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  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 17th, 2013

    DSC07761Grades que separavam a área social do Fashion Rio Outono Inverno 2012 daquela destinada à atracagem e partida dos transatlânticos na Baía de Guanabara, com a Ponte Rio-Niterói ao fundo, durante o evento de moda realizado no Píer Mauá.

     
    Foto: Paulo Ruch

     
    Agradecimento: OESTUDIO

  • ” Do ‘Nós do Morro’ saiu uma de suas aprendizes: Roberta Rodrigues. “

    maio 16th, 2013

    Roberta_Rodrigues_fotos_LeoFaria (4)
    Foto: Leo Faria

    Os cariocas aplaudem o pôr-do-sol em Ipanema. Mas será que palmas estas não homenageiam o Vidigal, lá pelas paragens da Niemeyer sob os olhares severos dos Dois Irmãos? Porque não há quem desminta que no Vidigal uma tal de Arte lá se fez senhora em boa hora. Há palco. Há Guti Fraga. Guti que reuniu gente do bem. Gente que quer ser artista. Sonhadores aprendizes da senhora. Mostraram ao Brasil e ao mundo que a comunidade pode dar arte. Surgiu o “Nós do Morro”. Roberta Rodrigues é “nós”. Thiago Martins é “nós”. Mary Sheila é “nós”. Jonathan Haagensen é “nós”. E seu irmão Phellipe, também. Marcelo Mello Jr. é “nós”. Douglas Silva é “nós” e Leandro Firmino é “nós”. “É nós, ‘mermão’”! Somos todos “nós do morro”. Nós do asfalto, nós do asfalto e do morro. Todo mundo tem um Vidigal dentro de si. Sim! Somos todos iguais. “Tamo junto!”. Os aprendizes em suas raízes se fizeram artistas. Roberta Rodrigues é um dos exemplos. A popularíssima Maria Vanúbia de “Salve Jorge”, novela de Gloria Perez, exibida pela Rede Globo que está em reta final é prova das dedicação, disciplina e força de vontade da atriz em mostrar o que Deus lhe deu na “Cidade de Deus”. E na “Cidade dos Homens”. Apaixonou-se pelo “admirável mundo novo”, não o de Aldous Huxley, mas o de Manoel Carlos, quando de sua estreia em folhetins (“Mulheres Apaixonadas”). Na produção atual, consagrou-se com memoráveis bordões de inspiração única: “Sou Maria Vanúbia, não sou bagunça não”, “Quem gosta de pescoço é gravata”, “Pi Pi Pi Pi Pi Pi Pi, olha o recalque chegando!”, afora as alcunhas “Delzuitzzz” e “Percoço”, dentre tantos outros bem-humorados. Em capítulo recente, Roberta teve preciosa chance de exibir densidade de alto teor dramático ao se ver vítima do tráfico humano. Só que se esqueceram de que Maria Vanúbia “não é bagunça não”, e por não ser “bagunça” deu “sacode” em Wanda (Totia Meirelles). Ela sempre quis ser internacional. Preocupe-se não, Maria. “Salve Jorge” será vendida para os cinco continentes. Seus biquínis sensuais e megahair da cor do sol farão sucesso no estrangeiro. A moça de viseira que bronzeia-se na laje não é somente o que falam dela. Se é esnobe, provocativa, já demonstrou ser sensível também. Por baixo de Maria Vanúbia existe Roberta Rodrigues. Roberta que canta e encanta no grupo musical Melanina Carioca, com os seus amigos do Vidigal. Olha o Vidigal criando arte de novo. Na primeira versão de “Cabocla”, Nelson Gonçalves entoava: “Cabocla, seu olhar está me dizendo…”. No remake, Roberta soube o que dizer. Da mesma forma que soube dizer aos “Filhos do Carnaval”, sucesso da HBO. A intérprete é legitimamente tropical. Não poderia então ficar de fora de “Paraíso Tropical”. Após bater papo com as “Três Irmãs”, saiu do Vidigal e deu um pulo em Copacabana, e não se iludiu com “A Iludida de Copacabana”, episódio de “As Cariocas”. “Copacabana não me engana”. O coração “vale tudo” de Gilberto Braga não é insensato. E o papel de Fabíola fora dado à profissional em “Insensato Coração”. A personagem Dirce é “de menor”. Porém, Roberta Rodrigues é “de maior”. E daí? Ambas são brasileiras. Conexão Vidigal-Amazonas na história “A De Menor do Amazonas”, de “As Brasileiras”. Se bom filho à casa torna, a filha tornou. E bastante filmes saborearam a sua presença, sejam longas-metragens, sejam curta e documentário. Entre eles, estão: “Garrincha – Estrela Solitária”, “Noel – Poeta da Vila”, “Mulheres do Brasil” e “5 X Favela: Agora por nós mesmos” (apresentado no Festival de Cannes; indicação de melhor atriz para Roberta concedida pelo Grande Prêmio Brasileiro de Cinema). Não se enrolou em “Desenrola”. Quis fazer brinde em “Vamos Fazer Um Brinde”, e 10 anos depois como ela mesma esteve em “Cidade de Deus – 10 Anos Depois”. Onde tudo começou. Entretanto para o público e Roberta não terminou. Há o que vier pela frente. Roberta Rodrigues foi aprendiz, hoje é querida atriz e não torce o nariz para os que ovacionam-na. Maria Vanúbia não é bagunça. Tampouco Roberta. Roberta é mulher e artista séria.

  • “Lucy Ramos ‘in the sky with diamonds’.”

    maio 15th, 2013

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    Foto/Trust Mngt

    Sheila é meiga. Sheila é doce, sonhadora. Moça bonita que sobe e desce ladeiras, pega carona em garupa de moto e é verdadeira. A personagem de Lucy Ramos na novela de Gloria Perez, “Salve Jorge”, contribuiu de modo enobrecedor no sentido de alvejar o cerne da percepção avaliadora dos telespectadores. Lucy é boa atriz. Não porque ouvi: “É o que se diz.” Tenho provas que sublinham a máxima anterior a esta. No Direito, o ônus da prova cabe a quem acusa. Nas Artes, o ônus da prova cabe a quem atua. E Lucy Ramos saiu-se Defensora de primeira. Foi-lhe atribuída no folhetim das 21h a indispensável tarefa de no núcleo que acendeu acalorada discussão pintar fortes cores de credibilidade. As cenas que tivera abarcando o árido tema “tráfico humano” serviram para o desenvolvimento coerente da trama. Emprestou seus olhos ao susto e aos medo, aflição e angústia. Agradáveis às pupilas nossas foram os momentos que Lucy sorriu. Que Lucy dançou. Morena (Nanda Costa) confiou nela. Eu confiaria. Colaborou para que o público lavasse a alma dando oportunidade a Lucimar (Dira Paes) que esquentasse mão em rosto traidor de Wanda (Totia Meirelles). Não aceitem má interpretação, pois é ficção. Proferem que “tapinhas de amor não doem”, contudo “tapinhas de ódio” doem… E como doem. Que o diga Wanda. Que se arrebenta e não se emenda. A recifense Lucy Ramos fora peça-chave na elucidação e desbaratamento da quadrilha que assombrou o Brasil. A linda morena que não é a única “Morena” de “Salve Jorge” nos deu beijo de talento. Artista cumpridora de missão. Como libriana que é busca incansavelmente o equilíbrio da balança da vida e da profissão. A balança não se mexe. Sinal de equilíbrio. A também modelo iniciou carreira em fase que nos atordoa: a adolescência. Afinal quem dispensaria formoso rosto? Os deslumbrantes cabelos parecem moldura de valioso quadro renascentista do Louvre. E não é que a pelota se aproximou de seu delgado pé ao desejar ser jogadora de futebol? Lucy, você já marca seus gols. Os goleiros lhe temem. Aprendeu (ou só fez desabrochar) a capacidade de atuação no curso de teatro do SENAC. Estacionou seu carro na “Oficina de Atores” da Rede Globo. De lá, saiu tinindo, e disposta a brilhar. Matriculou-se em academia de “Malhação”. Suou, pegou peso, e a mesma toalha que usou para enxugar face própria, guardou em mochila, porquanto havia compromisso agendado: viajar no tempo e ser uma das moças de “Sinhá Moça”. Com esforço de atleta subiu em árvore, e saciando o apetite saboreou fruta de gosto peculiar, a jaca, em “Pé na Jaca”. Tão prazeroso conhecer o paraíso, e Lucy o conheceu em “Paraíso”. Deram-lhe cordel para ler. E o encantamento da sua leitura não nos decepcionou em “Cordel Encantado”. Ela, como já afirmei é do Recife. Recife é da terra de Cabral. Nada mais justo que sambar no episódio “A Sambista da BR-116” em “As Brasileiras”. Lucy surgiu em dimensões gigantescas ao ser vista em filmes como “Turistas”, “Um Dia de Ontem” e “Inocente”. Os paulistas comentaram: – A “mina” Lucy Ramos vai fazer Marina… da Silva. A atriz está em céu de diamantes porque é diamante. Nem precisa ser lapidado. Está pronto. Pronto para ser admirado.

  • “Sirvamos um chá bem quente a Antonio Calloni a fim de que possa ficar mais tempo com a gente.”

    maio 14th, 2013

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    Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias/TV Press

    O personagem de Antonio Calloni, Mustafa, em “Salve Jorge”, novela das 21h da Rede Globo escrita por Gloria Perez, como o rico comerciante turco de suntuosos tapetes que é, seguindo à risca as antigas tradições de seu país, costuma dizer aos seus interlocutores que deve-se servir em loja chá bem quente aos fregueses para que possam permanecer largo tempo no estabelecimento, e comprar mais tapeçarias. Quando vejo Mustafa, uma das melhores criações da autora para a produção atual, lembro-me de papel defendido por José Wilker na primeira fase de “Renascer”, em que usava como bordão: “É justo, é muito justo, é justíssimo.” Pois desta forma contextualizo a personalidade do pai adotivo (e nem por isso menos pai) de Aisha (Dani Moreno) na trama das 21h da Rede Globo que está chegando ao fim. Um homem justo, muito justo, justíssimo. Em vários momentos do folhetim, o ex-marido de Berna (Zezé Polessa) revelou esta nobre faceta, que impinge dignidade e honradez à enredo que discute questões de dura aceitação pela sociedade civil. No tocante à busca infatigável da amiga de Zoe (Julia Mendes) por suas raízes biológicas, sempre apoiou-a, por mais que de algum modo isto machucasse-o. Contudo quem justo é sobrepuja dor pessoal. Hoje move moinhos de vento para estreitar a relação afetiva de quem com tanto amor criara e a família legítima. Está ao largo do preconceito socioeconomico. A riqueza material não obscurece a riqueza da alma. Ao deparar-se com situação degradante em que encontrava-se Morena (Nanda Costa), vítima do tráfico humano, foi capaz de “comprá-la” para que pudesse escapar do calvário. Alimentou-a, deu-lhe roupas e guarida. Alguns poderiam argumentar que o que cometera fora errado. Entretanto, o que é o errado diante da multiplicação deste? Quando o assunto é Berna, a configuração analítica é complicada. A prima de Deborah (Antonia Frering) engendrou repertório de crimes, abusando de mentiras, omissões, furtos, e cedendo a chantagens para acobertá-los. O casamento de anos com a elegante esposa não demoveu-o de pôr em prática sua sede de justiça. Berna sofrera forte repreensão e colocada contra a parede todas as vezes em que suas práticas penais eram desveladas pelo marido. Antonio Calloni é daqueles intérpretes que dão credibilidade e prestígio a quaisquer produções para as quais é escalado, e em “Salve Jorge” não está sendo diferente. Quantas vezes não percebemos seus faiscantes olhos azuis marejados de lágrimas com real emoção? Privilegiados são os artistas que com ele dividem a cena. Antonio estreou com garbo na minissérie de Gilberto Braga, “Anos Dourados”, com o seu inesquecível Claudionor. E a partir daí, em desenfreada evolução, Calloni, que também é respeitado escritor e poeta, construiu sólida carreira pontuada por personagens indiscutivelmente marcantes. Dentre tantas novelas de que participou, destaquemos o William de “O Dono do Mundo”, o cineasta Milton Dumont de “Zazá”, o mitológico Bartolo de “Terra Nostra”, o Mohamed de “O Clone” (inicia-se aí frutífera parceria com Gloria Perez), o divertido César de “Caminho das Índias”, e o romântico e severo contraventor Natalino de “O Astro”. Um elemento objeto de interesse em sua jornada artística é o fato de ter personificado, não raro com verossimilhança, papéis históricos, como o abolicionista Lopes Trovão de “Chiquinha Gonzaga”, o pioneiro das telecomunicações Assis Chateaubriand em “Um Só Coração”, o poeta modernista Augusto Frederico Schmidt, afora o médium Zé Arigó. Sobressaiu-se em diversos episódios de “A Vida Como Ela É”. Emprestou potencial à adaptação de obra de Machado de Assis em “O Alienista”, na “Terça Nobre”. Não faltaram-lhe humorísticos, seriados, infantil e especiais. Testemunhamos seu alvo rosto em minisséries relevantes como “Decadência”, “Os Maias” e “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”. Seguiu a orientação de cineastas em filmes como “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil”, “Outras Estórias”, “A Paixão de Jacobina”, “Poeta das Sete Faces”, “Anjos do Sol” (com o qual recebeu o prêmio ACIE – Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil) e “Faroeste Caboclo”. Dublou Garfield. Retomando o tema láureas, fora agraciado com o Molière pelo Karl Marx do espetáculo “A Secreta Obscenidade de Cada Dia de Marco Antonio de la Parra”. E como autor revelação presentearam-no com o Prêmio Jorge de Lima pelo livro de poemas “Infantes de Dezembro”. Entre coxias, urdimentos e proscênios desbravou terrenos de Tchekhov, Jorge Amado, Sam Shepard, Harold Pinter, Tom Stoppard, Eugene O’Neil e Milan Kundera. Antonio Calloni é generoso e magnânimo com o público e as Artes, deixando por onde quer que passe marcas, vestígios e impressões de sua fonte inesgotável de talento nato. São por esses motivos que sugeri-lhes que sirvamos um chá bem quente a Antonio Calloni a fim de que fique mais tempo com a gente. Nem precisa ser o chá das 5, pode ser o das 18, 19, 21 ou 23h.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 14th, 2013

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    Reprodução de LP do trio instrumental Zimbo Trio, lançado pela gravadora RGE em 1964, e que estava em exposição na mostra dedicada à bossa nova, realizada no Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

     Curadoria: Charles Gavin

     Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 14th, 2013

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    Garrafas de champagne à venda em um dos bares da área externa do Píer Mauá, onde ocorreu o Fashion Rio Outono Inverno 2012.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 14th, 2013

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    Área do Píer Mauá, no qual houve o evento de moda Fashion Rio Outono Inverno 2012, em que ficavam dependuradas várias reproduções gigantescas de fotos de personalidades (como Taís Araújo, Diogo Nogueira, Mariana Ximenes, Carolina Dieckmann, Ney Matogrosso, Angélica, Bethy Lagardère e Juliana Paes) tiradas por Fernando Torquatto.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 14th, 2013

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    Estande da Melissa, que ficava na área externa do Píer Mauá, durante o Fashion Rio Outono Inverno 2012.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • “Perguntaram à Arte: – Você quer Alexandre Nero? Ela respondeu: – Quero!.”

    maio 13th, 2013

    Alexandre Nero 010 [1024x768] Foto: Sergio Santoian para a Revista MENSCH

    Com passos largos e confiantes, proveio de cidade de nome Curitiba, lá pelos torrões do Sul do Brasil, jovem artista de braços dados com a Dona Arte. Eles não se desgrudavam. O “peregrino” é músico, compositor, arranjador, sonoplasta, diretor musical e… ator! Soltou branda voz em melodias de lavra própria por palcos com almas distintas. Caíram sobre suas merecidas mãos muitos prêmios. Nenhuma das múltiplas facetas que possui foi preterida. Deixou marcas dos pés pelos tablados da vida, em peças como “Os Leões”, “Agora é que são elas”, “O Processo”, “Pluft, o Fantasminha”, “A Bruxinha Que Era Boa”, e “Bolacha Maria: um punhado de neve que sobrou da tempestade”. Na tela mágica do cinema, frequentou os sets de filmes como “Corpos Celestes”, “Cilada.com” e “Novela das Oito”. E vem por aí “Super Crô – O Filme”. Dedilhou cordas de violão, cantou, juntou palavras esparsas em coesão. Nasceu música. E de bandas participou: Maquinaíma e Denorex 80. É fato que esteve de fato no grupo Fato. Lançou disco de relevância: “Vendo Amor Em Suas Mais Variadas Formas, Tamanhos e Posições”. Ouviu o chamado da televisão, a “grande fábrica dos sonhos”. Deram-lhe personagem doce. Vanderlei era tão doce que se tornou o favorito de Catarina (Lilia Cabral) em “A Favorita”, de João Emanuel Carneiro. Quando pensou que chegara a hora de tirar sesta na cama e sonhar com o paraíso, Edmara Barbosa e Edilene Barbosa o despertaram pois tinha compromisso com “Paraíso” (texto original de Benedito Ruy Barbosa). Terêncio foi parceiro do “leão” Eriberto Leão. Não me esqueci de “Casos e Acasos”, “Dó-Ré-Mi-Fábrica” e “Batendo Ponto”. Elizabeth Jhin escreveu em papel ou computador o que as estrelas lhe disseram: – Chame o Nero. E a Nero coube Gilmar. Tivera que cometer maldades no comecinho da noite. Recebeu então um convite de Aguinaldo Silva com estampa fina: o Baltazar de “Fina Estampa”. Serviu como importante ponte para que se denunciassem questões que amiúde entristecem segmentos da sociedade: a homofobia e a violência doméstica. Vítimas destas que só desejam respeito e cidadania. Alexandre conduziu volante de carro luxuoso pelo drama e pela comédia com o seu motorista. O destino e Gloria Perez quiseram porque quiseram que o ator se reencontrasse com a colega tão querida Dira Daes, com quem contracenou em folhetim anterior. Dos dedos rápidos e imaginativos de Gloria teclando máquina da informação surgiu Stenio de “Salve Jorge”. Ótimo advogado e sabedor das brechas das leis. Brechas que dão beijo no rosto da impunidade. Brechas do Brasil. Os brasileiros Drika (Mariana Rios), Pepeu (Ivan Mendes) e a turca Berna (Zezé Polessa) espocam garrafa de champanhe celebrando as brechas. No ombro alinhado de seu paletó há cheiro de bom perfume. Perfume de Helô (Giovanna Antonnelli), sua ex-mulher. O divórcio foi firmado em cartório. Contudo, não firmado em corações. Em corações apaixonados não há burocracia. Dentre tantas causas que ganhou ou perdeu, a mais desafiadora é reconquistar a bela mulher de cinto duplo. O que almeja o causídico é dela ouvir dentre um “hã hã” e outro “hã hã”, a frase “Eu te amo, Stenio.” A leitura de sentença que cultiva tanto em si mesmo escutar. Stenio se sentirá grande no prazer, atuante e cantante no amor. Não obstante, Stenio se refestelou em colo certo. No colo de Alexandre. Não há quem possa duvidar da intuição da Dona Arte.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 13th, 2013

    DSC07812
    Modelos da coleção Melissa Plastic Paradise, em estande da marca localizado no Píer Mauá, onde ocorreu o Fashion Rio Outono Inverno 2012.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

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