Norma (Gloria Pires), em “Insensato Coração”, novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, disposta a tirar de si mesma a máscara de enganada, vai ao encontro de Pedro (Eriberto Leão) e Marina (Paola Oliveira). O casal lhe prova irrefutavelmente sobre as reais intenções de seu futuro marido Léo (Gabriel Braga Nunes), além de relatar outro crime parecido com o que sofreu, cuja vítima fora Carmem (Nívea Maria). Mas isto não se configurou como suficiente para Norma Pimentel formar o próprio juízo. Teria que escutar de Leonardo (ou seria Armando ou Fred?) o que jamais gostaria de escutar. Acontece. Em meio a acalorada discussão entre irmãos na sua pomposa mansão, chegam aos ouvidos dela palavras nada pomposas que confirmam estar sendo ludibriada uma vez mais. Antes, houve séria discórdia entre a ex-detenta de Florianópolis e a diretora da Liga da Família Carioca, Eunice (Deborah Evelyn), após a descoberta daquela de que a esposa de Júlio (Marcelo Valle) havia tido romance adúltero com Ismael (Juliano Cazarré), o motorista de múltiplas funções, que é pai de família que não existe. Norma ameaça Eunice. Eunice fica contrariada. Claro. Agora, é a vez do morador de um quarto na Lapa ser humilhado e demitido pela patroa. Ele fica contrariado. Claro. Os olhos se enchem de fúria. Norma Pimentel é por ele ameaçada. Já em ocasião diversa, Fabíola (Roberta Rodrigues), ajudada por Daisy (Isabela Garcia), alinhava fatos passados com achados recentes que culminam na dedução de que a mulher simples que iludiu Teodoro (Tarcísio Meira) contribuiu de modo definitivo para a partida inesperada e mal explicada de Milton Castelani (José de Abreu). Fabíola fica contrariada. Claro. E Wanda (Natália do Vale) com sua ligação quase edipiana com Léo? Onde entra nesta história? Pessoas suspeitas a partir de então não se encontram em casa. Eunice não está em casa. Tia Neném não está em casa (qual será o motivo?). Ismael ziguezagueia pelo asfalto do Rio com a moto aliada. Olhar de ódio através do visor do capacete. Voltemos à pomposa mansão. Norma, na presença dos irmãos, pede a Pedro que se retire. Batalha verbal entre a fêmea lograda e o macho aproveitador de damas eclode diante de nós. Pedro vai embora. A ex-técnica de Enfermagem diz ao homem que desgraçou sua vida que irá entregá-lo à polícia. Digladiam-se. O homem que promove desgraças foge como o covarde que sempre foi. Wagner (Eduardo Galvão) no instante da briga é avisado pela cliente. Depois da fuga citada, surge alguém por detrás da amiga de Jandira (Cristina Galvão). Ela percebe, e dá de frente com quem lhe será algoz. Ouvem-se disparos. Norma deixou de existir. Raul (Antonio Fagundes) aparece. A seguir, Pedro, Wagner e a polícia. Tia Neném retorna para casa. Fabíola está dentro de um ônibus. Léo dirige o carro em alta velocidade. Eunice está na Lapa com Ismael. Jandira comunica ao delegado Matos (Giulio Lopes) o que sabe. A Lapa reaparece. Eunice, Ismael e a cama são flagrados. Só a cama fica. Delegacia. Jandira não é educada com Eunice. Ao vê-la, grita “Assassina!”. O capítulo acabou. Norma, também.
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Foto: Divulgação do espetáculoNa ficção, em especial nos contos de fadas, o epílogo vem sempre acompanhado da otimista e utópica proposição: “E foram felizes para sempre…”. Na vida real, os fatos são inapelavelmente opostos ao que se apregoa nas histórias infantis. Parece haver, na verdade, um prazo de validade, uma data de vencimento para o estado de felicidade. Um relacionamento amoroso e todas as suas etapas não escapam a esta constatação, em muitos casos. No primeiro monólogo escrito por Heloisa Périssé (Heloisa possui vasta gama de obras dramatúrgicas, incluindo o sucesso “Cócegas”; seu livro “O Diário de Tati” teve ótima repercussão no mercado editorial), “E Foram Quase Felizes Para Sempre”, dirigido por Susana Garcia, sua personagem, a escritora Letícia Amado, representa o signo individual de uma mulher vítima das agruras subsequentes ao rompimento de uma relação afetiva. A peça começa com Letícia ansiosa e aflita em sua noite de autógrafos, e decepcionada com o convidado esperado que não comparecera ao evento. O livro a ser lançado se chama “Cantinho pra Dois”, com dicas para casais viverem momentos prazerosos e inesquecíveis ao redor do mundo nos melhores lugares, hotéis e resorts. No período de dedicação ao livro e às viagens, Letícia, sem que se desse conta, fora negligente com o romance. Seu companheiro, o “freelancer” Paulo Vitor, responsável pela capa da sua publicação, deixara de ser uma prioridade, e a união, lógico, desgastara-se progressivamente. Com a separação definitiva (e imprevistas recaídas de praxe), a literata enfrenta o drama de se ver num redemoinho de intempéries inevitáveis à condição de mulher sozinha. Heloisa Périssé costura a trama com irresistível leveza, potente carga de humor, drama na medida exata, emoção nas falas, sátiras sequenciais e referências múltiplas que resultam em uma encenação pujante na fruição de suas visíveis qualidades. Heloisa se manteve atualizada com os assuntos vigentes, e os incluiu no espetáculo. Com a sagacidade e a visão particular de observar o comportamento do ser humano em seu “habitat” de um jeito irônico, crítico, até mesmo “desconstrutivo” que lhe são natos, a dramaturga não poupa os espectadores, para o nosso deleite, de abordar situações que nos são bastante familiares, como o imediatismo ensandecido, desvairado, viciante e se pode dizer alienador em certas circunstâncias das redes sociais, a vulgarização e pauperização de determinados gêneros musicais (não há julgamentos tampouco preconceitos, servindo a menção como “ponte” para o riso), o estouvamento e boçalidade de membros do sexo masculino na conquista de uma mulher (não existe sexismo, e sim uma factual conclusão), a dificuldade desses mesmos homens em se comunicarem com o sexo oposto e seu lamentável desinteresse pela intelectualidade. O homem e sua crescente infantilização. Comenta-se sobre a “Era do Rivotril” (antidepressivo usado em larga escala pela população brasileira; uma pesquisa chegou a apontá-lo como o segundo medicamento mais consumido no Brasil) e os almoços de família que sempre descambam para uma imperiosa “lavagem de roupa suja”. Trata-se ainda do assolador medo do qual somos passíveis, sob os mais variados aspectos, num contexto jocoso. O medo das almas/espíritos, o medo dos filmes de terror, o medo da escuridão da madrugada (principalmente quando os números do relógio indicam que já são 01h37min) e sua correspondente solidão. Discorre-se com propriedade sobre as flagrantes diferenças entre homens e mulheres, que se no início podem ficar escamoteadas, na fase intermediária começam a se escancarar os direcionando para o doloroso processo de confrontação das incompatibilidades. Até o fato de um torcer para um time de futebol e o outro para o rival tem a sua significância, por mais prosaico que isso possa parecer como motivo de discórdia (evidente que Heloisa Périssé coloca tintas fortes de graça para realçar este tópico). Letícia possui emprego fixo, é prática, célere nos pensamentos, objetiva nos seus projetos de futuro. E Paulo Vitor é, segundo ela, “lento”, um “freela” que precisa de um tempo específico para dar um rumo à sua vida, despreocupado, desapegado aos bens materiais, por mais indispensáveis que sejam. Criador das capas do livro de Letícia, deseja ter filhos, ao contrário dela, ainda que não possua o mínimo respaldo financeiro para educá-los. Faz-se uma paródia aos terapeutas e suas explicações para todas as coisas. Elucubram e filosofam tanto que se perdem e se confundem com os próprios conceitos e teses. De acordo com Loreta, a terapeuta, o tipo de relacionamento de Letícia e Paulo Vitor é “neurótico”. Momentos de poesia de Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade enobrecem o texto. A autora brinca e questiona os perfis de alguns famosos personagens de contos de fadas. Por exemplo, a Bela Adormecida era sim uma princesa, tinha fadas madrinhas que a protegiam e dormiu cem anos, o que lhe proporcionou uma pele impecável. Já Branca de Neve e Cinderela saíram perdendo, tendo a primeira que “pegar na vassoura”, e a segunda, além disso, conviver com uma perversa madrasta que a perseguia. Toca no ponto do imaginário coletivo feminino que anseia o surgimento de um “príncipe encantado” em suas existências. Nas bem escritas linhas, deixa-nos claro de que o êxito profissional da mulher de modo ou outro contribui, por menor que seja, para o abalo de sua vida sentimental. Todo este material dramatúrgico criado por Heloisa necessitaria de uma direção que soubesse não só compreender e entender a sua proposta, mas absorver e pôr em prática nos palcos a sua linha matriz de ideias, acompanhando o ritmo pessoal e ágil da atriz. A escolha de Susana Garcia (notória em suas direções teatrais) foi acertadíssima. Conduziu com proficiência, perspicácia e prodigalidade os numerosos recursos interpretativos que Heloisa detém. A artista “passeia” à vontade pelas mais diversificadas veredas emocionais. O drama e a comédia estão contíguos, amalgamados em suas composições. Apodera-se de seus corpo e face como legítimas ferramentas de trabalho de uma inteligente intérprete. Sua expressividade é impactante. A versatilidade com que distribui o seu talento na construção dos muitos personagens é incrível: além de Letícia, o companheiro Paulo, a terapeuta tabagista Loreta, o pai bonachão Pires, a mãe sem “papas na língua”, a amiga masculinizada Celeste, o porteiro nordestino Valdemar, o cunhado “ideal” Isac e a garota de programa “acidental”. Sem contar os bizarros pretendentes que encontra na boate. Susana não pretere o elevado poder de comunicação e empatia de Heloisa Périssé como artista, e orienta a peça para uma trilha abertamente confessional e de franco diálogo com o público. Todo o espaço cênico é aproveitado. No minimalista e funcional cenário de Miguel Pinto Guimarães (duas cadeiras pretas laqueadas com estofamentos crus, que são dispostas em vários locais, e uma larga banqueta também preta que serve tanto como mesa quanto como sofá e assento), a atriz ostenta uma admirável vitalidade ao se movimentar, ir de lado a outro, sentar-se, levantar-se, correr, e dançar engraçadíssimas coreografias, que exigiram preparação corporal adequada e ampla flexibilidade. A iluminação de Maneco Quinderé é como de costume elegante, sendo outrossim poética e efusiva nas passagens oportunas. Percebe-se um saudável equilíbrio entre os focos gerais/abertos, duplos unicamente na atriz, seis refletores anteriores que se alternam em azul, verde, vermelho e rosa numa profusão de cores que se acendem e se apagam para simular o ambiente de uma “balada”. No fundo há um telão no qual todas essas luzes, inclusive o lilás, são projetadas, ocasionando um bonito efeito visual. O “visage” é suave, que realça a beleza e os olhos de Heloisa, com uma maquiagem precisa e cabelos presos. O belo já visto se aprimora com o luxo do figurino de Rita Murtinho, que aposta em um requintado e moderno macacão “fluid” de tons negros com decote em “V”, com mangas vazadas com pedrarias e uma deslumbrante fivela com detalhes artesanais. Como acessórios, delicados brincos e cordão com pingente, finalizando com escarpins pretos. A trilha musical de Alexandre Elias atende com eficiência, embalando logicamente o ciclo narrativo do espetáculo. O ápice decorre com a contagiante execução de “Tempos Modernos”, de Lulu Santos. “E Fomos Quase Felizes Para Sempre” cumpre a sua honrosa missão de colocar o gênero monólogo no lugar de destaque merecido quando realizado como obra bem estruturada, divertida dentro da sua contextualização e inteligente e liberal na concepção, e de corroborar a excelência de uma atriz chamada Heloisa Périssé. Se os casais não podem, em algumas ocasiões, serem felizes para sempre, e sim “quase”, nós, o público, fomos sim totalmente felizes. E esta felicidade, que durou cerca de uma hora e algumas dezenas de minutos se assemelhou ao “amor de Vinicius”, aquele “Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure”. A felicidade venceu.
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Foto: Paulo RuchA modelo e apresentadora Marcelle Bittar no Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015.
Marcelle estava fazendo a cobertura do evento para o Canal Glitz*, e todas as suas matérias foram apresentadas no especial “Semanas de Moda no Canal Glitz*” (também cobriu a SPFW).
A top é de Guarapuava, Paraná.
Graduou-se em Jornalismo pela New York Film Academy.
Sua bem-sucedida carreira de modelo começou em São Paulo, estendendo-se em Nova York, onde de fato despontou na profissão.
Marcelle, em Paris, foi fotografada pelo badalado fotógrafo peruano Mario Testino, e a partir daí lhe surgiram importantíssimos trabalhos no mercado da moda.
A paranaense desfilou para Donna Karan, Prada, Marc Jacobs, Dolce & Gabbana, Miu Miu, Narciso Rodrigues, Roberto Cavalli, Versace, Yves Saint Laurent, Balenciaga, Chanel, Moschino, Kenzo, Calvin Klein, Alexander McQueen, John Galliano, Carolina Herrera, Emilio Pucci, Louis Vuitton, Chloé, Givenchy, Emanuel Ungaro, Missoni, Gucci, Sonia Rykiel, Bottega Veneta, Victoria’s Secret, Viktor & Rolf, Burberry, Max Mara e Loewe.
Posou para revistas de prestígio como “Vanity Fair”, “L’Officiel”, “Elle” (“America” e “Britain”), “Vogue” (“Paris”, “Brasil”, “Germany”, “España”, “Portugal”), “Allure”, “Numero”, “Marie Claire” (“America”), “Arena”, “Flair”, “Harper’s Bazaar” e “Citizen K”.
Fez campanhas internacionais para Armani Exchange, Carolina Herrera, Hugo Boss Sport, Escada, Dolce & Gabbana, Salvatore Ferragamo e Topshop. E no Brasil para Arezzo, Ellus, O Boticário, Cavalera, Amsterdam Sauer, M. Officer e Bobstore.
Fotografou para os mais requisitados fotógrafos do universo fashion: Patrick Demarchelier, Terry Richardson, o estilista Karl Lagerfeld, David Sims, Michael Jansson, Craig MacDean, Peter Lindbergh e Arthur Elgort.
Participou de várias semanas de moda pelo mundo, incluindo Milão, Paris, Nova York, Londres e Madri, além de Brasil, Japão e Portugal.
Como apresentadora, comandou os seguintes programas: “+ Moda” (RecordTV), “Superbonita” (GNT) e “E! Fashion Weeks” (E! Entertainment Television, no Brasil).
Marcelle Bittar apresentou a final mundial do Concurso “Supermodel of the World”.Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Em um visor localizado na área comum do Fashion Rio Verão 2014/2015, podia-se ver a campanha publicitária da rede de lojas de departamento Riachuelo.
Na imagem, há duas modelos que adotam o estilo “urban street wear”, com predominância do jeans skinny, rasgado ou não, jaqueta, pulôver, t-shirt e tênis.Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo RuchO restaurante Zazá Bistrô usou o nome “Zazá em Casa” (as letras eram formadas por talheres), ao ocupar a principal área gastronômica do Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015. O décor consistia em enfeites estilizados que remetiam a gaiolas com pássaros e árvores, além de um cortinado florido e flores artificiais espalhadas na parede de madeira.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo RuchO Zazá Bistrô, restaurante badalado do Rio de Janeiro, que ocupou a mais importante área gastronômica do Fashion Rio Verão 2014/2015, usou na sua decoração quadros negros emoldurados com flores coloridas nos quais se liam frases de celebridades ou de autores desconhecidos, como esta da imagem.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Esportes, praia e beleza. A observar, um quiosque. Cano estoura. Água jorra. Alguém tem que consertá-lo. E este alguém é Griselda (Lilia Cabral), na nova novela das 21h da Rede Globo, “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva. O “marido de aluguel” ou Pereirão, como é chamada, é mulher bonita que se esconde sob uniforme de trabalho: boné, macacão e sapatos maltratados pelo tempo. O homem com quem se casou, Pereirinha (José Mayer), que está em retrato, fez algo de que não gostou. Um de seus filhos, José Antenor (Caio Castro) é rapaz alimentado por ambição, mentira e ingratidão. Não revela ao mundo o próprio mundo. Namora moça rica, Patrícia (Adriana Birolli), que demonstrou valor. A mãe dela, Teresa Cristina (Christiane Torloni), esbarra na futilidade, no preconceito, no capricho e na autoridade. Não respeita o próximo. Mantém com Crô (Marcelo Serrado), o infiel escudeiro, relação de vassalagem. René (Dalton Vigh), o marido, diz que faz tudo pela esposa. O carro que conduz envolto com “importante” laço “pink” que será o presente de aniversário da filha tem o pneu furado. Griselda, que antes havia mostrado forte personalidade ao exigir o pagamento pelo suor derramado em conserto de cano estourado, oferece ajuda. E num instante relevante, tira o boné, solta os cabelos, e prova que poderá ser de fina estampa. René impressiona-se. A segunda impressão é a que fica? Vimos também que indignada por ofensa de filho que quer ser doutor, e que dela se envergonha, irá com ele se entender. Ou se desentender. Já Maria Amália (Sophie Charlotte), a irmã, vendedora de cosméticos, cumprimenta sempre com olhos tenros Rafael (Marco Pigossi), gerente de oficina e loja de motos e automóveis. Na casa de Amália, reencontram-se por acaso. Os olhares agora dão vez às palavras. Há ainda taxista de nome Vilma (Arlete Salles). Taxista que estende mão amiga mesmo quando o cansaço lhe recomenda o “não”. E um casal, Paulo (Dan Stulbach) e Esther (Julia Lemmertz), que parece feliz. Ambos promovem desfile de moda. Ele exibe fidelidade que para alguns pode estar fora de moda. O capítulo ruma para o fim, e a festa organizada por Teresa para a filha que pouco se importou com o presente adornado com laço cor-de-rosa e tons de graxa, está para começar. Só que não há luz no “palco iluminado” no qual vive Teresa Cristina. Cartão do “marido de aluguel” pego por Crô com outras intenções salva a pátria. Pereirão entra em ação. Para surpresa de René. E desconfiança de Teresa. Griselda se vê diante de emaranhado de fios. E problema. Um grande problema devidamente a nós apresentado: José Antenor. Provável que religará a luz. E um dia, quem sabe, dará um jeito no filho. Afinal, para Griselda, na vida tudo é uma questão de jeito.
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Foto sobre a foto de Murillo Meirelles: Paulo RuchUm modelo com traços fortes, olhar penetrante, cabelos trançados, vestindo um casaco jeans com gola larga, no meio de folhagens, foi a figura central desta foto tirada por Murillo Meirelles para a exposição “Na Floresta”, com direção de arte de Alex Wink, que podia ser admirada por todos que foram ao Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto sobre a foto de Murillo Meirelles: Paulo RuchUma das fotos que integravam a linda exposição de Murillo Meirelles, “Na Floresta”, com direção de arte de Alex Wink, organizada no Fashion Rio Verão 2014/2015, exibia um modelo vestindo uma jaqueta jeans, e que chamava a atenção por seus aloirados “dreads” e apliques platinados.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo RuchDentre os muitos produtos à venda no restaurante Zazá Bistrô, que ocupou a mais importante área gastronômica do Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, estavam os polvilhos e as chips, ambos contidos na mesma embalagem caprichada.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans


