Arquivo de agosto, 2013

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A jornalista Lilian Pacce no Fashion Rio Verão 13/14, importante evento carioca produzido na Marina da Glória.
Lilian é considerada uma das maiores referências da moda brasileira.
Estudou na London College of Fashion e na Central Saint’s Martin College of Art and Design, em Londres, Inglaterra.
É coordenadora do GNT Fashion.
Faz a cobertura dos celebrados desfiles do eixo Paris-Milão-Londres-Nova York.
Lançou os livros “Pelo Mundo da Moda”, “Ecobags – Moda e Meio Ambiente” e “Herchcovitch; Alexandre”.
Por duas vezes, recebeu os prêmios de “Melhor Jornalista de Moda” do país concedidos pelo Phytoervas Fashion e pela ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) Fashion Brasil.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: TNG

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Foto: Divulgação/TV Globo

Combinemos num único cadinho vilania, homossexualismo, senso de humor afiado, ganância, frieza e carência afetiva. Agora faz-se necessário que se busque um ator ideal que abrace todos esses elementos “traiçoeiros” despudoradamente, transforme-os num personagem protagonista de uma novela das 21h da Rede Globo, e ainda assim consiga ser carismático. Não importa quem teve a ideia de escalar Mateus Solano. Se foi o autor Walcyr Carrasco. Se foi o diretor geral Mauro Mendonça Filho ou se foi o diretor de núcleo Wolf Maya. O que de fato nos interessa é que a escolha foi certeira. Difícil também é acreditar que o brasiliense com mais de 30 peças de teatro no currículo, que deu vida ao compositor Ronaldo Bôscoli em “Maysa – Quando Fala o Coração”, à vítima da ditadura militar Stuart Angel no programa “Linha Direta Justiça”, aos irmãos gêmeos Jorge e Miguel de “Viver a Vida” e ao Mundinho Falcão do “remake” de “Gabriela” não fizesse jus à incumbência que lhe foi oferecida. Mateus, um bonito intérprete e com porte fidalgo, logrou a proeza de fazer com que o público, dentro dos seus limites possíveis, simpatizasse com um dândi capaz de abandonar a sobrinha recém-nascida a quem alcunhou de “ratinha” numa caçamba de lixo. O ex-diretor administrativo do Hospital San Magno não é afeito a representações religiosas a ponto de usá-las como referências para criar os seus bordões em momentos de indignação: “Será que eu salguei a Santa Ceia?”; “Pelas contas do rosário…”; “Será que eu fiz confete dos pergaminhos do Mar Morto?”; e “Será que eu fiz um skate com as tábuas dos 10 Mandamentos?”. Ademais, não hesita em debochar do próximo com epítetos pejorativos ou deselegantes, como quando se referia à sua ex-secretária Simone (Vera Zimmermann) como “cadela”, ou a Valentin (Marcelo Schmidt) como “apache”, funcionário da lanchonete da casa de saúde, “velho gagá” no caso do Dr. Lutero (Ary Fontoura), ou sempre associar o advogado Dr. Rafael (Rainer Cadete) a uma criança ou adolescente. De outra forma, dirige-se com suposto carinho à mãe Pilar (Susana Vieira) chamando-a de “mamy poderosa” e ao pai César (Antonio Fagundes) de “papi soberano”, culminando com o “meu doce” dedicado a quem mais odeia, a irmã Paloma (Paolla Oliveira). Não podemos nos esquecer de Anjinho (Lucas Malvacini), o seu amante. Félix coleciona diversificada galeria de absurdos cometidos em “Amor à Vida”: trata o “filho” Jonathan (Thalles Cabral) com desprezo e violência (já trancou o rebento no armário e destruiu o seu skate, além de obrigá-lo a ser médico e não arquiteto); traiu Edith (Bárbara Paz) com outro homem; superfaturou os contratos dos fornecedores do hospital; deu um golpe financeiro em Amarilys (Danielle Winits); destruiu as carreiras de Lutero e Atílio (Luis Mello), e vida pessoal deste, levando-o à prisão, à base de chantagens; despediu uma técnica de enfermagem, Inaiá (Raquel Villar), logo depois readmitida, após ela ter se relacionado com o seu “objeto de desejo” Dr. Jacques (Julio Rocha); aliou-se à pérfida Dra. Glauce (Leona Cavalli) a fim de fraudar o exame de DNA que comprovaria a maternidade legítima de Paloma no tocante a Paulinha (Klara Castanho); e recentemente engendrou com Ninho (Juliano Cazarré) e Alejandra (Maria Maya) o sequestro da sobrinha e da enfermeira Ciça (Neusa Maria Faro). No decorrer dos capítulos, houve uma breve tentativa de humanização do personagem, que se dera quando a sua homossexualidade fora “revelada” perante a família inteira durante um jantar pela furiosa mulher traída. O alto rapaz que usa ternos, sapatos e gravatas de grife e adora sushis e sashimis, mantendo os cabelos negros sempre muito bem penteados pode até ter sensibilizado os telespectadores por alguns instantes, porém a sua insistência em prosseguir nas iniquidades para alcançar o que deseja “pulverizou” a “compaixão” daqueles. A opção de Mateus (autor e diretores) por um comportamento afetado (uma opção arriscadíssima) e divertido pode ter causado a princípio uma estranheza no público telespectador, no entanto com o desenrolar da história nos acostumamos com os gestos espalhafatosos, suas “mãos nervosas”, seu leve pentear da sobrancelha com o dedo mindinho, seu andar semelhante a um “pavão”, e voz bela e grave entoada com frequente ironia. Mateus Solano, sem quaisquer sombras de dúvida, compreendeu a árdua tarefa de vivenciar este papel, e de modo algum a sua atuação recrudesceu a discriminação, homofobia e preconceito brasileiros. O que já é um ganho para a novela e o ator. Mateus antes de brilhar como o compositor da bossa nova em “Maysa – Quando Fala o Coração”, já havia participado de outros folhetins, seriados e minisséries, como “Um Só Coração” e “JK”. Iniciou sua bem-sucedida parceria com Walcyr Carrasco em “Morde & Assopra”, como Ícaro (seguindo com “Gabriela”). Formado em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu, estudado na escola “O Tablado”, o primo de Juliana Carneiro da Cunha, por intermédio desta, que é membro permanente, estagiou na consagrada companhia francesa de Ariane Mnouchkine “Théâtre du Soleil”. Há incursão na web com a série “Mateus, o Balconista”. Já nas salas escuras de projeção, pudemos conferir todo o seu potencial em longas-metragens como “Linha de Passe”, “Vida de Balconista” e “Novela das 8”. Em 2013, juntam-se à sua filmografia “Confia em Mim” e “O Menino do Espelho”. Como os gêmeos de “Viver a Vida”, de Manoel Carlos”, recebeu várias láureas, e indicações por outros trabalhos. Casado com a atriz, dramaturga e produtora Paula Braun (que fez grande sucesso no filme de Heitor Dhalia, “O Cheiro do Ralo” e está em “Amor à Vida” como a Dra. Rebeca), Mateus encerrou recentemente a temporada de “Do Tamanho do Mundo”, de autoria da própria Paula com direção de Jefferson Miranda no Rio de Janeiro. Ainda na ribalta, dividiu a cena com Wagner Moura em “Hamlet” e encenou “2 pra Viagem” e “O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo”. Chegamos à conclusão de que Mateus Solano consagra-se como o engenhoso, vil e engraçado Félix do horário nobre. Entretanto, quantos skates o filho de César ainda quebrará e quantas crianças recém-nascidas jogará em caçambas malcheirosas de lixo? Quem sabe no dia em que parar de “salgar a Santa Ceia”.

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Imagem projetada em um telão instalado no stand da NATIVA SPA – O Boticário, na qual há um “close-up” no olho de uma mulher cujos cílios estão sendo realçados por um rímel, no Fashion Rio Verão 13/14, evento de moda realizado e produzido na Marina da Glória.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: TNG

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Telão localizado no stand da NATIVA SPA – O Boticário que exibiu uma série de imagens que declaravam o seu amor à cidade do Rio de Janeiro, no Fashion Rio Verão 13/14, semana de moda produzida na Marina da Glória.
Podem ser vistos ao fundo a Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos e a comunidade do Vidigal.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: TNG

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Série de cachepôs contendo líquido gelatinoso com bolinhas preenchidas com várias essências aromatizadas e vidros de perfumes da nova coleção da marca de cosméticos O Boticário, em seu stand montado no Fashion Rio Verão 13/14, evento de moda cuja realização ocorreu na Marina da Glória.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: TNG

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Foto: Guga Melgar

Era para ser Isaac e Ismael, os filhos de Abraão. A religiosidade da mãe cuja sombra da esterilidade a conturbou assim impusera. Quem dera. Os ateísmo e comunismo do pai Otto fizeram com que preferisse atribuir homenagem aos fundadores de Roma, Rômulo e Remo, amamentados por loba mãe, consoante à etimologia do sobrenome do clã, ao nomear seus filhos gêmeos. Rômulo (Eriberto Leão) e Remo (Otto Jr.) cresceram juntos em desacordo. O mesmo desacordo que fez Isaac “lançar pedra” na cabeça de Ismael. Aos dezoito anos, com o coração aberto para “grandes novidades” e fechada para “pequenas antiguidades” sob determinante influência de velho hippie que enfrentou a lama de Woodstock e viu o dedilhar vivo e feroz de guitarra de Hendrix, sem ter deixado de devorar o legado dos “beatniks” Jack Kerouac e Allen Ginsberg, além do poeta William Blake. Rômulo foi apresentado solenemente a um mundo novo supostamente admirável. Abandonou o tédio, a família, o “nada”. Roubou o vil metal que nos é essencial do suor daqueles que compartilhavam o mesmo teto. Descobriu-se escritor. Suas ideias pululavam, e fincaram raízes em 23 “brochuras” que jamais poderiam ser lidas pelos “lobos que o amamentaram”. Língua estranha em páginas numeradas. Fosse em Londres ou no alto da cabeça de um anjo de Berlim, como se em filme de Wim Wenders estivesse, “Asas do Desejo”, o desbravador de letras abriu suas veredas por entre as capas e sobrecapas dos livros que passou a escrever. Sua mente o traiu. A ideia sumiu. O escritor sentiu dor. E a chave grudada na carteira de identidade dilacerada era a ponte para a “volta ao lar de Pinter”. Entrementes, a vida foi inclemente com Rosália (Betina Viany) lhe dando a demência que só as borboletas compreendiam. O pai Otto feneceu, e no jardim regado sempre fora cuidado. Liza (Renata Brida), veterinária, primeiro amor de Rômulo, talvez tenha optado tratar os animais bichos, pois os animais homens não têm tratamento cabível. Casada há anos com Remo, entristece-se por não ver o seu ventre crescer. Um casamento em desalinhamento. Remo é mecânico, ofício herdado do pai, conhecedor emérito da “mecânica das lambretas”. Há uma linda “lambreta” Harley-Davidson que para atingir a sua majestade lhe falta a peça “borboleta”. Rômulo com cigarro na boca, existência em bancarrota, retorna para o seu “rebanho sem pastor”. O jardim onde o pó do pai dorme virou refém e testemunha de traições, perdões e não perdões, cobranças pelas fuga e andanças, incesto involuntário, e a sopa que se bebe vagarosamente. Com isso, o dramaturgo Walter Daguerre imbuiu-se de sua vasta sabedoria cultural amparado por referências várias, sua indiscutível e arrebatadora habilidade em transformar uma situação viável num panorama logicamente contextualizado numa narrativa teatral, a que se deu o nome de ” A Mecânica das Borboletas”. E para pôr no tablado todo esse ideário acerca do ininteligível comportamento humano, o aclamado diretor Paulo de Moraes recebeu honrosa “convocação”. Com o seu mais do que costumeiro senso de percepção espacial e visão de planejamento coerente do conjunto cênico, Paulo estudou cada detalhe de ocupação do palco, embate temporário ou definitivo, “puxando e repuxando” com a proeza de exímio encenador a recôndita emoção da matéria física dos intérpretes. Eriberto Leão constrói Rômulo com milimétrica e exata doses de amargura, culpa, desejo suplicante de redenção, dualidade no proceder, indignação ideológica, defesa irrefreável de suas verdades e compaixão seguidas por postura incisiva nos instantes rogadores de sensações e posicionamentos do escritor não mais inspirado que a tudo o que observa anota em bloco de notas, que se refestela em chão, lânguido, e cantarola música dos The Doors. Betina Viany, com agudeza cognitiva necessária obtém amplo sucesso na constituição de sua Rosália, em que mostra ao público o quanto pode ser dolorido quando o nosso entendimento do mundo é corroído pela demência. A patologia psíquica a faz viver em condição existencial paralela, que mesmo desta forma não a exime da cruenta realidade envolvente. Renata Guida, convicta e provida das qualidades sedutoras de boa atriz, busca um atalho próprio para Liza, fazendo desta uma mulher por vezes estoica, sofrida, carente, infeliz no campo afetivo, sem no entanto deixar de demonstrar lampejos de esperança, solidariedade e candura. Otto Jr., como Remo, é um ator que absorve de modo pleno todas as características atinentes ao mecânico que se prendeu ao comodismo e rotina de sua vivência, à “prisão” de união instável com sua esposa, à preocupação em preservar o mínimo de estrutura do núcleo familiar, mas que no fundo mantém um avassalador desejo libertário de si mesmo. Um elenco de alta qualidade que defende com bravura o conjunto das intenções dramáticas, porém com certo viés otimista, da dramaturgia de Daguerre. O cenário de Carla Berri e Paulo de Moraes é de uma beleza seca, real, enternecedora, que se alterna de maneira criativa nos planos superior e inferior, respectivamente o “ideal”, o “sonho” e a concretude sem solicitude do convívio social. Um carro sendo aos poucos montado, carcomido pelas “rugas de ferro”, semelhante à jipe “guevariano” com seus faróis ofuscantes que possuem a força de um discurso político sem sofismas. Um jardim dianteiro que nos lembra ter “brotado” de um livro romântico de contos de cabeceira, no qual descansa o “gigante adormecido patriarcal” Otto. As duas borboletas que o sobrevoavam querem dizer: – Não se esqueçam da sincronicidade… 16 de junho! A data em que o ciclo começou e se fechou para que outro fosse reiniciado. A rústica mesa de madeira “cansada de guerra” e suas companheiras cadeiras (ou banquetas), onde se degusta a sopa quente que “aquece a mente”. A pia da cozinha na qual nasce o que se come e o que se bebe. A caixa de ferramentas cuja única “ferramenta” inexistente é aquela de que mais precisamos, ou seja, a que consertaria os nossos erros. Por uma curta escada, chega-se ao segundo andar, e deparamo-nos com a “star” Harley. Imponente, esbelta, brilhante, com seu manto sagrado vermelho metálico. Por detrás do palco, uma enorme janela semicircular subdividida em esquadrias revestidas por material translúcido que causa significativo impacto cenográfico. A iluminação de Maneco Quinderé não se inibe nem um pouco em reafirmar sua precípua função num espetáculo teatral. Ela “afaga” o verde. “Abre os braços” para “fade in” e “fade out”. “Perde-se em paixão” por um plano aberto, cuja “abertura” não nos machuca os olhos, muito pelo contrário, acarinha-os, transitando entre o onírico e o realismo. Luzes transversas como flechas. Sombras retóricas que servem para exclamar que “onde há luz há sombras”. Os já citados faróis do carro que se recusam a serem coadjuvantes. Tudo valorizado por um “fog” nada esnobe. Um “fog” não londrino como se fosse hino da anunciação do mistério teimoso que monitora os nossos passos. Os figurinos de Rita Murtinho escolhem apropriado e racional caminho que naturalmente se coaduna com toda a essência do enredo proposto pelo autor. A rebeldia enraizada de Rômulo na sua permanente tentativa de reconciliação com o seu passado é desenhada por casaco de couro, calça, tênis e gravata com respeito ao desleixo de um… rebelde; a dona de casa Rosália, simplória com a altivez das “rainhas do lar”, cuja inteligência sofreu abalos irreversíveis diante da implacabilidade do destino ou algo similar, traja prosaica saia, calça por baixo, blusa e um xale para ocasiões especiais (uma simplicidade pertinente e por isso mesmo adequadíssima ao papel de Betina); já a Liza de Renata Guida nos remete ao atual, moderno, contemporâneo e casual, sem ser extravagante, utilizando-se de saia longa, blusa com gola larga que se aproxima dos ombros, e botas de cano alto; e Remo, como mecânico, não poderia deixar de usar o indefectível macacão sobre t-shirt, contudo em sua fase libertadora nada como um signo que é uma jaqueta para indicar o seu estado recente. Rita é cumpridora de reinante premissa outrora dita para nos deixar ambientados com a sinopse que a nós se apresenta. A trilha sonora original de Ricco Viana é em sua maioria incidental, não menos ligada à racionalidade ou à emoção, sublinhando cenas em que se clamam o tenso, a placidez, o suspense, o cotidiano, um romantismo utópico no dramático painel de nossas missões terrenas, cujas utopias nos cospem nos rostos sem pedir licenças. Culmina com a célebre canção “Al Otro Lado del Río” (de Jorge Drexler). Por que será que nunca há um barqueiro que não seja devoto da usura e nos leve sem perguntas para conhecer “o outro lado do rio”? Como nos é normal pensarmos que este “outro lado do rio” seja bem melhor. Todavia, Remo “encontrou o seu barqueiro”. Provável que aquelas duas borboletas o ajudaram (e mais uma terceira, a peça que faltava para a Harley), para enfim dar o seu grito de liberdade, o seu “freedom”, ouvir os conselhos de Kerouac, e seguir “on the road”!.

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O modelo da Mega Model BH-MG Hugo Lins, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
Hugo nasceu em Belo Horizonte, MG, e sua agência anterior fora a Ford Models Brasil.
Dentre os trabalhos de que participou, está um ensaio fotográfico feito por Kiu Meireles, publicado no site “Fast food(e)”.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: TNG
http://www.megamodelbh-mg.com.br/