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Blog do Paulo Ruch

  • “Especial de Natal de Roberto Carlos em 2010”

    abril 5th, 2012

    Foto: Divulgação/TV Globo

    Nunca se viu tudo aquilo a que se pode chamar de nobre em único espaço. Na “princesinha do mar”, havia um “Rei” a entoar cânticos tão antigos quanto recentes nas “emoções” que nos tocam. Ao lado, o “Palácio de Copacabana”, ou como o conhecemos, Copacabana Palace. Roberto estava vestido com azul e branco. Azul do mar que deixou de aparecer porque era noite, mas que hoje está mostrando a face. Branco da areia de praia mítica. Imagens aéreas faziam-nos enxergar “além do horizonte”. Provavelmente, no grandioso público existiam pessoas que buscavam o “amor perfeito”. Ávidas em proferir: “Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo”. E se depois irrompesse ” sinto ‘ciúme de você’ “, tinha problema não. Na massa de gente de “Copa”, na massa de gente do Rio de Janeiro, na massa de gente do Brasil percebiam-se “detalhes” nos rostos diversos. Diversos rostos comovidos. Rostos alegres. Rostos que faziam coro às lindas canções. E continuando no que se refere à nobreza, surgiu “condessa”: Paula Fernandes. Lá do alto, bem lá do alto, Jesus Cristo abençoou a todos. Na praia, e em casa.

  • “Eriberto Leão, o pai, o ator.”

    abril 5th, 2012

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    Foto: Paschoal Rodrigues para a marca Diâmetro

    O que é a vida senão brincalhona senhora a nos “pregar peças” em nossos humildes cursos? Eriberto Leão é bom ator, que em cujo nome há animal nobre respeitado na floresta. Eriberto também o é nobre, por isso, por nós é, e deve ser respeitado. O rapaz de olhos claros, cabelos encaracolados e barba rente já havia recebido ótima notícia profissional: integrar o próximo folhetim das 21h, “Insensato Coração”, de autoria de um dos melhores teledramaturgos do país, Gilberto Braga. Ricardo Linhares colaborará com inventividade preciosa. O personagem se chamará Pedro. Para compô-lo o artista tivera que cortar os outrora cabelos encaracolados, e aparar a outrora barba rente. Tudo por Pedro. Tudo pelo público. Tudo por reverência ao ofício. Mas aí a senhora brincalhona que lhes falei no limiar do texto não se deu por satisfeita. Julgou ela que o jovem intérprete merecia mais. Muito mais. Um filho. Um fruto. A sua continuidade. E ele vem. Vem com bonita missão. Que missão ou missões? Uma delas será fazer com que Eriberto a todo e qualquer instante umedeça o azul olhar próprio, e abra jubiloso sorriso ao ouvir reverberando suavemente no ar: “Pai”. Na novela, Leão irá fazer piloto, voará. Na vida, fez o mesmo. Alçou grande voo. Aposto assim que sensato está seu coração.

  • “Alexandre Borges e Murilo Benício em ‘Ti-ti-ti’ “

    abril 5th, 2012

    Foto: Revista Joyce Pascowitch

    Murilo Benício e Alexandre Borges. Dois atores bem diferentes. Diferenças estas que se evidenciaram em incursões pelo teatro, cinema e televisão. Agora estão frente a frente, em papéis consagrados por Luiz Gustavo e Reginaldo Faria na novela homônima de inegável sucesso da década de 80. Será que um dia eles sequer imaginaram que iriam reinventar personagens criados por mestre da teledramaturgia, Cassiano Gabus Mendes, e que suas atuações seriam bem aceitas e elogiadas? Surpresas bem-vindas na carreira tanto de Alexandre quanto na de Murilo. Aliás, este falara que assistiu ao folhetim. Borges provavelmente também. Senão todo, alguns capítulos. E há ponto desafiador: convencer ao público e a certos integrantes da trama que são por vezes Victor Valentim, e Jacques Leclair efeminado. Conclui-se que o êxito da produção conta com precípua colaboração da talentosa dupla.

  • “Fernanda Lima”

    abril 4th, 2012

    Foto: Murillo Meirelles/Revista Joyce Pascowitch

    Não nos pairam dúvidas acerca da competência de Fernanda Lima como apresentadora. As qualidades nesta função lhe são natas. Quando a vi primeiramente no “Interligado” da Rede TV! simpatizei de pronto com a bela gaúcha de espontaneidade singular, e voz amparada em um sotaque irresistível. Não demorou muito para que a MTV visse nela profissional detentora de forte apelo junto aos jovens, e a contratou. Nesta emissora voltada para estes, esteve à frente de programas como “Mochilão MTV”, “Fica Comigo”, e “Verão MTV”. Foi aí que a Rede Globo convenceu-se em definitivo que Fernanda possuía os caracteres que delineiam o já conhecido Padrão Globo de Qualidade. Lima substituiu Angélica no “Vídeo Game”. Mas a emissora carioca especulava a hipótese de testá-la como atriz. E assim se deu. “Bang Bang” e “Pé na Jaca” estão no currículo. Ela foi corajosa ao aceitar os convites que lhe foram feitos. Porém, fato é que “sua praia” é apresentar. Demérito de modo algum, e sim potencial superlativo, pois dificultoso é prender a atenção do público por tempo razoável.

  • “Papai Noel Existe.”

    abril 4th, 2012

    Papai Noel Existe
    Foto: Alex Carvalho/TV Globo

    Quarta-feira. Um dia antes da antevéspera de Natal. Já havia visto as chamadas do programa citado acima. Iria de qualquer jeito assistir-lhe, pois Regina Casé é garantia de riso (apesar de considerá-la ótima atriz dramática), e Rodrigo Santoro sempre convence-nos nos trabalhos que faz. Por sinal, impressionante é como o ator sabe escolher aquilo que lhe será compensador na televisão. Acabou “Passione”, e começou o especial. Confesso-lhes: ri, comovi-me, e cheguei a algumas conclusões (sendo que umas só foram ratificadas): Regina tem potencial extraordinário em compor personagem popular verossímel, com doses precisas de humor e sensibilidade. Não são todos que isto logram. Rodrigo Santoro mostrou-nos que longe está do estereótipo de galã que facilmente marcaria a carreira dele se assim o permitisse. Mas ele não quer que haja esta associação. Seria limitado. E Santoro passa ao largo das limitações. Admirável foi a caracterização que lhe fora feita: cabelos “estilosos” com mechas, brinco, óculos voltados para trás, uma bermuda coerente, e cordão. Saíra-se bem. E Katiuscia Canoro? Surpreendeu-me. Estava atrelado ao que costumava exibir no humorístico “Zorra Total”. E a Suelen que interpretou comprovou que é capaz de exibir-nos o algo diferente que muitas vezes nos é despercebido. O texto de Patrícia Andrade, Péricles Barros, Estevão Ciavatta, Regina Casé e Guel Arraes, com a redação final deste é digno de elogiosa menção. Destaco um detalhe, porém que deu charme à produção: a utilização de expressões vezeiras. “É nós” é exemplo. Por fim, congratulo Estevão Ciavatta pela direção, a Pindorama Filmes pela realização, e Isaac Bardavid, como Seu Habib. Isaac atua e dubla. Devemos respeitá-lo, porquanto participara de grandes folhetins (“Escrava Isaura” e “Locomotivas”). E apenas gostaria de dizer-lhes uma coisa mais. Concordo com Francis (Regina Casé): “Papai Noel existe.”

  • “Tieta”

    abril 4th, 2012

    Betty Faria como Tieta, caracterizada para a segunda fase da novela
    Foto/Divulgação

    Mangue Seco. Uma das locações mais paradisíacas das telenovelas brasileiras. As dunas serviram de lugar para cena antológica de “Tieta”. Logo no primeiro capítulo, a personagem homônima da obra de Jorge Amado (Cláudia Ohana) caminha pelas areias com vestido simplório, cabelos compridos que não resistiam ao vento constante, e empunhando uma vara que usava para pastorear as cabras. Estas, ouriçadas, emitiam seu indefectível balido. Rapazes não menos ouriçados espreitavam a bonita moça. Dentre eles, os atores Edson Fieschi e Leonardo Brício. Tieta percebe a vigília, e isto a motiva a provocá-los. Simula um balido. Começa a correr sobre o vasto branco arenoso, e por vezes, íngreme, que tinha a completar-lhe beleza estonteante um espelho d’água onírico. Os jovens não se dão por vencidos, e a perseguem. Com isso, dá para imaginar o quão belo e poético fora este momento do folhetim de Aguinaldo Silva. São passagens teledramatúrgicas como esta que ficam em nossas memórias sem prazo para saírem. Talvez nunca saiam.

  • “Alguns programas da televisão brasileira que me marcaram.”

    abril 4th, 2012

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    Rodrigo Santoro e Carolina Oliveira em “Hoje é Dia de Maria”
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Não são poucos aqueles mencionados no título que de modo diverso ficaram em meu imaginário. O “Show de Calouros” de Silvio Santos e seus impagáveis jurados; os jornalísticos, como os da Rede Globo (“Jornal Nacional”, “Fantástico” e “Globo Repórter”), e da extinta TV Manchete, que contavam com bons profissionais; a MTV quando era mais focada nos videoclipes; Chacrinha, que muito me divertiu nas tardes de sábado com “Cassino do Chacrinha”; os talentos do humor reunidos no “Planeta dos Homens”, a graça irresistível de Jô Soares no “Viva o Gordo”, Renato Aragão em “Os Trapalhões”; os inolvidáveis “Vila Sésamo” e “Sítio do Picapau Amarelo”; Chico Anysio e incríveis composições; “TV Pirata” com humor inédito; “Armação Ilimitada” e inovadora narrativa; as novelas “O Bem-Amado”, “Saramandaia”, “O Astro”, “Baila Comigo”, “Pai Herói”, “Roque Santeiro”, “Água Viva”, “Irmãos Coragem”, “Vale Tudo”, “O Clone”, “A Favorita”, “Guerra dos Sexos”, “Pecado Capital”, “Escrava Isaura”, “Dancin’ Days”, “Gabriela”, a primeira fase de “Renascer”, “Tieta” e “Laços de Família”; as minisséries e seriados “Anos Dourados”, “Anos Rebeldes”, “Malu Mulher”, “Ciranda Cirandinha”, “Desejo”, “Os Maias”, “Maysa – Quando Fala o Coração”, “A Cura”, “Lampião e Maria Bonita”, “Hoje é Dia de Maria”, “Dalva e Herivelto”, “Plantão de Polícia”, “Agosto”, e o “Primo Basílio”.

  • “Gabriela Duarte destaca-se em ‘Passione’ como Jéssica.”

    abril 4th, 2012

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    Foto: Revista Estilo

    Eu sempre “nadei contra a maré” quando o assunto era Gabriela Duarte. Desde quando estreara em novelas, no caso “Top Model”, como a Olívia, com suas indefectíveis covinhas e franja, que a admiro. Não sei se pelo jeito tão doce, assim como o da mãe, Regina, por quem nutro grande admiração. Na época de “Por Amor”, em que ocorreu ousadia de Manoel Carlos ao colocar na respectiva história mãe e filha interpretadas por atrizes com a mesma condição em vida real, não participei potencialmente da campanha para mim injusta contra Gabriela. Gostei da presença da jovem artista no folhetim em que o cerne era a perda em nome do amor. Daí, o apropriado título, “Por Amor”. Helena (Regina Duarte) que abre mão do próprio filho para entregá-lo à descendente como se seu fosse. Gabriela Duarte recebeu a pecha que já sabemos. E reitero: injusta. Após, vieram papéis que fugiam ao que habituada estava. Como em “A Vida Como Ela É” e “Esperança”, como Justine. Chiquinha Gonzaga por exemplo lhe fora essencial na carreira. E como Jéssica da obra de Silvio de Abreu tem atuação irretorquível.

  • “Quando as novelas lançam moda.”

    abril 4th, 2012

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    Divulgação/TV Globo

    O batom “Boka Loka” na época de seu lançamento na novela “Ti-ti-ti”, em 1985, fizera sucesso no mercado sim. Claro que isto se dá quando há uma identificação plena do público com a obra que está promovendo o “marketing”. Isto acontecera não somente na supracitada novela, como em outros folhetins também. Só que em contexto diverso, ou seja, algo usado por um personagem chama a atenção dos que acompanham a trama em questão, e este algo vira tendência. A Central de Atendimento ao Telespectador (CAT) da Rede Globo frequentemente divulga os produtos que mais solicitados são pelos telespectadores. Vamos relembrar algumas produções que ditaram moda e comportamento? “Dancin’ Days” é uma delas. Um grande número de mulheres adotou as famosas meias de lurex da história de Gilberto Braga. Em “Água Viva”, do mesmo Gilberto, o “windsurf” mostrado fez aumentar a gama de praticantes. As saias e os tamancos usados por Letícia Spiller em “Quatro por Quatro” causaram “frisson”. E “Caminho das Índias” ajudou a enfeitar moças com suas belas bijuterias. “Atchá!”.

  • ” Cristiana Oliveira estará em ‘Insensato Coração’.”

    abril 4th, 2012

    Bom saber que Cristiana Oliveira retornará ao horário nobre das novelas. Ainda mais em folhetim de Gilberto Braga, com o qual nunca trabalhou. Sua última participação na citada faixa fora em “O Clone” (haverá reapresentação no “Vale a Pena Ver de Novo”), obra na qual fazia a dissimulada Alicinha. O fato de pretender engordar tanto para “Insensato Coração” denota bravura da intérprete, haja vista que isto para ela poderia ser um problema, levando-se em consideração o que passara na adolescência. Os atores norte-americanos estão bem habituados a isso, ou seja, adotam este recurso de “entrega” ao “character” mais comumente. Ademais, será muito interessante ver Cristiana em personagem tão “desglamourizada”. Oliveira não deve decepcionar-nos. Assim como não desapontou-nos outras vezes, como nas produções da extinta TV Manchete, na qual obtivera retumbante sucesso como Juma Marruá, em “Pantanal”, por exemplo. A bonita artista poderia ficar conhecida como atriz de um papel só. Porém, suas garra e talento não permitiram isso. Provas do que falo são “Quatro por Quatro” e “Salsa e Merengue”. Haverá de certo ótimas cenas com Glória Pires.Foto:ig

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