“Na vida real, Dudu Azevedo é ator e músico. Na ficção é Neymar, um segurança de shopping cuja função é não apenas vigiar.”

Publicado: 29/04/2012 em Cinema, Moda, Show, TV

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Foto: Editorial de moda para a revista ALFA

O último papel de Dudu Azevedo, como sabem, foi na novela de Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, como o lutador de MMA Wallace Muu. Além disso, fez parte do elenco do longa-metragem “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Tomás Portella, ao lado de Malvino Salvador e Cleo Pires. Exerce também a função de músico, como baterista das bandas Redtrip e Zunnido. No que diz respeito ao folhetim “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, como o segurança de shopping Neymar, manteve relacionamento para lá de pouco convencional com Úrsula (Lavínia Vlasak). O que havia entre eles seria uma espécie de fetiche, fantasia. Entretanto, esta ideia partia dela, pois por ele até namorariam. Entretanto, em certa ocasião, não demorou muito para que o porte de Neymar chamasse a atenção de Bibi (Maria Clara Gueiros), que não perdeu tempo, e já atacou o rapaz. Com Bibi as coisas são rápidas. Em certo capítulo, houve um baita flagra. Falemos, então, acerca da carreira de Dudu Azevedo. A música e a interpretação praticamente sempre andaram juntas. A estreia para valer se deu na TV Cultura, no seriado “Confissões de Adolescente”, como Danton. A seguir, fez sua primeira novela, “O Campeão”, na Rede Bandeirantes. Integrara ainda “Celebridade”, “Como uma Onda”, “Pé na Jaca” e a minissérie “JK”. Destacara-se claramente como o advogado Barretinho, que nutria paixão incondicional por Sabrina (Cris Vianna), na produção de Aguinaldo Silva, “Duas Caras”, e em “Três Irmãs”, obra de Antonio Calmon na qual viveu o antagonista Xande. Após, “Cama de Gato”. No cinema, estivera em filmes que tinham como proposta abordar o mundo jovem e suas particularidades, como “Ódique”?, de Felipe Joffily; “1972”, de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana; e “Podecrer!”, de Arthur Fontes, por exemplo. Já o mencionado logo no princípio, “Qualquer Gato Vira-Lata” terá uma continuação, dirigido pelo mesmo Tomás Portella.

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