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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 24th, 2013

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    A modelo e apresentadora do canal Glitz*, Talytha Pugliesi, ao lado do stylist Felipe Veloso, no Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória).
    Talytha nasceu em Valinhos, SP.
    Iniciara a carreira na moda ainda adolescente, tendo como sua primeira agência a Ford Models Brasil.
    O seu nome despontou, e fora trabalhar em distintos países, como França, Japão e Estados Unidos.
    A top desfilou para as mais relevantes marcas internacionais, dentre as quais se destacam Christian Dior, Louis Vuitton, Valentino, Yves Saint Laurent, Armani, Marc Jacobs, Givenchy, Chanel, Yohji Yamamoto, Versace, Bottega Veneta, Alexander McQueen e Celine.
    Estrelou uma campanha da L’Oréal (também fez grande sucesso no Brasil, estampando seu belo rosto para campanhas publicitárias da H. Stern, Ellus e M.Officer).
    Fotografou para revistas que são referências no mundo fashion, tais como Vogue (Paris, Itália, Espanha e Alemanha), Numéro e V MAGAZINE.
    Na São Paulo Fashion Week (SPFW), desfilou para Lino Villaventura e Neon (concomitantemente, fazia matérias para o Glitz*).
    Segundo o site models.com, foi considerada uma das cinco mais importantes modelos brasileiras do mundo, ao lado de Gisele Bündchen e Fernanda Tavares.
    No canal Glitz*, apresentou o programa “Update” e se tornou jurada fixa do “Esquenta!”, dominical da Rede Globo comandado por Regina Casé.
    Durante a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, Talytha Pugliesi ganhou uma nova atração, o “Guiados pelo Sabor”, na mesma emissora a cabo: percorreu, junto com o chef Harry Pagancoss, a maioria das cidades sedes do torneio mundial de futebol, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Recife, Natal, Manaus, Porto Alegre, Salvador e Cuiabá (a atração ia ao ar uma vez por semana).
    Felipe Veloso é um dos stylists mais celebrados atualmente.
    É o responsável pela imagem da atriz e apresentadora Regina Casé.
    Dentre as suas notórias contribuições, sobressaem aquelas para as marcas Victor Dzenk, Espaço Fashion, Isabela Capeto, Zapping e Sommer.
    Em alguns casos, definiu o “casting” dos desfiles que produziu.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 24th, 2013

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    A modelo e apresentadora do canal Glitz*, Talytha Pugliesi, entrevista o stylist Felipe Veloso, no Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • ” A interpretação ‘clownesca’ de Anderson Di Rizzi é uma ‘delícia’.”

    outubro 19th, 2013

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    Foto: Divulgação/TV Globo

    Há alguns personagens em “Amor à Vida”, novela das 21h da Rede Globo, de Walcyr Carrasco, cujos perfis são contextualizados no drama e na comédia, como são os casos de Márcia (Elizabeth Savalla) e Valdirene (Tatá Werneck). Carlito, o personagem do campineiro formado em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes, Anderson Di Rizzi, não foge a esta sedutora regra. Não foram poucas as vezes em que nos deixamos comover pela sensibilidade à flor da pele do “DJ’s”, evidenciada nas profusas lágrimas que brotaram de seus vívidos olhos sem vergonha da condenação machista alheia, e nos divertimos também com o seu peculiar jeito de ser. Chamado de “Palhaço” por “Valdirene’s”, o que a princípio poderia soar como pejorativo, tornou-se um epíteto carinhoso quando o ouvimos vindo da jovem não tão mais “piradinha” assim. O rapaz romântico que em noite bonita no terraço com a sua amada usa meio queijo para representar a lua, veste-se de modo estiloso e brilhante, ostentando seus bíceps “inflados” sempre que pode para a vizinhança e para os frequentadores dançantes de suas festas. Carlos José dos Santos Araújo “abraça” convictamente o gerúndio no linguajar, e vibra de maneira alucinada com autênticas coreografias defronte as “pick-ups”. Vê-se objeto de pilhérias, chistes e gracejos impiedosos, sejam eles proferidos pela avó de sua rebenta, Mary Jane, a “palhacinha”, sejam eles ditos pelo próprio pai, o “empresário”, o “dono do estabelecimento” Denizard (Fulvio Stefanini), que não se inibe em defini-lo como “corno” e “burro”. O filho de Ordália (Eliane Giardini) é uma “montanha de músculos” frágil como flor de caule fino, e ingênuo como uma criação dos Irmãos Grimm. Porém, ingenuidade que desperta ao notar direito legítimo ser ameaçado, quando lépido registrou a sua filha, antevendo uma infração à lei. Afinal, como ele mesmo diz: “Eu quero ‘estar vendo’ a minha ‘palhacinha’.” O intérprete passou a conquistar os afeto e simpatia do público justo pelas mãos de Walcyr Carrasco, autor que lhe deu a primeira grande oportunidade na teledramaturgia, oferecendo-lhe o engraçado Sargento Xavier de “Morde & Assopra”. A seguir, emendou com o “remake” de “Gabriela”, na faixa das 23h, personificando o professor Josué. Consolida-se em definitivo a bem-sucedida parceria com Walcyr. No tocante a “Amor à Vida”, Anderson buscou consciente ou inconscientemente inspiração em tipos clássicos como o “chapliniano” Carlitos (o que explica a escolha do nome do seu personagem), e quem sabe talvez no adorável arquétipo imortalizado por Renato Aragão nas superproduções cinematográficas que arrastavam multidões de variadas gerações para as salas escuras nas décadas de 70 e 80, em sua maioria dirigidas por J.B.Tanko. Carlito, sem sombra de dúvida, provoca a nossa torcida empedernida, pois se diferencia na trama em meio a tantas “personas” movidas a ódio, ambição, vingança, ciúme, imoralidade e amoralidade, perfídia e dilacerantes preconceitos. Anderson, desde já, deve se orgulhar do legado deixado no folhetim. O ator, que participou da microssérie “Dercy de Verdade”, açambarca em seu currículo nos palcos dramaturgos de respeitabilidade universal como Sófocles (“Antígona”), Frank Wedekind (“O Despertar da Primavera”) e Shakespeare (“Júlio César”), além de exibir sua face com sorriso cativante na comédia “O Concurso”, longa-metragem de Pedro Vasconcelos. Anderson Di Rizzi, que antes do sucesso obtido na emissora carioca, atuou em campanhas publicitárias e produções latinas, merece carreira longa. Provara-nos de que é capaz de transitar com excelência por gêneros distintos, colocando-se num patamar de versatilidade desejada. Carlito é um adorável “clown”. Um formidável “bufão” no “picadeiro” da ficção. Valdirene, para ele, é uma “delícia”. E para os telespectadores a atuação de Anderson Di Rizzi é “deliciosa”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 19th, 2013

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    Beleza e criatividade eram a marca dos anúncios publicitários da L'Oréal Paris que podiam ser vistos pelos convidados do Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória), em seu lounge.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 19th, 2013

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    Um dos pôsteres publicitários da L’Oréal Paris que estavam em exibição em seu lounge no Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • ” Fiquei feliz por tudo em ‘Feliz por Nada’.”

    outubro 12th, 2013

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    Foto: Théo Nogueira

    A feminilidade e suas condições, vantagens e supostas desvantagens, o casamento desmistificado como instituição (assegurado de modo errôneo como “termo de felicidade” definitivo para o casal), o surgimento do acaso e/ou destino nos caminhos nossos trilhados, a desconfortável ausência e respectivas cobranças da inclemente sociedade perante a falta de um “projeto de vida” (há que se ter um?), o “abismo existencial” que se abre defronte ao ser humano não poucas vezes no decorrer da jornada seguida, os incômodos tédios, rotina e subsequente tentativa de ruptura destes são abordados com inteligência por profissionais entendedores dos assuntos supracitados como Regiana Antonini, que de maneira exemplar e irretorquível adaptou o best-seller homônimo de Martha Medeiros, “Feliz por Nada”, Ernesto Piccolo (direção), Rogério Fabiano e Valéria Macedo (produção), e Cristiana Oliveira, Luísa Thiré e Gil Hernandez. Face ao que relatei podem naturalmente associar a peça a um drama. Não, trata-se de uma comédia romântica. E o enorme mérito deste espetáculo está justo nesta questão de gênero. Com acerto, duas bonitas, talentosas e carismáticas atrizes foram convidadas para protagonizarem a produção, além da participação essencial de Gil. Cristiana Oliveira é Laura, professora de Português, casada há 15 anos, mãe de duas filhas (duas meninas, uma criança e outra adolescente), 42 anos e completamente infeliz. Seu casamento com Joca (Gil Hernandez) está morno, em fogo brando, inexiste entendimento entre os cônjuges, só lhes restam bicotas, não mais “beijos em pé”. O desprezo sobrepuja o desrespeito, o que talvez seja até pior. Os famigerados “projetos de vida” estão engessados, estagnados por escassez plena de apoio, incentivo, que se escoram em insegurança, medo, inércia e receio de apostar no duvidoso. No tocante a Juliana (Luísa Thiré), fotógrafa, separada (já se casou mais de uma vez), uma filha, independente, bem resolvida e feliz. Feliz? Como assim, “feliz”? Feliz por nada (como ela mesma se define), feliz por estar viva, feliz por olhar para si mesma, por viver cada momento e valorizá-lo, seja ele grande ou pequeno. Duas mulheres opostas. Uma espécie de “yin-yang”. O comum perceptível entre as duas “vítimas” da Vida, não nos importando de que forma a encarem, são corridas cotidianas pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Todos os dias, a única comunicação que se nota é um banal e protocolar “Oi!”, com diferentes entonações, dependendo dos humores individuais. Num encontro proporcionado pelo acaso e/ou destino no Aeroporto de Tóquio, Japão, na volta ao Brasil, um incidente faz com que passem a se conhecer melhor. A força de uma inibe a fragilidade da outra, e a complementação irrompe, dando início à promitente amizade. Uma mão estranha enxuga lágrima ressentida que escorre em rosto alheio. O “Oi!” sem emoção ficou para trás. Os complexos, frustrações e o “sorriso 32” (aquele que costumamos dar para parecermos felizes) são compreendidos por Juliana, que tem por “projeto de vida” ajudar a recente amiga. No entanto, uma pergunta que nos rodeia perseverante: Juliana é de fato feliz? Ou se impõe a ser como muitas pessoas o fazem? Ser feliz é um estado de espírito atraente, sedutor ao semelhante. Ninguém quer saber de gente triste, macambúzia e sorumbática. Porém, o mundo com todas as suas belezas e efemérides é por si só triste, macambúzio e sorumbático. O que cometemos são esforços permanentes para arrancarmos daquele “migalhas” de alegria. Não teríamos excelsos filósofos e pensadores se não fossem as tristeza e pessimismo diante do que o planeta de nome Terra nos dá de presente, e nos surpreende a cada passo que damos. O companheirismo da professora e da fotógrafa se solidifica, todavia uma coincidência ou “rasteira do destino” abala o afeto de ambas. O que se vê após são situações, diálogos, enfrentamentos que nos levam à cognição inevitável, madura ao testemunharmos fatos constrangedores que sem cerimônia se apresentam. Regiana Antonini esmiúça com alma feminina estruturada e ciente dos dilemas próprios do nunca “sexo frágil” as ideias amplas, abertas, racionais, sensíveis, desprovidas de omissões, mentiras ou falsos pudores de Martha Medeiros. Ernesto Piccolo, excelente diretor com habilidade para encenar dramaturgias de origens diversas e abordagens várias, pôs na ribalta uma encenação sábia, aproveitadora do espaço cênico, reflexiva, intimista, e leve, sim, leve a despeito da sinopse, com toques de humor milimetricamente balanceados. Ernesto dirige “Feliz por Nada” realçando as qualidades do texto e atores. Tanto Cristiana Oliveira quanto Luísa Thiré, belas em cena, transmitem com prodígio e maravilha a vasta gama de sentimentos e oscilações adjacentes com posturas séria, equilibrada, por vezes divertida e noção concisa do que estão executando. Gil Hernandez se sai bem nos dois papéis: exibe naturalidade e perfil prático e objetivo como o corretor de imóveis Rodrigo, e a indiferença, o ar “blasé”, a impassibilidade do marido Joca; contudo escancara capacidade de paixão e desejo ao reencontrar amor do passado. O cenário de Clivia Cohen insiste no ambiente negro, cru e nu, ou seja, pretere elementos desnecessários, o que ao final das contas, convence-nos sobremaneira. Os adereços, como valises e cadeira, também são criações de Clivia. A história se preenche com este vazio proposital. Os figurinos de Helena Araújo são destaque na obra, com variedade de vestimentas de múltiplas cores e tendências que deixam até mesmo aqueles que não se apegam a este aspecto técnico impressionados. São “trench coats”, casacos, longos florais e estampados, acessórios, camisas sociais e esportivas, malhas, moletons, jeans, sapatilhas e anabelas. Tudo sob esfera de elegância e bom gosto. A trilha sonora de Rodrigo Penna (conhecedor de estilos musicais e suas vertentes) envereda por atalho no qual se sobressai a trilha incidental, demarcando as passagens, dando-lhes riqueza, o que nos fica clara a tangência com o coerente. Rodrigo nos acarinha sobretudo com a irresistível “Crazy”. A iluminação de Aurélio de Simoni deslumbra-nos. O encantamento e esplendor que nos são causados justificam-se por precisão e adequação. Os planos abertos são utilizados no cotidiano ou nos embates psicológicos dos envolvidos na trama. O foco é preponderante nas atuações confessionais dos intérpretes (aproveitando-se dos lados esquerdo e direito do proscênio; inclusive, podemos destacar um magnífico ato em que as atrizes se sentam à beira do palco, próximas ao público, o que desencadeia com que este se sinta inserido no enredo de algum jeito). “Feliz por Nada” é um sopro de vitalidade no panorama teatral carioca, com suas percepções sobre vida e relacionamentos, sexos masculino e feminino, e pujanças e vulnerabilidades humanas que se revezam escapando de nossas vontades. Uma peça que veio com o intuito de esclarecer, discutir, debater, sem pretensão de ser “dona da verdade”, sendo uma opinião a ser respeitada, seguida ou não, e por conseguinte nos tirando do marasmo intelectual. Martha, Regiana, Ernesto, Cristiana, Luísa e Gil cumprem missão social em formato de entretenimento. Estou feliz. Por tudo. O “nada” é “tudo” em “Feliz por Nada”. O “nada” pode ser revisto. Assistam a “Feliz por Nada”, e depois me digam se não tenho razão.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 12th, 2013

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    A cantora e compositora Fernanda Abreu concede entrevista a uma das muitas emissoras de televisão que cobriram o Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 12th, 2013

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    No lounge da L’Óreal Imédia Excellence no Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória) havia uma galeria de pôsteres antigos, que podem até ser considerados “vintage”, de campanhas publicitárias da famosa marca de cosméticos francesa.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 10th, 2013

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    A cantora e compositora Fernanda Abreu no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Fernanda é carioca, e passou a ser conhecida no país com o estouro da banda Blitz no início da década de 80, ao lado de Evandro Mesquita e Marcia Bulcão, com o hit “Você Não Soube Me Amar”.
    Após vários sucessos com a banda, Fernanda decide se lançar em carreira solo (o primeiro CD se chama “SLA Radical Dance Disco Club”, e a pioneira canção a ser tocada nas rádios foi “A Noite”).
    A seguir, mais uma música bem-sucedida, “Você Pra Mim” (integrou a trilha sonora da novela de Cassiano Gabus Mendes, “Meu Bem, Meu Mal”).
    Se antes, a cantora flertava com a disco music, os ritmos brasileiros ganharam maior destaque em seu segundo álbum, “SLA – Be Sample” (nele estão faixas de enorme repercussão como “Jorge da Capadócia” e “Rio 40 Graus”; a artista começa a se aproximar do funk, com o qual se tornaria uma das mais respeitadas representantes, inclusive em terras cariocas).
    O sucesso não para, e a intérprete lança seu terceiro disco, “Da Lata”, com mais quatro singles marcantes: “Garota Sangue Bom”, “Brasil é O País do Suingue”, “Veneno da Lata”, e a regravação do samba-enredo “É Hoje”, da escola de samba União da Ilha, corroborando a versatilidade e livre trânsito da artista por distintos gêneros.
    No próximo CD, “Raio X Fernanda Abreu Revista e Ampliada”, faz o Brasil inteiro cantar “Kátia Flávia, A Godiva do Irajá” (a composição de Fausto Fawcett e Laufer inicialmente tomou conta das ruas em 1987, e foi ouvida também na trama de Aguinaldo Silva, “O Outro”; foi feito um clipe, bastante veiculado na MTV, em que a própria cantora interpretou a transgressora Kátia Flávia).
    Em seu quarto disco de inéditas, “Entidade Urbana”, com a presença do sambalanço, a compositora realiza um estudo musical sobre as metrópoles, suas instituições, costumes e características.
    Com sua voz com acento deliciosamente carioca e sensual, Fernanda Abreu lançou com o seu antigo grupo, a Blitz, os seguintes discos: “As Aventuras da Blitz 1” (1982), “Radioatividade” (1983) e “BLITZ 3” (1984).
    Já como cantora solo, seus fãs e admiradores puderam escutar, além dos citados: “Na Paz” (2004), “MTV Ao Vivo” (2006) e “Perfil” (2010).
    Em 2014, Fernanda Abreu percorreu o Brasil apresentando seus irresistíveis sucessos em inúmeros shows.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    outubro 10th, 2013

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    Damascos e castanhas estavam à disposição dos convidados do lounge do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Fashion Rio Verão 13/14 (Marina da Glória), numa decoração em que se destacavam bonitos e frondosos lírios.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: SEBRAE
    Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

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