Pequenas peças com efeito cristalizado suspensas por fios e devidamente iluminadas que serviam à decoração do Nativa SPA – O Boticário no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.
Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: Alessa
Sorvete estilizado da Melissa, que este ano associou-se ao estilista alemão Karl Lagerfeld, que servia de ornamento para o “stand” da marca, tendo ao fundo painel com múltiplos perfis daquele, e à frente alguns modelos confeccionados. Além disso, no local eram distribuídos sorvetes de variadas cores e diversos sabores.
Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: Alessa
Vida. Amor. Amor à vida. Walcyr Carrasco, o autor da nova novela das 21h da Rede Globo, “Amor à Vida”, dirigida por Mauro Mendonça Filho (direção de núcleo Wolf Maya), escolheu este título não à toa. O amor e a vida em todas as suas nuanças serão abordados na história que já no primeiro capítulo deu sinais de que não faltarão espaços para que se esmiúce temas que nos são tão caros. Tudo começa em 2001, na cidade sagrada inca Machu Picchu, no Peru, na qual Paloma (Paolla Oliveira) foi com a família, o pai César (Antonio Fagundes), a mãe Pilar (Suzana Vieira), o irmão Félix (Mateus Solano), e a cunhada Edith (Bárbara Paz) comemorar o fato de ter passado para a faculdade de Medicina, ciência que está entranhada em seu clã. Ficou-nos evidente de que mãe não gosta da filha. De que irmão não gosta da irmã. Desamor. Desamor à vida. Félix quer poder. Félix, em composição com toques efeminados propositalmente feita por Mateus para desde logo insinuar ao público a bissexualidade camuflada. César gosta da filha, o que gera ciúme e revolta no rapaz que preferia estar em Nova York, não no país andino. Paloma ama a vida. É sonhadora. Descobriu ser adotada. Desnorteou-se. Encontrou norte em brasileiro aventureiro, Ninho (Juliano Cazarré). Paixão fulminante. O louro com os “dreads”. Filha. A personagem de Paolla não sabe que opção tomar: ter vida comum ou vida incomum. Ninho lhe prometeu o mundo. Ninho não cumpriu. Deu-lhe decepção. A gravidez foi “fashion”. Feto apertado para não ser revelado. O homem de Machu Picchu é preso. Incorreu em crime. Separação. Félix arma sórdido jogo. Dinheiro, corrupção e traição. Tão pouco amor à vida. Ninho é liberto. Gravidez descoberta. O pai é internado. O plano deu errado. Paloma reencontra Ninho. Vão à bar. Há jogo de sinuca. Paloma entrou em sinuca de bico. Assim é se não lhe parece. Desculpe-me Pirandello. O jovem de barba negra escapuliu cheirando à álcool. Bolsa estoura. Filha nasce em banheiro sujo por mãos de estranha, Márcia (Elizabeth Savalla). Sofre hemorragia. O irmão a encontra, e leva a sobrinha que chama de ratinha. Enquanto isso, Bruno (Malvino Salvador) será papai. E Luana (Gabriela Duarte), mamãe. Gestação de risco. Parto de risco. Mamãe Luana morre. Seu filhinho morre. Bruno morre por dentro. Onde está a vida em “Amor à Vida”? No mesmo carro, a imundície do vilão Félix se imiscui com a pureza de criança roubada. Esta nos dá esperança. Bruno deixa escorrer por rosto próprio lágrimas de amor duplo perdido. Seu pranto é ouvido. Rosto contorcido. Bruno contraria a banda The Cure, “boys cry!”. Desenhos na abertura mostram balé de lápis. O lápis de Ryan Woodward. Casal que vira pássaro. O mesmo pássaro que sobrevoou Machu Picchu. As paisagens sagradas foram exploradas com beleza sagrada. Índios, fogo, poncho, vidência. A ambiência de “Amor à Vida”. A bebê em caçamba de lixo é jogada. Já vimos este filme. Basta abrir o jornal. Ódio à vida. E Félix tem ódio à vida. Em rua nua e crua de São Paulo vaga errático um Bruno de choro enfático. Seu choro cala diante de infante choro. O pai sem filho acha filha sem pai. Deus lhe deu segunda chance. Walcyr Carrasco deu chance à vida em “Amor à Vida”.

O modelo Thiago Pedroni no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.
Nasceu no Rio de Janeiro, RJ.
Thiago representou a marca de cosméticos francesa Imédia Excellence L’Oréal na semana de moda carioca.
Graduou-se em Marketing pela UNIVERCIDADE.
Atua como free lancer.
Foi fotografado por Luiz Cordeiro, Thiapo Mayerhofer, Beto Gatti, Studio Faya, Alex Curty e pela Lindos do Brasil Original.
Desfilou no Fashion Tea pela Bumbum Ipanema, agenciado pela RC Models; Richards; Fly; e na inauguração da Daslu no São Conrado Fashion Mall, RJ.
Integrou a Casting Dinâmica Talentos.
Na Revista Trend, foi capa e realizou editorial.
Esteve em eventos como Hed Kandi; Olympikus – Uniforme da Seleção Brasileira Feminina de Vôlei, em Saquarema, RJ; “Seja Voluntário e Ajude a Transformar Vidas”, campanha beneficente apoiada pela TV Gazeta e pelo projeto “Amigos da Escola”; “Técnicas para Sommelier de Cerveja”, produzido pelo SENAC; e “Natal Claro 2012”.
Ao lado de Bruna Mendes, fez ensaio fotográfico.
Dentre os catálogos, está o da ASTL.
Em Milão, Maurizio Montani o fotografou.
Convidaram-no para ser membro do showroom da Osklen Verão 13/14.
Assinara contrato para representar a Key West Rays Bronzeamento por Vaporização.
No Fashion Rio Verão 13/14, posou com a top Isabeli Fontana.
Representou a grife alemã Hugo Boss quando a loja foi aberta no Shopping Leblon, RJ.
Teve experiência como DJ.
Estampou propaganda da marca Philco e anúncio da “Proteção Premiada Leader”.
Recebeu convite para ter participação em filme institucional da empresa MUDE.
Dentre os seus trabalhos mais importantes estão aqueles que fez para a Campanha Enel, os quais puderam ser observados na Centralle de Milano e Milano Linate Airport, Itália.
Emprestou imagem para o lançamento dos novos uniformes do Botafogo confeccionados pela Puma, em “opening” promovido no Estádio Olímpico João Havelange, Engenhão, RJ.
Junto a modelo Stefania Ferreira (Ten Model Management), protagonizou campanha de verão da marca de roupas Jenessequá (direcionada para academias de ginástica e compromissos posteriores a esta), sob as lentes de Demian Jacob.
Foto: Paulo Ruch
Agradecimento: Alessa
Comparo Adriano Garib a um lutador, não ao lutador de Mickey Rourke em “O Lutador” nem tampouco ao de Christian Bale em “O Vencedor”. Adriano ao aceitar gigantesco desafio de personificar Russo, o chefe de segurança da quadrilha internacional de tráfico humano na novela de Gloria Perez na Rede Globo, “Salve Jorge”, tomou para si arriscada incumbência de ser um dos porta-vozes do núcleo mais polêmico da trama. Comparo-o portanto a um lutador, visto que entrara em ringue devidamente preparado (levando-se em conta a prolífica e bem-sucedida carreira que possui) pronto para pôr luvas e jogar-se em embate sem temores ou pudores contra os potencialmente inexpugnáveis rivais: público e crítica. Adriano construiu com habilidade e tato o seu império da vilania. Seus objetivos e os da autora foram alcançados em certeiro alvo. O artista usou goiva para esculpir papel de intricadíssimo delineamento, passível de ser mal compreendido e sujeito a inevitáveis clichês e estereótipos. Porém, o ator paulista de Gália que também é compositor (tendo participado como vocalista da banda Karadrás) e jornalista formado pela UEL (Universidade Estadual de Londrina; foi repórter da TV Tropical, que corresponde hoje a CNT Londrina) não deixou-se cair em armadilhas. Soube desviar-se de cada ardil, bote, emboscada que um personagem como Russo poderia proporcionar-lhe. Russo é verdade entrou para a galeria fechada dos grandes vilões da TV. Todavia, o subordinado de Lívia Marini (Claudia Raia) deixou escapulir que não é de todo blindado. Esta outra porção foi-nos mostrada ao sentir desejo por Lohana (Thammy Miranda) e dedicar profundo afeto pelo gato Yuri. O intérprete que iniciou sua escalada rumo ao sucesso em Bauru, SP, e que integrou o elenco de importantes longas-metragens como “Meu Nome Não É Johnny”, “Tropa de Elite 2” e “Novela das 8” utilizou-se de seus recursos corporais e emocionais a fim de que acreditássemos nas maldades perpetradas sem miragens de perdão do membro do grupo criminoso. A voz pausada com meticulosa separação das palavras, o poder do alto som da voz quando repreendia as traficadas, os olhares semicerrados, os lábios apertados, os meios sorrisos… Um conjunto proveitoso de ferramentas adequadamente manuseadas. A TV nunca foi estranha a Adriano Garib. Novelas, minisséries, seriados e especial agarram-se ao seu currículo. Dentre os folhetins, “Salsa e Merengue” (sua estreia), “A Lua Me Disse” (repete a parceria com Miguel Falabella), “O Profeta” (reprisado no “Vale a Pena Ver de Novo”), duas temporadas de “Malhação”, “Duas Caras”, “Paraíso Tropical”, “Pé na Jaca”, “Caminho das Índias”, “Caras & Bocas”, “Passione”, “Cama de Gato”, “Insensato Coração”, e na Rede Record “Vidas em Jogo”. Seriados como “Brava Gente” e “Casos e Acasos”. Minisséries como “Chiquinha Gonzaga”, “A Casa das Sete Mulheres”, “JK” e “Maysa – Quando Fala o Coração”. E o especial “O Natal do Menino Imperador”. O artista deu seus primeiros passos na década de 80. Uniu-se aos pares de ofício e montou peças com o Grupo Delta de Teatro. Ademais, dividiu experiências com o renomado diretor teatral Paulo de Moraes e sua Armazém Companhia de Teatro. Shakespeare esteve em sua vida em espetáculos como “Antônio e Cleóprata”, “A Tempestade” e “Rei Lear”. Quanto a “Péricles – Príncipe de Tiro” sua autoria é atribuída em parte ao bardo inglês. Houve espaço para Nelson Rodrigues ao encenar “Toda Nudez Será Castigada”. Não esqueci-me de “O Mundo dos Esquecidos”. A novela “Salve Jorge” hoje chega ao fim. Contudo nos confins de nossos inconscientes permanecerá sem “fade out” a imagem de uma grande interpretação resultado do talento sem inibição de Adriano Garib. Afinal, Adriano é ator que não se inibe.