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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 12th, 2013

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    Maria Ruch, uma das fotógrafas que estavam cobrindo o Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 12th, 2013

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    O modelo da Mega Model Brasil Emanuel Pícoli no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    agosto 12th, 2013

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    Óculos de todos os tipos e cores eram vendidos na feira de moda Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • ” Viver e não ter a vergonha de ser feliz e ator. É o que nos diz ‘Brainstorming Anônimos’.”

    agosto 5th, 2013

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    Foto: Fernando Paixão

    Se um dia o consagrado romancista e poeta irlandês James Joyce escreveu “Retrato de Um Artista Quando Jovem”, a dramaturga Carla Vilardi, antes promessa agora estabelecida como uma das representantes de nova geração que expõe seus pensamentos, criatividade e emoções numa narrativa teatral, escreveu “Brainstorming Anônimos”, que retrata artistas quando jovens. Um retrato de artistas quando jovens enfrentando altivamente seus dilemas e problemas de um difícil “poema”, cujos “versos” ditam sobre o “ser ator”. Sim, o “Ser Ator” de Laurence Olivier. No entanto, Carla em sua peça discorre não somente acerca das vicissitudes e solitudes em sua plenitude de um “operário das Artes”. Fala-se, com certeza, sobre este, contudo fala-se também de modo magistral do enorme e complexo panorama juvenil com toda a sua “tempestade” de sonhos, sentimentos emotivos, fraquezas, miudezas importantes, grandezas irrelevantes, dores cortantes, prazeres desconcertantes, amores possíveis e impossíveis, e o beijo que não foi dado. De forma arguta e inteligente, 7 atores que se desdobram em 49 personagens no alto florescer de suas juventudes “servem” como símbolos indispensáveis que trilham caminho inóspito e pedregoso, onde há cacto espinhoso e lírio formoso, em busca da palavra que resume toda uma existência: o sonho. Carla Vilardi, Luca Pougy, Ricardo Vianna, Pedro Aquino, Lu Rocha, Mari Pizzo e Victor Paes Leme, signos da força moça do palco, exploradores e desbravadores dos seus interiores, dos seus íntimos ínfimos e infinitos, desejosos de colocar pés bem esculpidos pelo Criador no tablado sagrado, venerado a que chamamos teatro. Aquilo que atormenta e alimenta cabeças iniciantes no ciclo vital “sofrem” estudo rigoroso e completo, e acreditem, divertido e leve, no espetáculo assistido. Usando sagazmente a figura da metalinguagem, intérpretes que respondem ao chamado do outro por números (Ator 1, Ator 2…) rabiscam não um esboço, desenham com ponta de lápis na sua mais fina constituição acontecimentos inolvidáveis, memoráveis, esquecíveis e desprezíveis das fases infantil, adolescente e adulta. A amarga dor que se carrega causada pelo desprezo de um beijo numa “ingênua” brincadeira de “salada de fruta”. A traição semelhante à punhal nas costas vindo de “amiga” que rouba de outra o amado em dia mundano e leviano de Carnaval. A eterna incompatibilidade das preferências masculinas e femininas. O perfilar dos arquétipos dos homens que fogem de modo inapelável da condição de “príncipe encantado”. As mulheres não querem um fanfarrão, tampouco um narcisista. As mulheres até admiram um gay, mas este não lhes pode oferecer o prazer físico, “apenas” o amor de uma sincera amizade. O “nerd” mesmo que o percebam, não as complementa. Malditos “games”, maldito futebol que atrapalham as relações. Não há livro de autoajuda que dê solução. E onde está o “ser ator” nesta “caleidoscópica caldeira”? Dizem que “querer é poder”. Nem sempre podemos. No entanto, quem arrebatará o consistente desejo de sonhar? O desejo de se viver de Arte? Não há repreensão e opressão dos pais, não há preconceito com a profissão, não há prepotência e arbitrariedade de alguns poucos “profissionais” dirigentes que demovam dos sonhadores aquilo que tanto almejam. Se empurrarmos com mãos espalmadas as portas que insistem em se manter fechadas, elas se entreabrirão. Entrem pela fresta. É o que resta. E o que dizer da fama? Fama insana, bacana, que dá grana, desejável, benfeitora e malfeitora. Fama que nos traz amigos não amigos e inimigos declarados. Não briguem com os jornalistas, pois eles podem dar pistas das coisas que não devem ser vistas. Ame. Ame o outro. Ame o próximo. Ame o igual e o desigual. Luca, Carla, Victor, Mari, Pedro, Lu e Ricardo esplendorosamente aceitam a hábil, sabedora e longe de admoestações direção de Bia Oliveira (Linda Gomes é a assistente de direção). Bia reverencia o drama, a introspecção, o intimismo, não se esquecendo da “explosão”, da boa “tempestade”, da leveza, do lúdico e da comédia. É a Bia que cria. A atuação de Carla Vilardi é doce, bonita, inquisidora, pensadora, filósofa e meiga. Luca Pougy é forte, sensível, seus olhos brilham, os caracóis dos seus cabelos são Sol que dá luz à cena. Grande ou pequena. Quando Luca sorri, corações nossos sorriem. Quando fica sério, continuam a sorrir. Luca nasceu para sorrirmos. Victor Paes Leme, moço com brancura e esbelteza, versátil, não esconde (para que esconder?) a sua nata expressividade. Pedro Aquino é uma “máquina” de interpretação sem botão de “stop”. Não existe botão que desligue o seu extravasamento de humor e carga emotiva. Seu corpo fala em vários tons. Todo o elenco fala em vários canoros tons. Ricardo Vianna, beleza pictórica que exclama, que clama, que grita o seu valor inegável de ator. A verdade de seus olhos azuis não me deixam mentir. A atriz Lu Rocha possui olhar que com simples e tênue movimento nos diz tudo. Todo o roteiro num olhar. Menina mulher tenra, densa, brava e delicada como rosa regada. Mari é uma graça em estado de graça, silhueta lindamente delgada, exponencialmente idolatrada, branda, franca, que tem benquerença pelo público. Eles cantam. Eles cantam Gonzaguinha em jogral. Cantam as “estações de Cássia”. Movimentam-se “total”. Mérito de Igor Pontes (preparador de elenco e diretor de movimento). Igor executou com classe e requinte a sua função. Nossos ouvidos vulneráveis a qualquer ímpeto foram surpresos pela bela e inefável voz de Bárbara Dias que entoa admirável canção original. Os figurinos e cenários de criação coletiva são enxutos, práticos, pertinentes e elegantes. Os corpos de cada um são assaz valorizados por um “blackout” básico nas cores, ou seja, a predominância do preto nas calças “fuseau”, saruel, e de malha, além de t-shirts e regatas. Entretanto, irrompe o colorido em “trench coat” vermelho e acessórios. Deparamo-nos com a sisudez dos ternos e um sobretudo digno de Oscar. O cenário é negro, um negro vivo, com araras, tamboretes, cestos, cabide, e cadeiras tão vivos quanto. A iluminação é generosa, faz-nos contemplativos. Uma eloquente luz aberta que “escancara” a cena. Um foco educado que faz carinho no rosto do artista. Sombras oblíquas que embelezam, um arco-íris mesmo que não tenha chovido em manhã ensolarada. A trilha sonora é envolvente, remete-nos ao plangente. “Pais e Filhos” da Legião. “O Que é, o Que é?” de Gonzaguinha, Phil Collins… Uma música própria de “thriller” em momento magnífico de diminutas lanternas a iluminar faces quietas, plácidas e gritantes. Os adereços não têm preço. Almofadas, bichinho de pelúcia, bengala e copos que faíscam cores. A peça pode ter acabado. Acabado é passado. Agora é que começa. Começa à beça. Começa à beça para Bia. Para Carla, Luca, Mari, Ricardo, Lu, Pedro e Victor. Meninos e meninas a quem os holofotes jamais lhes negarão um beijo. Ouçam este humilde e sincero conselheiro: “Vivam e não tenham a vergonha de serem felizes e atores. Pública ou anonimamente, pública e anonimamente. Não abram o guarda-chuva quando surgir a “tempestade”, não se protejam da chuva que abate. Deixem que suas mentes sejam molhadas e encharcadas pela Arte. Tornem público o seu ‘Brainstorming’!”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 5th, 2013

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    A repórter da Band News FM Luiza Scheliga fazendo a cobertura do Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 5th, 2013

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    A atriz Poliana Anderle no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Dentre os trabalhos de Poliana como intérprete, destacam-se os musicais de Marcello Caridade, “The Rock Horror Picture Show” e “Huniak – Chicago O Musical”; e o monólogo “Parque de Diversões”, com texto e direção de Victor Frade.
    Também fez ensaios fotográficos para Marina Giannetto, Flavio Souza, Luiz Cordeiro e Joelzinho Gomes, além de campanhas publicitárias.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    agosto 5th, 2013

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    O badalado livro “Rioetc – a alma encantadora das ruas” à venda na feira de moda alternativa Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • ” A vida é feita de escolhas, e com as bênçãos de São Jorge, a minha foi ver ‘Favela’.”

    julho 31st, 2013

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    Foto: Fernanda Sabença

    Conhecemos a favela pelas páginas dos jornais, pelos noticiários e reportagens de televisão, porém nada é comparável a se entender melhor o mundo das comunidades ao vê-lo retratado nos palcos de um teatro. O espetáculo “Favela”, cujo texto é de Rômulo Rodrigues, e direção e idealização de Márcio Vieira traça um amplo e genérico painel do cotidiano, dos comportamentos, conceitos e preconceitos daqueles que constroem suas vidas nos locais fundados nos morros cariocas pelos soldados que lutaram na Guerra de Canudos (ao término do embate no arraial de Canudos, Bahia, rumaram para o Rio de Janeiro, e por não receberem mais o soldo que lhes garantia a sobrevivência, alojaram-se no atual Morro da Providência, que antes era chamado de Morro da Favela, existente na citada Canudos; o termo “favela” refere-se à planta típica daquela região, e consolidou-se como indicativo dos novos padrões habitacionais a partir da década de 20). O celebrado livro de Zuenir Ventura, “Cidade Partida”, teceu em páginas de que a “Cidade Maravilhosa” era “dividida”, sendo como precípua motivação a desigualdade socioeconomica. Entretanto se formos além dos arquétipos e estigmas infiltrados por pensamentos dominantes, chegamos à razoável conclusão de que as duas “partes” da cidade não são tão diferentes assim em demais prismas. Se no alto dos mencionados morros ouvem-se tiros que espoucam aleatoriamente, nas nossas casas salvaguardadas ouvimos também tiros disparados por alguém acima de qualquer suspeita. Se na elevada esfera política, debateu-se de modo inacreditável a “cura gay”, contrariando postulados científicos, e nos levando a “viagens” por séculos passados, no altiplano de casas apertadas com lâmpadas dependuradas por fio solitário somos “alvejados” na sensibilidade por jovem homossexual e viciado (Felipe Frazão) que “acredita” que fora “curado” de seus “pecados” graças à aceitação de sermões “religiosos”. Se no asfalto batem com força e impiedade as portas nos nossos rostos quando suplicamos emprego para colocarmos comida no prato, ainda que com canudo limpo debaixo do braço, o que diremos dos que, com ou sem canudo, marcados de maneira inglória por dormirem e acordarem entre vielas escuras ou pouco iluminadas, subidas e descidas acesas ou apagadas suplicam o mesmo? O fato de morarmos ao lado de calçadas bem asfaltadas, ou com pedras portuguesas soltas que provocam tombo feio em atriz famosa nos dá o direito de julgamento sobre jovem perdido no próprio rumo, a quem se apresentam apenas dois míseros caminhos: um com a tocha branda, mas segura, e a outra flamejante, todavia perigosíssima? O jovem perdido é interpretado com intensidade, credibilidade e brilho por Gabriel Chadan (Murilo). Gabriel na ribalta é moço branco de olhos verdes símbolo de “força da natureza” interpretativa. Seu primo Jeomar é defendido por Michel Gomes, um ator convicto de suas pujantes potencialidades dramáticas, representando o que “a priori” lhes falei, ou seja, um “filho da Engenharia” sonhador que a “engenharia da existência” lhe exclama: “NÂO!”. Há uma espectadora além de nós, Dona Jurema (Dja Marthins). Jurema, com seus braços e cotovelos apoiados em parapeito de janela pequena, serve como interferência adequada nos acontecimentos costumeiros dos moradores da favela, sendo bastante vezes mal compreendida, embora haja sabedoria na sua voz. Dja Marthins compõe a “vizinha faladeira” (no melhor sentido) com carisma, candura, humor, dando lufadas de leveza a instantes por vezes temerários. A bem-vinda presença do intérprete Lincoln Tornado (Juvenal), no papel de um talentoso compositor que representa a condição do “homem bom”, galanteador, que estremece o coração das meninas desavisadas. Lincoln canta e atua bem. Configura Juvenal com ilimitadas emoção, qualidade de ser sensível, graça e sedução. O MC Jota João Augusto é o rapper, exímio e adorável dançarino das ruas, honroso capoeirista com seus fascinantes “dreads”. A conectividade globalizada nas redes sociais “subiu a ladeira”, e um moço brigado com as leis, personificado por Walace Fortunato com naturalidade, verdade cênica e fortaleza pessoal, assim como o faz com similar talento seu colega de transgressão (Rafael Zolly). Se há espaço para a umbanda, há espaço para a igreja evangélica. Portanto, há espaço para a intolerância religiosa. Na birosca de Seu Eusébio (uma personificação delineada com altivez, refinamento e garbo por Cridemar Aquino), há moças desinibidas, nada desenxabidas, atrevidas, dentre elas a Jane de Gisele Castro (em atuação firme, segura e que nos mostra o seu total domínio de conhecimento da personagem). Se minoria que reside na “planície” fica estupefata no dobrar de alguma esquina com atitudes de discriminação racial, nas esquinas da favela esta “sombra” existe também. A hierarquização da sociedade e o “status” não são flagelos monopolizados pelas classes A e B, e sim por todo o “alfabeto”. O “sonho americano” deixou de ser sonho até para os americanos. Não existe mais “american way of life”. Nem Hollywood escapou. Ana Bertinnes em louvável constituição da mãe esperançosa do sucesso do filho no “estrangeiro” que o diga. O morro é democrático na música (tem samba, pagode, rap, funk, funk melody – direção musical de Marcio Eduardo). O elenco se esbalda com primor no canto (preparação vocal de Pedro Lima) e na dança (supervisão coreográfica de Sueli Guerra). A esposa Meire (Carla Cristina, ótima, divertida) apanha, perdoou o agressor Osmar (Leandro Santanna esbanjando criatividade, fulgor e composição detalhista na expressão corporal), entrementes a sentença da “cidade dos homens” não perdoa. Há amor de Romeu e Julieta. Shakespeare na favela. O elenco formado por Kawane Weza, Dilene Prado, Nilson Mello, Helena Siffoni, Renata Tavares, Cláudia Leopoldo, enfim, todos (21 atores), sem exceção, cada um ao seu modo, contribui com excelência para que a história ganhe a sua justa importância. O diretor Márcio Vieira explora com competência ímpar a plenitude do conjunto dramatúrgico alinhavado com inteligência por Rômulo Rodrigues, e desenvolve com brio cênico os elementos que formatam a envolvente trama. A iluminação de Djalma Amaral baseia-se com acerto e bom gosto no naturalismo dos planos abertos, e no lirismo e poesia dos sombreados, meias-luzes, e outras ora fortes ora suaves na birosca supracitada, não deixando de citar os sempre bonitos focos que valorizam cenas significativas, sejam elas no proscênio, sejam elas na miríade de janelas soltas no espaço de pedras. O cenário de Derô Martin exerce deslumbre por seu cortante viés real onde é possível encontrar beleza onde muitos creem não haver. Simulações de casebres assimétricos com tijolos e cimento expostos, paredes pichadas, o boteco e seus indispensáveis componentes, os tubos de PVC à mostra, as antenas caladas, as fiações que “roubaram” tênis e supostos restos de pipas, uma faixa com anúncio de baile funk, um cortinado branco que remete aos cultos evangélicos, um nicho com linda luz vermelha a enaltecer São Jorge/Ogum, e um banco de madeira frágil. Os artistas movimentam-se amiúde, utilizando inclusive a plateia, contudo há momentos pausados, “tête-à-tête”. Os figurinos de Caio Braga açambarcam um globo multicolorido de tons, tecidos e estilos. O discreto, o sensual, o engraçado, o provocativo, o sisudo e o recatado. A peça recebe de braços abertos variada gama de vestuário condizente com a ambiência destrinchada. A trilha sonora (Marcio Eduardo) com direito a músicas da banda de Gabriel Chadan “Fulanos e Ciclanos”, MC Jota João Augusto (diz a letra do rap com proficiência) e Arlindo Cruz (“Meu Nome é Favela”) imprime colaboração lógica usando temas incidentais que servem tanto para situações tensas quando rotineiras. Destacam-se sobretudo as canções lindamente entoadas pela coletividade ou por único ator ou em duo. “Favela” cumpre relevante papel social ao esmiuçar e elaborar maior entendimento sobre visão distorcida de que se tem sobre a realidade dos morros. Sem preterir o cômico, exibe com profundeza retrato fiel pungente e dilacerante de um mundo não longínquo ao nosso. Muito pelo contrário. E se estamos próximos, podemos ser iguais. E já que a vida é feita de escolhas, escolhamos a igualdade. Com as bênçãos de São Jorge.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 30th, 2013

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    O ator Marcio Regaleira no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Marcio também é modelo, e muito jovem foi descoberto pelo fotógrafo peruano Mario Testino.
    São inúmeras as suas participações em campanhas publicitárias.
    Foi um dos escolhidos (57 atores e modelos foram selecionados ao final, dentre eles Reynaldo Gianecchini, Ricardo Pereira, Andre Resende, Armando Babaioff, David Chaloub e Weder Wilham) pela fotógrafa Paula Klein para estampar uma das páginas de seu primeiro livro, “It’s Raining Men” (a obra surgiu a partir de uma exposição da própria profissional chamada “Gatos e Sapatos”, e as prerrogativas para que os atores e modelos fizessem parte da publicação era de que tivessem, segundo ela, “a beleza, o estilo e o talento de incríveis homens”).
    Esteve, ao lado de Juliana Boller, no clipe da cantora e compositora Liah Soares, para promover a canção “Outra Porta”.
    Marcio integrou o elenco do espetáculo “Ponto de Vista”, apresentado no 1º Festival do Coletivo Consciente, realizado no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro.
    Na TV, o artista marcou presença na série protagonizada por Luiz Fernando Guimarães, na Rede Globo, “Dicas de um Sedutor”.
    Marcio Regaleira está em cartaz nos cinemas com “Os Caras de Pau em o Misterioso Roubo do Anel”, com Leandro Hassum e Marcius Melhem (a direção é de Felipe Joffily).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    julho 26th, 2013

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    A atriz Giselle Batista no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória, RJ
    Giselle é natural do Rio de Janeiro, e irmã gêmea da também atriz Michelle Batista.
    Graduou-se em Artes Cênicas pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).
    Dedicou-se aos estudos do violão.
    Na TV, ao lado de Michelle, estreou na 14ª temporada de “Malhação”, na Rede Globo, como Clara.
    Após, disputou com centenas de pessoas uma vaga no espetáculo de João Falcão, “Clandestinos”, e tanto ela quanto sua irmã passaram no rigoroso teste (uma das exigências de João era a de que os selecionados soubessem fazer algo além de atuar, como tocar algum instrumento musical, cantar etc; a peça fez tanto sucesso que o diretor de núcleo da citada Rede Globo Guel Arraes a transformou em seriado, “Clandestinos – O Sonho Começou”).
    Giselle, por sua atuação em “Clandestinos”, ganhou dois importantíssimos prêmios: “Prêmio Qualidade Brasil” de “Melhor Atriz de Teatro” e “Prêmio APTR de Teatro” de “Melhor Atriz de Teatro”.
    Participou de seriados em diferentes emissoras de televisão, como “Morando Sozinho” e “Uma Rua Sem Vergonha” (Multishow), “Natália” (TV Brasil), “Aline”, “A Mulher Invisível” e “Louco Por Elas” (TV Globo) “As Canalhas” (GNT), e nas novelas de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira e João Emanuel Carneiro, respectivamente, “Cheias de Charme” e “Cobras & Lagartos”, ambas na TV Globo, sendo que a última está sendo reprisada no “Vale a Pena Ver de Novo”.
    Apresentou o programa de moda “Estampa”, no Canal Oi.
    Há três filmes em sua trajetória cinematográfica: o curta-metragem “Alguns Nomes do Impossível” e os longas “High School Musical – O Desafio”, de César Rodrigues, e “Podecrer!”, de Arthur Fontes.
    Nos palcos, além de “Clandestinos”, estivera em “Você está aqui”, de Fernando Ceylão, e “As Coisas que Fizemos e Não Fizemos”, de Matheus Souza.
    Giselle Batista está no ar, na novela de Rui Vilhena, exibida pela Rede Globo no horário das 18h, “Boogie Oogie”, como Glória, a gerente da butique de Vitória (Bianca Bin).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

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