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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 13th, 2013

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    Painel da Melissa que indicava o nome de sua nova coleção (Melissa Plastic Paradise), durante o Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 13th, 2013

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    Espaço criado pelo O Boticário que servia como um spa (Nativa SPA – O Boticário), e no qual as convidadas poderiam experimentar os produtos da marca, enquanto acontecia o Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 13th, 2013

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    Toucadores de O Boticário, nos quais as convidadas poderiam se utilizar dos produtos da marca, durante o Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • ” Laryssa Dias, dia a dia, com Waleska, dá charme extra a ‘Salve Jorge’ “.

    maio 10th, 2013

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    Foto: Primo Tacca Neto e Brasilio Wille

    Assim como pode florescer lírio em meio à cinzenta lama, no depósito das traficadas de “Salve Jorge”, novela das 21h da Rede Globo, de Gloria Perez, que está nos seus capítulos finais, pode haver os talento e beleza de jovem atriz e bailarina paulistana, Laryssa Dias. Bem já no começo do folhetim, Laryssa despertou-me a atenção por suas personalidade, firmeza, segurança, compreensão da difícil personagem, e é claro, belo rosto e nítido potencial dramático. Seu papel é contextualmente complexo, espinhoso, o que não causou temor à intérprete. Muito pelo contrário. Teve e tem ótimas cenas com seus colegas de elenco com quem dividiu e divide o estúdio. Laryssa, que é formada em Publicidade e Marketing, permitiu que sua genuína vocação artística bradasse. E colocou-a em prática desde cedo, quando criança. A atriz defrontou-se durante todo o decorrer da trama com fortes momentos de tensão estrategicamente inseridos naquela. Não faltou espaço para agressões físicas e morais de caráter contínuo impingidas por mão pesada do algoz onipresente Russo (Adriano Garib), o que não deve ter sido nada fácil para a artista. Se o que vemos hoje é uma poderosa atuação de Laryssa deve-se sobretudo à solidez na bagagem de aprendizado colhida no passado. Na primeira ocasião que sentiu o aroma do tablado de um teatro estava em período adolescente. O circo cutucou-a também. Os ensinamentos que obtivera não lhe foram transmitidos por mãos quaisquer. Ligia Cortez deu-lhe aulas na Casa do Teatro e dirigiu-a em “Menina Moça”. A Escola de Atores – Wolf Maya passou-lhe importantes noções de como se portar defronte a uma, duas ou três câmeras, e submeter-se à rigidez das marcações natas à engrenagem industrial do veículo televisão. Laryssa é “menina moça” inquieta, ávida por aprender. Buscou em Fátima Toledo, José Eduardo Belmonte, Denise Weinberg, Wladimir Capella e o Grupo Tapa um tanto mais de ricos ensinamentos. E o fruto maduro nascido da boa semente que plantou vislumbra-se na personificação de Waleska. Uma personagem que lograra simpatia do público não somente pelo carisma da profissional, mas proporcionada pelas sensibilidade, altivez, determinação e senso de justiça com que fora composta. O fato de que já era prostituta antes de ser traficada em nenhum instante livrou-a da condição de vítima como as demais. Alguns dos pontos positivos de sua participação evidenciam-se nas bem-sucedidas parcerias com Nanda Costa (Morena) e Murilo Grossi (Almir). Fontes asseguram que Waleska terá envolvimento com o policial e se apaixonará por ele, o que denota oportuno e agradável desfecho, haja vista que torcemos por sua vitória pessoal. Destaca-se outrossim a postura de líder com os pares de infortúnio. Ciente de que sofrerá “tapas & tapas”, e nunca beijos do “carrasco da Turquia” Russo enfrenta-o com dignidade e valentia surpreendentes. O confronto com Lohana/Jô (Thammy Miranda) propositalmente por esta provocado irá diluir-se com a descoberta de real identidade da desafeta, o que renderá interessante situação. Deduzimos que para que uma atriz ganhe a oportunidade que Laryssa Dias conseguiu faz-se necessário que tenha-se estofo de estudos além dos que já aqui mencionei. E aquele adveio de experiência como protagonista em curta-metragem de Marcel Mallio, “Fui Comprar Cigarro”, e no seriado da Fox, “9MM SP”. Entre coxias teatrais, durante curso do diretor de núcleo da Rede Globo Wolf Maya encenou Sam Shepard, “Oeste Verdadeiro”, e Ibsen, “Casa de Bonecas”. É de pronta conclusão de que nada caiu do céu no colo de Laryssa. Perseverança, dedicação e intento de aprender foram-lhe consistentes aliados. O destaque em “Salve Jorge” não veio-lhe por acaso. Há sim possibilidade de visar charme extra em Waleska dia a dia com Laryssa Dias. Laryssa é o lírio na lama. E onde há lírio há esperança.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 10th, 2013

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    Uma das convidadas é maquiada, enquanto a outra aguarda, com a linha de maquiagem Make B., desenvolvida em parceria do O Boticário com Fernando Torquatto, enquanto acontecia o Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 10th, 2013

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    Decoração com vidros de perfume estilizados criada pelo Nativa SPA – O Boticário, tendo a foto ampliada da top model Fernanda Motta ao fundo, que mantinha amplo "stand" no Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 10th, 2013

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    Painel com fotos em P&B que servia como ornamentação do espaço externo do Píer Mauá, no qual se realizou o Fashion Rio Outono Inverno 2012.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 10th, 2013

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    Bastidores do programa “GNT Fashion”, nos instantes que antecederam a entrevista que a jornalista Lilian Pacce fez com o colunista da revista Época Bruno Astuto, no Fashion Rio Outono Inverno 2012, que aconteceu no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • “Todos estão apontando para Nando Cunha, não porque ele é ‘ponto turístico’, como diz Pescoço, e sim porque é bom ator.”

    maio 7th, 2013

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    Foto: Ricardo Leal/UOL

    É de se lembrar sempre o comentário tecido por Pescoço, o engraçadíssimo personagem vivido pelo carioca Nando Cunha em “Salve Jorge”, novela das 21h da Rede Globo, escrita por Gloria Perez, em capítulo não muito distante. Em delegacia de polícia, indignado com a “injustiça” por estar ali, tendo “ótima” companhia à sua frente, Wanda (Totia Meirelles), desfia a seguinte pérola, algo como: “Eu não sou ponto turístico ‘pra’ todo mundo ficar me apontando…”. Esta e tantas outras tiradas objetos da improvisação do ator têm sido motivo de genérica gargalhada do público. Quem há de resistir a essas hilárias colocações: “É ruim ‘heim’, ‘cumpade’! Santo que não me ajuda não canto nem ‘pra’ descer”.; “Se falar fosse bom neguinho nascia com duas bocas.”; “Volta ‘pra’ garrafa!”; e “Sai do meu pé, frieira!”. Este somatório de ditos espirituosos e chistes impagáveis associados à minuciosa composição de Nando no que concerne ao gestual nervoso, aos olhares por ora assustados por ora munidos de sedução e malícia, à voz de velocidade rápida sem no entanto atropelar as palavras se fazendo inteligível, ratificam o acerto em nível elevado atinente ao processo de construção do papel. O epíteto “Pescoço” já carrega em si mesmo graça pujante. E por que a escolha deste epíteto, a ponto do ator usar nele mesmo cordão dependurado com a letra “P”? Se já o fora para nós explicado pela teledramaturga, confesso meu desconhecimento. Todavia, o que de fato importa são as pilhérias desferidas pelo companheiro de Delzuite (para ele, Delzinha), defendida com credibilidade e emoção por Solange Badim. Pescoço, como malandro de “carteirinha” e paquerador que é lança mão sem vestígios de culpa de um sem número de mentiras, invencionices a fim de que sirvam de justificações para suas “puladas de cerca”, seus xavecos e “171’s”. Se temos por desejo sermos amigos de “Percoço”, como em tons de deboche Maria Vanúbia (Roberta Rodrigues) o chama, não devemos sequer mencionar o nome ou mesmo passar em frente a um distrito policial. Haja vista que qualquer parecer de psiquiatra confiável o diagnosticaria como sendo vítima de “stress pós-traumático”, devido ao malogrado período em que esteve afastado do convívio da sociedade pelo cometimento de delitos de menor relevância. Ressaltemos também o pouco ou quase nenhum apreço de Pescoço por quaisquer coisas que lembrem ainda que de modo longínquo o trabalho. Compremetera-se a fazer cadeira para Seu Galdino (Francisco Carvalho). E o comerciante de origem nordestina está até hoje literalmente a esperando em pé. O que o personagem em pauta gosta mesmo é de se posicionar de forma estratégica na laje, e admirar o corpão besuntado de óleo e clareador de pelos de Vanúbia para ficar com a cor do verão. Quando a bonita e falastrona moça tomava sensualmente banho de mangueira, Pescoço esticava até o pescoço. Nando Cunha é hábil na dança, tanto que já demonstrara seus dotes na gafieira Estudantina, como em vários musicais dos quais fez parte na carreira. O samba de qualidade está em suas veias, porquanto já se fizera presente em espetáculos como: “Noel Rosa, o Feitiço da Vila”, “Obrigado Cartola” e “Estatuto da Gafieira”. Esteve em espetáculos de similar significância que não escaparam ao viés da música: “Forrobodó”, “Doidas Folias”, “Grande Otelo – Êta Moleque Bamba”, e “Geraldo Pereira, Um Escurinho Brasileiro” (Geraldo era considerado o “Rei do Sincopado”). Outras produções clamam ser citadas: “O Mundo é Grande”, “Manual de Sobrevivência para as Grandes Cidades” (dirigida por João Batista para a Cia. Dramática de Comédia), “O Último Dia”, “Missa dos Quilombos”, “O Homem da Cabeça de Papelão”, cuja autoria cabe a João do Rio, e “Assassinato no Motel – Uma Comédia Policial”, sob a direção do humorista Fernando Ceylão. O intérprete Nando, que é graduado em Letras pela UFF (Universidade Federal Fluminense) e Artes Cênicas (Licenciatura em Teatro) pela UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), já obtivera êxito na televisão em obra das 18h da emissora carioca, “Desejo Proibido”, entretanto foi com a personificação por assim dizer mediúnica de Grande Otelo na microssérie “Dalva e Herivelto, Uma Canção de Amor”, que Nando Cunha recebeu os merecidos respeitos da crítica e dos telespectadores. Contudo, quem afirmara que o drama policialesco lhe escapulira na TV? Integrara o elenco do seriado “Força-Tarefa”. O sucesso então o levou direto para folhetim de Walther Negrão, “Araguaia”. Estivera em tantos outros programas de diferentes formatos. Ninguém segura Nando Cunha. A alcunha do momento é Pescoço. “Percoço” para Maria Vanúbia. Nando, não se preocupe com os que estão a lhe apontar. É por válido motivo. O dedo que o aponta é o indicador, indicando que é bom ator.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    maio 7th, 2013

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    Telão que exibia a reprise dos desfiles (no caso o de Nica Kessler) do Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

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