Arquivo de julho, 2014

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A atriz e modelo Juliana Paiva posa para os fotógrafos presentes no Fashion Rio Outono Inverno 2014, semana de moda realizada no Píer Mauá.
Juliana é carioca.
Na infância, inicia a carreira de modelo.
Começou a pensar em se tornar atriz ao atingir a fase da adolescência.
Entrou para uma agência de atores, e logo foi chamada para fazer uma participação na televisão (na novela de Manoel Carlos, “Viver a Vida”, levada ao ar em 2009 pela Rede Globo, interpretou a modelo Diva).
Não tardou para que fosse escalada para a produção de Duca Rachid e Thelma Guedes das 18h, “Cama de Gato”, na mesma emissora.
No entanto, fora somente como Valquíria, filha de Jacques Leclair (Alexandre Borges) no remake de “Ti Ti Ti” (mantinha um romance às escondidas com Luti, papel de Humberto Carrão), que Juliana (indicada ao Prêmio Contigo! Atriz Revelação de TV) passou a ser conhecida em todo o país.
Atuou em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
A popularidade só recrudesceu ao integrar o elenco teen de “Malhação”, como Fatinha, em sua 20ª temporada (recebeu indicações para vários prêmios em diferentes categorias).
Juliana Paiva não fugiu do universo adolescente, e obteve êxito, ao frequentar os sets de filmagem de “Desenrola”, de Rosane Svartman.
Vimos a intérprete em três espetáculos: “Alice e Gabriel” (texto de Jaime Celiberto, direção de Johnny Massaro e poemas de Ulisses Tavares; Prêmio FUNARTE de Dramaturgia na Categoria Infância-Juventude), “3 Ferramentas” e “Papo Calcinha” (com a Cia Stars).
Em “Além do Horizonte”, folhetim escrito por Carlos Gregório e Marcos Bernstein, no qual defendeu a personagem Lili, ganhou mais notoriedade junto ao público.
Atualmente, todo o talento e desenvoltura da atriz Juliana Paiva podem ser conferidos na novela das 19h da Rede Globo, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, em que vive a divertida Cassandra (Sandra), uma  aspirante à modelo e celebridade.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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A atriz e modelo Juliana Paiva no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
Juliana é carioca.
Na infância, inicia a carreira de modelo.
Começou a pensar em se tornar atriz ao atingir a fase da adolescência.
Entrou para uma agência de atores, e logo foi chamada para fazer uma participação na televisão (na novela de Manoel Carlos, “Viver a Vida”, levada ao ar em 2009 pela Rede Globo, interpretou a modelo Diva).
Não tardou para que fosse escalada para a produção de Duca Rachid e Thelma Guedes das 18h, “Cama de Gato”, na mesma emissora.
No entanto, fora somente como Valquíria, filha de Jacques Leclair (Alexandre Borges) no remake de “Ti Ti Ti” (mantinha um romance às escondidas com Luti, papel de Humberto Carrão), que Juliana (indicada ao Prêmio Contigo! Atriz Revelação de TV) passou a ser conhecida em todo o país.
Atuou em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
A popularidade só recrudesceu ao integrar o elenco teen de “Malhação”, como Fatinha, em sua 20ª temporada (recebeu indicações para vários prêmios em diferentes categorias).
Juliana Paiva não fugiu do universo adolescente, e obteve êxito, ao frequentar os sets de filmagem de “Desenrola”, de Rosane Svartman.
Vimos a intérprete em três espetáculos: “Alice e Gabriel” (texto de Jaime Celiberto, direção de Johnny Massaro e poemas de Ulisses Tavares; Prêmio FUNARTE de Dramaturgia na Categoria Infância-Juventude), “3 Ferramentas” e “Papo Calcinha” (com a Cia Stars).
Em “Além do Horizonte”, folhetim escrito por Carlos Gregório e Marcos Bernstein, no qual defendeu a personagem Lili, ganhou mais notoriedade junto ao público.
Atualmente, todo o talento e desenvoltura da atriz Juliana Paiva podem ser conferidos na novela das 19h da Rede Globo, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, em que vive a divertida Cassandra (Sandra), uma aspirante à modelo e celebridade.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

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O proprietário da marca Armadillo, Ricardo Nasseh, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, evento realizado no Píer Mauá.
A história de Ricardo (que também é surfista) com a área têxtil começou em 1986, de modo despretensioso, com apenas 25 peças (bermudas de veludo estilo surf anos 80).
O comércio se iniciou em sua própria casa, até ganhar uma fábrica.
A primeira loja só veio a ser inaugurada no final de 1995, em um shopping do Rio de Janeiro, conquistando de imediato o gosto dos consumidores (havia um conceito de fábrica).
Somente depois de uma viagem à Califórnia, Ricardo adota definitivamente o perfil da grife que criara, inspirada no lema “easy going” (que pode ser entendido como um estilo casual, que reporta ao bem-estar).
Surge em 1995 o nome Armadillo, e com ele a primeira loja oficial (em 1996, em um shopping na cidade de Niterói, RJ).
A marca ganha lojas na Barra, Ipanema e Botafogo (além de outros pontos de venda).
Há uma demanda de clientes multimarcas tanto do Brasil como Estados Unidos e Europa.
Sempre apostando em uma arquitetura despojada, as lojas são agora encontradas no Centro e Zona Norte do Rio.
A Armadillo (que participou de desfiles do “Rio-à-Porter”) contém hoje mais de cem locais de comercialização em todo o país.
Uma grande estrutura de produção, distribuição e venda é montada, garantindo o sucesso da grife em questão.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype
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O criador e estilista da R. Groove Rique Gonçalves no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
É formado em Design de Moda pela UVA (Universidade Veiga de Almeida), no Rio de Janeiro.
Ricardo, seu nome original, criou a famosa marca em 2007, cujo conceito se baseia na associação de arte, moda e comportamento urbano.
Foi vencedor do primeiro Prêmio Moda Brasil, no ano de 2008, na categoria “Estilista Revelação”.
Logo em sua estreia no Rio Moda Hype (evento paralelo que antecedia o Fashion Rio), recebeu um prêmio, e seguidas vezes marcou presença com a sua criatividade.
Participou do Salão Internacional de Moda Madrid (SIMM).
No Fashion Rio, as criações de Rique Gonçalves podiam ser conferidas invariavelmente em suas edições, tanto no segmento “Novos Talentos” como em desfiles solo.
Ricardo Nasseh, proprietário da grife Armadillo, contratou Rique para assinar uma de suas coleções.
A R. Groove está distribuída pelo Brasil em estados como o Rio de Janeiro (Ipanema) e São Paulo (capital e Campinas).
A experiência de Ricardo como ex-guitarrista e vocalista de uma banda de rock colaborou para que as estampas e “shapes” de suas roupas remetessem a “street art”, sem abrir mão da alfaiataria.

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

Post atualizado em 03/06/2018

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A fashion stylist, figurinista e apresentadora Bianca Jahara no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
A carioca ficou conhecida em todo o país ao participar da oitava edição do reality show da Rede Globo “Big Brother Brasil”.
No Rio de Janeiro, na extinta boate “Dama de Ferro”, localizada no bairro de Ipanema, point dos descolados da cidade e amantes da música eletrônica, produzia na última sexta-feira do mês a festa “Fashion Nugget”.
Apresentou o programa “Penetra”, do canal adulto “Sexy Hot”, no qual se discutem questões sobre comportamento sexual.
Atualmente, Bianca Jahara possui um canal no YouTube no qual apresenta o seu novo programa “Com Sensual” (Bianca recebe os seus entrevistados em sua própria casa).

Foto: Paulo Ruch

Agradecimento: R. Groove
Rio Moda Hype

Post atualizado em 03/06/2018

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Foto: João Wainer

Cozinha. Parede azulejada. Uma mulher madura com vestido simples preparando batatas e ovos fritos à espera de seu marido. Apesar de ser casada, sente-só, muito só. A ponto de conversar não metaforicamente com as paredes. Possui filhos crescidos. Mas parece que não a entendem. Enquanto descasca uma batata e toma uma taça de vinho, desabafa para si mesma o que a aflige, quais são os ressentimentos, mágoas, sonhos, pretensões, frustrações etc. Tem a nítida impressão de que a vida não foi desfrutada como deveria. Surge-lhe oportunidade única proporcionada pela amiga Jane: uma viagem de duas semanas à Grécia. Seria a chance de um recomeço, um reinício. O que fazer? Como convencer o marido? Não seria mais confortável permanecer no mundo sem riscos no qual vive? Valeria a pena aventurar-se a esta altura dos acontecimentos em terra estranha, sujeita a todos os tipos de surpresas, agradáveis ou não, pertinentes a uma viagem? Shirley Valentine decide por se desafiar, e se abrir para um novo mundo. O bom texto de Willy Russel fia-se a este emaranhado de conflitos plausíveis a uma mulher da geração de Shirley. O teor é confessional mais voltado para o drama, contudo sem preterir as situações e ditos cômicos. Betty Faria encaixa-se com satisfação plena ao que se é exigido para que o papel ganhe a verossimilhança necessária. Betty utiliza-se de bastantes recursos para viabilizar a sua Shirley: variações nas inflexões de voz, posturas corporais diferenciadas… Ademais, trafega tanto quando se pretende fazer rir quando se pretende comover (Betty Faria foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro em São Paulo, e ao 3º Prêmio Contigo! de Teatro). A direção de Guilherme Leme é de maneira indubitável coerente. Soube aproveitar as potencialidades da atriz, o espaço cênico com inteligência, lançou mão de marcações adequadas e precisas, enfim, transformou em entretenimento indiscutível o que Willy Russel escreveu (a tradução foi de Euclydes Marinho, e a adaptação dos próprios Guilherme e Euclydes). O cenário de Aurora dos Campos corresponde aos ambientes da ação com congruência. A cozinha da casa de Shirley é propositalmente modesta, assim como a simplicidade da sua existência. Há um painel espelhado em certa ocasião de beleza irrefutável. Já na Grécia, aposta-se no minimalismo de uma mesa e cadeira de madeira. Devemos, entretanto, ressaltar que belo e impressionante efeito com areia é mostrado ao público. A iluminação de Wagner Freire procurou enfatizar a rotina, o dia a dia da dona de casa em sua cozinha no começo do espetáculo. Percebe-se notória correção neste intento. Já no tocante ao país mediterrâneo, Wagner premia-nos com cores vibrantes, fortes e alegres. Nas passagens de cena a outra, o azul prevalece. A trilha sonora e música incidental de Marcello H é cuidadosa, caprichada, e há um especial momento com a execução de “Zorba’s Dance (Sirtaki)”, de Mikis Theodorakis. O que podemos depreender, afinal, da peça “Shirley Valentine”, é que não devemos achar nem tampouco julgar que o recomeço de nossas vidas é algo inatíngivel. Que não devemos sucumbir ao poder da rotina, e nem nos deixarmos capitular pela ausência de sonhos. O que fica é a mensagem de que a vida está presente para ser “usada”, assim como Shirley Valentine o fez.