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Foto: Paulo Ruch

A atriz Manuela do Monte na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, no Parque Cândido Portinari.
Gaúcha de Santa Maria, seus primeiros passos na vida artística se deram no teatro (os estudos foram aperfeiçoados no futuro, ao ingressar em escolas especializadas de renome, ambas no Rio de Janeiro, a CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, e O Tablado).
No entanto, iniciou a sua carreira profissional nos cinemas ao ser selecionada em um teste para o filme “Manhã Transfigurada”, de Sérgio de Assis Brasil, para viver a personagem Camila (o longa foi baseado no romance homônimo de Luís Antônio de Assis Brasil; a despeito de ter sido realizado em 2002, a produção só foi lançada nas telas em 2009).
Estreou na televisão em 2003, em uma minissérie dirigida por Jayme Monjardim para a Rede Globo, de autoria de Maria Adelaide Amaral e Walther Negrão, “A Casa das Sete Mulheres” (na trama, baseada no livro de mesmo nome de Letícia Wierzchowski, a intérprete defendeu Joana, a filha bastarda de um coronel, José de Abreu, enviada a um convento ainda na infância).
Neste mesmo ano, emenda com outro trabalho que lhe traria popularidade, a protagonista da 10ª temporada de “Malhação”, como Luísa, uma estudante de fotografia (formou par romântico com Sérgio Marone).
Após ter experimentado uma minissérie e uma novela teen, Manuela é convidada para interpretar um papel, Branca das Neves, em uma história escrita por Antonio Calmon em parceria com Elizabeth Jhin, “Começar de Novo”, levada ao ar às 19h na emissora.
No ano de 2006, a artista fez uma participação especial na minissérie “JK”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, como Amália Brant, a primeira namorada de Juscelino Kubitschek (Wagner Moura/José Wilker), e ganhou um papel na telenovela de Manoel Carlos, veiculada no horário nobre, “Páginas da Vida”, como Nina, contracenando com Tarcísio Meira, que fazia o seu avô, e Helena Ranaldi, a sua mãe.
Posterior a um episódio no seriado “Casos e Acasos”, integrou o elenco do remake de “Paraíso” (2009), de Benedito Ruy Barbosa, na faixa das seis horas, encarnando Tonha (a primeira versão de “Paraíso”, também escrita por Benedito, foi apresentada em 1982).
Mais três folhetins constam de seu currículo na Rede Globo, de 2010 a 2012: “Escrito nas Estrelas”, de Elizabeth Jhin, “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, e “A Vida da Gente”, de Lícia Manzo (nessas duas últimas, foram participações).
Por mais de dois anos (2013 a 2015), protagonizou a nova adaptação de “Chiquititas”, no SBT, desta vez feita por Íris Abravanel (a versão anterior do original argentino de Cris Morena, assinada pela própria Cris e colaboradores brasileiros, também exibida pelo SBT, teve como protagonista Flávia Monteiro, no papel da diretora do orfanato Raio de Luz Carol).
Sua ida para a RecordTV foi marcada inicialmente pelas suas personagens em folhetins bíblicos: em “Apocalipse”, de Vivian de Oliveira, no qual representou uma vilã, a judia ortodoxa Débora, na 1ª fase; e “Jesus”, de Paula Richard, onde encarnou Laila, uma mulher que, por cometer adultério, passa a ser condenada por todos.
No cinema, atuou no filme dirigido e roteirizado por Jose Posadas, “Estado de Exceção” (2012).
E no teatro, deu vida a Salomé, neta de Herodes, o Grande, na Paixão de Cristo de Piauí.
No próximo dia 10, Manuela do Monte estará na nova novela das 19h da RecordTV, “Amor Sem Igual”, de Cristianne Fridman, com direção de Rudi Lagemann, como Fabiana, a assessora de imprensa de uma agência de jogadores de futebol, namorada de Leandro, um vilão interpretado por Gabriel Gracindo, que trabalha no setor jurídico da mesma empresa, e a trai com Fernanda, papel de Bárbara França.

Agradecimento: TNG

 

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Foto: Paulo Ruch

A atriz Lucy Ramos na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, no Parque Cândido Portinari.
Lucy nasceu em Recife, Pernambuco, mas ainda criança se mudou para São Paulo.
Adolescente, torna-se modelo.
Frequentou cursos de teatro do Senac, além da Oficina de Atores da Rede Globo.
Sua estreia em novelas foi na própria Globo, em “Começar de Novo”, de Antonio Calmon e Elizabeth Jhin.
Na 12ª temporada de “Malhação”, numa participação especial, interpretou Valéria, irmã do personagem de Rocco Pitanga, Rico.
Em seguida, ganha um papel, a dama de companhia Adelaide, no remake de “Sinhá Moça”, de Benedito Ruy Barbosa, em 2006 (20 anos antes, o mesmo Benedito lançava o folhetim de época protagonizado por Lucélia Santos; nesta versão, Débora Falabella ocupou o posto principal).
A intérprete, no mesmo ano, só que na faixa das 19h, emenda em “Pé na Jaca”, de Carlos Lombardi, produção em que defendeu Guguta.
Foi convidada pela equipe do programa “Domingão do Faustão” a testar os seus limites como patinadora na competição “Dança no Gelo”.
Dois anos depois, em 2008, retorna às tramas de época, e novamente em um remake, “Ciranda de Pedra”, de Alcides Nogueira, no qual encarnou a vilã Luciana (a história, baseada no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles, foi exibida pela primeira vez em 1981, tendo sido adaptada por Teixeira Filho).
Lucy participa de outro remake, “Paraíso”, de Benedito Ruy Barbosa, como Cleusinha (a sua primeira versão, também escrita pelo autor, foi ao ar em 1982).
Em 2011, a artista esteve no elenco do sucesso das seis horas “Cordel Encantado”, de Thelma Guedes e Duca Rachid, como uma de suas protagonistas, Maria Cesária.
Esteve no episódio “A Sambista da BR 116”, da série “As Brasileiras”, como Dagmar (esta atração foi inspirada em outra série exibida pelo canal, “As Cariocas”, que teve como fonte o livro homônimo de Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta).
Foi vista em “Salve Jorge”, de Gloria Perez, em 2012, como Sheila, a melhor amiga de Morena, Nanda Costa.
Em “I Love Paraisópolis”, de Alcides Nogueira e Mário Teixeira, representou a psicóloga Patrícia.
No ano posterior, em 2016, integra uma trama ambientada no momento histórico das confabulações da Inconfidência Mineira, a novela das 23h de Mário Teixeira “Liberdade, Liberdade” (a intérprete deu vida a Malena, uma escrava maldosa que entrava em conflito direto com Branca Farto, Nathalia Dill).
Em “A Força do Querer”, uma novela de enorme repercussão de Gloria Perez veiculada na faixa nobre, Lucy, atuando como a advogada Leila, disputou por um período com Bibi, Juliana Paes, o amor do também advogado Caio, Rodrigo Lombardi.
Pela primeira vez experimenta a dramaturgia de uma emissora fechada, o GNT, na série escrita por Fernanda Young e Alexandre Machado, “Edifício Paraíso”, que contava a história de cinco casais que viviam no mesmo prédio, cujos desentendimentos acabavam sendo compartilhados pelos outros moradores (seu par, neste seriado, foi representado por Ícaro Silva).
Em seu próximo folhetim, que foi ao ar no ano passado, terminando no início deste, “O Tempo Não Para”, uma trama bastante original pensada por Mário Teixeira, defendeu a rigorosa advogada Vanda, mais conhecida, devido a esta característica, como Vandeca Pitbull.
No cinema, esteve em uma produção internacional, um filme do gênero terror, “Turistas”, de John Stockwell, e os nacionais “Um Dia de Ontem”, de Thiago Luciano e Beto Schultz, no qual contracenou com Caco Ciocler, e “Fica Mais Escuro Antes do Amanhecer”, do mesmo Thiago Luciano, voltando a trabalhar com Caco Ciocler (também pudemos lhe assistir no curta-metragem “Inocente”).
Em novembro de 2018, estreou no longa de ação e suspense de Gustavo Bonafé, “O Doutrinador” (o filme, com Kiko Pissolato, foi transformado em seriado com o nome “O Doutrinador – A Série”, podendo ser acompanhado no momento pelos telespectadores no Canal Space).
Além disso, atualmente, a atriz Lucy Ramos representa uma personagem de destaque, a professora de inglês e futura digital influencer Sílvia, na novela das 21h da Rede Globo “A Dona do Pedaço”, de Walcyr Carrasco, com direção artística de Amora Mautner (Sílvia, entre idas e vindas, num contexto de humor, disputou com a agente de influenciadores digitais Kim, Monica Iozzi, a companhia do indeciso e volúvel Márcio, Anderson Di Rizzi, no entanto, após ter sido “usada” por Chiclete, Sérgio Guizé, para despertar ciúme em Vivi, Paolla Oliveira, assim como o treinador de boxe Abdias, Felipe Titto, também o fora pela digital influencer, ambos, com a mesma sensação de engano, carência e desmerecimento, decidiram “engatar” um romance; dramaticamente, a professora de inglês foi agredida com um tapa no rosto por um aluno, Merlin, Cadu Libonati, em uma escola de classe alta de São Paulo, e nada pôde fazer para não perder o seu emprego; e testemunhou a negligência pessoal de sua irmã Gilda, Heloísa Jorge, quanto à sua saúde, levando-a à derrota fatal, em nome de um casamento sustentado apenas por comiseração e gratidão por parte de seu marido, o advogado Amadeu, Marcos Palmeira).

Agradecimento: TNG

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Foto: Paulo Ruch

A atriz Natallia Rodrigues na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, durante a sua temporada Verão 2016, no Parque Cândido Portinari.
Natallia é paulistana.
Com apenas 10 anos iniciou a sua carreira de modelo, sendo que somente aos 15 decidiu entrar para um curso de teatro.
Em busca de melhores oportunidades na profissão, resolve se mudar para o Rio de Janeiro, onde consegue o seu primeiro papel na TV, a Patty de “Desejos de Mulher”, novela das 19h escrita por Euclydes Marinho para a Rede Globo em 2002.
Aposta jovem da emissora, é escalada para viver uma vilã, Carla, entre os anos 2003 e 2004, na 10ª temporada de “Malhação”.
Após um episódio no programa “Linha Direta” (“O Crime do Sacopã”), a intérprete ruma para outro canal, a RecordTV, no qual participa de um folhetim de época adaptado por Marcílio Moraes e Rosane Lima de três romances de José de Alencar (“Senhora”, Lucíola” e “Diva”), “Essas Mulheres” (sua personagem se chamava Nicota Seixas).
Mantém-se na RecordTV, integrando o elenco de uma trama juvenil criada por Margareth Boury, “Alta Estação”.
Sua telenovela seguinte foi “Luz do Sol”, de Ana Maria Moretzsohn, em que defendeu a Promotora de Justiça Laura.
Sua última aparição na Record se deu em uma produção de Cristianne Fridman, “Chamas da Vida” (na história, personificou Suelen, uma moça do subúrbio do Rio de Janeiro seduzida pela fama).
Em seu retorno à Rede Globo, tem passagens por duas novelas: “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, e a livre adaptação da obra de Jorge Amado, “Gabriela, Cravo e Canela”, “Gabriela”, assinada por Walcyr Carrasco (a atriz interpretou Natasha, uma prostituta de origem russa).
No ano seguinte, em 2013, volta a trabalhar com Walcyr, desta vez em “Amor à Vida”, em que encarnou uma enfermeira, Elenice.
Após todos esses trabalhos, Natallia experimenta o canal fechado, no caso o Multishow, sendo convidada para participar da série baseada no livro de Marcelo Rubens Paiva, “A Segunda Chamada”, como a cafetina Fabi (na sinopse, desvenda-se o mundo da prostituição de luxo em São Paulo).
Em 2015, ocorre a sua terceira colaboração com o autor Walcyr Carrasco, ao entrar para a trama de sua nova novela, exibida às 23h pela Rede Globo, a polêmica “Verdades Secretas”, como Estela.
Depois de fazer uma participação em um episódio da sitcom “Eu, Ela e Um Milhão de Seguidores”, no Multishow, a artista representa Michelle, na série da HBO criada por Bruna Lombardi, “A Vida Secreta dos Casais”.
Já nos cinemas, além de suas atuações em curtas-metragens, esteve em “Estamos Juntos”, de Toni Venturi; “Os Homens São de Marte… e É pra Lá que Eu Vou”, de Marcus Baldini; “Elis”, de Hugo Prata; “O Doutrinador”, de Gustavo Bonafé; e “Skull – A Máscara de Anhangá”, de Kapel Furman.
A atriz também poderá ser vista em “Virando a Mesa”, de Caio Cobra, com previsão de estreia para o final deste ano.
Nos palcos, Natallia encenou mais de uma dezena de espetáculos, como “Mancha Roxa”, “Abajur Lilás”, “Beijo no Asfalto”, “Paris Belfort”, “Vamos?”, “Divórcio!”, “Caros Ouvintes”, “Sobre Ratos e Homens”, “Jogo Aberto” e “O Inevitável Tempo das Coisas”.
Em sua mais recente peça, Natallia Rodrigues dividiu a cena com Edwin Luisi e Anderson Müller, num texto de Renato Modesto com direção de Alexandre Reinecke, “O Martelo”.

Agradecimento: TNG

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Foto: Paulo Ruch

O jornalista e apresentador Fernando Rocha ao lado de sua esposa, a também jornalista Júlia Bandeira na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week.
Fernando é mineiro de Belo Horizonte.
Antes de se dedicar integralmente ao jornalismo, trabalhou como cientista na área de dados por 10 anos.
Sua primeira experiência na televisão (ainda quando trabalhava como cientista de dados) foi como apresentador de um talk show na TV Minas.
Decidiu cursar Jornalismo, conseguindo, após formado, empregar-se nas Redes Bandeirantes e Globo, em São Paulo.
Atuou tanto como repórter quanto como editor de esportes.
Sua grande oportunidade na TV surgiu em 2011 quando foi convidado para apresentar, ao lado de Mariana Ferrão, o programa matinal da Rede Globo “Bem Estar” (um dos objetivos da atração era informar o público de forma leve, geralmente com a presença de especialistas do setor médico, sobre questões de saúde e maneiras práticas e preventivas de se levar uma vida saudável).
Fernando permaneceu como apresentador do “Bem Estar” até fevereiro de 2019.
Em março deste mesmo ano, a jornalista Mariana Ferrão também se desligou do programa, sendo substituída por Michelle Loreto.
No início de abril, o “Bem Estar” foi extinto, transformando-se em um quadro esporádico de outra atração matinal, o “Encontro com Fátima Bernardes”.
Fernando, em 2015, enquanto era apresentador do citado programa, participou do quadro do “Domingão do Faustão”, na mesma emissora, “Dança dos Famosos”.
Recentemente, Fernando Rocha anunciou, por meio de sua conta oficial no Instagram, que em breve apresentará ao público seu mais novo programa (na foto publicada, o jornalista aparece na bancada de uma cozinha nos bastidores da gravação de seu projeto).
A jornalista Júlia Bandeira atuou na Rede Globo como repórter do programa comandado por Caco Barcellos “Profissão Repórter”, e no “Como Será?”, programa exibido aos sábados, no qual apresentou a série “Missão Patagônia”.

Agradecimento: TNG

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Foto: Paulo Ruch

A cantora, compositora e empresária Caroline Celico na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week.
Paulistana, filha do empresário Celso Celico e de Rosângela Lyra, ex-presidente da Dior no Brasil, foi casada com o ex-jogador de futebol Kaká.
Caroline estudou na infância e adolescência no Colégio Américo e no Saint’s Paul School (Escola Britânica de São Paulo).
Decidiu aperfeiçoar o seu inglês em Londres, e o seu francês em Paris, onde também se dedicou à culinária, uma de suas predileções, frequentando as aulas de instituições prestigiadas da área, como o Le Cordon Bleu e o Ritz.
Conheceu o jogador Kaká (importante atleta que passou pelos times São Paulo e Milan, além de ser titular da Seleção Brasileira) em 2002, vindo a se casar em dezembro de 2005 (a vida do casal sempre foi incessantemente acompanhada pela imprensa).
Em nove anos de casamento, Caroline e Kaká tiveram dois filhos.
Seu interesse pela música começou quando cantava no grupo “Renascer Praise”, pertencente à Igreja Renascer em Cristo (exerceu esta atividade no período de 2003 a 2009).
Em 2010, lançou os CD e DVD “Carol Celico”, os quais continham várias faixas compostas por ela, tendo contado com as participações especiais de Claudia Leitte, Kaká e cantores gospel (antes a cantora já havia lançado três CDs com seus respectivos DVDs).
Preside a Fundação Amor Horizontal (criada pela própria Caroline), que tem por objetivo estimular a prática da doação, oferecendo ajuda a diversas instituições de caridade, escolas e creches públicas.
No ano passado, Caroline Celico firmou uma parceria com Chris Ayrosa na empresa de assessoria e design de eventos de luxo no Brasil Party Design (com esta sociedade, voltou à função de assessora de eventos e design exercida em Milão, na Itália, em 2007).

Agradecimento: TNG

 

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Foto: Paulo Ruch

A apresentadora, modelo e repórter Fernanda Keulla na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, no Parque Cândido Portinari.
Fernanda nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais.
A advogada entrou para a 13ª edição do reality exibido pela Rede Globo “Big Brother Brasil”, e se sagrou a grande vencedora.
Foi contratada pela emissora para ser repórter do hoje extinto programa de variedades “Vídeo Show”, tornando-se, tempos depois, uma de suas apresentadoras.
No momento, na 20ª edição do “BBB”, Fernanda Keulla atua como apresentadora e mediadora das mesas-redondas com os eliminados da atração no “Rede BBB” (que conta ainda com os resumos da semana), disponíveis na internet pelo Gshow e Globoplay, além de fazer reportagens de rua com os telespectadores do reality no quadro “Selfie BBB”.

Agradecimento: TNG

 

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Foto: Paulo Ruch

O cantor, apresentador e repórter João Gordo na edição comemorativa dos 20 anos da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016.
João, que nasceu em São Paulo, tornou-se conhecido em todo o país como vocalista da banda de punk Ratos de Porão, na qual entrou em 1983 (seu primeiro show foi na PUC paulista; o grupo Ratos de Porão é uma referência neste gênero musical, sendo prestigiado internacionalmente).
Em 1996, inicia uma longeva carreira de apresentador na MTV Brasil, tendo comandado um sem número de programas: “MTV No Ar” (somente como repórter), “Suor MTV”, “Garganta e Torcicolo”, “Gordo Pop Show”, “Gordo On Ice”, “Gordo a Go-Go” (durou cinco anos), “Piores Clipes do Mundo”, “Gordo à Bolonhesa”, “Gordo Freak Show”, “Gordo Visita” (esteve nesta produção por três anos), “Gordo Viaja”, “Caveirão do Gordo” e “Fundão MTV”.
No ano de 2008, torna-se um dos jurados do programa do SBT “Astros”, uma atração inspirada no antigo “Show de Calouros”, da mesma emissora.
Já em 2009, retorna ao canal onde começou, sendo convocado para a apresentação de dois programas: “Gordo Chic Show” e “Gordoshop”.
Entre 2010 e 2012, foi repórter do extinto programa apresentado por Marcos Mion, “Legendários”, exibido na RecordTV.
Na mesma RecordTV, exerce novamente a função de jurado, desta vez no “talent show” “Ídolos Kids”.
Seu último programa como apresentador, “Eletrogordo”, foi ao ar há dois anos no Canal Brasil.
Nos cinemas, dublou as vozes dos personagens Buzz no filme “Deu Zebra” (“Racing Stripes”, no original), de Frederik du Chau, e Fletch, do longa britânico “Matadores de Vampiras Lésbicas” (“Lesbian Vampire Killers”, no original), de Phil Claydon.
João Gordo segue com a sua carreira musical com a banda Ratos de Porão.

Agradecimento: TNG