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Blog do Paulo Ruch

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 17th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Sobre o stand da marca de óculos Chilli Beans, na qual havia totens com vários modelos de sua nova coleção, muitos deles ornamentados com cristais Swarovski, na edição Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, podia-se admirar este imenso enfeite com diversos triângulos espelhados dependurados.

    Agradecimento: TNG 

  • “Paulo Betti, em seu monólogo ‘Autobiografia Auto-risada’, mergulha sem medo nos recônditos emocionais de suas origens, mostrando aos espectadores, com pujança interpretativa e leveza humorística, um Brasil que sabemos que existe, mas que parece ser distante de nós, a despeito de nos ser tão próximo e real, com sua fascinante simplicidade”.

    novembro 9th, 2015

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    Foto: Mauro Kury

    Aproveitando-se dos debates recentes de lado a lado em torno da liberação ou não das biografias não autorizadas, o título do monólogo estrelado por Paulo Betti, que está completando 40 anos de carreira, não poderia ser mais apropriado, “Autobiografia Auto-risada” (o trocadilho já nos revela um sinal da adoção do humor por parte do autor, o próprio Paulo, em seu texto, ao narrar no formato dramatúrgico citado parte da trajetória de sua vida, principalmente as infância e adolescência no interior de São Paulo, em específico Sorocaba, nos idos dos anos 50 e 60, e sua fase na EAD, Escola de Arte Dramática da USP, Universidade de São Paulo, também abordada). A proposta de se montar uma peça com viés autobiográfico é, por si só, arriscada, temerária, levando-se em conta determinados fatores, como o potencial interesse que a vida do biografado poderá causar em terceiros. Vemos muitas biografias sendo retratadas nos palcos, sejam elas musicais ou não, mas, em pouquíssimas vezes, assistimos a um espetáculo cujo protagonista é o único contador de sua íntima história real, além de codirigi-la (com Rafael Ponzi). No entanto, o que se depreende ao avaliarmos a encenação de Paulo Betti é que se obteve uma conjugação extremamente harmônica, emocionante, verdadeira, lírica e divertida (apesar de alguns momentos de notada tristeza) de dramaturgia, direção e atuação. No belo cenário de Mana Bernardes, que busca uma rusticidade poética ao dispor sobre a ribalta um largo varal com panos e roupas dependurados, pilhas de livros (há uma vela que permanece acesa em cima de uma delas durante toda a peça), um casebre formado por camadas de tecidos diáfanos, um extenso painel ao fundo do espaço cênico sobre o qual se projetam significativas e simbólicas imagens, um microfone e seu suporte e uma banqueta de madeira, testemunhamos o desfiar encantador de “causos” contados por um Paulo Betti visivelmente entregue aos seus mais honestos sentimentos e emoções. Paulo se vale de sua prodigiosa experiência no ofício, seu talento incontestável e reconhecido carisma para fazer com que a plateia não seja somente uma mera e passiva ouvinte de seus relatos, mas que seja cúmplice de sua jornada, identifique-se de algum modo com a mesma, e com o intérprete se emocione. De pés descalços, vestindo apenas uma calça off-white e uma camisa social branca (o discreto e charmoso figurino, que inclui ainda uma improvisação de saia, um grande chapéu de palha e um paletó cinza, coube a Leticia Ponzi), o ator dialoga espontaneamente com os espectadores (não se vislumbram quaisquer resquícios de barreiras que impeçam a comunicação direta entre ambos, configurando-se como um dos pontos fortes da obra), discorrendo de modo linear ou não acerca dos acontecimentos que definiram a sua identidade como homem e artista. O dramaturgo em nenhum instante se esquiva de revelar aspectos particulares de sua família de origem humilde. Utilizando-se do interessante recurso de nos informar o significado dos nomes de seus parentes, o que nos dá uma possível previsão dos respectivos perfis, somos defrontados com episódios que exemplificam com potência como se convivia em distinto período com hábitos e costumes tão peculiares, inusitados, todavia, genuinamente naturais para o universo do qual faziam parte. Há em suas, pode-se afirmar, confissões, elementos que caracterizam o comportamento de indivíduos modestos que subsistem por meio de trabalhos forçosos, sem acesso ao estudo, com uma sabedoria singular adquirida pela dura vivência, e um alto grau de misticismos e sincretismos religiosos, manifestados por preces, benzeduras, simpatias e crendices. O Paulo criança, que ora se divertia com seu prosaico pião, e ora se aprazia com um brinquedo da época que consistia em uma vara que dominava um círculo, era obrigado a encarar a morte sem nenhum tipo de máscara. Nestes tempos que nos parecem longínquos, apenas nos parecem, o infante que se deliciava com os programas de rádio e idas posteriores ao cinema, enfrentava a visão dolorosa de um animal sendo abatido para o ágape. A opressão sexual era inclemente, alavancada por lendas e mitos. Os meninos recorriam às luxuriosas publicações de Carlos Zéfiro. A atriz francesa Michèle Mercier era objeto recorrente de fantasias inescapáveis. O ator, temporão, o caçula de 15 irmãos, evidencia que sempre manteve laços afetivos acentuados com o seu clã. E nos deixa transparecer que mesmo em meio a tantas adversidades havia uma felicidade implícita, uma ingenuidade que não se vê mais na atualidade. Desenha-se uma nostalgia sem teor melancólico. Em todo o conjunto cênico se percebe a inserção coerente de regionalismos, encontrados nas canções e no vocabulário usados. Paulo Betti traz para o seu texto citações de poetas como Menotti Del Picchia. Aliás, em bastantes passagens de sua dramaturgia, deparamo-nos com fraseados rimados, jogos de palavras. O intérprete em certas ocasiões canta músicas de caráter regional que lhe são preciosas com plena sensibilidade. Todo o processo de narração da história é escorado eficientemente nas projeções contínuas de imagens, provocando-nos estimulante curiosidade, que funcionam quase como um “segundo personagem”. Fotos antigas, certidões, documentos, diplomas, registros históricos servem para realçar e oferecer uma maior verossimilhança aos fatos descritos. A direção de Paulo Betti e Rafael Ponzi (assistência de direção de Juliana Betti) enfatiza a presença de um artista, com sua emoção, sobre um tablado, revelando, assumindo, confessando, expondo a verdade do cidadão Paulo Betti no tocante às suas experiências vividas. Muitas delas sofridas. Temos a nítida impressão de que se trata de um processo catártico de um consagrado ator, que por alguma razão louvável precisou lidar com memórias delicadas de seu passado. Não é fácil tocar em cicatrizes por vezes não fechadas, mexer em feridas que atravessam o tempo, lembrar-se de entes queridos que foram indispensáveis para o que somos hoje. E Paulo Betti teve a coragem de enfrentar a sua história, esmiuçá-la, revolvê-la, avaliá-la, senti-la, e o mais eminente, compartilhá-la conosco. Tanto Paulo quanto Rafael Ponzi lograram com inegável êxito levar esta insigne ideia para o ambiente cênico. A atuação de Paulo Betti é pautada em distintos segmentos, todos eles no mesmo nível de excelência. O ator, respeitado por seus inúmeros trabalhos no teatro, cinema e TV, possui um domínio de cena absoluto, que nos fica claro nos solilóquios, nas narrações de histórias, na personificação de seus familiares, vizinhos e pessoas que lhe eram próximas, e na conversa franca com o seu público, que desde o início do espetáculo se deixou levar pela magia do universo verídico exposto. Uma interpretação sensível, honesta e intensa, sem preterir uma comicidade elegante, amparada pela bonita voz do ator, que saboreia cada palavra emitida, e brinca, folgazão, com a multiplicidade de seus sons. A direção de movimento de Miriam Weitzman potencializa as capacidades expressivas de Paulo Betti, que se move e pausa com esbelteza (há dois atos que merecem a nossa atenção: o ator dança na plateia com uma das espectadoras, e dá vida a uma senhora com idade avançada com um trabalho de corpo criterioso). A iluminação de Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném é admirável. A dupla nos oferta um quadro de cores e variações luminosas enternecedores. Azul, rosa, e outras tonalidades formam um conjunto pictórico rico. Há focos sobre o intérprete, meias-luzes e um plano aberto suave. A trilha sonora de Pedro Bernardes aposta em um cancioneiro regional que invariavelmente nos sensibiliza, além de clássicos como “O Mar”, de Dorival Caymmi, e a icônica “Je T’aime Moi Non Plus”, entoada por Serge Gainsbourg e Jane Birkin (e outras composições). “Autobiografia Auto-risada” é um espetáculo que coloca a verdade de um artista e sua história em um patamar meritório, uma encenação que reafirma o talento de um ator como Paulo Betti, ostentando ainda a sua aptidão para a dramaturgia e para a direção, e que se apresenta como uma alternativa de um teatro diferenciado, que mistura emoção e entretenimento, sempre com qualidade. Serve também para confirmar uma intimidade conquistada ao longo de anos com o seu público. Vimos Paulo Betti frente a frente consigo mesmo. Vimos Paulo Betti encarando o seu reflexo num imaginário espelho. Ao final da peça, vimos Paulo Betti nos revelando que o significado de Paulo é “pequeno”. Isto é um bom augúrio, pois toda e qualquer grandeza se originou incondicionalmente em uma potencial pequeneza. Paulo Betti está autorizado para mostrar a grandeza do “pequeno” do seu nome Paulo, em sua autobiografia com risada, no espaço de um palco iluminado, que representa as folhas abertas de um livro de amor declarado .

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 7th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Uma das grandes atrações da edição Verão 2016 da São Paulo Fashion Week foi o stand da marca de óculos Chilli Beans, que além de mostrar sua nova coleção com cristais Swarovski, impressionou o público com esta gigantesca réplica de um de seus modelos (a reprodução está cercada porque logo depois o convidado principal da grife, o músico americano Iggy Pop, iria aparecer e fazer uma performance; no momento em que o artista surgiu, o assédio dos convidados e imprensa foi intenso).

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 7th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Antes de começar a principal semana de moda do país, a São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, os convidados se aglomeravam na entrada do evento montado no Parque Cândido Portinari, enquanto o cinegrafista aguardava a chegada das celebridades.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O DJ Marcio Neves, convidado para tocar na temporada Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, animou o público com música eletrônica, em específico a house music.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O palco no qual se apresentou o DJ Marcio Neves na São Paulo Fashion Week Verão 2016 foi decorado com elementos de madeira, alguns pintados com a cor amarela (como a mesa de som do DJ, em referência a um dos patrocinadores) e instrumentos musicais vintage.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    Ainda no charmoso espaço gastronômico da São Paulo Fashion Week Verão 2016, próximo ao palco sobre o qual se apresentava o DJ Marcio Neves, era possível admirar este imponente piano de cauda, que serviu para que alguns convidados tirassem fotos sentados sobre a sua banqueta.

    Agradecimento: TNG 

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    novembro 4th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    A área gastronômica da temporada Verão 2016 da São Paulo Fashion Week foi dedicada aos food trucks, que permanecem em evidência ainda hoje no mercado de alimentos, com feiras do gênero espalhadas por distintos lugares.
    Num amplo espaço coberto por grama sintética, ao ar livre, podia-se ver esta carrocinha que vendia vinhos de “produções familiares da região de Mendoza”, Argentina.

    Agradecimento: TNG 

  • “ Em ‘Falando a Veras’, espetáculo solo de Marcos Veras, saímos do teatro com a certeza absoluta de termos testemunhado sobre o palco não apenas um ator fazendo comédia, mas sim um artista nato que se vale deste árduo gênero com o intuito de potencializar em patamar elevado um talento que se apoia em um carisma indiscutível.”

    outubro 26th, 2015

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    Percebe-se um diferencial no espetáculo solo “Falando a Veras” logo ao chegarmos ao teatro em uma sessão lotada de um sábado à noite no Rio de Janeiro. Para a nossa surpresa, deparamo-nos com o ator, comediante e apresentador Marcos Veras, elegantemente vestido de preto e calçando tênis brancos, na beira do proscênio, agachado, tirando selfies com paciência e boa vontade com um público numeroso e enfileirado desejando tão somente guardar uma lembrança com o artista. Marcos se levanta, e inicia, já com os espectadores conquistados pelo seu franco sorriso, a sua peça, que na verdade não podemos defini-la apenas como uma “stand-up comedy”, pois cairíamos no gratuito reducionismo. “Falando a Veras” é uma peça teatral com um único ator que se pretende a provocar o riso sim, mas que, no entanto, não se enquadra no formato de um simples monólogo com o seu intérprete contando histórias divertidas para a plateia. Seria da mesma forma uma redução analítica injusta de sua genuína intenção dramatúrgica. O espetáculo ao qual assistimos é uma via narrativa especial da qual um ator extremamente carismático e cativante com seu sobejo talento como Marcos Veras se vale para com suas piadas, ou melhor, observações sagazes e finas acerca das posturas e comportamentos do indivíduo e da sociedade a que pertence, além das instituições estabelecidas naquela, para estreitar um relacionamento sadio com espectadores dispostos a compartilhar, a partir das suas visões particulares, do mesmo riso oriundo em sua maioria do absurdo das situações da vida cotidiana. Marcos Veras, senhor do palco, totalmente à vontade sob a luz com nuance aberta de quatro refletores (há instantes em que se sobressaem luzes nas cores azuis, rosas e lilases na parte posterior do espaço cênico), tendo a poderosa cumplicidade de uma audiência aliada no mesmo objetivo de se entreter, passeia de modo galante por uma gama extensa de temas que direta ou obliquamente nos são familiares. Nada escapa ao humor crítico, inteligente e meticuloso do artista de boa voz. Relações afetivas (casamentos, namoros e suas adversidades), conflitos pessoais do dia a dia com empresas e o próprio coletivo social, a avassaladora e intrusiva publicidade dos tempos atuais, as contingências comuns à fama e ao artista como um todo, o preconceito quanto ao lugar em que se vive, as músicas contemporâneas e suas letras com visível limitação de ideias, os participantes de “realities” musicais e seus exageros na interpretação de canções marcadas pela simplicidade e as idiossincrasias do homem suscetíveis a avaliações por seu caráter próximo ao surreal ou até mesmo bizarro são abordados com pensamentos e ponderações questionadoras de imediato aceitas por nós, num processo de unicidade de entendimento, resultando na efetivação de um dos propósitos do teatro: a comunicação entre artista e público. Ademais, Marcos não se furta de usar as suas vivências como ator popular (rindo de si mesmo) como veículos eficientes para incrementar trechos episódicos da encenação. Num cenário cru e negro, com apenas um microfone e seu suporte, além de uma cadeira que serve para guardar o seu blazer e uma mesa circular sobre a qual se encontra uma caneca, Marcos Veras ostenta sua potente vocação para a composição de tipos, especificamente aquela que concerne às celebridades. O que ocorre de fato não é uma ligeira imitação, mas sim uma reverente homenagem a nomes tão variados da música brasileira. Os cantores Daniel (e seu jeito de entoar suas canções), Ed Motta (e suas experimentações vocais que simulam instrumentos musicais), Martinho da Vila (sua economia gestual e permanente sorriso), Caetano Veloso (e seus expressivos olhares), e um cantor de pagode com postura pouco expansiva são alguns dos escolhidos para a respeitosa referência. Adotando uma comicidade não agressiva, o ator discorre sobre os refrãos de músicas que apresentam ausência de sentido ou repetição acaçapante. Com isso, passamos a conhecer um Marcos Veras cantor. O intérprete que tanto nos faz gargalhar sabe cantar, alcançando notas distintas, mantendo a afinação, tornando críveis as suas performances. Os espectadores se deleitam com estas imitações e/ou composições, pois se faz humor de qualidade, colocando a conhecida “lente de aumento” em cima das características que definem a persona de alguém público. Há ainda o célebre jogador de futebol que não exibe empolgação com os produtos que anuncia em campanhas publicitárias, e se ironiza os anúncios de lojas de departamentos que promovem as suas vendas com efeitos estapafúrdios de vídeo e vozes em alto volume nas chamadas dos mesmos. Os olhos mais atentos vislumbram no artista em cena um cuidado criterioso com o seu trabalho de corpo e novamente digo, de voz. Marcos não desperdiça quaisquer gestos que possam evocar um sentimento ou verdade de sua piada, e sua voz, plena em possibilidades, acompanha este notável ritmo. “Falando a Veras”, cujas dramaturgia e direção lhe cabem (segundo ele, procura-se amiúde a renovação do espetáculo, buscando-se claro a manutenção de sua estrutura original, causadora de tão longevo sucesso, haja vista que está em sua sétima temporada), é uma peça que proporciona uma larga intimidade entre os dois lados que fazem o teatro “acontecer”. Para que este “acontecimento” se concretize, uma tarefa, pode-se dizer, árida, é indispensável que tenhamos confiança no ator que está disponível com sua arte na ribalta, e da mesma maneira que o protagonista da história seja o detentor de uma empatia indissolúvel com aqueles que o prestigiam. Marcos Veras é um intérprete de muitos personagens que caíram na graça do grande público. Sejam aqueles que durante anos foram construídos no programa de humor da Rede Globo, “Zorra Total”, seja em seu primeiro papel em novelas, o chef Norberto de “Babilônia”, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga. Agora, sua carreira nos cinemas dá passos largos e com êxitos. Há outros projetos teatrais futuros. Trabalhos à vera. E merecidos. Quem acompanha a carreira deste jovem ator que possui como inspiração Woody Allen, e cresceu admirando mestres do humor como Chaplin, Stan Laurel e Oliver Hardy (O Gordo e o Magro), Chico Anysio, Jô Soares, Agildo Ribeiro e Ronald Golias sabe que o sucesso não veio por acaso. O sucesso veio com o seu talento, óbvio, mas somado a ele, como Woody Allen assevera, somado à insistência (“Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir”). E Marcos insistiu com o seu talento. “Falando a Veras” é uma obra que deve ser montada sempre que for viável, pois nela se vê um Marcos Veras por inteiro, aberto, livre, pronto para o fascinante imprevisto do risco teatral. Torcemos também para que o ator se aventure em outras formas de dramaturgia, e estamos convictos de sua legítima capacidade para tal feito. Marcos Veras é diferente. Marcos Veras é especial. Por esta razão, neste texto em que “falo à vera”, assumo, é que posso afirmar que, humildemente representando a voz de muitos de nós, “Gostamos de Marcos Veras à vera!”.

  • São Paulo Fashion Week Verão 2016 – Parque Cândido Portinari

    outubro 25th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O serviço gastronômico da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2016, promovida no Parque Cândido Portinari em abril deste ano, ficou a cargo dos hoje cada vez mais onipresentes e bem-sucedidos food trucks, que se espalham por todo o país em diferentes feiras, sempre com um forte comparecimento do público ávido em conhecer novos sabores e invenções da culinária, inclusive aquela fundada em lanches rápidos, como sanduíches (hambúrgueres, hot dogs e afins).

    Agradecimento: TNG 

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