O consagrado ator, que também é excelente comentarista de cinema, e que possui uma das carreiras mais ricas das artes cênicas brasileiras, em todos os campos, tendo deixado importantes contribuições nestes, como o Mundinho de “Gabriela”, o Roque de “Roque Santeiro”, o Lorde Cigano de “Bye Bye Brasil”, o Antônio Conselheiro de “Guerra de Canudos”, além do Vadinho de “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, isto sem contar as peças teatrais de sucesso das quais integrara o elenco, como “Os Filhos de Kennedy”, construiu na trama de Gilberto Braga e Ricardo Linhares um tipo inescrupuloso, vingativo, debochado, anti ético, amoral, sem quaisquer resquícios de afeto pela família, mas todo apreço pelo individualismo, que ao público convenceu, e só corroborou o seu talento já por nós conhecido.
Categoria: TV
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Bonita, bem-sucedida, amiga, romântica. Assim podemos definir primeiramente a personagem de Camila Pitanga, em “Insensato Coração”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Mas pelo visto, teremos que acrescentar mais um adjetivo aos que lhe foram atribuídos: iludida. Sim, iludida. Iludida com André Gurgel (Lázaro Ramos). Ela nutre por ele uma paixão antiga, dos anos de escola. Era considerada o “patinho feio” (difícil acreditar nisso, em se tratando de Camila) nessa época. Já André era o popular, o assediado pelas garotas. O tempo passou. Ambos se tornaram profissionais de respeito nas áreas nas quais atuam. Porém, há um “abismo” que os separa. André é prepotente, arrogante, cheio de si e nada, nada romântico, segundo o próprio. Carol já é o oposto. Entretanto, não podemos asseverar que o “designer” seja desonesto acerca de suas convicções. A despeito de oferecer a Carol um passeio inesquecível de iate para qualquer mulher, para ele serviu apenas para agradar a quem desejava agradar na ocasião. Não estou aqui querendo dizer que André não sinta nada pela irmã de Alice (Paloma Bernardi). Contudo, o que sente não é o bastante para ir além de dias maravilhosos a dois, ir ao apartamento dela ou a um sofisticado restaurante. Acredito até que seja possível que não venha a sentir algo que o faça transgredir as tais irremovíveis convicções. Em uma cena do capítulo de ontem, por exemplo, chegara a fazer a apologia “de se morar” só, de se resguardar a privacidade a qualquer custo. Falara de modo próximo sobre o quanto deve ser desagradável acordar e ter que encontrar alguém. Carol se surpreendeu e afirmou que tudo o que queria era a família junto a ela. A conclusão que se desenha é que o casal está longe de ser “o côncavo e o convexo”. Todavia, Carol parece acreditar na relação dos dois, e insistirá. Carol parece ter saído de um filme do grande Frank Capra. Por quê? Porque Carol quer viver de ilusão.
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É inevitável falar, mas provavelmente seria muito difícil para Cleo Pires (que protagonizará um episódio de “As Brasileiras”, fará a próxima novela de Gloria Perez, “Salve Jorge”, além de integrar o elenco do longa-metragem “O Tempo e o Vento”, de Jayme Monjardim, baseado na obra de Érico Veríssimo), que esteve no folhetim de Walther Negrão, “Araguaia”, como a vilã Estela, escapar da carreira artística, sendo filha de quem é. Começou ainda bem cedo ao fazer uma participação especial em sua própria natureza na boa minissérie de Jorge Furtado e Carlos Gerbase, “Memorial de Maria Moura”, adaptada do romance de Rachel de Queiroz, em que interpretara Maria quando criança, cabendo, como sabem, a Glória Pires, personificá-la quando adulta. Decorrido um tempo, surgiu-lhe a oportunidade de atuar em “Benjamim”, filme baseado no livro homônimo de Chico Buarque, com a direção da talentosa Monique Gardenberg. Cleo decidiu aceitar o convite. De fato, a proposta era irrecusável. E não incorrera em erro, pois o longa-metragem fora responsável pelo seu reconhecimento profissional, simbolizado pelas diversas láureas recebidas. Fora então, a partir daí, convidada para ser Zuca, no “remake” de “Cabocla”, de Edmara Barbosa e Edilene Barbosa, tendo a supervisão do autor da obra original, o pai de ambas Benedito Ruy Barbosa. Seria interessante assistir à filha em um papel que pertencera à própria mãe. Porém, recusou, afinal estava em seus planos não ser uma atriz de televisão. O papel coube assim a Vanessa Giácomo. Mas seria inviável para ela fugir por largo período deste segmento. Deste modo, participou de alguns folhetins que incrementaram o seu currículo. Interpretou a polêmica Lurdinha de “América”, de Gloria Perez, que tinha por predileção homens maduros, no caso, o personagem de Edson Celulari. Após, atuou em especiais. E vieram outros papéis, como a Letícia de “Cobras & Lagartos”, de João Emanuel Carneiro; a professora Margarida do “remake” de “Ciranda de Pedra”, de Alcides Nogueira, baseado no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles; Teixeira Filho escreveu a primeira versão); e a inescrupulosa Surya de “Caminho das Índias”, de Gloria Perez. Devido a este último compromisso, não pudera integrar o elenco da produção cinematográfica dirigida por Sylvester Stallone, “Os Mercenários”. Chegou a apresentar um programa voltado para o cinema, na TV paga. E ao que parece, Cleo tomou gosto pela profissão. Também, como não tomar, tendo logo ao nascer uma “coach” como Glória Pires ao lado?
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Dois telefonemas, e uma porta entreaberta. Pronto. Cilada. Autor: Umberto (José Wilker). Vítimas: Raul (Antônio Fagundes) e Wanda (Nátalia do Vale). Casamento desfeito. Umberto conseguiu o que queria. Entretanto, só conseguiu o que queria porque teve como cúmplice a fragilidade de certa mulher (daí a referência livre ao título do filme dos irmãos Coen, “Onde Os Fracos Não Têm Vez”). A certa mulher, Wanda, caminha “de mãos dadas” com a vulnerabilidade. Vulnerabilidade que fez com que se deixasse cair nas iniquidades do cunhado. Este que odeia o irmão por vários motivos. Alega ter sido preterido pelo pai de ambos. Justificativa para seus atos inescrupulosos. Há justificativa para a falta de escrúpulos? Só que a despeito de ter encontrado fraqueza facilitadora, encontrou fortaleza de Raul. Homem que dificilmente se permite abater. Oponente de primeira. Encara os fatos com lucidez. Logra distinguir a diferença clara existente entre a personalidade dos filhos. Já Wanda não é capaz disso. Aliás, a sua frouxidão sobre a qual falei antes contribui para que seja objeto das segundas intenções de Léo (Gabriel Braga Nunes). Por conclusão, no capítulo de ontem, conhecemos um pouco mais de Umberto, um pouco mais de Wanda, e um pouco mais de Raul. Wanda e Raul não estão mais juntos por decisão dele. O que será da fraca Wanda? Ela disse que não vive sem ele. Por um tempo, terá que aprender a viver. Será que a situação atual fará com que fique mais fortalecida, ou somente recrudescerá o que já está estabelecido? Acho bom Wanda buscar forças, pois somente desta forma “terá vez” com Umberto, ou seja, não lhe será mais uma “presa fácil”. Umberto não irá parar por aqui. Umberto estará na busca permanente dos fracos.
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Foto: Jorge Bispo/Revista Marie ClaireDira (cujo último papel na TV fora a Celeste de “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva) é uma atriz de inegável talento, e detentora de beleza essencialmente brasileira. Como sabemos, esteve na novela “Ti-Ti-Ti”, de Maria Adelaide Amaral, como Marta. Porém, durante razoável tempo, Dira era somente associada ao cinema (o que é para poucos em se tratando de Brasil), tendo participado de vários filmes, alguns de suma relevância: “Floresta das Esmeraldas” (seu primeiro longa-metragem), do inglês John Boorman; “Corisco e Dadá”, de Rosemberg Cariry, ao lado de Chico Diaz; “Cronicamente Inviável”, de Sérgio Bianchi; “2 Filhos de Francisco – A História de Zezé di Camargo e Luciano”, de Breno Silveira; e “Amarelo Manga”, de Cláudio Assis, dentre outros. E ganhara diversas e merecidas láureas pela rica trajetória cinematográfica. Na televisão, podemos mencionar as atuações em “Força de um Desejo”, de Gilberto Braga, e no “remake” de “Irmãos Coragem”, de Janete Clair (adaptação de Dias Gomes), em que personificara a índia Potira, papel que coube a Lúcia Alves. Além disso, torna-se obrigatório citar o retumbante sucesso que lograra ao ter composto Solineuza, do seriado “A Diarista”. E em “Caminho das Índias”, de Gloria Perez, atingiu o seguinte feito: conseguiu com que uma personagem passível de reprovação moral (Norminha) ganhasse a simpatia do público. Além disso, há um elemento notável na sua postura como artista e cidadã. Ela fomenta o acesso de populações não privilegiadas à cultura, promovendo festivais nos quais são exibidos longas-metragens. Um gesto magnânimo da intérprete. A isto podemos chamar de “função social” do artista. Então, não só por este motivo, mas pelo seu curso venerando nas Artes, admiremos Dira Paes.
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Ao saber de Pedro (Eriberto Leão) de que não haveria mais casamento, esperávamos de Luciana (Fernanda Machado) um assombro, uma surpresa que questionasse o fato de que o piloto não a amasse mais. Não, o que se viu fora algo diverso disso em “Insensato Coração”, novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Luciana ficou preocupada com o que as pessoas iriam pensar. Luciana ficou preocupada com a vergonha que iria passar. Com os convites que já haviam sido enviados. Em nenhum momento, volto a dizer, a filha mais nova de Zuleica (Bete Mendes) se importou se Pedro deixara de amá-la ou não. Chegara mesmo a afirmar que não sairia mais à rua. Somente no capítulo de ontem, procurara o ex-noivo a fim de ser informada se havia uma outra mulher envolvida. Na verdade, Luciana, pelo que sabemos, sempre tivera um comportamento interesseiro. Um exemplo: quando estudara no exterior, “forçou” uma amizade com Marina (Paola Oliveira), moça abastada de família tradicional. E mesmo estando afastadas, quem Luciana escolheu para ser a madrinha de seu matrimônio? Marina. E esta ao falar que não mais faria parte da cerimônia, a reação da irmã de Eunice (Deborah Evelyn) fora de decepção absoluta. Não porque não teria mais a “amiga” como testemunha de um momento de felicidade, mas porque “perderia” a presença rica e que lhe traria prestígio em alguns sentidos. Sendo assim, no decorrer da trama, tomaremos conhecimento se a personagem de Fernanda Machado é capaz de amar alguém. E não as aparências.
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O ator e dramaturgo Marcos Caruso (dentre seus sucessos teatrais está “Trair e Coçar é Só Começar”, que teve inclusive uma adaptação cinematográfica com Adriana Esteves, e nos palcos Denise Fraga) garante ao público com o personagem Leleco em “Avenida Brasil”, novela de João Emanuel Carneiro, cenas que só comprovam o seu talento. Marcos já impressionara os telespectadores quando participou do folhetim de Manoel Carlos, “Páginas da Vida”, no qual o seu papel era o do marido maltratado por Marta (Lilia Cabral em grande atuação). Já como Leleco, o ator compôs um tipo bonachão, justo, contemporizador, amigo, um sujeito “família”. Sim, é verdade, Leleco com os óculos escuros indefectíveis sobre a cabeça, camisetas, bermudas e chinelos não é lá muito chegado ao batente. E suas horas de lazer são preenchidas com um bom papo com os amigos no bar de Silas (Ailton Graça). Entre esses amigos, há um que não se enquadra nesta qualidade por motivos óbvios. Estou falando de Adauto (Juliano Cazarré), que “arrasta uma asa” para a mãe de Tufão (Murilo Benício) desde que era criança, Muricy (a ótima Eliane Giardini). O rapaz não perde uma oportunidade em deixar o casal em “maus lençóis”. Um fofoqueiro de plantão. E o aparecimento de Tessália (Débora Nascimento) no bairro do Divino causou um inevitável furor entre a rapaziada local. Um que não esconde o apreço pela vencedora do “Concurso Garota Chapinha” é Iran (Bruno Gissoni). Só há um porém. Tessália não curte garotões sarados. Curte mesmo é um homem maduro, cavalheiro, experiente. É aí que entra Leleco. O boa-praça livrou a moça do perigo por duas vezes. Leleco é bom de briga. Demonstrou isso ao se atracar com o “perigo”, que no caso é o inconformado ex-namorado de Tessália, Jair (Kiko Pissolato). Os gestos heroicos de Leleco despertaram na moça muito mais que admiração. Apaixonou-se por ele, e declarou-se. O fato de ter lhe surgido este sentimento esbarrou em duas questões: a fidelidade dele e o preconceito dos demais. Tessália decide então voltar para Macacu. Um bota-fora é organizado na casa de Monalisa (Heloisa Périssé). Leleco vai. Adauto conta para Muricy. Ela resolve conferir com os próprios olhos. Encontra os dois conversando, e arma o maior barraco. Daí, houve várias discussões na mansão da até então unida família. A matriarca vai chorar as mágoas no bar, e Adauto se aproveita da situação para convidá-la para ir até à sua casa. Muricy aceita. Só que é de certa forma presa pelo rapaz. Isso cai nos ouvidos de Leleco, que flagra o par tomando café da manhã. Mais briga. Leleco sai de casa, e corre ao encontro de Tessália, que já está entrando no ônibus para retornar à sua cidade. Ficam juntos. Hospedam-se na residência da sócia do “Monalisa Coiffeur”. Muricy cai na maior “deprê” com seu “robe” de oncinha. Pensa até em virar alcoólatra. Adauto, malandro que é, não perde tempo. Bate na porta do casarão do ex-jogador de futebol, e para espanto deste e de sua irmã Ivana (Letícia Isnard) pede a mão de Muricy em casamento. A “deprê” foi até embora. Para vocês verem, entre uma tacada e outra de sinuca, Leleco “acertou” em Tessália, e Adauto em Muricy. Até a próxima partida.
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Duas constantes me chamam a atenção em Luiza Brunet: suas beleza e boa forma física mantidas, e a permanência na mídia, evidenciando que a charmosa sul-mato-grossense ainda agrada ao público. Tanto é que a modelo (não a considero “ex”, pois continua a exercer o ofício, mesmo que seja por outro prisma) já fizera inúmeras aparições como ela mesma em novelas. E sempre nas cenas das quais participa, Brunet é tratada com carinho pelos personagens. A penúltima contribuição para o segmento ocorrera em “Viver a Vida”, de Manoel Carlos, e a última em “Ti-Ti-Ti”, de Maria Adelaide Amaral. A mãe de Yasmin também tentara a carreira de atriz, como no folhetim do prestigiado Cassiano Gabus Mendes, “O Mapa da Mina”. As incursões de Luiza no Sambódromo como rainha de bateria eram invariavelmente cercadas de expectativa. E a morena de Itaporã nunca nos decepcionou, porquanto exuberância era o que não lhe faltava. Ela até abandonou uma época os desfiles na Passarela do Samba. Mas quem disse que não sentiu a sua falta? Voltou a desfilar com a mesma exuberância que falei “a priori”. Neste ano, Luiza dará o ar da graça na avenida dos foliões mais uma vez. Virá em algum carro alegórico? Claro que não! Assumirá um posto “real” em uma grande escola carioca. A bateria e os que gostam de Carnaval agradecem-na.
Obs: Este texto fora escrito antes que a modelo, atriz e empresária Luiza Brunet retornasse aos desfiles de escola de samba na Avenida Marquês de Sapucaí, onde se localiza o Sambódromo, no Rio de Janeiro, no carnaval de 2011.
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Gabriel Braga Nunes já mostrou na primeira semana de “Insensato Coração”, ao que veio. Léo, seu personagem, evidentemente está sendo bem construído aos poucos por Gabriel. Por que digo aos poucos? Porque novela é uma obra aberta, e não se tem muito tempo para a construção minuciosa do tipo criado pelos autores, no caso, Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Mas o que faz de Léo interessante no folhetim das 21h? Um dos aspectos seria o porquê de um rapaz bonito, que recebera a mesma educação de Pedro (Eriberto Leão), seu irmão, ser uma pessoa com tendências à prática de ardis e malfeitos. Não se pode dizer então que Leonardo seja um produto do meio. Pelo contrário. Ele assim age porque é assim. Isto já foi até debatido na trama. O pai Raul (Antônio Fagundes) pensa diferente, pondo a culpa na esposa Wanda (Natália do Vale) pelos seus mimos. Sim, mimos não são o melhor caminho para a formação da personalidade de alguém. Este alguém poderá vir a se tornar voluntarioso, cheio de caprichos e melindres. O que não é bem o caso de Léo. Ele inveja o irmão. Deseja invariavelmente se envolver naquilo que lhe traga vantagens em curto prazo. Julga-se esperto demais, quando na verdade vive se atrapalhando com as próprias artimanhas. Não nutre afeto por mulher alguma. Quer relações sexuais breves e pagas. Disse que quem o entende de fato é a mãe. Está sempre na espreita ouvindo “atrás das portas” a fim de que possua um trunfo para lançar contra uma potencial próxima vítima. As atenção e admiração que todos sentem por Pedro o incomodam de forma clamorosa, a ponto de querer prejudicá-lo, como por exemplo, ao não lhe dar o recado da empresa aérea CTA quando da aceitação do piloto no quadro de funcionários. Durante o decorrer da história, perguntaremos as razões de Leonardo ser assim, haja vista que a maioria dos motivos o levaria para não sê-lo. Eu humildemente por agora arrisco uma resposta: Léo é assim porque Léo é assim. Léo seria assim se não fosse bonito. Léo seria assim se não tivesse olhos azuis. Léo seria assim se tivesse uma irmã, e não um irmão. Léo seria assim se fosse pobre. Léo nasceu assim. Simples.
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Foto: Revista InStyle estilo de vidaNão resisto a fazer um trocadilho. Os figurinos de Patrícia Poeta são fantásticos. Antes disto, gostaria de frisar que Patrícia (atual âncora do “Jornal Nacional”, ao lado de William Bonner) é uma das jornalistas que mais aprecio na televisão brasileira. A bela morena adaptara-se inquestionavelmente à produção dominical de variedades apresentada pela Rede Globo, o “Fantástico”. Suas simpatia e seriedade coerentes com a matéria veiculada só corroboram a competência já por nós conhecida. Quanto às roupas que traja no programa, são uma atração à parte, pois sempre primam pela elegância. E esta se harmoniza com os seus bonitos rosto e cabelo, e maquiagem e acessórios adequados. Algumas vezes me perguntei até que ponto um profissional, no caso do telejornalismo, faz uma contribuição própria na hora de se vestir. A resposta possivelmente seria a de um acordo salutar entre ideias e propostas, a partir de uma indispensável consultoria de moda de uma especialista experiente no ramo (Regina Martelli). E há um outro dado importante: a regra precípua de que um repórter/apresentador de TV não pode chamar mais atenção do que a notícia. Poeta e a notícia se dão muito bem.
Obs: Patricia Poeta, após três anos na bancada do “Jornal Nacional”, será substituída pela jornalista Renata Vasconcellos em novembro de 2014.
Especulações da imprensa indicam que apresentará um programa na área de entretenimento na mesma emissora.
No lugar de Renata no “Fantástico”, a Rede Globo escalou Poliana Abritta, que fez coberturas em Brasília, e comandou, junto com Ernesto Paglia, o “Globo Mar”.







