir Haddad, Juliana Carneiro da Cunha e Luis Melo, e feito inúmeros cursos de aprimoramento, inclusive no exterior, o que o levou a adquirir relevantes e indispensáveis aprendizados de interpretação, movimentos de corpo e colocação de voz, além da dança e canto, como o Niko de “Amor à Vida”, novela de Walcyr Carrasco exibida às 21h pela Rede Globo, um personagem “acima da lei”, amealha merecido destaque tomando-se por base as intensidade, honestidade e emoção com que vem burilando o seu papel. O ator, que contribuiu para que duas produções em que fora protagonista (“O Astro”, remake de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro da obra original de Janete Clair e “Lado a Lado”, de João Ximenes Braga e Claudia Lage) obtivessem o “Emmy Internacional de Melhor Novela”, ganhou a oportunidade do autor atual de ostentar distinta faceta do chef chamado de “carneirinho” pelo principal antagonista da trama, Félix, e que possivelmente poderá se redimir graças aos carinho, compreensão e atenção de que tanto necessita oferecidos por aquele. Com as maldades calculadas de Amarylis e a passividade de Eron, Niko vem revelando enormes forças na personalidade, determinação e percepção aguçada, e por fim, uma virilidade que talvez não se veja em muitos “homens”. Ardis como a super avaliação do imóvel cuja parte comprou, a traição em si e a perda da guarda provisória de Jaiminho o tornaram oponente não fácil de lutar. Assim, Thiago, que estreou nos cinemas em “A Partilha”, de Miguel Falabella e dublou filmes, como a animação “Ratatouille” e “A Origem dos Guardiões”, e surgiu na TV na série “Confissões de Adolescente”, emendando com “Malhação”, confirma a sua excelência como intérprete. Fragoso possui incontáveis participações nos veículos audiovisuais e teatro. Telenovelas como “Laços de Família”, “Perdidos de Amor”, “O Clone” (surpreendeu a todos como o dependente químico Nando, a ponto de receber o Prêmio Austregésilo de Athayde), “Agora É Que São Elas” (em que viveu um vilão), “Senhora do Destino” e “Araguaia”. Foi o Príncipe Rabicó do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Brilhou na minissérie “A Casa das Sete Mulheres” e emocionou como Pery Ribeiro em “Dalva e Herivelto, Uma Canção de Amor”. Envolveu-se nos dilemas e conflitos espíritas de Marcos na segunda versão de “O Profeta”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, que se inspiraram em Ivani Ribeiro. No seriado “Sexo Frágil”, dentre tantos dos quais participou, somando-se a humorísticos e especial, travestiu-se e se assemelhou a uma diva hollywoodiana. Jamais preteriu a ribalta, e reverenciou nomes como Shakespeare (“Romeu e Julieta”), Nelson Rodrigues (“Beijo no Asfalto”), Frank Wedekind (“O Despertar da Primavera”), Tom Stoppard (“Rock N’ Roll”), Sam Shepard (“Mente Mentira) e Jandira Martini e Marcos Caruso (“Sua Excelência, O Candidato”). Câmeras cinematográficas o focaram em “Xuxa e os Duendes – No Caminho das Fadas”, “Um Show de Verão”, “Trair e Coçar É Só Começar”, “Irma Vap – O Retorno”, “Caixa Dois” e “Ouro Negro – A Saga do Petróleo Brasileiro”. E no segmento da música, gravou um clipe com nova versão de faixa da trilha sonora de “High School Musical 2”. Thiago Fragoso, ao personificar Niko em “Amor à Vida”, não somente dá um importante passo em sua história, mas colabora de forma excelsa para que se dirima com sucesso, no todo ou em parte, alguns nefandos preconceitos que se arraigaram em conscientes coletivos. Se Niko é um chef de restaurante, e quer apenas ser um chefe de família, Thiago Fragoso é, sem dúvida, “chefe da sua interpretação”.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 4th, 2013

    013
    Uma belíssima imagem de Iemanjá, e seu barco de oferendas, ornamentavam o balcão do restaurante “Balneário Santa Fortuna”, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 4th, 2013

    014
    A organização do Fashion Rio Outono Inverno 2014, que retornou ao Píer Mauá, como em todas as suas edições, montou o seu próprio restaurante, no caso o “Balneário Santa Fortuna”, que como o próprio nome já diz, inspirou-se em elementos marítimos, como vasos, garrafão de vidro, enfeites regionais, imagem de santo, pintura, cesto e estrela do mar, dentre tantos outros objetos.
    O restaurante oferecia variedade de bebidas, como espumantes, água, refrigerantes e afins, além de sofisticados petiscos, como caprichadas tapas.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

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