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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 11th, 2013

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    Modelo apresenta peça com estamparia selvagem em tons verde e branco durante o desfile da grife feminina Alessa, no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Babilônia Feira Hype – Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    julho 8th, 2013

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    A atriz, modelo, apresentadora e dubladora Priscila Fantin se preparando para uma entrevista na Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.
    Priscila é soteropolitana.
    Estreou na Rede Globo pelas mãos do diretor de núcleo Ricardo Waddington para protagonizar “Malhação”, que acabara de mudar sua temática, deixando de ter como local da história uma academia de ginástica para dar lugar a uma escola chamada “Múltipla Escolha”.
    O primeiro papel principal ocorreu em “Esperança”, de Benedito Ruy Barbosa, após participação em “Filhas da Mãe”, de Silvio de Abreu.
    Continuou a parceria com Walcyr Carrasco (que se iniciara em “Esperança”, da qual foi colaborador) em três novelas: “Chocolate com Pimenta” (Olga, como vilã), “Alma Gêmea” e “Sete Pecados”.
    Passou temporada no GNT como apresentadora do programa de viagens “Oi, Mundo Afora”.
    Fez a minissérie “Mad Maria”, de Benedito Ruy Barbosa.
    No cinema, atuou como intérprete no longa de Paulo Thiago, “Orquestra dos Meninos”, e no curta “Rio, Eu te Amo”, de José Padilha. Já como dubladora, na animação “Carros”, de John Lasseter e no filme de Tim Burton “Alice no País das Maravilhas”.
    Na ribalta, esteve nas peças “A Marca do Zorro” (baseada na famosa lenda) e “Vergonha dos Pés”, de Fernanda Young.
    Em 2012, ao lado de Herson Capri, e sob a direção de Daniel Filho e Susana Garcia, retornou aos palcos com o espetáculo, uma comédia dramática de Theodor Holman, “A Entrevista”.
    No ano de 2014, Priscila Fantin fez a 21ª temporada de “Malhação”, na TV Globo, e um dos episódios de “As Canalhas”, no GNT, como Julia; e integra o elenco do longa-metragem de Luis Antonio Pereira, “Jogo de Xadrez”.
    Está em cartaz com a produção teatral de David Hirson, “A Besta”, com a direção de Alexandre Reinecke, com Hugo Possolo, Celso Frateschi, Iara Jamra e Ary França, em São Paulo.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 8th, 2013

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    E começa o desfile da grife feminina Alessa, com destaque para a linda iluminação baseada em refletores vermelhos e brancos que desenharam losangos na passarela, no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória, cujo tema fora a “Savana”.
    A trilha sonora foi selecionada com canções de Caetano Veloso.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 8th, 2013

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    Um dos convidados do Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória, muito assediado pelos fotógrafos, que “transgrediu” os padrões preestabelecidos do vestuário masculino ao trajar saia sobreposta por blazer, calçando boots e usando acessórios tipicamente destinados às mulheres, como a “clutch”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Babilônia Feira Hype – Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ

    julho 6th, 2013

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    A atriz, diretora, compositora, escritora e produtora Luciana Fregolente, ao lado de sua filha Carolina, na Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.
    Descendente de um dos maiores comediantes brasileiros, Ambrósio Fregolente, Luciana nasceu em Curitiba, PR.
    As carreiras no teatro e na televisão começaram juntas.
    Nos palcos, atuou em inúmeras peças como “O Bravo Soldado Schweik” e “Úteros em Fúria” (direção: Bernardo Jablonski); a ópera de Giacomo Puccini “Il Trittico” (direção: Jorge Takla); “Aracy de Almeida – No País de Araca” (direção: Eduardo Wotzik); “Pelo amor de Deus, não fala assim comigo” (texto de Maria Carmem Barbosa; direção de Ivan Sugahara); e ao lado de Renata Castro Barbosa, “Alucinadas” (dramaturgia de Bruno Mazzeo, Elisa Palatnik, Luciana Fregolente, Maurício Rizzo e Rosana Ferrão; direção de Victor Garcia Peralta).
    Quanto à TV, participou de diversos seriados na Rede Globo, os quais podemos citar “A Grande Família”, “Os Normais”, “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Os Amadores”, “Casos e Acasos”, “Separação?!” e “Força-Tarefa”.
    Já no Canal Futura, esteve em “Família SA”.
    No tocante às telenovelas, foram muitas, como “Beleza Pura”, de Andrea Maltarolli; “Malhação”; “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva; e “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
    Deu vida a Dircinha Batista na microssérie da emissora carioca “Dalva e Herivelto, Uma Canção de Amor”.
    Parceira de Bruno Mazzeo, demonstrou toda a sua versatilidade ao interpretar inúmeros personagens na “sitcom” “Cilada” (apresentada tanto no Multishow quanto no “Fantástico”), vindo a integrar posteriormente o elenco fixo do programa.
    Nas telas de cinema, pôde ser vista no longa “Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca de Todas”, dirigido por José Alvarenga Jr., além de “Nise da Silveira – Senhora das Imagens”, de Roberto Berliner, com Gloria Pires e “E Aí… Comeu?”, de Felipe Joffily.
    Exibiu sua faceta de radialista ao apresentar diariamente e ao vivo junto com Dedina Bernardelli e Ana Flores “Amigas Invisíveis”, na Rádio Globo AM.
    Luciana Fregolente também é diretora de videoclipes de nomes consagrados do pop rock nacional (dirigiu um clipe exclusivo para o espetáculo “Alucinadas”, com Leoni, Herbert Viana, Frejat e Leo Jaime). Também dirigiu Leoni no show “A Noite Perfeita”, no extinto Canecão, e após um DVD no Circo Voador, no Rio de Janeiro (há composições feitas por ambos).
    Dando vazão ao seu lado compositora, escreveu canções com Frejat, Alvin L., Vinicius Cantuária, George Israel, Cris Braun e Vinny.
    Produziu shows, documentários e peças, tendo emprestado a voz a várias campanhas publicitárias.
    Luciana Fregolente, Renata Castro Barbosa e Paulo Miklos estrelarão a série “Alucinadas”, dirigida por Victor Garcia Peralta e Rodrigo Van Der Put, no segundo semestre no Multishow (a trama gira em torno de uma família que imagina estar vivendo nos anos 80).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 6th, 2013

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    A modelo da Ford Models Brasil Cássia Rodrigues no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Antes, fora agenciada pela 40º Models e pela Urban Model Management.
    Cássia foi fotografada por Alexandre Adds para um ensaio que, além de ser registrado em vídeo, fora publicado no site “Fashion Spoiler!”.
    Gustavo Paixão também registrou a modelo juntamente com Tarso Tenório (com make&hair de Thiago dos Reis Brandão) para a revista Trend (o site “brazilmalemodels” o exibiu).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 6th, 2013

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    O modelo e representante da Revista Estilo Junior Moraes no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 5th, 2013

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    O modelo e representante do staff da Revista Elle Beto Engelke no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 5th, 2013

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    Um panorama da Baía de Guanabara, com o Aeroporto Santos Dumont ao fundo, visto do jardim de inverno do Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória, local onde convidados, modelos, e todos os profissionais da área circulavam, descansavam, e conversavam, além de ter sido lugar estratégico para entrevistas de pessoas públicas.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Acreditamos nas verdades de Armando, Betina, Joelson e Izabella em ‘O que você mentir eu acredito’.”

    julho 2nd, 2013

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    Foto: Silvana Marques

    Vivemos em mar de contradições. As contradições da comunicação. Cada vez mais nos deparamos com vastos recursos de comunicabilidade, porém não sabemos fazer uso deles. O incomunicável sobrepuja o comunicável. O social se digladia com o antissocial, e a vitória é do último. Falamos sem sermos ouvidos. Ouvimos pensando que escutamos. Palavras ditas e não ditas. Perdidas. Se “No princípio era o Verbo…”, agora os princípio, meio e fim são silêncio. Partindo desta conjuntura de comportamentos e caracteres existencialistas, o dramaturgo Felipe Barenco se inspirou nos contos do incensado escritor gaúcho Caio Fernando Abreu e constituiu texto cênico, “O que você mentir eu acredito” (frase tirada do conto “Terça-Feira Gorda”), que se trata de projeto cuja idealização coube a Armando Babaioff, Rodrigo Portella e Gustavo Vaz. Representado por quatro personagens, André (Armando Babaioff), Terezinha (Betina Viany), João Carlos (Joelson Medeiros) e Malu (Izabella Luz) o processo da incomunicabilidade humana em sua essência é esmiuçado com profundidade e elevada tensão dramática, todavia sem preterir de inserções pontuais espirituosas. André, João e Tereza formam núcleo familiar desestruturado. O vocábulo “núcleo” perdeu sentido. O filho André não se reconhece, procura a si mesmo, e ninguém o ajuda nesta busca pessoal. Muito pelo contrário. Seus pares contribuem para que sua identificação como indivíduo se afugente de modo superlativo. Filho, pai, avó, estranhos entre si. Não por acaso pausas e minutos silenciosos são constantes na encenação, e cumprem missão de relevância ao sublinhar o desentendimento coletivo. A personagem de Izabella Luz entra na história como “intrusa” que talvez seja mais próxima que os demais. Malu, moça “hipster”, desencadeia reação acelerada de sentimentos, conflitos, dúvidas, embates únicos ou em duplas ou geral, com um sem fim de consequências. A desorientação sexual de André, “devorador” de músicas e livros, recrudesce a falta de alinhamento pacífico da família. Malu se confunde nos próprios sentidos e certezas, ou ausência destes. João é vítima de suas ações e inações, vendo-se “mutilado” por remorsos, culpas, recalques e desesperança. Contudo, assim como os outros, persegue redenção. Terezinha é símbolo do matriarcado que deságua em passividade que por vezes é despertada por firmeza e convicção de posições permeadas por olhar subjetivo e lógico dos acontecimentos, passando ao largo dos sentimentalismos. Armando Babaioff, um dos atores mais prestigiados de sua geração, constrói o perfil de André juntando peças de mosaico simbólicas do absoluto aproveitamento do forte poder da expressividade corporal, fazendo bom uso da voz com entoações várias, utilizando-se de todos e quaisquer mecanismos que exerçam função de enriquecer o material interpretativo do jovem atormentado. Armando Babaioff não deixa escapar detalhes, transformando o “micro” em “macro”. Seus olhos se subdividem na contemplação, na fúria, indignação, contentamento e êxtase. Os dedos são nervosos, dançam “balé da ansiedade”. Reféns do carrasco gestual repetitivo. Betina Viany se vale do largo conhecimento do que se entende por atuação para evidenciar seja por meio da mobilidade ou imobilidade a lacuna ou preenchimento de suas respostas emotivas. Além disso, sai-se otimamente bem com os chistes. Joelson Medeiros alinhava João com tessitura que remete à alienação, confrontação com dilemas interpessoais e fantasmas psíquicos. Joelson perfaz aglutinação escorreita de gama de oscilação de humores lhe rendendo valoroso resultado. E Izabella Luz mergulha em vivacidade numa explosão de manifestações sensoriais. “Dança” vocal e corporalmente, e resgata sensualidade como complemento da faceta ambígua de Malu. A direção de Rodrigo Portella escolhe trilha coerente, racional, proveitosa, engajando-se na “formatação” de conjunto teatral que “grite” para o público os dissabores do “existir” e os amores de se “descobrir”. Não há em sua condução máculas de inutilização do palco. Esquadrinhou as marcações, e se posicionou em direção objetiva não superficial na clarificação do significado da personalidade dos membros do enredo. A cenografia de Edward Monteiro é realçada com ousadia e elementos precisos que a aproximam do “vintage” e do além do contemporâneo. Eloquente presença das luminárias, carpete verde musgo, cadeiras, sofá de couro avermelhado e desdobrável, aquário, e aquilo que se absorveu como sendo o mais arrojado: enorme círculo móvel partilhado em painéis com esquadrias fornidas com tecido translúcido possuidor de engenhosa, lúdica e utilitária movimentação, funcionando como se fosse quase um quinto personagem. A iluminação de Renato Machado assume complexa paleta de compreensões visuais que podem ser adjetivadas como reflexos de sofisticação, modernidade, sombreamento e bruxuleios. O LED moderno trava amistoso diálogo com pontos de luz clássicos advindos de abajures/luminárias. Observa-se luminosidade que lembra o “salmon”. Um diferencial em termos de criação atinente ao aspecto “luz”. Os figurinos de Claudio Tovar mesclam o atual com o íntimo, isto é, aquilo que usamos para nós mesmos. A jaqueta de couro ocre, a calça justa similar a saruel, a regata, e os tênis de André, a saia frufru e os coturnos “fashion” com cadarços “pink” contrastam com o vetusto robe vermelho, a afrouxada gravata e camisa e calça cotidianas de João Carlos e o casaco com ares setentistas, acessórios peculiares, sandálias e meias, e vestido rosa caseiro entretanto forte na mensagem de Terezinha. A concepção sonora de Armando Babaioff e Rodrigo Portella abraça com fidelidade a pujança de compatível sonoplastia que nos insinua sensações de sufoco e angústia, amparada por incursões musicais complementares e felizes na adequada penetração no desenvolvimento da meada. “O que você mentir eu acredito” é entretenimento mobilizador reflexivo que sacode inércias psicológica e cognitiva do homem, apegando-se às verdades e mentiras do ser social em sua intricada vivência. Ao apagar das luzes, o que depreendemos sem hesitação ou tomada de atitude fugidia é que nos defrontamos irremediavelmente com a verdades. As verdades de Armando, Betina, Joelson e Izabella. E verdades são soberanas no império restante.

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