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Blog do Paulo Ruch

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 7th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Uma das grandes atrações da edição Verão 2016 da São Paulo Fashion Week foi o stand da marca de óculos Chilli Beans, que além de mostrar sua nova coleção com cristais Swarovski, impressionou o público com esta gigantesca réplica de um de seus modelos (a reprodução está cercada porque logo depois o convidado principal da grife, o músico americano Iggy Pop, iria aparecer e fazer uma performance; no momento em que o artista surgiu, o assédio dos convidados e imprensa foi intenso).

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 7th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Antes de começar a principal semana de moda do país, a São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, os convidados se aglomeravam na entrada do evento montado no Parque Cândido Portinari, enquanto o cinegrafista aguardava a chegada das celebridades.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O DJ Marcio Neves, convidado para tocar na temporada Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, animou o público com música eletrônica, em específico a house music.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O palco no qual se apresentou o DJ Marcio Neves na São Paulo Fashion Week Verão 2016 foi decorado com elementos de madeira, alguns pintados com a cor amarela (como a mesa de som do DJ, em referência a um dos patrocinadores) e instrumentos musicais vintage.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Ainda no charmoso espaço gastronômico da São Paulo Fashion Week Verão 2016, próximo ao palco sobre o qual se apresentava o DJ Marcio Neves, era possível admirar este imponente piano de cauda, que serviu para que alguns convidados tirassem fotos sentados sobre a sua banqueta.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    A área gastronômica da temporada Verão 2016 da São Paulo Fashion Week foi dedicada aos food trucks, que permanecem em evidência ainda hoje no mercado de alimentos, com feiras do gênero espalhadas por distintos lugares.
    Num amplo espaço coberto por grama sintética, ao ar livre, podia-se ver esta carrocinha que vendia vinhos de “produções familiares da região de Mendoza”, Argentina.

    Agradecimento: TNG 

  • “ Em ‘Falando a Veras’, espetáculo solo de Marcos Veras, saímos do teatro com a certeza absoluta de termos testemunhado sobre o palco não apenas um ator fazendo comédia, mas sim um artista nato que se vale deste árduo gênero com o intuito de potencializar em patamar elevado um talento que se apoia em um carisma indiscutível.”

    outubro 26th, 2015

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    Percebe-se um diferencial no espetáculo solo “Falando a Veras” logo ao chegarmos ao teatro em uma sessão lotada de um sábado à noite no Rio de Janeiro. Para a nossa surpresa, deparamo-nos com o ator, comediante e apresentador Marcos Veras, elegantemente vestido de preto e calçando tênis brancos, na beira do proscênio, agachado, tirando selfies com paciência e boa vontade com um público numeroso e enfileirado desejando tão somente guardar uma lembrança com o artista. Marcos se levanta, e inicia, já com os espectadores conquistados pelo seu franco sorriso, a sua peça, que na verdade não podemos defini-la apenas como uma “stand-up comedy”, pois cairíamos no gratuito reducionismo. “Falando a Veras” é uma peça teatral com um único ator que se pretende a provocar o riso sim, mas que, no entanto, não se enquadra no formato de um simples monólogo com o seu intérprete contando histórias divertidas para a plateia. Seria da mesma forma uma redução analítica injusta de sua genuína intenção dramatúrgica. O espetáculo ao qual assistimos é uma via narrativa especial da qual um ator extremamente carismático e cativante com seu sobejo talento como Marcos Veras se vale para com suas piadas, ou melhor, observações sagazes e finas acerca das posturas e comportamentos do indivíduo e da sociedade a que pertence, além das instituições estabelecidas naquela, para estreitar um relacionamento sadio com espectadores dispostos a compartilhar, a partir das suas visões particulares, do mesmo riso oriundo em sua maioria do absurdo das situações da vida cotidiana. Marcos Veras, senhor do palco, totalmente à vontade sob a luz com nuance aberta de quatro refletores (há instantes em que se sobressaem luzes nas cores azuis, rosas e lilases na parte posterior do espaço cênico), tendo a poderosa cumplicidade de uma audiência aliada no mesmo objetivo de se entreter, passeia de modo galante por uma gama extensa de temas que direta ou obliquamente nos são familiares. Nada escapa ao humor crítico, inteligente e meticuloso do artista de boa voz. Relações afetivas (casamentos, namoros e suas adversidades), conflitos pessoais do dia a dia com empresas e o próprio coletivo social, a avassaladora e intrusiva publicidade dos tempos atuais, as contingências comuns à fama e ao artista como um todo, o preconceito quanto ao lugar em que se vive, as músicas contemporâneas e suas letras com visível limitação de ideias, os participantes de “realities” musicais e seus exageros na interpretação de canções marcadas pela simplicidade e as idiossincrasias do homem suscetíveis a avaliações por seu caráter próximo ao surreal ou até mesmo bizarro são abordados com pensamentos e ponderações questionadoras de imediato aceitas por nós, num processo de unicidade de entendimento, resultando na efetivação de um dos propósitos do teatro: a comunicação entre artista e público. Ademais, Marcos não se furta de usar as suas vivências como ator popular (rindo de si mesmo) como veículos eficientes para incrementar trechos episódicos da encenação. Num cenário cru e negro, com apenas um microfone e seu suporte, além de uma cadeira que serve para guardar o seu blazer e uma mesa circular sobre a qual se encontra uma caneca, Marcos Veras ostenta sua potente vocação para a composição de tipos, especificamente aquela que concerne às celebridades. O que ocorre de fato não é uma ligeira imitação, mas sim uma reverente homenagem a nomes tão variados da música brasileira. Os cantores Daniel (e seu jeito de entoar suas canções), Ed Motta (e suas experimentações vocais que simulam instrumentos musicais), Martinho da Vila (sua economia gestual e permanente sorriso), Caetano Veloso (e seus expressivos olhares), e um cantor de pagode com postura pouco expansiva são alguns dos escolhidos para a respeitosa referência. Adotando uma comicidade não agressiva, o ator discorre sobre os refrãos de músicas que apresentam ausência de sentido ou repetição acaçapante. Com isso, passamos a conhecer um Marcos Veras cantor. O intérprete que tanto nos faz gargalhar sabe cantar, alcançando notas distintas, mantendo a afinação, tornando críveis as suas performances. Os espectadores se deleitam com estas imitações e/ou composições, pois se faz humor de qualidade, colocando a conhecida “lente de aumento” em cima das características que definem a persona de alguém público. Há ainda o célebre jogador de futebol que não exibe empolgação com os produtos que anuncia em campanhas publicitárias, e se ironiza os anúncios de lojas de departamentos que promovem as suas vendas com efeitos estapafúrdios de vídeo e vozes em alto volume nas chamadas dos mesmos. Os olhos mais atentos vislumbram no artista em cena um cuidado criterioso com o seu trabalho de corpo e novamente digo, de voz. Marcos não desperdiça quaisquer gestos que possam evocar um sentimento ou verdade de sua piada, e sua voz, plena em possibilidades, acompanha este notável ritmo. “Falando a Veras”, cujas dramaturgia e direção lhe cabem (segundo ele, procura-se amiúde a renovação do espetáculo, buscando-se claro a manutenção de sua estrutura original, causadora de tão longevo sucesso, haja vista que está em sua sétima temporada), é uma peça que proporciona uma larga intimidade entre os dois lados que fazem o teatro “acontecer”. Para que este “acontecimento” se concretize, uma tarefa, pode-se dizer, árida, é indispensável que tenhamos confiança no ator que está disponível com sua arte na ribalta, e da mesma maneira que o protagonista da história seja o detentor de uma empatia indissolúvel com aqueles que o prestigiam. Marcos Veras é um intérprete de muitos personagens que caíram na graça do grande público. Sejam aqueles que durante anos foram construídos no programa de humor da Rede Globo, “Zorra Total”, seja em seu primeiro papel em novelas, o chef Norberto de “Babilônia”, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga. Agora, sua carreira nos cinemas dá passos largos e com êxitos. Há outros projetos teatrais futuros. Trabalhos à vera. E merecidos. Quem acompanha a carreira deste jovem ator que possui como inspiração Woody Allen, e cresceu admirando mestres do humor como Chaplin, Stan Laurel e Oliver Hardy (O Gordo e o Magro), Chico Anysio, Jô Soares, Agildo Ribeiro e Ronald Golias sabe que o sucesso não veio por acaso. O sucesso veio com o seu talento, óbvio, mas somado a ele, como Woody Allen assevera, somado à insistência (“Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir”). E Marcos insistiu com o seu talento. “Falando a Veras” é uma obra que deve ser montada sempre que for viável, pois nela se vê um Marcos Veras por inteiro, aberto, livre, pronto para o fascinante imprevisto do risco teatral. Torcemos também para que o ator se aventure em outras formas de dramaturgia, e estamos convictos de sua legítima capacidade para tal feito. Marcos Veras é diferente. Marcos Veras é especial. Por esta razão, neste texto em que “falo à vera”, assumo, é que posso afirmar que, humildemente representando a voz de muitos de nós, “Gostamos de Marcos Veras à vera!”.

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    outubro 25th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O serviço gastronômico da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, promovida no Parque Cândido Portinari em abril deste ano, ficou a cargo dos hoje cada vez mais onipresentes e bem-sucedidos food trucks, que se espalham por todo o país em diferentes feiras, sempre com um forte comparecimento do público ávido em conhecer novos sabores e invenções da culinária, inclusive aquela fundada em lanches rápidos, como sanduíches (hambúrgueres, hot dogs e afins).

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    outubro 25th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Na edição Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, realizada em abril passado, comemorativa de seus 20 anos, havia este sofisticado lounge que visava a promover o turismo do Estado da Flórida, nos Estados Unidos.
    A convidada especial do espaço foi a empresária Carol Celico, atualmente diretora e editora chefe de seu site e CEO e fundadora da Fundação Amor Horizontal, que se propõe a conscientizar a sociedade acerca das necessárias transformações por que deve passar, utilizando-se como recurso viável a prática da solidariedade.

    Agradecimento: TNG 

  • Vernissage “VEJALÉM”

    outubro 20th, 2015

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    Foto: Paulo Ruch

    O artista visual Pedro Vicente Alves Pinto apresentou suas obras da exposição “VEJALÉM”, em um vernissage realizado em junho de 2013, na Riso Galeria de Arte e Bistrô, do ator Jorge de Sá, em Ipanema, no Rio de Janeiro.
    Na foto, Pedro Vicente (à direita) está acompanhado de seu tio, o escritor e cartunista Ziraldo, a atriz Letícia Sabatella, e o seu irmão, o ator Fernando Alves Pinto.
    Fernando Alves Pinto é paulista.
    Desde criança, interessa-se pelo teatro.
    Após algumas peças encenadas, Fernando viaja para Nova York, onde teve uma marcantes experiências teatrais: participou de companhias como o La MaMa, o The Adaptors Physical Theatre e o Théâtre de Poche.
    Retorna ao Brasil, e faz o seu primeiro longa-metragem: “Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas.
    Sua carreira no cinema se consolida com o convite para diversos projetos da área, em que se destacam “Anahy de Las Misiones”, de Sérgio Silva; “Menino Maluquinho 2 – A Aventura”, de Fernando Meirelles; “Eu Não Conhecia Tururú”, de Florinda Bolkan; “Tônica Dominante”, de Lina Chamie; “Mater Dei”, de Vinicius Mainardi; “Quase Dois Irmãos”, de Lúcia Murat; “Araguaya – A Conspiração do Silêncio”, de Ronaldo Duque; “O Veneno da Madrugada”, de Ruy Guerra; “Árido Movie”, de Lírio Ferreira; “Santiago”, um documentário de João Moreira Salles no qual foi o narrador; “A Via Láctea”, de Lina Chamie; “O Signo da Cidade”, de Carlos Alberto Riccelli; “Lula, O Filho do Brasil”, de Fábio Barreto; “Os Inquilinos (Os Incomodados Que Se Mudem”), de Sergio Bianchi; “Nosso Lar”, de Wagner de Assis; “2 Coelhos”, de Afonso Poyart; “Jogo das Decapitações”, de Sergio Bianchi, e “São Silvestre”, de Lina Chamie (um interessante documentário que testemunha toda a trajetória de um corredor, no caso Fernando, pelas ruas de São Paulo, durante a tradicional Corrida de São Silvestre; uma câmera chegou a ser acoplada ao seu corpo para dar a real dimensão do sacrifício do intérprete).
    Além disso, há em seu currículo cinematográfico mais de duas dezenas de curtas-metragens.
    Sua trajetória nos palcos, da mesma forma, é extensa, sendo dirigido por encenadores como Ulysses Cruz (“O Despertar da Primavera”, de Frank Wedekind), Bia Lessa (“As Três Irmãs”, de Tchekhov), Luiz Arthur Nunes (“A Mulher Sem Pecado”, a primeira peça de Nelson Rodrigues), José Celso Martinez Corrêa (“Esperando Godot”, de Samuel Beckett), Christiane Jatahy (“Memorial do Convento”, de José Saramago, e “A Falta Que Nos Move”, texto da própria), Yara de Novaes (“A Mulher Que Ri”, de Paulo Santoro), Pedro Brício (“Me Salve, Musical!”; dramaturgia de Pedro Brício), dentre tantos outros.
    Neste ano, Fernando Alves Pinto fez uma bem-sucedida temporada com o espetáculo teatral “Trágica.3”, de Heiner Muller, Caio de Andrade e Francisco Carlos, dirigido por Guilherme Leme Garcia, e tendo ao seu lado no palco as atrizes Letícia Sabatella, Denise Del Vecchio e Miwa Yanagizawa, e o ator Marcello H. (apresentaram-se no Centro Cultural Banco do Brasil, CCBB, no Rio de Janeiro, e na China; Fernando Alves foi o autor da trilha sonora original).
    Sua estreia na televisão foi no SBT na novela “O Direito de Nascer”, escrita por Aziz Bajur e Jaimer Camargo (basearam-se na obra original de Félix B. Caignet).
    No ano seguinte, em 2002, estreia na Rede Globo, em um folhetim de Euclydes Marinho, “Desejos de Mulher”.
    Depois da minissérie “Um Só Coração”, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, defende o célebre Menino Maluquinho na fase adulta em “Um Menino Muito Maluquinho”, na TVE Brasil (a série foi adaptada do famoso livro de seu tio Ziraldo por Anna Muylaert e Cao Hamburguer).
    Participou ainda das séries “Avassaladoras – A Série”, “Casos e Acasos”, “Dilemas de Irene”, “Bicicleta & Melancia”, “A Teia”, e as novelas “Floribella 2”, e “Sete Vidas”, como Caio.
    Já Ziraldo, além de escritor (cronista, dramaturgo, colunista) e cartunista (chargista, pintor, desenhista, caricaturista), também é humorista e jornalista.
    Mineiro de Caratinga, quando criança já demonstrava seus dotes para os traços de um desenho.
    A partir da década de 50, passa por três publicações relevantes (“Folha da Manhã”, hoje “Folha de São Paulo”, revista “O Cruzeiro” e “Jornal do Brasil”, locais de trabalho onde cria seus primeiros personagens).
    Lançou a primeira revista em quadrinhos, “A Turma do Pererê”, feita exclusivamente por um único autor (também a primeira em cores no Brasil).
    No ano de 1960, recebeu dois prêmios no exterior: o “Nobel” Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas, Bélgica, e o Prêmio Merghantealler (concedida pela imprensa livre da América Latina).
    Foi um dos fundadores e diretor de um dos principais impressos de oposição ao regime militar no Brasil (a decretação do Ato Institucional Nº 5 o levou à prisão).
    Seu grande sucesso editorial foi lançado mais de uma década depois, em 1980, “O Menino Maluquinho”, que tivera adaptações tanto para o cinema quanto para a TV (Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Infantil).
    Suas ilustrações puderam ser vistas em revistas internacionais, na Inglaterra, na França e nos Estados Unidos.
    Outras de suas criações que merecem ser lembradas são: o Prêmio Galo de Ouro para o Festival Internacional da Canção de 1966; “Flicts”; “Uma Professora Muito Maluquinha”; o símbolo (um menino caipira) para o evento beneficente do Arraial da Providência, no Rio de Janeiro, e a caricatura do ator, comediante, apresentador, escritor e diretor Jô Soares para algum de seus shows solos, além de outras.
    Em dezembro, a obra mais conhecida de Ziraldo, “Menino Maluquinho”, tornar-se-á ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em comemoração aos seus 35 anos, e se chamará “Menino Maluquinho – A Ópera” (direção musical e regência de Roberto Duarte, libreto de Maria Gessy de Sales, direção de cena de Sura Berditchevsky, e cenografia de Daniela Thomas; o elenco contará com cem pessoas, entre atores mirins, orquestra e dois coros, um adulto e outro jovem).

    Agradecimento: Pedro Vicente Alves Pinto

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