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Show da banda Tribo de Gonzaga, no “Roça in Rio”, Arraial da Providência, Jockey Club da Gávea, RJ

Foto: Paulo Ruch

Apresentação da banda Tribo de Gonzaga no “Roça in Rio”, Arraial da Providência, Jockey Club da Gávea, RJ

Foto: Paulo Ruch

Fashion Rio Outono Inverno 2011

Publicado: 27/07/2012 em Moda, Show


Registro da bateria usada nos shows que aconteceram durante o Fashion Rio Outono Inverno 2011 no palco da Oi Novo Som.

Foto: Paulo Ruch

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Foto: Divulgação/TV Globo

Bom humor foi a tônica do início da entrevista que o ator e cantor Alexandre Nero concedeu a Jô Soares em seu “talk show”, na última sexta-feira. Como é participante das redes sociais, disse que lançara uma “promoção”: quem se referisse a ele como Baltazar, seu personagem de grande sucesso na novela de Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, seria bloqueado, pois para ele esta fase já acabou. Foi aí que Jô lhe perguntou se se dava bem com Marcelo Serrado, o frequente colega de cena do folhetim. O artista afirmou que ambos são próximos, e que possuem como amigo em comum Eriberto Leão. Marcelo até tocou gaita em um dos shows do cantor em Curitiba. E julga que a parceria deu certo por cada um ter achado o seu lugar, sem interferências no espaço do outro. Houve a tal da “química”. O comunicador mostra o CD de Alexandre cujo título é: “Vendo amor em suas mais variadas formas, tamanhos e posições”. Ao ser indagado sobre as “posições”, Alexandre Nero asseverou que temia que a abordagem do amor se restringisse a um modelo tradicional, romântico. O intento era elaborar um disco no qual o amor fosse contemporâneo, direto, sem tanta poesia. Para o cantor, o sexo deve ser dito sem meias-palavras. Quanto aos espectadores dos shows, “os homens ficam mais tímidos e mais constrangidos do que as mulheres”. Ainda discorrendo sobre o amor, defende que este sentimento deveria ser tratado não somente como um amor romântico, mas como um amor do próximo, um amor da gentileza, um amor pacificador, um amor à humanidade, um amor do que você faz. Agora, com o violão nas mãos, é o momento de ouvirmos uma de suas canções. A escolhida foi “Filosofando”. E o que se escutou foi uma bonita, suave, melódica e afinada voz. A voz de Alexandre. “Filosofando” é bela música que divaga sobre “o interessante voo do passarinho”. Narra que o passarinho “não tem nada porque nada deseja”. Que a “terra verde é sua”. E “o céu azul é seu”. A conclusão é que o passarinho tem muito mais que nós. E ao final, exorta que voe. No tocante à comercialização dos CDs, a ideia de Alexandre é a de que se produzam 14 clipes correspondentes às 14 faixas selecionadas. E postados na internet, como 9 já foram. Retornemos à seara da teledramaturgia. O entrevistado revela que as pessoas nas ruas o chamam pelo nome do personagem atual. Isto é corriqueiro de acontecer. No telão, uma tensa cena dele com Dira Paes em “Fina Estampa” é exibida. No começo, para ele, pelas características agressivas do papel foi bastante difícil personificá-lo. Diz que tentou humanizá-lo pela sua fragilidade. O “grand finale” fica por conta da apresentação já gravada da música “Domingos”. “Domingos” é uma deslavada declaração de amor composta pelo dramaturgo, escritor, ator e diretor Domingos de Oliveira. A entrevista terminou. Jô gostou. A plateia. Eu. E com toda a certeza, “aquele passarinho”.

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Foto: Editorial de moda para a revista ALFA

O último papel de Dudu Azevedo, como sabem, foi na novela de Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, como o lutador de MMA Wallace Muu. Além disso, fez parte do elenco do longa-metragem “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Tomás Portella, ao lado de Malvino Salvador e Cleo Pires. Exerce também a função de músico, como baterista das bandas Redtrip e Zunnido. No que diz respeito ao folhetim “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, como o segurança de shopping Neymar, manteve relacionamento para lá de pouco convencional com Úrsula (Lavínia Vlasak). O que havia entre eles seria uma espécie de fetiche, fantasia. Entretanto, esta ideia partia dela, pois por ele até namorariam. Entretanto, em certa ocasião, não demorou muito para que o porte de Neymar chamasse a atenção de Bibi (Maria Clara Gueiros), que não perdeu tempo, e já atacou o rapaz. Com Bibi as coisas são rápidas. Em certo capítulo, houve um baita flagra. Falemos, então, acerca da carreira de Dudu Azevedo. A música e a interpretação praticamente sempre andaram juntas. A estreia para valer se deu na TV Cultura, no seriado “Confissões de Adolescente”, como Danton. A seguir, fez sua primeira novela, “O Campeão”, na Rede Bandeirantes. Integrara ainda “Celebridade”, “Como uma Onda”, “Pé na Jaca” e a minissérie “JK”. Destacara-se claramente como o advogado Barretinho, que nutria paixão incondicional por Sabrina (Cris Vianna), na produção de Aguinaldo Silva, “Duas Caras”, e em “Três Irmãs”, obra de Antonio Calmon na qual viveu o antagonista Xande. Após, “Cama de Gato”. No cinema, estivera em filmes que tinham como proposta abordar o mundo jovem e suas particularidades, como “Ódique”?, de Felipe Joffily; “1972”, de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana; e “Podecrer!”, de Arthur Fontes, por exemplo. Já o mencionado logo no princípio, “Qualquer Gato Vira-Lata” terá uma continuação, dirigido pelo mesmo Tomás Portella.

“Xuxa Meneguel”

Publicado: 18/04/2012 em Cinema, Moda, Show, TV

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Foto: Stefano Martini/Revista QUEM

Recordo-me de Xuxa, a gaúcha de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, na abertura do divertido seriado “Amizade Colorida”, junto com Luiza Brunet, e que tinha como protagonista Antônio Fagundes na pele do fotógrafo conquistador Edu. A autoria coube a Domingos de Oliveira e outros, e a direção geral ficou a cargo de Daniel Filho. O tema musical era “Lente do Amor”, cantado por Gilberto Gil. Depois, vi Meneghel participando de um quadro no programa humorístico de Jô Soares, “Viva o Gordo”. Fora descoberta pelo respeitado Maurício Sherman para apresentar uma atração infantil na extinta Rede Manchete, “Clube da Criança”. A empatia notória entre ela e as crianças a fizeram ser convidada para ir para a Rede Globo comandar o “Xou da Xuxa”, em 1986. Surgia aí um dos maiores fenômenos da televisão brasileira no que tange à popularidade alcançada. O sucesso era tão impressionante que a apresentadora chegou a ganhar uma edição própria no “Globo Repórter”. A bonita moça loira não se limitou aos torrões nacionais, indo em busca do mercado latino. Seus especiais de Natal eram aguardados. Aliás, ano passado, houve mais um. Todos os números que abrangem a carreira são superlativos. Tanto os referentes aos discos, quanto aos filmes e shows. Os anos se passaram, e Xuxa se mantém estável profissionalmente.

Obs: No final de 2014, os veículos de informação noticiaram que a apresentadora Xuxa Meneguel não teria o seu contrato com a Rede Globo renovado, emissora com a qual mantinha vínculo desde 1986, quando estreou com o “Xou da Xuxa”.

“O ‘Novo’ para Mayana Moura”

Publicado: 11/04/2012 em Moda, Show, TV

Foto: Aurea Calcavecchia/msn moda Lilian Pacce

Mayana Moura está vivendo o “novo”. E o “novo” assusta. Se assusta… O habitual nos é confortável, tranquilizador, porquanto não nos oferece risco algum. Mas aí, como crescer? Afugentar-nos no pacífico é manter indesejável estagnação que nos impede de criar. Por isto, acredito que Mayana aceitou a proposta de fazer a novela “Passione” pois esta lhe exigiria uma série de confrontos pessoais. Integrar elenco de folhetim das 21h, ter papel importante, ser filha de Fernanda Montenegro, ser par romântico de Reynaldo Gianecchini, disputar com Carolina Dieckmann pelo amor do personagem de Rodrigo Lombardi… São diversos elementos inéditos para bonita moça que até então era modelo e possuía banda de música. Passado susto inicial, Moura, creio, aos poucos, acostumou-se ao mundo frenético da fama. Seria fácil enfrentá-la sem abaixar a cabeça, sem se deixar atemorizar? Possivelmente, antes as pessoas iam assistir aos seus shows porque gostavam do repertório escolhido pelo grupo, e a maneira da apresentação do mesmo. Hoje de certo iriam também aqueles que desejam ver “Melina” cantando. Olha o “novo” aí mais uma vez. E ele sempre aparecerá. Sempre. Assim, devemos nos acostumar a ele.