Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

Publicado: 01/03/2014 em Evento, Moda

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A atriz Giulia Gam, após o desfile de Victor Dzenk, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Giulia nasceu em Perugia, Itália.
Começou a carreira artística ainda adolescente ao participar de uma montagem do clássico de William Shakespeare, “Romeu e Julieta”, dirigida por Antunes Filho.
Sua próxima peça foi um outro clássico: “Fedra”, de Racine, ao lado de Fernanda Montenegro.
A estreia na TV ocorreu em uma novela de Dias Gomes e Marcílio Moraes exibida na Rede Globo, “Mandala”, baseada na tragédia grega “Édipo Rei”, de Sófocles (a intérprete viveu Jocasta nos 15 primeiros capítulos na sua fase jovem; a seguir o papel veio a ser defendido por Vera Fischer; ganhou o Troféu Imprensa na categoria “Revelação do Ano”).
Destacou-se na minissérie “O Primo Basílio”, inspirada no romance homônimo de Eça de Queiroz, como Luísa.
Um de seus maiores sucessos na televisão foi numa trama escrita por Cassiano Gabus Mendes, “Que Rei Sou Eu?”, ao personificar Aline (Cassiano usou referências da Revolução Francesa para com, muito humor, fazer uma ácida crítica à política do Brasil, que elegeria o seu Presidente da República pela primeira vez pelo voto direto em 29 anos).
No horário nobre, em “Fera Ferida” (que será reapresentada este ano no Canal Viva), de Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn, formou o principal par romântico da história com Edson Celulari pela segunda vez (a pioneira fora em “Que Rei Sou Eu?”), Linda Inês e Raimundo Flamel, respectivamente.
Esteve nas prestigiadas séries “Comédia da Vida Privada” e “A Vida Como Ela É…” (a primeira fruto das crônicas de Luis Fernando Verissimo e a segunda um projeto que se originou nas colunas de Nelson Rodrigues publicadas no extinto impresso “Última Hora”).
Volta a contracenar com o ator Edson Celulari, agora na minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, interpretando a própria Dona Flor criada por Jorge Amado.
No folhetim de Manoel Carlos, “Mulheres Apaixonadas”, Giulia teve a oportunidade de ser Heloísa, uma mulher que não consegue ter controle sobre seus sentimentos, extrapolando todos os limites aceitáveis (seu marido era interpretado por Marcello Antony; o país conhece o grupo MADA, “Mulheres que Amam Demais Anônimas”; a artista é laureada com os “Prêmio Extra de TV” e o Troféu Imprensa).
Foi escalada para integrar o elenco de “A Favorita”, de João Emanuel Carneiro.
Fez tantas outras telenovelas, como “Vamp”, “A Padroeira”, “Bang Bang”, “Eterna Magia”, “Ti-ti-ti” (“remake”), “Amor Eterno Amor”, “Guerra dos Sexos” (“remake”) e “Sangue Bom” (cativou os telespectadores como Bárbara Ellen, uma atriz em decadência e canastrona).
Há também em seu currículo bastantes especiais, “Você Decide”, seriados e humorísticos.
Na tela grande, pôde ser assistida em vários longas-metragens como “Besame Mucho”, “O País dos Tenentes”, “A Grande Arte”, “O Mandarim”, “Sábado”, “Miramar”, “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil”, “Tiradentes”, “Outras Estórias”, “Oswaldo Cruz – O Médico do Brasil”, “A Dona da História”, “Árido Movie”, “A Guerra dos Rocha”, “Chico Xavier” e “Assalto ao Banco Central” (e mais alguns).
Saiu das coxias e foi para a frente dos palcos em espetáculos como “Dilúvios em Tempos de Seca (direção de Marcelo Pedreira); “Fim de Jogo”, de Samuel Beckett, que teve como diretor Gerald Thomas; e “Cacilda!”, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa.
Giulia Gam está no ar em “Boogie Oogie”, novela de Rui Vilhena, veiculada pela Rede Globo às 18h, e que está em sua reta final (no folhetim, sobressaiu-se como a manipuladora, dissimulada e insensível Carlota; envolveu-se no decorrer da narrativa em inúmeros conflitos que diziam respeito ao seu marido Fernando, Marco Ricca, sua filha não biológica Vitória, Bianca Bin, sua real descendente Sandra, Isis Valverde, e a empresa Vip Turismo; em certo período, afastou-se da história, aumentando o suspense em torno de seu papel; usando mega hair, a talentosa intérprete mostrou desenvoltura ao dar credibilidade aos mistérios e golpes perpetrados por sua personagem; segundo o autor Rui Vilhena, foram escritos três finais – uma prática que tem se tornado corriqueira – a fim de despistar público e imprensa, e disse que está reservado para Carlota no último capítulo, que será exibido amanhã, uma revelação surpreendente).

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: Alessa

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