Blog do Paulo Ruch

Cinema, Moda, Teatro, TV e… algo mais.

Foto/Divulgação

Dia de pegar um DVD na locadora. Dia de pegar filme nacional. Nada em mente. Chegando lá, escolheria-o. Deparei-me com “Estômago”. Fitei a capa, e lembrei-me do quanto queria assistir-lhe, e me veio à lembrança a gama enorme de prêmios ganhos pelo “longa”. Sabia que na produção dirigida por Marcos Jorge havia João Miguel, ator badalado no “métier” cinematográfico. O DVD está carregando. Começa. Passado certo tempo, surge atriz que desconhecia. Prestei bastante atenção em sua interpretação. E a conclusão não foi difícil: talentosa intérprete. Assim, Fabíula tornou-se uma boa referência na ótima obra de Jorge. A televisão não poderia deixar escapar uma jovem bonita e capacitada como Nascimento, e jamais por acaso, atuou em alguns episódios de “Casos e Acasos”. Entretanto, viu-se ainda nela força dramática para integrar um seriado policial, “Força-Tarefa”. Partiu então para o humor na ribalta com Marcius Melhem, em “Enfim, Nós”. E, finalizando, após ter se “juntado e misturado” aos que lhe são amigos, Fabíula Nascimento corroborou aquilo sobre o qual não pairam dúvidas: uma artista que nos é bem-vinda com vastos recursos para mostrar-nos o potencial que possui tanto no drama quanto na comédia.

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