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“Xuxa Meneguel”

Publicado: 18/04/2012 em Cinema, Moda, Show, TV

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Foto: Stefano Martini/Revista QUEM

Recordo-me de Xuxa, a gaúcha de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, na abertura do divertido seriado “Amizade Colorida”, junto com Luiza Brunet, e que tinha como protagonista Antônio Fagundes na pele do fotógrafo conquistador Edu. A autoria coube a Domingos de Oliveira e outros, e a direção geral ficou a cargo de Daniel Filho. O tema musical era “Lente do Amor”, cantado por Gilberto Gil. Depois, vi Meneghel participando de um quadro no programa humorístico de Jô Soares, “Viva o Gordo”. Fora descoberta pelo respeitado Maurício Sherman para apresentar uma atração infantil na extinta Rede Manchete, “Clube da Criança”. A empatia notória entre ela e as crianças a fizeram ser convidada para ir para a Rede Globo comandar o “Xou da Xuxa”, em 1986. Surgia aí um dos maiores fenômenos da televisão brasileira no que tange à popularidade alcançada. O sucesso era tão impressionante que a apresentadora chegou a ganhar uma edição própria no “Globo Repórter”. A bonita moça loira não se limitou aos torrões nacionais, indo em busca do mercado latino. Seus especiais de Natal eram aguardados. Aliás, ano passado, houve mais um. Todos os números que abrangem a carreira são superlativos. Tanto os referentes aos discos, quanto aos filmes e shows. Os anos se passaram, e Xuxa se mantém estável profissionalmente.

Obs: No final de 2014, os veículos de informação noticiaram que a apresentadora Xuxa Meneguel não teria o seu contrato com a Rede Globo renovado, emissora com a qual mantinha vínculo desde 1986, quando estreou com o “Xou da Xuxa”.

“O ‘Novo’ para Mayana Moura”

Publicado: 11/04/2012 em Moda, Show, TV

Foto: Aurea Calcavecchia/msn moda Lilian Pacce

Mayana Moura está vivendo o “novo”. E o “novo” assusta. Se assusta… O habitual nos é confortável, tranquilizador, porquanto não nos oferece risco algum. Mas aí, como crescer? Afugentar-nos no pacífico é manter indesejável estagnação que nos impede de criar. Por isto, acredito que Mayana aceitou a proposta de fazer a novela “Passione” pois esta lhe exigiria uma série de confrontos pessoais. Integrar elenco de folhetim das 21h, ter papel importante, ser filha de Fernanda Montenegro, ser par romântico de Reynaldo Gianecchini, disputar com Carolina Dieckmann pelo amor do personagem de Rodrigo Lombardi… São diversos elementos inéditos para bonita moça que até então era modelo e possuía banda de música. Passado susto inicial, Moura, creio, aos poucos, acostumou-se ao mundo frenético da fama. Seria fácil enfrentá-la sem abaixar a cabeça, sem se deixar atemorizar? Possivelmente, antes as pessoas iam assistir aos seus shows porque gostavam do repertório escolhido pelo grupo, e a maneira da apresentação do mesmo. Hoje de certo iriam também aqueles que desejam ver “Melina” cantando. Olha o “novo” aí mais uma vez. E ele sempre aparecerá. Sempre. Assim, devemos nos acostumar a ele.

“Junior Lima e Sandy”

Publicado: 05/04/2012 em Show

Foto/Divulgação

Junior em apresentação com a sua banda de som eletrônico Dexterz.

Junior e Sandy, duas crianças, filhas de cantor famoso, estreiam como artistas no programa “Som Brasil”, apresentado por Lima Duarte, em 1991. A canção escolhida para a apresentação era “Maria Chiquinha”. Junior emulava seu pai Xororó no que diz respeito ao corte de cabelo: espetado em cima, e comprido atrás (uma espécie de “mullet”). E Sandy trajava casaco com franjas. O público acompanhou o crescimento deles pela televisão e mídias em geral. O sucesso tanto de um quanto de outro era inegável. O séquito de fãs só fazia recrudescer. Houve comentários pouco elegantes do tipo: o que aconteceria se Sandy decidisse dar fim à dupla? A invasão das privacidades, inevitável. Como aquele par de pequenos, e após adolescentes, administrariam vidas tão diversas daquelas que os iguais tinham? O esperado ocorreu. A parceria desfez-se. Sandy trilha por carreira solo. Junior, que nunca escondera isso de ninguém, forma  banda, cujo nome era Nove Mil Anjos, e passa a tocar instrumento que sempre fora paixão: a bateria. A banda como qualquer outra acaba, e Junior por agora integra trio de música eletrônica chamado DEZTERZ. Acho que ambos estão felizes com caminhos próprios.

Foto: Divulgação/TV Globo

Nunca se viu tudo aquilo a que se pode chamar de nobre em único espaço. Na “princesinha do mar”, havia um “Rei” a entoar cânticos tão antigos quanto recentes nas “emoções” que nos tocam. Ao lado, o “Palácio de Copacabana”, ou como o conhecemos, Copacabana Palace. Roberto estava vestido com azul e branco. Azul do mar que deixou de aparecer porque era noite, mas que hoje está mostrando a face. Branco da areia de praia mítica. Imagens aéreas faziam-nos enxergar “além do horizonte”. Provavelmente, no grandioso público existiam pessoas que buscavam o “amor perfeito”. Ávidas em proferir: “Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo”. E se depois irrompesse ” sinto ‘ciúme de você’ “, tinha problema não. Na massa de gente de “Copa”, na massa de gente do Rio de Janeiro, na massa de gente do Brasil percebiam-se “detalhes” nos rostos diversos. Diversos rostos comovidos. Rostos alegres. Rostos que faziam coro às lindas canções. E continuando no que se refere à nobreza, surgiu “condessa”: Paula Fernandes. Lá do alto, bem lá do alto, Jesus Cristo abençoou a todos. Na praia, e em casa.