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Blog do Paulo Ruch

  • “ No tabuleiro instigante e traiçoeiro de ‘A Regra do Jogo’, nova novela das 21h da Rede Globo, João Emanuel Carneiro, na voz de uma de suas ‘peças’, Romero Rômulo, vivido por Alexandre Nero, pede ironicamente ‘que se dê uma chance ao Brasil’. “

    setembro 1st, 2015

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    Foto: Estevam Avellar/Gshow

    Maria Vitória (Vanessa Giácomo), constrita, confessa um crime. Furtou R$28.600,00. Dez dias atrás, entenderemos o porquê de seu delito. Maria Vitória, ou Tóia, é uma moça trabalhadora, perseverante, filha adotiva de Djanira (Cassia Kis), uma aparentemente boa mulher. A jovem é gerente da boate “Caverna da Macaca”, pertencente à exuberante Adisabeba (Susana Vieira), que também é dona de um hostel na fictícia comunidade do Morro da Macaca. Na citada boate, o show fica por conta do sensual, sedutor e um tanto malandro MC Merlô (Juliano Cazarré em excelente forma física, ostenta tatuagens por todo o torso e acessórios dourados; Juliano promete se sobressair com este personagem tão atual no novo panorama musical que atrai tanto as camadas sociais menos favorecidas quanto as privilegiadas). Tóia aguarda ansiosa a soltura de seu namorado, Juliano (Cauã Reymond), preso durante quatro anos numa penitenciária por ter sido acusado injustamente de tráfico de drogas. Ao sair rumo à liberdade condicional do úmido e sombreado presídio, Juliano demonstra sede de vingança, e não se conforma de que sua fundação criada para tirar jovens da delinquência tenha sido dissolvida por falta de patrocínios. O rapaz se ressente de que todos ou quase todos à sua volta não acreditam na sua inocência. Enquanto isso, conhecemos Atena, defendida por uma loira Giovanna Antonelli, que logo mostra ao que veio na nova novela das 21h da Rede Globo, “A Regra do Jogo”, de João Emanuel Carneiro (respaldado pelo sucesso de sua obra antecessora, “Avenida Brasil”), com direção geral de Joana Jabace, Paulo Silvestrini e Amora Mautner, também diretora de núcleo. Atena é uma divertida e irresistível golpista acima de qualquer suspeita (Giovanna parece inteiramente à vontade neste papel que lhe oferece a oportunidade de transitar pela seara do humor, um de seus pontos fortes). A primeira vítima de suas tramoias é a afetada amiga Sumara (Karine Teles), riquíssima, casada com um homem mais velho em Mônaco. Sumara, na “Caverna da Macaca”, que contou com a presença vip do jogador Neymar (acompanhado de um amigo interpretado por Edu Porto), após ter bebido além da conta, tem o seu cartão de crédito furtado pela loira charmosa e preconceituosa (suas frases discriminatórias de cunho social lembram bastante o discurso da memorável Odete Roitman de Beatriz Segall em “Vale Tudo”, respeitadas as devidas proporções). Atena, que só toma champanhe Cristal, hospeda-se em um hotel de luxo, e se esbalda com suas regalias. Lógico que a sua despedida é em ritmo de fuga. Procura a amiga abastada em sua casa de gosto duvidoso, e usa o velho truque da cópia da chave moldada. Com a viagem de Sumara para Mônaco, Atena é a mais nova vizinha da endinheirada que gasta seu tempo fazendo ginástica. Alexandre Nero surge como Romero Rômulo (o retorno do ator depois da estrondosa repercussão do Comendador de “Império” avolumou as expectativas em cima de sua composição do personagem; Alexandre, com seu inegável talento, já exibiu que não deixará quaisquer resquícios de seu papel anterior, criando um tipo diferente e pleno em personalidade, como é próprio do intérprete). Romero é um ex-vereador, advogado que luta bravamente pelos direitos humanos, em especial os dos presos, em tempos em que as palavras “direitos” e “humanos” estão em desuso. Pai adotivo de Dante (Marco Pigossi, um dos atores que se destacam da sua geração, apresenta-se firme e resoluto como o policial pessimista que crê que o grande culpado pela morte de sua mãe biológica é Zé Maria, Tony Ramos; Marco estudou e treinou com especialistas do ramo, o que se comprova com a sua postura verossímil), Romero, que ao defender em audiência um detento, Dênis, Amaurih Oliveira, diz aproximadamente ao juiz para inocentá-lo para que “se dê uma chance a um homem, para que se dê uma chance ao Brasil”, oferece-se como voluntário para salvaguardar a vida de reféns de um banco assaltado por uma perigosa quadrilha. A cena do cerco policial ganhou contornos hollywoodianos de filmes de ação, com tomadas aéreas, marcações distintas, muitos figurantes e policiais uniformizados com armas em punho. Dentro do banco, reféns na verdade são bandidos. Toda a intermediação entre criminosos e autoridades da polícia é feita pelo “herói” Romero. Para espanto geral ou não, o tão magnânimo Romero, que mora no apartamento exíguo e simples de número 301, não é nem magnânimo tampouco herói. Romero Rômulo faz parte da quadrilha perigosa que assaltou o banco. Romero Rômulo é um farsante e cínico cidadão brasileiro. Romero Rômulo odeia a pobreza, e adora se banhar em uma banheira de bacanas. Romero Rômulo engana o próprio filho “homem da lei”. Paralelo a este fato, Djanira é internada com um aneurisma, e precisa urgentemente se submeter a uma cirurgia. O novelista não se eximiu de fazer uma crítica sempre oportuna ao aterrorizante sistema público de saúde do país com suas deficiências e mazelas já conhecidas, como prazos indeterminados para consultas, e filas numerosas e infindáveis para preservar a vida humana. Juliano e Tóia (é necessário afirmar que tanto Cauã Reymond quanto Vanessa Giácomo nos convenceram como um casal oprimido por situações adversas, sendo ela esperançosa e otimista, e ele, como dito, amargurado e irascível; além disso, Cassia Kis, com seus gestos e voz por vezes minimalistas, que se alternam com expressões de intensidade ímpar, justifica a sua escalação como Djanira) decidem recorrer a um hospital privado. São enganados por um falso médico, que se apropria de todas as economias de Tóia. Um dos médicos do comércio hospitalar se “compadece” da família, e lhe oferece a operação de Djanira, cobrando “apenas” pelo material e equipe. O casal após se surpreende ao ouvir da funcionária que cobra pelo salvamento de uma vida que o custo para se continuar a tê-la equivale a R$28.630,00. Já começamos a entender o porquê do comportamento de Tóia no início da trama. Ela invade o universo da “Caverna da Macaca”, e furta do cofre de Adisabeba R$28.600,00. A dona da boate onde o filho arranca suspiros com suas Merlozetes se desespera ao descobrir o sumiço de seu dinheiro, e se assombra ainda mais ao escutar de sua funcionária de confiança de que fora a autora do crime. “A Regra do Jogo” nos revelou em seu primeiro capítulo, que teve iluminação inspirada, direção de arte impecável e direção musical diversificada e atrativa com direito à potência vocal de Alcione na abertura coerente com a canção “Juízo Final”, uma história intrigante que, na amostra de alguns personagens, já nos indica uma teia de enredos interessantes e valorosos teledramaturgicamente. A ideia de Amora Mautner de conceber a “caixa cênica” (pretere-se a “boca de cena”; os atores atuam e contracenam em um ambiente fechado, e um número limitado de câmeras fica escondido, sem que os intérpretes saibam de suas localizações, como se fosse num “reality”, com o intuito de se garantir o maior grau de naturalidade do elenco) funcionou perfeitamente, gerando ainda em nós, telespectadores, um olhar mais preciso para identificar qual cena foi gravada por esta ou aquela câmera. Toda e qualquer inovação nas telenovelas é bem-vida, e Amora acertou com a sua ousadia. “A Regra do Jogo” servirá para avaliarmos os limites da ética na sociedade, enfim, até que ponto vale a pena seguir ou não “a regra do jogo”. Os personagens são as peças, a trama é o tabuleiro, e nós seremos os juízes desse jogo arriscado. Quem sabe não é a hora de se dar uma chance ao Brasil de se ver no espelho?

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    agosto 22nd, 2015


    Foto: Paulo Ruch

    O ator e músico Dudu Azevedo, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória. Foto: Paulo Ruch
    Dudu é carioca, mas fora criado no município de Niterói, no Rio de Janeiro.
    Desde criança demonstrou interesse pela música (foi membro, no futuro, de bandas musicais, como a Redtrip, exercendo a função de baterista).
    No entanto, a arte da interpretação surgiu em sua vida, e já adolescente participa como Danton da transposição para a televisão do grande êxito teatral “Confissões de Adolescente”, levado ao ar na TV Cultura pelas mãos de Daniel Filho, que mais tarde repetiria o feito, só que no formato de longa-metragem.
    O novo intérprete, devido à boa repercussão de sua estreia na TV, é convidado para integrar o elenco de uma novela da Rede Bandeirantes, “O Campeão”, de Ricardo Linhares e Mário Prata.
    No ano de 2003, inicia uma colaboração com o autor Gilberto Braga em “Celebridade”, na Rede Globo (este folhetim, já naquela época, pretendeu fazer uma crítica à exacerbação do culto às celebridades, e ao desejo irracional e insano das pessoas conquistarem a fama a qualquer custo e preço).
    Dudu experimenta o horário das 18h ao defender um papel em “Como Uma Onda”, de Walther Negrão.
    No mesmo ano, 2006, o artista é visto em três produções: a minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, “JK”, a telenovela “Pé na Jaca”, de Carlos Lombardi, e um episódio no seriado “Minha Nada Mole Vida”.
    Teve merecido destaque em “Duas Caras”, uma obra de Aguinaldo Silva, ao personificar o advogado sem muito apreço pelo trabalho Barretinho (Barretinho se apaixonou pela empregada doméstica de sua família, Sabrina, Cris Vianna, algo próximo a uma obsessão; no final da trama, o filho de Barretão, Stênio Garcia, e Gioconda, Marília Pêra, casa-se com a bela moça).
    Na história de Antonio Calmon, “Três Irmãs”, teve a oportunidade de viver um vilão, Xande, com o qual mostrou uma outra face de seu talento.
    Novamente ganha um papel com traços de vilão, Roberto Moreira, criado pelas teledramaturgas Duca Rachid e Thelma Guedes para a novela “Cama de Gato”.
    Retomando sua parceria com Gilberto Braga, compõe um sedutor segurança, Neymar, na obra “Insensato Coração”, coescrita por Ricardo Linhares.
    Aproveitando-se da popularidade do MMA (Mixed Martial Arts) no Brasil, Aguinaldo Silva resolve abordar este tema em seu folhetim, “Fina Estampa”, e para representar o assunto escala Dudu Azevedo para interpretar o lutador Wallace Mu (o personagem teve distintos conflitos, tanto pessoais quanto profissionais, no decorrer dos capítulos).
    Em “Flor do Caribe”, de Walther Negrão, vestiu o uniforme de Amadeu, um aviador da Força Aérea Brasileira (FAB).
    Dividiu cenas com Isabelle Drummond em “Geração Brasil”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
    Não faltaram séries, como “Por Isso Eu Sou Vingativa”, no Multishow, e humorísticos, como “Toma Lá Dá Cá”, em sua trajetória artística.
    O ator possui uma relevante história no cinema, seja em filmes que tratam com consistência o universo jovem, como “Ódiquê?”, de Felipe Joffily; “1972” (retrato da juventude em meio à efervescência cultural dos tempos da ditadura no ano que dá título ao longa), com roteiro de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana; e “Podecrer!”, de Arthur Fontes; quanto em cinebiografias como “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de Sandra Werneck e Walter Carvalho (deu vida ao baterista Guto Goffi), e comédias como “Muita Calma Nessa Hora”, de Felipe Joffily; “Qualquer Gato Vira-Lata”, de Tomas Portella e “Qualquer Gato Vira-Lata 2”, de Roberto Santucci e Marcelo Antunez.
    Estará ao lado de Letícia Spiller no longa-metragem de Alexandre Moretzsohn, “Desejos Modernos”.
    No momento, Dudu Azevedo pode ser visto em “Babilônia”, novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, como Bento, um programador de games e aplicativos bonachão, íntegro, bem-humorado, amoroso e amigo (Bento mantém uma fiel amizade com o advogado Vinícius, Thiago Fragoso; durante a produção das 21h da Rede Globo, namorou com a também advogada Paula, Sheron Menezzes, porém, suas significativas diferenças no que diz respeito à ambição individual fizeram com que o relacionamento afetivo se desgastasse; agora, com a proximidade do fim da novela, ambos “ensaiam” um reatamento definitivo, amparado pela presença da bebê Manu, cuja guarda provisória foi requerida por Paula; Bento é um dos personagens mais cativantes de “Babilônia”).

    Agradecimento: R. Groove
    TNG

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    agosto 17th, 2015

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    Foto: Paulo Ruch

    As atrizes Juliana Schalch e Olivia Torres, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
    Juliana Schalch é paulistana.
    Formou-se no Curso Técnico Profissional Escola de Atores Nilton Travesso.
    Depois de sua experiência na EAD (Escola de Arte Dramática), na USP, em São Paulo, é convidada para participar da Oficina de Atores na Rede Globo, o que acaba lhe rendendo a oportunidade de ganhar uma personagem na novela “Três Irmãs”, de Antonio Calmon, em 2008.
    Neste mesmo ano participa de um episódio de “Alice”, série da HBO Brasil dirigida por Karim Aïnouz e Sérgio Machado.
    Em seguida, de volta à Globo, é escalada para o folhetim de Walcyr Carrasco “Morde & Assopra”.
    Sua primeira minissérie foi uma obra de Euclydes Marinho que abordava os bastidores da política brasileira, “O Brado Retumbante”.
    Trabalha novamente na HBO Brasil na série “O Negócio”, em que ocupou a função de uma das protagonistas, com o papel de Luna (a produção criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho teve quatro temporadas).
    Apareceu em um dos episódios da série “(Des)encontros”, do Canal Sony.
    Retorna à Rede Globo, onde defende Suzane, uma moça homossexual (é namorada de Wanda, Inês Peixoto), na série policial “A Teia”, de Carolina Kotscho e Bráulio Mantovani.
    Contribuiu com uma participação no episódio da primeira produção de uma sitcom nacional da Fox Networks Groups Brasil, “Prata da Casa”, com direção de André Pellenz e exibição na Fox Brasil.
    Sua atuação seguinte pôde ser conferida em uma série de ação/aventura escrita por Gustavo Lipztein, “Sem Volta”, levada ao ar na RecordTV.
    Permanece na Record, e encara o desafio de dar vida a uma personagem bíblica, Temima, esposa de Baltazar, Alexandre Slaviero, em “Jezabel”, novela de Cristianne Fridman.
    Juliana, que também é bailarina (dedicou-se à dança por alguns anos, integrando dois grupos), possui passagens pelo cinema, tanto em curtas quanto em longas-metragens (os longas dos quais fez parte são “Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora É Outro”, de José Padilha; “VIPs”, de Toniko Melo; “Os 3”, de Nando Olival; “E Aí… Comeu?”, de Felipe Joffily, “Os Penetras”, de Andrucha Waddington; “Boa Sorte”, de Carolina Jabor; “Depois de Tudo”, de Johnny Araújo; “Vidas Partidas”, de Marcos Schechtman; “Polícia Federal: A Lei é para Todos”, de Marcelo Antunez; “O Último Jogo”, de André Studart; “Eu Sinto Muito”, de Cristiano Vieira; e “Macabro”, de Marcos Prado ).
    Nos palcos, as cortinas foram abertas para a atriz nos espetáculos “Puts”, “Lendas e Tribos” e “A Dança dos Signos” (todos da Oficina dos Menestréis), “A Ilha” e “Deus é um DJ”, de Marcelo Rubens Paiva.
    Juliana Schalch está no elenco de “Um Lugar ao Sol”, novela de Lícia Manzo que sucederá a “Amor de Mãe”, às 21h na Rede Globo, ainda sem previsão de estreia (Juliana fará a personagem Hannah, a melhor amiga da vilã Bárbara, vivida por Alinne Moraes)
    Olivia Torres é paulista de São José do Rio Preto.
    Estudou teatro no O Tablado, no Rio de Janeiro, e frequentou cursos ministrados por Camila Amado, Susanna Kruger e Ana Kfouri.
    Após participações em produções da Rede Globo, como a novela de Antonio Calmon e Elizabeth Jhin “Começar de Novo”, e a minissérie de Luiz Fernando Carvalho “Hoje é Dia de Maria”, encanta os adolescentes em “Malhação ID” com a personagem Rita.
    O sucesso alcançado por Rita a levou para uma outra produção voltada para o público jovem, dirigida por Rosane Svartman, o filme “Desenrola” (Prêmio de Melhor Atriz no Brazilian Film Festival, em Miami).
    Retoma a linguagem teledramatúrgica de Elizabeth Jhin em “Amor Eterno Amor”, folhetim veiculado na faixa das 18h.
    Em um dos episódios da série “As Canalhas”, do GNT, com direção geral de Vicente Amorim, personificou Verinha.
    Foi Candinha Rosado no remake de “Saramandaia” (Ricardo Linhares adaptou a criação de Dias Gomes de 1976 marcada pelo realismo fantástico; Fernanda Montenegro encarnou Candinha em outra fase; dentre as características peculiares do papel estavam as suas visão, comunicação e convivência com galinhas imaginárias).
    Teve a sua atuação conferida, como Valentina, uma adolescente problemática, filha dos personagens de Cassia Kis e José de Abreu, no remake de “O Rebu”, de George Moura e Sérgio Goldenberg, que se basearam no clássico homônimo de Bráulio Pedroso, levado às telas na mesma emissora em 1975.
    Em 2015 volta a trabalhar com a autora Rosane Svartman, que escreveu junto com Paulo Halm, baseados na peça de Bernard Shaw “Pigmalião”, a telenovela “Totalmente Demais” (na trama, a inteligente estudante de Química Débora é apaixonada pelo seu colega de estágio no laboratório da empresa de cosméticos Bastille Fabinho, Daniel Blanco).
    No ano seguinte, houve um spin-off da novela para o canal de streaming Globoplay, “Totalmente Sem Noção Demais”, em que Olivia volta a interpretar Débora.
    Na série “Sob Pressão”, em um de seus episódios, incorporou uma moça que era vítima de uma relação abusiva (o abusador, Luis Melo, era o pai de Carolina, Marjorie Estiano).
    Na história para as seis da tarde, “Tempo de Amar”, de Alcides Nogueira e Bia Corrêa do Lago (ambos se inspiraram no romance de Rubem Fonseca “Amor e Morte”), compôs a doce e passiva Tereza.
    Na seara cinematográfica, além de “Desenrola”, fez parte do cast de “Somos Tão Jovens” (uma versão do diretor Antonio Carlos da Fontoura da juventude do cantor, compositor e vocalista da banda Legião Urbana Renato Russo); “Confissões de Adolescente – O Filme” (uma produção de Daniel Filho, sendo uma natural extensão do grande êxito que a obra homônima nascida nos diários da atriz e escritora Maria Mariana logrou tanto no teatro quanto na TV); “Meus Dois Amores”, de Luiz Henrique Rios; “Aurora”, de José Eduardo Belmonte; e “Meu Álbum de Amores”, de Rafael Gomes.
    Olivia também é cantora, e sua voz pôde ser ouvida em “Malhação ID” e nos longas “Desenrola” e “Somos Tão Jovens”.
    Nos palcos, foi dirigida por Karen Acioly (“A História da Baratinha”), Beto Brown (“O Jardim do Rei” e “O Rouxinol e o Imperador”), João Fonseca (“Cachorro Quente” e “Bilac Vê Estrelas”), Fernando Philbert (“Além do que os Nossos Olhos Registram”) e Felipe Hirsch (“Lazarus”).
    No momento, o público pode ver ou rever a interpretação de Olivia Torres como a estudante de Química Débora na edição especial da novela “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, exibida às 19h na Rede Globo.

    Agradecimento: R. Groove
    TNG

    Obs: Post atualizado em 15/08/2020

  • “ ‘ Um Estranho Casal’, sucesso na Broadway e no cinema, é reeditado com brilho e comicidade de alto nível por Igor Angelkorte e Marcos Veras, em ‘Babilônia’.”

    agosto 7th, 2015

    norberto-e-clovis
    Foto: gshow

    Em 1968, dirigidos por Gene Sacks, dois dos maiores atores da indústria cinematográfica norte-americana, Jack Lemmon e Walter Matthau, fizeram os espectadores de todo o mundo gargalharem com as trapalhadas de seus personagens, Felix e Oscar, respectivamente, motivadas por suas extensas incompatibilidades, no longa-metragem “The Odd Couple” (“Um Estranho Casal”), baseado inteiramente na peça de Neil Simon, que fez igual sucesso na Broadway (estrelada pelo mesmo Walter e por Art Carney). Passadas muitas décadas, testemunhamos no horário nobre da Rede Globo, na novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, “Babilônia”, a reedição de um casal masculino que, pelas contingências, vê-se obrigado a conviver, a dividir o mesmo espaço de moradia, e a enfrentar de modo invariável as avolumadas diferenças de personalidade de cada um. Para que este par funcionasse a contento, seria necessária e indispensável a escalação de intérpretes com larga experiência em comédias, inclusive na televisão. O ator, diretor e dramaturgo carioca Igor Angelkorte (espetáculos “Elefante” e “(Des)conhecidos”) já havia demonstrado o seu potencial cômico, como Marcelo Vilar, no folhetim “Além do Horizonte”, de Carlos Gregório e Marcos Bernstein (telenovela exibida pela TV Globo em 2013). E o também carioca Marcos Veras, ator, humorista, repórter e apresentador, tem a sua trajetória fundamentada essencialmente no humor, seja no teatro (com o seu stand up comedy “Falando a Veras”), seja na TV (com vários papéis no até então chamado “Zorra Total”), seja na web (como um dos criadores, idealizadores e atores do canal “Porta dos Fundos”). Igor defende Clóvis, um videomaker visionário com projetos megalômanos ou inusitados (o atual é um documentário sobre o prédio no qual residem, o afamado “Sereia do Leme”; o anterior foi o malsucedido programa de entrevistas “Puro Chiquê”, com a reacionária e engraçadíssima Consuelo, vivida por Arlete Salles; um outro projeto que não foi adiante foram as fotomontagens, que simulavam pessoas comuns fazendo viagens luxuosas para a Europa ou locais exóticos, a fim de que pudessem postá-las nas redes sociais). O rapaz que recebe uma ajuda de custo de seus familiares de Miracema possui a naturista mania (para o desespero de seu amigo com quem mora) de vagar nu pela casa, e refrescar suas partes pudendas na frente do refrigerador. Clóvis é demasiado sincero, com elucubrações cartesianas, lógicas. Seu discurso é indiscutivelmente racional. O que diz é óbvio, porém certo, e o uso oportuno desta obviedade imiscuída com sua honestidade é que origina grande parcela da graça de seu papel. Seu comportamento é o de um adolescente mais evoluído. Em instantes distintos, contudo, chora e se magoa facilmente como uma criança. Há em seu olhar quase um pedido constante e latente de comiseração pelo seu estado de vulnerabilidade. Marcos Veras personifica o “chef de cuisine” Norberto, ou Norb (como Clóvis o chama), extremamente talentoso no que faz, agradando a todos os comensais que saboreiam seus pratos que se aproximam da gastronomia contemporânea. Da mesma forma que Clóvis, Norberto detém um perfil de menino ou adolescente em bastantes ocasiões. As expressões faciais de Igor e Marcos contribuem amiúde para este vitorioso resultado. Porém, o chef, que é tão estabanado (quem nunca ficou apreensivo quando levava uma iguaria para o cliente à mesa?) quanto obsessivo-compulsivo (sim, Norb sofre de TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo), tem os seus momentos de genuína maturidade ao dar conselhos ao seu irmão, o doidivanas e irresponsável Luís Fernando (Gabriel Braga Nunes). Muito do sucesso desta impagável dupla que surgiu aos poucos na trama, e foi se estabelecendo sobre pilares fortes, é o uso das infalíveis gags (notáveis comediantes se sagraram se utilizando das mesmas, como Chaplin, os Irmãos Marx, Harold Lloyd, Buster Keaton, O Gordo e O Magro – sendo representados por Oliver Hardy e Stan Laurel, Os Três Patetas – Moe Howard, Larry Fine e Curly Howard, e tempos depois, Jerry Lewis). Os diálogos de Igor e Marcos são ágeis, curtos e inteligentes, um “bate-bola” sem trégua. Uma torta na cara, uma armadilha em que ficam presos por cordas quase desnudos um de costas para o outro, um chinelo jogado pela janela, uma comida com pimenta colocada de propósito, ossos de galinha numa quentinha esperada como um apetitoso prato, uma troca de sopapos podem parecer piadas infantis sem vinculação com um humor elevado. Seriam se não estivessem cautelosamente inseridas no contexto dos personagens, e se Igor Angelkorte e Marcos Veras não compreendessem que a graça legítima não raras vezes se encontra nos acontecimentos prosaicos e imprevistos do cotidiano. Os dois amigos que se amam e se “odeiam” se defrontam com um dilema: apaixonam-se pela mesma mulher, a voluptuosa Valeska (Juliana Alves provando que sabe fazer comédia). Os rapazes passam a disputá-la alucinadamente. Tudo o que a bonita moça da comunidade almeja é sair do morro e ir para o “asfalto”. Aquele que lhe oferecer as melhores oportunidades de ascensão social será o seu efetivo namorado. Como Norberto a conheceu primeiro, recebeu o título de “ficante fixo”. Em seguidas situações, “fofinho” (como Valeska o nomeia) é sabotado pelo aspirante a cineasta. Valeskinha usa e abusa, com sua transbordante sensualidade, da carência dos moços desejosos de seus afagos. Uma das mais hilariantes cenas veiculadas pela novela dirigida por Maria de Médicis e Dennis Carvalho, também diretor de núcleo, foi o duelo funk (Marcos Veras caracterizado, com boné, colete e correntes, vai à casa da comerciante, e entoa uma melodia, acompanhado de colegas funkeiros; Clóvis surge de repente com casaco e capuz e rivaliza com o “cantor acidental”; olhares intimidativos são trocados). Antológico momento dos atores. A entrada de Osvaldão (Werner Schünemann) no entrecho final, como o ex-marido perigosíssimo de Valeska, condenado por vários crimes, filho do transexual Úrsula Andressa (Rogéria) serve para recrudescer o grau de comicidade do núcleo, haja vista que o ex-detento, que está em liberdade condicional, não permite que nenhum varão se aproxime de sua antiga companheira. Clóvis e Norberto levaram ambos corretivos inolvidáveis. Preferiram se afastar de Valeskinha. Por ora. Com a chegada de “Babilônia” em sua etapa derradeira, seria no mínimo injusto não avaliar estes dois personagens que, sem qualquer previsão, como em toda obra aberta, como é uma novela, tiveram uma inacreditável química. Uma sintonia que jamais poderia ser combinada ou planejada. Um congraçamento pessoal e artístico entre dois intérpretes raro de se efetivar numa produção teledramatúrgica longa. Em meio a vinganças, corrupção e traições em “Babilônia”, Igor Angelkorte e Marcos Veras “de mansinho” foram conquistando os seus merecidos lugar e destaque. Um “estranho casal” do século XXI. Não sei quem é Jack Lemmon, não sei quem é Walter Matthau. Só sei que “Babilônia” nos apresentou um dos “estranhos casais” mais adoráveis dos últimos tempos: Igor Angelkorte e Marcos Veras.

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    agosto 5th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz e modelo Bia Arantes no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Mineira de Piumhi, ao se mudar em definitivo para o Rio de Janeiro, vê a sua carreira na moda ascender.

    Os trabalhos nesta área não foram poucos, incluindo a participação em campanhas publicitárias e videoclipes.

    A sua estreia na TV, no caso a Rede Globo, já lhe servira como um grande desafio, pois lhe coube na trama escrita pelas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cama de Gato”, uma personagem, Maria Eduarda, com traços evidentemente vilanescos.

    A atuação de Bia agradou tanto que o convite para protagonizar “Malhação Conectados” era algo inevitável, e seu papel Alexia conquistou de imediato o público adolescente que acompanhava a novela transmitida nos finais de tarde da mesma emissora, garantindo-lhe popularidade.

    Em “Sangue Bom”, folhetim de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, interpretou a publicitária Cléo.

    Após uma participação especial em “Babilônia”, novela das 21h de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, Bia se depara com uma ótima oportunidade em sua carreira, defender a protagonista adulta, irmã Cecília, da telenovela infantil “Carinha de Anjo”, exibida pelo SBT (na trama, uma adaptação da novela mexicana “Carita de Ángel”, a noviça vivia o impasse entre seguir a sua vocação religiosa ou assumir o seu grande amor, Gustavo, personagem de Carlo Porto).

    Em seu retorno à Globo, ganha um papel de destaque, a bruxa Brice, na produção das 19h que se passava nos tempos medievais “Deus Salve o Rei”, de Daniel Adjafre.

    Depois de competir no quadro “Dança dos Famosos”, Bia é escalada para uma outra obra de Duca Rachid e Thelma Guedes veiculada na faixa das seis da tarde, a novela cujo tema principal eram os refugiados no Brasil “Órfãos da Terra”, em que personificou Valéria, uma mulher que experimenta uma virada em sua vida ao manter um romance homoafetivo com Camila, Anajú Dorigon.   

    A artista já conheceu bem de perto os sets de cinema em cerca de 12 filmes, entre curtas e longas-metragens, como “O Último Virgem” (com Guilherme Prates), “Real – O Plano Por Trás da História”, “O Filme da Minha Vida” (direção de Selton Mello), “Rota de Fuga”, “Loop” (com Bruno Gagliasso) e “Perdida” (lançado no ano passado).

    Nos palcos teatrais esteve nos espetáculos “A-Traídos”,”Léo e Bia” (como Bia; dramaturgia de Oswaldo Montenegro) e “O Tempo e a Sala”, de Botho Strauss.  

    No momento, Bia Arantes é uma das atrizes principais, ao lado de Letícia Spiller, Cris Vianna e Emma Araújo, da série dramática do Star + “A História Delas”, em que quatro mulheres, mães e filhas de diferentes segmentos sociais, veem-se obrigadas a conviver em uma mesma casa. 

    Agradecimento: R. Groove e TNG 

    * Post atualizado em 15/02/2024.

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  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    agosto 2nd, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O modelo da Andy Models Vitor Melo no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Vitor nasceu em Vitória, Espírito Santo.

    Foi descoberto numa seletiva de scouters pela Andy Models, realizada em sua própria cidade natal.

    Com apenas 17 anos, foi um dos profissionais mais requisitados para desfilar nas duas principais semanas de moda brasileiras, a São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, em abril de 2014, na temporada Primavera Verão 2014/2015: na primeira, desfilou para Alexandre Herchcovitch (abriu o desfile), Ellus e João Pimenta, e na segunda, para a TNG e Aüslander.

    Após fazer grande sucesso nestas “fashion weeks”, com pouco tempo de carreira, embarca para Milão, Itália, representado pela Elite Model Management Milano.

    Na França, sua representante foi a agência Major Men Models Paris; nos Estados Unidos, Aim Model Management NYC – New York City Modeling; na Alemanha, MGM Models; e na Espanha, Trend Model Management.

    Foi uma das revelações do Milano Moda Uomo, na Itália, sendo fotografado por Boris Rado.

    Recebeu destaque no “Daily Duo”, do site Models.com..

    Trabalhou com inúmeros fotógrafos, como Tato Belline (revista OHLALA), Zé Takahashi (lookbook Alexandre Herchcovitch), Jeff Segenreich (blog Made in Brazil), Rainer Torrado, Aquila Bersont, Riccardo Dubitante e Didio.

    Fez campanhas para Dolce & Gabbana, DIRCK BIRKEMBERGS, Alexandre Herchcovitch (revista GQ Brasil), STYLE Corriere della Serra e para a linha de underwear da OXGN.

    No Milano Fashion Week, desfilou para DSQUARED2.

    Já no Paris Fashion Week, vestiu as coleções de Andrea Crews e Icosae.

    Na São Paulo Fashion Week Outono Inverno 2015, foi selecionado pelas marcas Coca-Cola Jeans, Ellus, João Pimenta e Osklen para mostrar suas tendências nas passarelas.

    Vitor Melo também foi clicado pela CiNava Photography a Duo Team e Gabriele Di Martino, vestiu coleções da estilista Simona Sacchitella (sua manager), realizou um ensaio para a “Marika Magazine”, fotografou vestindo as marcas Carpisa College Collection e Toddy Snyder e fez campanha para a marca de roupas Buttercloth, além de ter participado de um ensaio, fotografado por Matt Doheny, para a revista “BELLOmag”.

    Agradecimento: R. Groove
    TNG

    * Post atualizado em 05/02/2024.

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    julho 29th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O encontro dos modelos Jorge Alano e Josué Wiese no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Jorge, catarinense, hoje agenciado pela Mega Model Brasil, já fez um ensaio chamado “London, London”, em Londres, Inglaterra, para o fotógrafo Charl Marais (também foi clicado por Arron Dunworth, Jonathan Quipot, Hudson Rennan, Michael Silver, Andrea Vecchiato e Karl Simone).

    Desfilou em mais de uma temporada para a Emporio Armani.

    Estrelou a campanha de inverno para a marca Von der Volke (fotos de Suzana Pabst).

    Fez uma outra campanha para a marca italiana Benetton.

    Em novembro de 2014, Jorge participou de um editorial para a revista “Esquire Singapura”, sendo fotografado pelas lentes de Lukasz Wolejko-Wolejszo.

    Foi visto nas passarelas da Casa de Criadores, mostrando a coleção da Juss.

    No Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, esteve nos desfiles da R. Groove e TNG.

    Na edição da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2014/2015, Jorge Alano desfilou para Lino Villaventura.

    Vestiu ainda coleção da Água de Coco, fez campanha para a John John Denim e desfilou para a Reserva.  

    Na São Paulo Fashion Week realizada em novembro de 2021 circulou pelas passarelas trajando peças da marca Torinno. 

    Na SPFW de novembro do ano passado participou do desfile da SOUBASICO. 

    Atualmente, além de ser modelo, Jorge Alano é estudante e instrutor de Yoga no Studio Iyengar Yoga (também divulga em seu perfil oficial no Instagram a marca Artivist Infinite Wear e a pousada CASA EWÁ, em Ilhabela, São Paulo).   

    Já Josué Wiese, catarinense de Presidente Getúlio, foi considerado um dos principais “fresh faces” da época.

    A agência que o representava era a Way Model Management, de São Paulo. 

    Foi descoberto em sua cidade natal e não demorou muito para a sua carreira na moda deslanchar, com passagens em São Paulo e Milão, na Itália.

    Fotografaram-no para inúmeras revistas, como “Pulp Magazine”, “Made in Brazil”, “FFWMAG”, “DScene”, “Serafina” e “U+Mag”.

    Junto com os modelos Isabela Zoz, Andre Felippe e outros profissionais protagonizou o “fashion film” para a coleção Verão 2016 da marca Danilo Costa.

    Josué foi clicado por Hudson Rennan para um ensaio intitulado “The Hunter”, para a “Brainstorming Magazine”, no qual usava peles, couros, inclusive acessórios, e boots.

    No Fashion Rio Verão 2014/2015, foi visto nas passarelas usando grifes como 2nd Floor, Ausländer, Coca-Cola Jeans, R. Groove e TNG (tornou-se recordista no número de desfiles, ao lado de Éverton Araújo).

    Na edição Outono Inverno 2015 e Primavera Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, Josué Wiese desfilou para Coca-Cola Jeans, João Pimenta e Osklen, e João Pimenta e TNG, respectivamente.

    Agradecimento: R. Groove e TNG 

    Atualização feita em 23/02/2023.

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    julho 24th, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz, apresentadora e produtora Amanda Richter no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Amanda nasceu na cidade de Joinville, em Santa Catarina.

    Sua estreia na televisão ocorreu em 2008 no remake de “Ciranda de Pedra”, escrito por Alcides Nogueira, com a personagem Marisa, na Rede Globo, na faixa das 18h (a primeira versão da obra que se baseou no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles foi ao ar em 1981 pela mesma emissora, porém com a teledramaturgia de Teixeira Filho).

    A seguir, a intérprete foi escalada para fazer parte do universo teen da novela “Malhação” (seu papel se chamava Veridiana, a vilã da história).

    No final de 2010, ao lado de Fábio Jr. e Fiuk, integrou o elenco do especial “Tal Filho, Tal Pai”.

    Esteve na trama cheia de reviravoltas pensada por Gilberto Braga e Ricardo Linhares, “Insensato Coração”.

    Em outro canal, o Multishow, descobriu o seu talento para a apresentação, comandando o programa “Viagem Sem Fim”.

    Volta a participar de um remake, desta vez o de “Gabriela” (o folhetim original que se inspirou no livro de Jorge Amado, “Gabriela, Cravo e Canela”, coube a Walter George Durst, sendo exibido em 1975), apresentado pela TV Globo em 2012 às 23h, tendo como autor Walcyr Carrasco (na trama, Amanda defendeu Iracema Mendonça, que abandonou a escola para se casar com o Coronel Jesuíno, José Wilker).

    Em 2014 a atriz foi vista na série humorística “Meu Amigo Encosto” (a primeira série de ficção produzida pelo canal VIVA). 

    Durante dois anos (de 2014 a 2016) abraçou uma outra função em sua trajetória profissional, a de repórter do programa jornalístico semanal da Rede Globo “Como Será?” (a produção abordava os temas ciência, educação, ecologia e projetos sociais).

    Seu retorno às telenovelas acontece em uma obra de Cristianne Fridman para a RecordTV, “Topíssima”, de 2019, em que representa Isadora, uma estudante de Artes Cênicas que enfrenta grandes dificuldades em entrar para o mercado de trabalho, tendo que se submeter a oportunidades nada promissoras.

    Atuou no ano passado na novela bíblica da mesma emissora “Gênesis”, com direção artística e geral de Edgar Miranda, como a carinhosa Chaya em sua fase adulta (seus autores foram Camilo Pellegrini, Raphaela Castro e Stephanie Ribeiro). 

    No cinema foi dirigida por Moises Menezes na coprodução Brasil/Polônia “Finding Josef”.

    Já na área teatral contracenou com Matheus Rocha, Romulo Estrela, Fernanda Pontes e Antônio Rocha Filho em “Apartamento 171”, de Antônio Rocha Filho (direção de Duda Ribeiro).

    No momento, além da interpretação, Amanda Richter se dedica ao cargo de produtora executiva da WeAreFigo (Creative Film) e A.R. Movies (produtora audiovisual – Rio de Janeiro e São Paulo).

    Agradecimento: R. Groove e TNG 

    Post atualizado em 29/06/2022.

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    julho 23rd, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    O ator Bernardo Velasco no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Bernardo, que começou sua carreira como modelo requisitado, nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, graduando-se em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Após ter se dedicado mais a moda (com atuação no Brasil e no exterior), o jovem futuro artista decide se aprimorar em cursos voltados para a nova profissão, sendo convocado para aprender as técnicas de interpretação para a TV na Oficina de Atores da Rede Globo, o que lhe abriu as portas para uma popularidade maior.

    Seu belo rosto e talento foram descobertos pela produção da 19ª temporada de “Malhação” (“Malhação Conectados”), na mesma emissora, que o escalou para viver o personagem Nando, um professor de kung fu.

    No segundo semestre do ano seguinte, em setembro de 2013, inicia o seu vínculo com a RecordTV, defendendo um papel criado por Carlos Lombardi, Romeu, para a novela “Pecado Mortal”. 

    Seu próximo trabalho na teledramaturgia foi acompanhado a partir de 2015 na superprodução bíblica de Vivian de Oliveira, “Os Dez Mandamentos” (na trama, representou Eliazar em suas duas temporadas; Eliazar era um homem pacífico com fé e caráter, filho de Arão, Petrônio Gontijo, e Eliseba, Gabriela Durlo).

    O intérprete continua a defender o mesmo papel de sua novela anterior em “A Terra Prometida” (2016), produção bíblica assinada por Renato Modesto. 

    No ano de 2017 Bernardo foi agraciado com o convite para assumir o seu primeiro posto de protagonista em folhetins, no caso a história medieval de Gustavo Reiz “Belaventura” (coube ao ator incorporar Enrico Montebelo e Luxemburgo, Príncipe de Belaventura). 

    No ano seguinte faz algo totalmente novo em sua trajetória ao ser um dos competidores do reality de dança comandado por Xuxa Meneguel “Dancing Brasil” em sua 4ª temporada. 

    Volta a atuar em “Jezabel” (2019), de Cristianne Fridman, como o destemido soldado israelita Matheus. 

    Nos cinemas, esteve na adaptação cinematográfica de “Os Dez Mandamentos”, “Os Dez Mandamentos: O Filme” (2016), com direção de Alexandre Avancini (reassumiu o personagem Eliazar). 

    Na área musical apareceu em videoclipes como o de Anitta, “Deixa Ele Sofrer”. 

    Já no teatro Bernardo Velasco esteve nos espetáculos “A-Traídos”, argumento e idealização de Rafa Ferrah, dramaturgia e direção de Pedro Jones, no qual contracenou com Bia Arantes e Daniel Blanco; e “hEla”, em que reeditou a parceria com Pedro Jones (texto e direção) e Daniel Blanco

    Agradecimento: R. Groove e TNG 

    Post atualizado em 14/06/2022. 

  • Fashion Rio Verão 2014/2015 – Marina da Glória

    julho 23rd, 2015
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz Laila Zaid no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.

    Laila é carioca.

    Graduou-se em Publicidade pela PUC-Rio.

    Concomitante aos estudos acadêmicos, dedicou-se ao teatro, tendo estreado nos palcos com a encenação de uma peça clássica de Shakespeare, “Sonhos de Uma Noite de Verão”.

    Sua estreia na televisão, em 2004, na décima primeira temporada da novela teen da Rede Globo “Malhação”, agradou tanto, como a garçonete Bel, que a atriz ficou no ar por três anos, emendando, assim, mais duas temporadas.

    Após, teve uma experiência na TV fechada, no caso a HBO Brasil, na elogiada série “Mandrake”, baseada nas obras de Rubem Fonseca “A Grande Arte” e “Mandrake – A Bíblia e a Bengala” (participou do episódio “Rosas Negras”).

    Volta para uma emissora aberta, a RecordTV, recebendo da autora Gisele Joras uma personagem em sua história, Janaína, na produção “Amor e Intrigas”.

    Ainda na RecordTV, mantém a colaboração com Gisele Joras, desta vez no folhetim “Bela, A Feia”, adaptação do original “Yo Soy Betty, La Fea”, de Fernando Gaitán (seu papel, a manicure Magdalena, teve boa repercussão).

    Em seu retorno à Rede Globo, aparece em um dos episódios (“A Selvagem de Santarém”) do seriado “As Brasileiras”.

    Elizabeth Jhin lhe reserva uma personagem, Priscila, em seu novo projeto para as 18h, a telenovela “Amor Eterno Amor”.

    Ganhou popularidade com a divertida Pri de “Além do Horizonte”, uma obra de Carlos Gregório e Marcos Bernstein criada para a faixa das dezenove horas da TV Globo.

    Depois de um período envolvida com outros trabalhos, surge a oportunidade de ser um dos principais nomes de “Terminadores”, uma série realizada em parceria da Band com o TNT.

    Laila é convidada para uma outra série, desta vez no Canal Brasil, “Insônia”, adaptada do livro “Vampiro”, de Luciano Trigo.

    Em seguida, faz rir em um dos episódios do revival do humorístico “Os Trapalhões”.

    Já nos cinemas, a intérprete esteve presente em longas-metragens dirigidos por nomes respeitáveis da indústria audiovisual, como “Heleno” (cinebiografia do jogador de futebol Heleno de Freitas), de José Henrique Fonseca; “Tainá – A Origem”, de Rosane Svartman; “E Aí… Comeu?”, de Felipe Joffily; “Somos Tão Jovens”, de Antonio Carlos da Fontoura (sobre a juventude do cantor e compositor Renato Russo; representou sua melhor amiga, Ana Claudia; foi indicada ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante); “Tim Maia”, de Mauro Lima; “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça; e “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?”, de Andrucha Waddington.

    Nos palcos, foi vista em algumas montagens, como “O Segredo de Cocachim”, de Denise Crispum (indicada ao Prêmio Zilka Sallaberry Melhor Atriz); “Rebeldes – Sobre a Raiva”, de Edna Mazia; “O Lugar Escuro”, um texto de Heloísa Seixas, com direção de André Paes Leme (no elenco, Camila Amado e Clarice Niskier); “Cachorro Quente”, de Sacha Bali e João Fonseca, um espetáculo baseado na obra do americano Chuck Palahniuk (direção do próprio João); e “O Livro dos Monstros Guardados”, de Rafael Primot, com direção de João Fonseca (a peça se baseou no livro homônimo de Rafael).

    Atualmente, Laila Zaid pode ter a sua atuação como a sofisticada, moderna e espirituosa escultora Ludmila de Albuquerque conferida na reta final da novela de Marcos Bernstein, com direção artística de Fred Mayrink, “Orgulho e Paixão”, exibida às 18h na Rede Globo.

    Agradecimento: R. Groove e TNG 

    Obs: Post atualizado em 31/08/2018. 

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