Bom humor foi a tônica do início da entrevista que o ator e cantor Alexandre Nero concedeu a Jô Soares em seu “talk show”, na última sexta-feira. Como é participante das redes sociais, disse que lançara uma “promoção”: quem se referisse a ele como Baltazar, seu personagem de grande sucesso na novela de Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, seria bloqueado, pois para ele esta fase já acabou. Foi aí que Jô lhe perguntou se se dava bem com Marcelo Serrado, o frequente colega de cena do folhetim. O artista afirmou que ambos são próximos, e que possuem como amigo em comum Eriberto Leão. Marcelo até tocou gaita em um dos shows do cantor em Curitiba. E julga que a parceria deu certo por cada um ter achado o seu lugar, sem interferências no espaço do outro. Houve a tal da “química”. O comunicador mostra o CD de Alexandre cujo título é: “Vendo amor em suas mais variadas formas, tamanhos e posições”. Ao ser indagado sobre as “posições”, Alexandre Nero asseverou que temia que a abordagem do amor se restringisse a um modelo tradicional, romântico. O intento era elaborar um disco no qual o amor fosse contemporâneo, direto, sem tanta poesia. Para o cantor, o sexo deve ser dito sem meias-palavras. Quanto aos espectadores dos shows, “os homens ficam mais tímidos e mais constrangidos do que as mulheres”. Ainda discorrendo sobre o amor, defende que este sentimento deveria ser tratado não somente como um amor romântico, mas como um amor do próximo, um amor da gentileza, um amor pacificador, um amor à humanidade, um amor do que você faz. Agora, com o violão nas mãos, é o momento de ouvirmos uma de suas canções. A escolhida foi “Filosofando”. E o que se escutou foi uma bonita, suave, melódica e afinada voz. A voz de Alexandre. “Filosofando” é bela música que divaga sobre “o interessante voo do passarinho”. Narra que o passarinho “não tem nada porque nada deseja”. Que a “terra verde é sua”. E “o céu azul é seu”. A conclusão é que o passarinho tem muito mais que nós. E ao final, exorta que voe. No tocante à comercialização dos CDs, a ideia de Alexandre é a de que se produzam 14 clipes correspondentes às 14 faixas selecionadas. E postados na internet, como 9 já foram. Retornemos à seara da teledramaturgia. O entrevistado revela que as pessoas nas ruas o chamam pelo nome do personagem atual. Isto é corriqueiro de acontecer. No telão, uma tensa cena dele com Dira Paes em “Fina Estampa” é exibida. No começo, para ele, pelas características agressivas do papel foi bastante difícil personificá-lo. Diz que tentou humanizá-lo pela sua fragilidade. O “grand finale” fica por conta da apresentação já gravada da música “Domingos”. “Domingos” é uma deslavada declaração de amor composta pelo dramaturgo, escritor, ator e diretor Domingos de Oliveira. A entrevista terminou. Jô gostou. A plateia. Eu. E com toda a certeza, “aquele passarinho”.
Categoria: Show
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Foto: Editorial de moda para a revista ALFAO último papel de Dudu Azevedo, como sabem, foi na novela de Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, como o lutador de MMA Wallace Muu. Além disso, fez parte do elenco do longa-metragem “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Tomás Portella, ao lado de Malvino Salvador e Cleo Pires. Exerce também a função de músico, como baterista das bandas Redtrip e Zunnido. No que diz respeito ao folhetim “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, como o segurança de shopping Neymar, manteve relacionamento para lá de pouco convencional com Úrsula (Lavínia Vlasak). O que havia entre eles seria uma espécie de fetiche, fantasia. Entretanto, esta ideia partia dela, pois por ele até namorariam. Entretanto, em certa ocasião, não demorou muito para que o porte de Neymar chamasse a atenção de Bibi (Maria Clara Gueiros), que não perdeu tempo, e já atacou o rapaz. Com Bibi as coisas são rápidas. Em certo capítulo, houve um baita flagra. Falemos, então, acerca da carreira de Dudu Azevedo. A música e a interpretação praticamente sempre andaram juntas. A estreia para valer se deu na TV Cultura, no seriado “Confissões de Adolescente”, como Danton. A seguir, fez sua primeira novela, “O Campeão”, na Rede Bandeirantes. Integrara ainda “Celebridade”, “Como uma Onda”, “Pé na Jaca” e a minissérie “JK”. Destacara-se claramente como o advogado Barretinho, que nutria paixão incondicional por Sabrina (Cris Vianna), na produção de Aguinaldo Silva, “Duas Caras”, e em “Três Irmãs”, obra de Antonio Calmon na qual viveu o antagonista Xande. Após, “Cama de Gato”. No cinema, estivera em filmes que tinham como proposta abordar o mundo jovem e suas particularidades, como “Ódique”?, de Felipe Joffily; “1972”, de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana; e “Podecrer!”, de Arthur Fontes, por exemplo. Já o mencionado logo no princípio, “Qualquer Gato Vira-Lata” terá uma continuação, dirigido pelo mesmo Tomás Portella.
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Foto: Stefano Martini/Revista QUEMRecordo-me de Xuxa, a gaúcha de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, na abertura do divertido seriado “Amizade Colorida”, junto com Luiza Brunet, e que tinha como protagonista Antônio Fagundes na pele do fotógrafo conquistador Edu. A autoria coube a Domingos de Oliveira e outros, e a direção geral ficou a cargo de Daniel Filho. O tema musical era “Lente do Amor”, cantado por Gilberto Gil. Depois, vi Meneghel participando de um quadro no programa humorístico de Jô Soares, “Viva o Gordo”. Fora descoberta pelo respeitado Maurício Sherman para apresentar uma atração infantil na extinta Rede Manchete, “Clube da Criança”. A empatia notória entre ela e as crianças a fizeram ser convidada para ir para a Rede Globo comandar o “Xou da Xuxa”, em 1986. Surgia aí um dos maiores fenômenos da televisão brasileira no que tange à popularidade alcançada. O sucesso era tão impressionante que a apresentadora chegou a ganhar uma edição própria no “Globo Repórter”. A bonita moça loira não se limitou aos torrões nacionais, indo em busca do mercado latino. Seus especiais de Natal eram aguardados. Aliás, ano passado, houve mais um. Todos os números que abrangem a carreira são superlativos. Tanto os referentes aos discos, quanto aos filmes e shows. Os anos se passaram, e Xuxa se mantém estável profissionalmente.
Obs: No final de 2014, os veículos de informação noticiaram que a apresentadora Xuxa Meneguel não teria o seu contrato com a Rede Globo renovado, emissora com a qual mantinha vínculo desde 1986, quando estreou com o “Xou da Xuxa”.
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Foto: Aurea Calcavecchia/msn moda Lilian PacceMayana Moura está vivendo o “novo”. E o “novo” assusta. Se assusta… O habitual nos é confortável, tranquilizador, porquanto não nos oferece risco algum. Mas aí, como crescer? Afugentar-nos no pacífico é manter indesejável estagnação que nos impede de criar. Por isto, acredito que Mayana aceitou a proposta de fazer a novela “Passione” pois esta lhe exigiria uma série de confrontos pessoais. Integrar elenco de folhetim das 21h, ter papel importante, ser filha de Fernanda Montenegro, ser par romântico de Reynaldo Gianecchini, disputar com Carolina Dieckmann pelo amor do personagem de Rodrigo Lombardi… São diversos elementos inéditos para bonita moça que até então era modelo e possuía banda de música. Passado susto inicial, Moura, creio, aos poucos, acostumou-se ao mundo frenético da fama. Seria fácil enfrentá-la sem abaixar a cabeça, sem se deixar atemorizar? Possivelmente, antes as pessoas iam assistir aos seus shows porque gostavam do repertório escolhido pelo grupo, e a maneira da apresentação do mesmo. Hoje de certo iriam também aqueles que desejam ver “Melina” cantando. Olha o “novo” aí mais uma vez. E ele sempre aparecerá. Sempre. Assim, devemos nos acostumar a ele.
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Foto: Manuela Scarpa/Brazil NewsJunior e Sandy em apresentação extra de sua turnê “Nossa História” em 12/10/2019, no Allianz Parque, em São Paulo.
Junior e Sandy, duas crianças, filhas de cantor famoso, estreiam como artistas no programa “Som Brasil”, apresentado por Lima Duarte, em 1991. A canção escolhida para a apresentação era “Maria Chiquinha”. Junior emulava seu pai Xororó no que diz respeito ao corte de cabelo: espetado em cima, e comprido atrás (uma espécie de “mullet”). E Sandy trajava casaco com franjas. O público acompanhou o crescimento deles pela televisão e mídias em geral. O sucesso tanto de um quanto de outro era inegável. O séquito de fãs só fazia recrudescer. Houve comentários pouco elegantes do tipo: o que aconteceria se Sandy decidisse dar fim à dupla? A invasão das privacidades, inevitável. Como aquele par de pequenos, e após adolescentes, administrariam vidas tão diversas daquelas que os iguais tinham? O esperado ocorreu. A parceria desfez-se. Sandy trilha por carreira solo. Junior, que nunca escondera isso de ninguém, forma banda, cujo nome era Nove Mil Anjos, e passa a tocar instrumento que sempre fora paixão: a bateria. A banda como qualquer outra acaba, e Junior por agora integra trio de música eletrônica chamado DEZTERZ. Acho que ambos estão felizes com caminhos próprios.
Obs: Foto atualizada em 30/07/2020 (todos os direitos autorais desta imagem pertencem a Manuela Scarpa, da Brazil News).
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Foto: Divulgação/TV Globo
Nunca se viu tudo aquilo a que se pode chamar de nobre em único espaço. Na “princesinha do mar”, havia um “Rei” a entoar cânticos tão antigos quanto recentes nas “emoções” que nos tocam. Ao lado, o “Palácio de Copacabana”, ou como o conhecemos, Copacabana Palace. Roberto estava vestido com azul e branco. Azul do mar que deixou de aparecer porque era noite, mas que hoje está mostrando a face. Branco da areia de praia mítica. Imagens aéreas faziam-nos enxergar “além do horizonte”. Provavelmente, no grandioso público existiam pessoas que buscavam o “amor perfeito”. Ávidas em proferir: “Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo”. E se depois irrompesse ” sinto ‘ciúme de você’ “, tinha problema não. Na massa de gente de “Copa”, na massa de gente do Rio de Janeiro, na massa de gente do Brasil percebiam-se “detalhes” nos rostos diversos. Diversos rostos comovidos. Rostos alegres. Rostos que faziam coro às lindas canções. E continuando no que se refere à nobreza, surgiu “condessa”: Paula Fernandes. Lá do alto, bem lá do alto, Jesus Cristo abençoou a todos. Na praia, e em casa.

