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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 12th, 2014

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    Término de um dos desfiles do Rio Moda Hype, evento paralelo ao Fashion Rio (em sua edição Outono Inverno 2014, no Píer Mauá), que tem por objetivo lançar novas marcas no mercado.
    Desfilaram pelo Rio Moda Hype as grifes Oksa, Acolá, Taiana Miotto, Marie Raz e Wasabi.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 12th, 2014

    072
    Na edição Outono Inverno 2014 do Fashion Rio, promovida no Píer Mauá, podia-se admirar na área externa do local a deslumbrante paisagem em um lindo dia de sol da Baía de Guanabara com a Ponte Rio-Niterói ao fundo.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • ” Esther quer ter um filho. Paulo, não. Até aí, nenhuma novidade. A questão é como Esther quer ter este filho. “

    abril 12th, 2014

    paulo_esther
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Lembro-me que ao analisar alguns personagens de “Fina Estampa” em seu primeiro capítulo, novela das 21h da Rede Globo, de Aguinaldo Silva, lembro-me que me referi ao casal Paulo (Dan Stulbach) e Esther (Julia Lemmertz) como um par bem-sucedido na profissão que parecia feliz, sendo que ele em certa cena mostrou-se completamente fiel à esposa, pois havia resistido ao assédio de uma modelo que participaria de um desfile da Fio Carioca, prestigiada empresa têxtil que ambos possuem. Não foi impressão errada, pois por muitos capítulos davam-se bem. Até que numa viagem dos dois, surge uma médica, Dra. Danielle Fraser (Renata Sorrah), especialista em reprodução artificial. É neste instante que começa o desabamento de um matrimônio até então sólido. Alguns assuntos não resolvidos para eles, e que estavam adormecidos, vêm à tona: a vontade de Esther de ser mãe e a impossibilidade de Paulo de ser pai, devido à sua esterilidade. O caráter estável do casamento fora minando aos poucos à medida que a personagem de Julia Lemmertz manifestou o desejo de se utilizar dos procedimentos médicos alternativos e avançados da Dra. Danielle, o que gerou antipatia imediata de seu cônjuge. De fato, a situação é demasiado complexa. Procuremos não cair de forma fácil em julgamentos morais. Tentemos ver as razões de cada um. Primeiro, Esther. É uma mulher madura, porém jovem, que como várias mulheres quer ter um filho. Só que descarta a adoção. Ela quer sentir as dores e os amores de se gerar alguém no próprio ventre. Já que não pode contar com a contribuição natural do marido, decide por aceitar um embrião fecundado por doadores anônimos. Está certa disso, e tudo leva a crer que não declinará desta ideia, nem que o seu enlace seja comprometido. O sócio e esposo não assentiu. Suas alegações partem do princípio de que terão um “intruso” na convivência. E este problema bastante particular e íntimo deles acaba em ouvidos indesejáveis, como os de Tereza Cristina (Christiane Torloni) e a jornalista Marcela Coutinho (Suzana Pires). As brigas passam a ser contínuas. E Paulo não consegue desvincular trabalho e vida pessoal. Esther continua frequentando a clínica de fertilização de Dra. Danielle, e mostrando-se disposta a levar adiante a decisiva tomada de atitude. E o que antes parecia improvável, decorreu. A traição do irmão de Tereza Cristina. E logo com quem. Com Marcela. Isto gerou desconforto e arrependimento nele. Mas aí já era tarde. Foi uma espécie de vingança e fraqueza, dois elementos que juntos servem para o aproveitamento dos mal-intencionados. Esther descobriu. Mulher sente essas coisas de longe. Agora, uma pergunta que me faço. Não seria o caso da Dra. Danielle esperar um acordo entre o casal, porquanto há uma vontade unilateral de se realizar algo que de brincadeira não tem nada? O que está em jogo é um casamento. Agora, falemos um pouco de Paulo. Convenhamos que não deva ser fácil para um marido acompanhar a gestação de um filho pela sua esposa, sendo que não servira de nenhum modo para isso. A adoção não seria a solução mais pacífica? Já estou num campo de julgamentos. E além de não ter direito a isso, mesmo em se tratando de ficção, sou avesso a qualquer tipo de julgamentos e pré-julgamentos que tangenciem o aspecto moral e, por que não, emocional. A conclusão a que chegamos é que o autor Aguinaldo Silva está abordando um tema dos dias atuais, o qual não podemos ignorar. E este tema carrega em si consequências de inegável magnitude. Haverá discussões, ofensas de lado a lado, crises conjugais e inevitável separação. Contudo, como boa novela, tudo leva a crer que Paulo e Esther terão um final feliz. Digo isto porque em nenhum momento o amor deles pareceu chegar ao fim. Pode estar balançado. Todavia, ao fim não chegou.

  • ” Um texto ‘politicamente incorreto’ escrito com apropriada parcimônia, Marcelo Serrado inteiramente à vontade no palco, e Gigante Leo como o seu cúmplice na graça ‘É O Que Temos Pra Hoje!’.”

    abril 6th, 2014

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    Em seu segundo texto (o primeiro fora “Tudo é Tudo e Nada é Nada” e o mais recente é “A História dos Amantes”), Marcelo Serrado, que também é o diretor de “É O Que Temos Pra Hoje!”, resolve no formato de stand-up comedy (ou como ele mesmo prefere, um “stand-up comedy e meio”), em que contracena com o comediante Gigante Leo, em participação especial, digressionar sobre temas que nos são notadamente familiares, respeitando as linhas limítrofes que separam o “politicamente incorreto” aceitável do “politicamente incorreto” duvidoso e de mau gosto. O stand-up comedy, ao contrário do que alguns pensam, sempre existiu. Prática comum cênica tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Em terras nacionais, tivemos José Vasconcelos (um dos precursores), Chico Anysio, Costinha, além de Ary Toledo, Juca Chaves, Jô Soares e Sérgio Rabello. No país ianque, destacaram-se Woody Allen, Steve Martin, Chevy Chase e Steve Carrel. Nos anos 2000, houve um “boom” de humoristas ou candidatos a humoristas que se aventuraram neste gênero, que não se resume apenas a contar piadas para uma plateia de espectadores. Muitos tentaram. Poucos ficaram. Marcelo se enquadra, óbvio, no time dos bem-sucedidos nesta seara. E Gigante Leo (sucesso no fenômeno da web “Porta dos Fundos” e ganhador do Prêmio Multishow de Humor 2012) não é um “turista acidental” no humor de qualidade tampouco. Marcelo Serrado, que comprovou elevado poder cômico ao interpretar o sensível e divertido mordomo Crodoaldo Valério ou Crô na novela escrita para o horário nobre da Rede Globo por Aguinaldo Silva, “Fina Estampa”, vale-se daquele predicado para alinhavar o cerne do espetáculo que abrange questões extremamente contemporâneas, como a avassaladora invasão da Internet, seja ela deletéria ou benéfica em nossas vidas, e a complexidade das relações afetivas entre um homem e uma mulher, incluindo-se o sexo. O ator discorre sem pudicícia acerca da insanidade que tomou conta dos acólitos da tecnologia digital e móvel que recebem incontáveis vezes novos e cada vez mais modernos aplicativos. O indivíduo está deixando de ler um Machado de Assis para testar as suas habilidades em um game qualquer. Seria injusto não dizer que a Internet se somou às nossas existências como uma rica, fácil, proveitosa e fascinante ferramenta de busca de informações e notícias em tempo real e degrau para uma socialização de todos os tipos. Entretanto, o que se vê não raras vezes é um processo que ocorre pelo avesso, ou seja, inicia-se uma antissociabilidade que transcende até a tela do computador. Uma inversão de valores é identificada e nos preocupa. Hoje, as pessoas saem de suas casas para se divertirem já com a premeditação de tirar uma atrativa foto para logo em seguida ser postada em alguma rede social. Ficamos “reféns” dos “likes” e “comments”. Uma “curtida” ou “não curtida” pode decretar o fim ou o começo de uma “amizade”. Se o seu “friend” não curte o que posta, isto pode significar que não gosta de você, que sente inveja, não incentiva o que faz ou simplesmente nada disso. A rede social se divide em “panelinhas” e “excluídos”. Um “apartheid”. Para um segmento, curtir algo seu pode ser entendido “como lhe dar confiança”. Bastantes usuários leem o que escreve ou divisam uma foto de sua lavra, admiram ambos, mas não curtem para “não encherem a sua bola”. Um comportamento que demanda estudo psicológico apurado, pois há nele desvio e evidência de imaturidade e/ou infantilidade. A vaidade mostra a sua face mais feia. Algo destrutivo. Uns querem ser melhores do que outros, mais bonitos do que outros, mais inteligentes do que outros. Uma extensão do “capitalismo selvagem” ao qual estamos deveras acostumados com os seus individualismo, consumismo e competitividade exacerbados. O “olho no olho” se escafedeu. O teclado tomou o seu lugar. A câmera. O ser humano passou a ter dupla identidade: uma para a vida virtual e outra para a real. Não reconhecemos a nós mesmos se reunirmos estas duas esferas de comunicação. O que se fala covardemente usando como escudo uma tela de computador, não se diz “cara a cara”. Como asseverara o cantor e compositor Leo Jaime: ” Tem gente que te segue no … só pra te odiar bem de pertinho”. Estamos mais sozinhos. Não é difícil perceber. Roberto Carlos já cantava em linda canção: “Eu quero ter um milhão de amigos…”. Agora, é possível “tê-los”. Espantam-me os que se julgam por demais importantes e excelsos ao negarem a sua “amizade”. Eles deixarão de ser “importantes” e “excelsos” se você se tornar o seu “amigo”? A que ponto chegamos. E os que atingem a desconcertante e inacreditável indelicadeza de ler uma mensagem que enviara e não retornarem, dizerem ao menos um “obrigado”, um prosaico “olá”? E quando deseja um “Feliz Aniversário!” para as “paredes”? Vai entender. A loucura e a sanidade juntas no mesmo balaio. A “democracia” se instalou na Internet, na qual quase todas as estratificações sociais a utilizam. Ela é sem dúvida um instrumento extraordinário que, assim como nossa vontade, pode ser manipulada para o bem ou para o mal. Entristeço-me ao notar que o segundo leva alguma vantagem. Onde está o contato físico, o aperto de mão, o abraço? Tudo se aglutinou em uma “carinha sorrindo”. Divulga-se a miséria humana do mesmo modo que se divulga o hedonismo. Melhoramos ou pioramos como pessoas? Amigos reais se exibem como desafetos e os estranhos são os “amigos de infância”. Não à toa, especialistas e estudiosos têm se dedicado com afinco na pesquisa sobre essas peculiaridades comportamentais do século XXI. Todavia, a verdade é que não mais podemos viver sem a Internet e as redes sociais. Se bem aproveitadas, só temos a ganhar tanto no campo pessoal quanto no profissional. Antes de terminar este tópico, gostaria de lhes comunicar que não se trata de um julgamento ou condenação, apenas uma avalição factual do que observo consuetudinariamente. Eu mesmo faço parte disso, e procuro tirar proveito com honestidade do que me é oferecido. Noutro momento do stand-up, Marcelo elucubra sobre as diferenciações existentes entre o masculino e o feminino. Neste contexto, insere-se o sexo, como disse acima. Nada soa desrespeitoso. Ocorre o contrário. Identificamo-nos, rimos das situações e de nós mesmos. Referem-se humoristicamente às fatídicas tensões pré-menstruais, que de maneira potencial servem de desculpas ou justificações para a não aceitação de se fazer algo pedido por outrem. Brinca-se com a incontinência verbal das mulheres após o ato sexual e a indiferença e frieza dos homens depois daquele. Não há relacionamentos sexuais perfeitos, haja vista que não somos perfeitos. O homossexualismo é tratado com irreverência, diferentemente do que vemos vez por outra em quem não está preparado para fazer chiste do assunto. Renato Aragão e Os Trapalhões, Chico Anysio, Agildo Ribeiro e Jô Soares amiúde criaram tipos, personagens ou circunstâncias em que os gays não se sentiam ofendidos, e isto, o que é mais instigante, numa época sob a patrulha ostensiva da ditadura militar. O preconceito nunca recrudesceu com os seus trabalhos. Já não posso afirmar o mesmo quando ouvimos incômodas vozes dissonantes de políticos totalitários e “pastores” afundados em sua estupidez. A entrada de Gigante Leo em cena lança profícua luz sobre a discriminação que se faz contra os que estão abaixo da estatura média mundial. Gigante conclui que parcela da sociedade o trata como criança, com aspectos de curiosidade. Leo nos convence de que não há nada de diverso em ser anão. Sim, anão. É assim que Gigante Leo aprecia ser chamado. Não os hipócritas “pequeno” e “verticalmente prejudicado”. Este último eivado de deboche. Marcelo Serrado e Gigante Leo são inteligentes ao desmistificarem a figura do anão. Faz-se graça de suas limitações. Mas quem não as tem sejam elas quais forem? A interação dos artistas com o público é enriquecedora e prodigiosa. Ambos agem com naturalidade, despojamento e espontaneidade ao lançarem mão de jogos de palavras e frases que serão usadas para sessões de improvisação. Os cenário, iluminação e figurino são enxutos e objetivos. O primeiro se resume a dois bancos metálicos de distintos tamanhos (sendo que sobre um deles há uma caixa colorida no interior da qual estão as supracitadas frases), um microfone alto, um tamborete e uma tela para projeção de lúdicas imagens. A iluminação é correta, coerente, não se deixando levar acertadamente por excessos ou extravagâncias, com o funcional uso de onze refletores traseiros que possuem bonito alaranjado, dois outros de luz branca tanto à frente quanto atrás do palco, e um conjunto que adere ao recurso do plano geral, sem preterir os focos individuais nos intérpretes e a diminuição gradativa das tonalidades luminosas. Quanto ao figurino, Marcelo veste camisa social azul claro com t-shirt, calça de jeans lavado com pequenos rasgos e tênis com textura próxima ao jeans. E Gigante se traja de jeito similar, com a exceção dos calçados. “É O Que Temos Pra Hoje!” é um stand-up comedy leve, mordaz, sarcástico e espirituoso que ostenta dois talentosos atores que formam ótima parceria e que em consonância desfiam verdades e fatos que são indissociáveis de nossas vivências. Os espectadores se divertem e participam quando são solicitados. Um entretenimento em sua genuína essência. Válido na própria natureza. O que Marcelo Serrado e Gigante Leo prometeram, cumpriram com mérito. Bem, este texto no qual procurei imprimir a minha sinceridade “É O Que Temos Pra Hoje!”.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 6th, 2014

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    A Riachuelo, loja de departamentos “patrocinadora oficial da moda”, em seu elegante lounge no Fashion Rio, cuja edição Outono Inverno 2014 foi realizada no Píer Mauá, exibia no telão a imagem de um menino em meio a outras crianças no parque simulando um movimento da arte marcial tai chi chuan.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 6th, 2014

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    Um telão localizado no lounge da Nativa SPA – O Boticário, montado especialmente para o Fashion Rio em sua edição Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, ostentava uma clara homenagem aos Blogs e aos que a eles se dedicam.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 6th, 2014

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    A imensidão de um oceano com águas de azul cristalino margeando um desfiladeiro, no qual há um solitário barco, foi uma das múltiplas imagens exibidas nos telões espalhados pelo Píer Mauá, em sua edição Outono Inverno 2014 do Fashion Rio.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models

    abril 6th, 2014

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    Beto Malfacini, modelo internacional, esteve presente na festa “Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models”, no Cais do Oriente, no Centro do Rio de Janeiro.
    Beto é carioca, fora militar e integrara a Brigada Paraquedista.
    Sempre se destacara nos esportes que praticara, como a natação e o surf.
    Também é lutador de jiu-jitsu.
    Estampou diversas capas de revista, como a “Men’s Health” e a “JUNIOR”, fotografado por Lucio Luna.
    Participou da sexta edição do “reality show” da Rede Record “A Fazenda”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 5th, 2014

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    O modelo Josué Wiese, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Josué nasceu em Presidente Getúlio, Santa Catarina.
    É agenciado pela Way Model Management.
    Após ser descoberto em Criciúma, Santa Catarina, por um scouter, seguiu para São Paulo, e depois para Milão, onde passou a trabalhar.
    Esteve nas páginas da “FFWMAG”, “Pulp Magazine”, “Made in Brazil”, “DScene”, “Serafina” e U+Mag”.
    Desfilou no Rio Moda Hype e Casa de Criadores.
    Dentre os editoriais de que participou, podemos destacar “Tecnique Biology The Special Diesel Leather Collection” para a “ODDA Magazine”, fotografado por Steeve Beckouet; revista “Marie Claire” (setembro de 2015, com fotos de Gilberto Zylbersztajn); “New faces rock, a série: episódio 76” para o site “World of Models”; e “The Hunter” (“Brainstorming Magazine”).
    Fotografou para Zee Nunes, Junior Becker, Hudson Renan, Raquel Espírito Santo, Jhonatan Chicaroni, Marco Mendez e Pedrita Junckes.
    Juntamente com os modelos Andre Fellipe (Mega Model Brasil) e Izabela Zoz (Way Model Management), protagonizou o fashion film que lançou a coleção Verão 2016 de Danilo Costa (houve a presença de outros profissionais).
    Foi visto nas passarelas das grifes Colcci e João Pimenta na São Paulo Fashion Week Primavera Verão 2014/2015.
    Já no Fashion Rio Primavera Verão 2014/2015, na Marina da Glória, desfilou para a R. Groove e Ausländer.
    Na São Paulo Fashion Week Verão 2016, vestiu as novas coleções de João Pimenta e TNG, e na temporada Outono Inverno 2016 novamente para João Pimenta e Lino Villaventura.
    Josué Wiese é considerado recordista de desfiles nas semanas de moda nacionais.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    abril 5th, 2014

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    Uma bonita mulher, ao tomar banho, coloca sobre o seu corpo um dos produtos da Nativa SPA – O Boticário, em uma imagem mostrada aos convidados da edição Outono Inverno 2014 do Fashion Rio, realizada no Píer Mauá, por intermédio de um telão montado no local.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

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