“Em ‘Cordel Encantado’, ele foi o Príncipe Felipe. Um Príncipe justo. Jayme Matarazzo.”

Publicado: 04/05/2012 em Cinema, TV

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Foto: uol

A justiça se fez soberana e absoluta pelas mãos nobres do personagem de Jayme Matarazzo (no ar como Rodinei em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira) na novela de Duca Rachid e Thelma Guedes. A fim de impedir que seu irmão Inácio (Mauricio Destri) levasse adiante plano de pagar dote ao coronel Januário (Reginaldo Faria) para se casar com Antônia (Luiza Valdetaro) com dinheiro que não lhe pertencia, e cujo furto motivou a prisão de Cesária (Lucy Ramos), Felipe e Doralice (Nathalia Dill) revelam toda a verdade ao coronel. E as possibilidades de casamento se desfazem. Com esta atitude, já nos ficou bastante claro o perfil do Príncipe Felipe. Um Príncipe que se norteia pelo senso da correção, nem que para isso tenha que defrontar-se com quem lhe é próximo. Este está sendo, como sabem, o retorno de Jayme ao horário que o consagrou junto ao público. Afinal, foi com o Daniel de “Escrito nas Estrelas”, de Elizabeth Jhin, que o ator fez com que os telespectadores acompanhassem e se emocionassem com o folhetim de temática espírita. Falemos então um pouco deste jovem artista. Nasceu no Rio de Janeiro, e mudou-se ainda pequeno para São Paulo. Lá tivera experiência com a música e estudou cinema durante certo tempo. Ao retornar ao Rio, planejava ser diretor de arte. Só que caminhos distintos o fariam rever seus projetos iniciais. Ao colaborar com o pai Jayme Monjardim na ótima minissérie sobre a grande cantora Maysa (como é de conhecimento geral, avó paterna de Jayme Matarazzo), “Maysa – Quando Fala o Coração”, de Manoel Carlos, como assistente de direção, aparece coerente oportunidade de interpretar o próprio pai quando bem moço. E esta etapa em sua vida foi definitiva para que decidisse sem mais quaisquer dúvidas seguir a carreira artística. Participa a seguir da produção das 18h que já lhes relatei, e lhe surge excelente convite para integrar o elenco do filme de Arnaldo Jabor, “A Suprema Felicidade”, com Marco Nanini, Dan Stulbach e Tammy Di Calafiori. Agora é o justo Príncipe Felipe de “Cordel Encantado”. Nada mais justo para quem cresceu em meio à boa influência da arte.

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