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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 5th, 2013

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    Depoimento do músico Charles Gavin, responsável pela curadoria da mostra dedicada à bossa nova, que ficou em exposição enquanto ocorria o Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Arte: Felipe Taborda

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 5th, 2013

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    Grande painel estendido na entrada da mostra dedicada à bossa nova com seu respectivo slogan, “Essa Bossa é Nossa”, que teve a curadoria do músico Charles Gavin, no Fashion Rio Outono Inverno 2012, realizado no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • “O que Pelé, Ronaldo Fenômeno, Narcisa Tamborindeguy (‘Ai, que loucura!) e eu temos em comum? Todos fizemos um filme inglês juntos.”

    abril 3rd, 2013

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    Foto/Divulgação

    As filmagens coordenadas pelo diretor irlandês Steve Barron (que tem no currículo longas-metragens como “The Adventures of Pinocchio”, em que estão Martin Landau e Geneviève Bujold; “Coneheads”, com Dan Aykroyd, Adam Sandler e Ellen Degeneres; “Teenage Mutant Ninja Turtles”, com Elias Koteas (“As Tartarugas Ninja”); e clipes de Michael Jackson (“Billie Jean”), A-ha (“Take On Me”), e Dire Straits (“Money for Nothing”) foram realizadas em um dos mais míticos e representativos hotéis cinco estrelas do Rio de Janeiro, local onde já se hospedaram celebridades, reis e chefes de Estado. Hotel que ostenta suntuosa arquitetura neoclássica. Uma já não mais amiga me indicou para uma agência de elenco, pois precisavam de um ator com o meu “physique du rôle”. Ora, nunca havia pensado em trabalhar num filme inglês. O Reino Unido, do qual a Inglaterra é integrante nos deu exímios cineastas como Alfred Hitchcock, David Lean, Danny Boyle, John Boorman, Ken Loach e Jim Sheridan. Então, estar em produção britânica me era honra não discutível. No raiar do dia, fui um dos primeiros a lá chegar. Hotel vazio, ermo. Circulei estupefato por aqueles cômodos regados à luxo que tanta História guardavam. Hoje, o Hotel Glória será mais sofisticado, atinente aos tempos modernos, sem no entanto que se descaracterize sua imponente fachada. Após farto “breakfast” (sem chá, pois ainda não eram 17h), deram-me elegante figurino de garçom. Todo em “bordeaux”. Se me decepcionei com o papel? De modo algum. Considero servir a alguém um dos mais nobres ofícios a que tive notícia. E o curioso é que nos meus inocentes dezesseis anos fui balconista de lanchonete. Sem uniforme “bordeaux”. No estabelecimento, não só vendia salgadinhos, refrigerantes e chopes, mas “pegava no pesado”. Empunhava uma vassoura, lavava pilhas de pratos, e demovia a sujeira dos mal-educados e não adeptos da higiene. Devem-se se perguntar? – Momento infeliz de sua vida? Respondo: – Claro que não! Uma das melhores fases da minha existência, em que pude crescer e me divertir. Ganhei dinheiro? Qual nada! O que recebi fora tão pouco que o banco encerrou a minha conta pela falta do vil metal. Desculpem-me por ter fugido do assunto vigente. Um desabafo apenas. Voltemos ao filme. Chama-se “Mike Basset: England Manager”. No seu “cast”, um dos mais aclamados comediantes da nação da Família Real: Ricky Tomlinson. Os demais atores exalavam empáfia. Quanto ao figurino que me foi dado, poderia servir até de traje para o meu aniversário de trinta anos. Cabiam-me duas cenas. Detalhe: o ano era 2001, portanto anterior à Copa do Mundo de 2002, organizada pelo Japão e Coreia do Sul (que estranho assistir a jogos de madrugada). E o longa abordava justamente a guerra futebolística (não a das Malvinas ou Falklands) travada entre nossos “hermanos” e os conterrâneos de David Beckham. O intento destes era uma “vingança” contra os filhos do tango pelo “gol de mão” feito por Diego Maradona (apelidado de “A Mão de Deus”) na Copa do México, em 1986, contra os súditos da Rainha, em Campeonato Mundial sediado no Brasil (nesta época não se cogitava a hipótese do país tropical ser sede de uma Copa). Especulei que como havia participações especiais de mitos do futebol como Pelé e Ronaldo Fenômeno, o filme fosse lançado no Brasil por meio de inteligente estratégia de marketing. Enganei-me. Assim tive que vê-lo depois. E é ótimo! Muito engraçado, e com belas imagens da cidade do Rio. Falemos então de minhas únicas duas cenas: em uma delas deveria demonstrar naturalidade ao tomar conta do “american bar” enquanto assistia a uma das partidas; a outra era mais complexa. Faria as vezes de garçom sustentando uma pesada bandeja (seria de prata?) com drinks a servir aos protagonistas da trama em instante crucial. Acreditem, foram para mais de dez “takes”. Não tinha mais forças. Meus braço, antebraço, mão e cinco dedos pediam clemência. Agora, vejam a desconsideração que para comigo tiveram: em dado momento, já exangue, deixei a Lei da Gravidade vencer, e a bandeja (seria de prata mesmo?) cair. Veio-me afoita equipe a amparar-me. Estava molhado. O “bordeaux” já era. Todavia, a preocupação não me tinha como destino. E sim, o tapete. Por onde andará o tapete socorrido? E ainda tem mais: ao aproximar-me dos artistas lançaram mão do recurso cinematográfico nomeado “fade out” (a imagem vai aos poucos desaparecendo, então quando até eles cheguei era um “garçom fantasma”) A vida não é tão bela como tenta nos convencer o título do filme de Roberto Benigni, que em cujo Oscar no qual concorreu e ganhou, a nossa dama Fernanda Montenegro foi inacreditavelmente preterida por Gwyneth Paltrow. E Ronaldo? Não o vi. Mas Narcisa, vi. E não ouvi nenhum “Ai, que loucura!”. Pareceu-me tímida até. Steve Barron, o diretor do longa-metragem em pauta, era um indivídio acessível, calmo, tranquilo e com habilidades precisas para a orientação das tomadas. Agora, vejam que pretensão a minha. Fui pego de surpresa por um suposto jornalista que me pediu para ser o intérprete de uma entrevista com Steve Barron. Jornalista que não sabe Inglês? Fiz a minha parte. A equipe de produção nos perguntou se toparíamos filmar no dia seguinte porquanto haveria a presença luxuosa de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. Em uníssono, aceitamos. Veríamos Pelé, e ganharíamos R$50,00. Na manhã seguinte, já estava a postos. De repente, burburinho. Pelé chegou. Um bando de repórteres pulou em cima dele como se quisessem evitar que finalizasse uma jogada que desse a vitória ao Brasil. Se alguém tiver alguma impressão equivocada do atleta, desconsidere-a. Pelé é educado, gentil, paciente, cumprimentou a todos, enfim, como deve proceder um ídolo. Terminadas as filmagens. Já havia para colocar no meu cofrinho R$100,00. E tinham destinação certa: R$50,00 para comprar um relógio despertador e os outros R$50,00 para um outro relógio, só que este para me despertar para a vida que de fácil não tem nada.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 3rd, 2013

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    A modelo e apresentadora Fernanda Motta em foto ampliada tirada por Fernando Torquatto, exposta no Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 3rd, 2013

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    Painel de foto ampliada da cantora e compositora Paula Toller tirada por Fernando Torquatto, que estava em exposição no Fashion Rio Outono Inverno 2012, realizado no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 3rd, 2013

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    A atriz Alice Braga tem a sua foto ampliada tirada por Fernando Torquatto em exposição no Píer Mauá, enquanto ocorria o Fashion Rio Outono Inverno 2012.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    abril 2nd, 2013

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    A atriz e modelo Letícia Birkheuer tem a sua imagem ampliada em foto tirada por Fernando Torquatto, e que esteve exposta no Fashion Rio Outono Inverno 2012, realizado no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • “Tânia Khallil é dócil. Ayla é dócil. Espera aí, até que mexam com Zyah.”

    março 31st, 2013

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    Foto: Divulgação/TV Globo

    Se em “Fina Estampa”, novela anterior de Aguinaldo Silva, Tânia Khallil interpretou Letícia, uma professora de Literatura, recatada, mãe de uma filha, que morava com esta e com a mãe, e era fechada para o amor (o que se resolveu em capítulos posteriores), em “Salve Jorge”, de Gloria Perez, sua novela atual, Tânia é Ayla, uma aldeã, também recatada, que em grande parte da obra conviveu com a meia-irmã Tamar (Yanna Lavigne) e a madrasta que tem como mãe Sarila (Betty Gofman), e que nunca fora fechada para o amor. Muito pelo contrário. A doce Ayla sempre acalentou sentimento amoroso de caráter platônico pelo mais famoso guia turístico de Istambul e Capadócia, na Turquia, Zyah (Domingos Montagner). Como recitava Drummond: “No meio do caminho tinha uma pedra…”. A pedra no meio do caminho de Ayla é Bianca (Cleo Pires). Sempre se deixando levar pelo assédio das turistas que guiava, motivadas pela fantasia de sedução do homem rústico de país diferente, Zyah nos intervalos entre mostrar uma caverna ou um templo as convidava para lhes mostrar sua acolhedora caverna. Em certa ocasião, a turista da vez nada acidental Bianca (então se esqueçam de William Hurt e Geena Davis em êxito cinematográfico de Lawrence Kasdan), inebriou-se não só pelas maravilhas dos territórios turcos, mas pelas maravilhas de quem a guiava. Ayla, a moça apaixonada de bonitos cabelos ondulados, ora presos, vestida com trajes campesinos, viu que o vento levara o seu único amor para debaixo do tapete que tecia. Incompatibilidades (substantivo no plural que serve de justificativa costumeira para o término de vários romances) levaram à dissolução do relacionamento que se formou após sobrevoo no Atlântico. Com a interrupção do enlace de Ayla com rico comerciante de joias por Zyah, os dois se casam. E tudo ao som da belíssima canção do americano Jason Mraz, “93 Million Miles”. Passam a viver um amor digno de novela. Porém, a calmaria deu lugar à tempestade com a chegada de Bianca, que reviu seus conceitos. Decisão precipitada da eterna turista. Zyah está irredutível, embora confuso. O guia não tem quem o guie. O guia se perdeu no próprio mapa da sua vida. Se Vó Farid (Jandira Martini) não consegue aconselhá-lo… Bianca então começa a se utilizar de artifícios para a reconquista da paixão perdida. Calma, Bianca. Esqueceu-se de Ayla? Ela é dócil, todavia vão mexer com o seu marido… A sua docilidade muda algumas sílabas e vira ferocidade. Defende seu casamento com garras nunca antes vistas. Uma guerra particular sem armistícios. Enquanto isso, o perdido em pensamentos Zyah vive um dilema: manter o matrimônio tradicional com Ayla onde há amor e respeito ou apostar em paixão aventureira em que a permanência não possui certificado de garantia? Há os que torcem por Ayla e os que torcem por Bianca. A decisão é sua. Melhor dizendo, a decisão é da autora. Este é mais um papel de destaque da atriz paulistana Tânia Khallil, que também é bailarina, inclusive clássica (trabalhou em importantes companhias de dança), e psicóloga. É uma intérprete preparadíssima. Estudou a valer em inúmeros cursos: formou-se pela Cármina Escola de Atores, teve aulas com Wolf Maya, Beto Silveira, Magno Azevedo e Márcio Mehiel, além do Teatro Escola-Macunaíma e Oficina de Interpretação para Teatro Oswaldo Boaretto. Especializou-se em locução e apresentação para a TV. Foi modelo. Sua estreia com apelo nacional na televisão se deu pelas mãos do diretor de núcleo da Rede Globo Wolf Maya, que a escalou para a produção de Aguinaldo Silva, “Senhora do Destino”, como a temperamental e obsessiva Nalva. A pilantragem a acompanhou em obra de João Emanuel Carneiro, “Cobras & Lagartos”, como Nikki. Deu o ar da graça em “Pé na Jaca” e alguns seriados. Duda, sua personagem em “Caminho das Índias”, fez parte de sexteto amoroso que teve de ser engendrado por modificações na história, e no qual estavam Rodrigo Lombardi, Márcio Garcia, Juliana Paes, Murilo Rosa e Thaila Ayala. No teatro, deixou sua marca em um dos mais bem-sucedidos textos de Naum Alves de Souza, “No Natal a Gente Vem te Buscar”, além de incorporar papéis criados tanto por Nelson Rodrigues quanto por Luis Fernando Verissimo e Larry Shue. Sentiu o doce sabor de ver um musical infantil para o qual colaborou como atriz, “Grandes Pequeninos”, baseado no livro/CD de seu marido Jair Oliveira, sendo indicado para o Grammy Latino. Esteve ainda com o parceiro de novela Dalton Vigh no espetáculo “Vamos?”. Na tela grande, juntou-se a Isaiah Washington e Murilo Rosa em filme “sci-fi”, Área Q”, dirigido por Gerson Sanginitto. Colaborou para alguns curtas (dentre eles, “Inocente” foi selecionado para o Festival Internacional do Cinema Latino, em Los Angeles). Falamos de Tãnia Khallil. A dócil e bela Tânia Khallil. E falamos de Ayla. A dócil e bela Ayla. Chega-se à conclusão de que 93 milhões de milhas de distância não seriam capazes de separar Ayla de Zyah. Mas, uma “distância” de nome Bianca.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    março 31st, 2013

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    Ampliação da foto do DJ, modelo, produtor e ator Jesus Luz tirada por Fernando Torquatto, que ficou exposta no Fashion Rio Outono Inverno 2012, realizado no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

  • Fashion Rio Outono Inverno 2012 – Píer Mauá

    março 31st, 2013

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    A ex-modelo Bethy Lagardère em foto ampliada tirada por Fernando Torquatto na exposição montada no Fashion Rio Outono Inverno 2012, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: OESTUDIO

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