Em 1968, dirigidos por Gene Sacks, dois dos maiores atores da indústria cinematográfica norte-americana, Jack Lemmon e Walter Matthau, fizeram os espectadores de todo o mundo gargalharem com as trapalhadas de seus personagens, Felix e Oscar, respectivamente, motivadas por suas extensas incompatibilidades, no longa-metragem “The Odd Couple” (“Um Estranho Casal”), baseado inteiramente na peça de Neil Simon, que fez igual sucesso na Broadway (estrelada pelo mesmo Walter e por Art Carney). Passadas muitas décadas, testemunhamos no horário nobre da Rede Globo, na novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, “Babilônia”, a reedição de um casal masculino que, pelas contingências, vê-se obrigado a conviver, a dividir o mesmo espaço de moradia, e a enfrentar de modo invariável as avolumadas diferenças de personalidade de cada um. Para que este par funcionasse a contento, seria necessária e indispensável a escalação de intérpretes com larga experiência em comédias, inclusive na televisão. O ator, diretor e dramaturgo carioca Igor Angelkorte (espetáculos “Elefante” e “(Des)conhecidos”) já havia demonstrado o seu potencial cômico, como Marcelo Vilar, no folhetim “Além do Horizonte”, de Carlos Gregório e Marcos Bernstein (telenovela exibida pela TV Globo em 2013). E o também carioca Marcos Veras, ator, humorista, repórter e apresentador, tem a sua trajetória fundamentada essencialmente no humor, seja no teatro (com o seu stand up comedy “Falando a Veras”), seja na TV (com vários papéis no até então chamado “Zorra Total”), seja na web (como um dos criadores, idealizadores e atores do canal “Porta dos Fundos”). Igor defende Clóvis, um videomaker visionário com projetos megalômanos ou inusitados (o atual é um documentário sobre o prédio no qual residem, o afamado “Sereia do Leme”; o anterior foi o malsucedido programa de entrevistas “Puro Chiquê”, com a reacionária e engraçadíssima Consuelo, vivida por Arlete Salles; um outro projeto que não foi adiante foram as fotomontagens, que simulavam pessoas comuns fazendo viagens luxuosas para a Europa ou locais exóticos, a fim de que pudessem postá-las nas redes sociais). O rapaz que recebe uma ajuda de custo de seus familiares de Miracema possui a naturista mania (para o desespero de seu amigo com quem mora) de vagar nu pela casa, e refrescar suas partes pudendas na frente do refrigerador. Clóvis é demasiado sincero, com elucubrações cartesianas, lógicas. Seu discurso é indiscutivelmente racional. O que diz é óbvio, porém certo, e o uso oportuno desta obviedade imiscuída com sua honestidade é que origina grande parcela da graça de seu papel. Seu comportamento é o de um adolescente mais evoluído. Em instantes distintos, contudo, chora e se magoa facilmente como uma criança. Há em seu olhar quase um pedido constante e latente de comiseração pelo seu estado de vulnerabilidade. Marcos Veras personifica o “chef de cuisine” Norberto, ou Norb (como Clóvis o chama), extremamente talentoso no que faz, agradando a todos os comensais que saboreiam seus pratos que se aproximam da gastronomia contemporânea. Da mesma forma que Clóvis, Norberto detém um perfil de menino ou adolescente em bastantes ocasiões. As expressões faciais de Igor e Marcos contribuem amiúde para este vitorioso resultado. Porém, o chef, que é tão estabanado (quem nunca ficou apreensivo quando levava uma iguaria para o cliente à mesa?) quanto obsessivo-compulsivo (sim, Norb sofre de TOC, Transtorno Obsessivo-Compulsivo), tem os seus momentos de genuína maturidade ao dar conselhos ao seu irmão, o doidivanas e irresponsável Luís Fernando (Gabriel Braga Nunes). Muito do sucesso desta impagável dupla que surgiu aos poucos na trama, e foi se estabelecendo sobre pilares fortes, é o uso das infalíveis gags (notáveis comediantes se sagraram se utilizando das mesmas, como Chaplin, os Irmãos Marx, Harold Lloyd, Buster Keaton, O Gordo e O Magro – sendo representados por Oliver Hardy e Stan Laurel, Os Três Patetas – Moe Howard, Larry Fine e Curly Howard, e tempos depois, Jerry Lewis). Os diálogos de Igor e Marcos são ágeis, curtos e inteligentes, um “bate-bola” sem trégua. Uma torta na cara, uma armadilha em que ficam presos por cordas quase desnudos um de costas para o outro, um chinelo jogado pela janela, uma comida com pimenta colocada de propósito, ossos de galinha numa quentinha esperada como um apetitoso prato, uma troca de sopapos podem parecer piadas infantis sem vinculação com um humor elevado. Seriam se não estivessem cautelosamente inseridas no contexto dos personagens, e se Igor Angelkorte e Marcos Veras não compreendessem que a graça legítima não raras vezes se encontra nos acontecimentos prosaicos e imprevistos do cotidiano. Os dois amigos que se amam e se “odeiam” se defrontam com um dilema: apaixonam-se pela mesma mulher, a voluptuosa Valeska (Juliana Alves provando que sabe fazer comédia). Os rapazes passam a disputá-la alucinadamente. Tudo o que a bonita moça da comunidade almeja é sair do morro e ir para o “asfalto”. Aquele que lhe oferecer as melhores oportunidades de ascensão social será o seu efetivo namorado. Como Norberto a conheceu primeiro, recebeu o título de “ficante fixo”. Em seguidas situações, “fofinho” (como Valeska o nomeia) é sabotado pelo aspirante a cineasta. Valeskinha usa e abusa, com sua transbordante sensualidade, da carência dos moços desejosos de seus afagos. Uma das mais hilariantes cenas veiculadas pela novela dirigida por Maria de Médicis e Dennis Carvalho, também diretor de núcleo, foi o duelo funk (Marcos Veras caracterizado, com boné, colete e correntes, vai à casa da comerciante, e entoa uma melodia, acompanhado de colegas funkeiros; Clóvis surge de repente com casaco e capuz e rivaliza com o “cantor acidental”; olhares intimidativos são trocados). Antológico momento dos atores. A entrada de Osvaldão (Werner Schünemann) no entrecho final, como o ex-marido perigosíssimo de Valeska, condenado por vários crimes, filho do transexual Úrsula Andressa (Rogéria) serve para recrudescer o grau de comicidade do núcleo, haja vista que o ex-detento, que está em liberdade condicional, não permite que nenhum varão se aproxime de sua antiga companheira. Clóvis e Norberto levaram ambos corretivos inolvidáveis. Preferiram se afastar de Valeskinha. Por ora. Com a chegada de “Babilônia” em sua etapa derradeira, seria no mínimo injusto não avaliar estes dois personagens que, sem qualquer previsão, como em toda obra aberta, como é uma novela, tiveram uma inacreditável química. Uma sintonia que jamais poderia ser combinada ou planejada. Um congraçamento pessoal e artístico entre dois intérpretes raro de se efetivar numa produção teledramatúrgica longa. Em meio a vinganças, corrupção e traições em “Babilônia”, Igor Angelkorte e Marcos Veras “de mansinho” foram conquistando os seus merecidos lugar e destaque. Um “estranho casal” do século XXI. Não sei quem é Jack Lemmon, não sei quem é Walter Matthau. Só sei que “Babilônia” nos apresentou um dos “estranhos casais” mais adoráveis dos últimos tempos: Igor Angelkorte e Marcos Veras.
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Foto: Paulo Ruch A atriz e modelo Bia Arantes no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Mineira de Piumhi, ao se mudar em definitivo para o Rio de Janeiro, vê a sua carreira na moda ascender.
Os trabalhos nesta área não foram poucos, incluindo a participação em campanhas publicitárias e videoclipes.
A sua estreia na TV, no caso a Rede Globo, já lhe servira como um grande desafio, pois lhe coube na trama escrita pelas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cama de Gato”, uma personagem, Maria Eduarda, com traços evidentemente vilanescos.
A atuação de Bia agradou tanto que o convite para protagonizar “Malhação Conectados” era algo inevitável, e seu papel Alexia conquistou de imediato o público adolescente que acompanhava a novela transmitida nos finais de tarde da mesma emissora, garantindo-lhe popularidade.
Em “Sangue Bom”, folhetim de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, interpretou a publicitária Cléo.
Após uma participação especial em “Babilônia”, novela das 21h de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, Bia se depara com uma ótima oportunidade em sua carreira, defender a protagonista adulta, irmã Cecília, da telenovela infantil “Carinha de Anjo”, exibida pelo SBT (na trama, uma adaptação da novela mexicana “Carita de Ángel”, a noviça vivia o impasse entre seguir a sua vocação religiosa ou assumir o seu grande amor, Gustavo, personagem de Carlo Porto).
Em seu retorno à Globo, ganha um papel de destaque, a bruxa Brice, na produção das 19h que se passava nos tempos medievais “Deus Salve o Rei”, de Daniel Adjafre.
Depois de competir no quadro “Dança dos Famosos”, Bia é escalada para uma outra obra de Duca Rachid e Thelma Guedes veiculada na faixa das seis da tarde, a novela cujo tema principal eram os refugiados no Brasil “Órfãos da Terra”, em que personificou Valéria, uma mulher que experimenta uma virada em sua vida ao manter um romance homoafetivo com Camila, Anajú Dorigon.
A artista já conheceu bem de perto os sets de cinema em cerca de 12 filmes, entre curtas e longas-metragens, como “O Último Virgem” (com Guilherme Prates), “Real – O Plano Por Trás da História”, “O Filme da Minha Vida” (direção de Selton Mello), “Rota de Fuga”, “Loop” (com Bruno Gagliasso) e “Perdida” (lançado no ano passado).
Nos palcos teatrais esteve nos espetáculos “A-Traídos”,”Léo e Bia” (como Bia; dramaturgia de Oswaldo Montenegro) e “O Tempo e a Sala”, de Botho Strauss.
No momento, Bia Arantes é uma das atrizes principais, ao lado de Letícia Spiller, Cris Vianna e Emma Araújo, da série dramática do Star + “A História Delas”, em que quatro mulheres, mães e filhas de diferentes segmentos sociais, veem-se obrigadas a conviver em uma mesma casa.
Agradecimento: R. Groove e TNG
* Post atualizado em 15/02/2024.
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Foto: Paulo Ruch O modelo da Andy Models Vitor Melo no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Vitor nasceu em Vitória, Espírito Santo.
Foi descoberto numa seletiva de scouters pela Andy Models, realizada em sua própria cidade natal.
Com apenas 17 anos, foi um dos profissionais mais requisitados para desfilar nas duas principais semanas de moda brasileiras, a São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, em abril de 2014, na temporada Primavera Verão 2014/2015: na primeira, desfilou para Alexandre Herchcovitch (abriu o desfile), Ellus e João Pimenta, e na segunda, para a TNG e Aüslander.
Após fazer grande sucesso nestas “fashion weeks”, com pouco tempo de carreira, embarca para Milão, Itália, representado pela Elite Model Management Milano.
Na França, sua representante foi a agência Major Men Models Paris; nos Estados Unidos, Aim Model Management NYC – New York City Modeling; na Alemanha, MGM Models; e na Espanha, Trend Model Management.
Foi uma das revelações do Milano Moda Uomo, na Itália, sendo fotografado por Boris Rado.
Recebeu destaque no “Daily Duo”, do site Models.com..
Trabalhou com inúmeros fotógrafos, como Tato Belline (revista OHLALA), Zé Takahashi (lookbook Alexandre Herchcovitch), Jeff Segenreich (blog Made in Brazil), Rainer Torrado, Aquila Bersont, Riccardo Dubitante e Didio.
Fez campanhas para Dolce & Gabbana, DIRCK BIRKEMBERGS, Alexandre Herchcovitch (revista GQ Brasil), STYLE Corriere della Serra e para a linha de underwear da OXGN.
No Milano Fashion Week, desfilou para DSQUARED2.
Já no Paris Fashion Week, vestiu as coleções de Andrea Crews e Icosae.
Na São Paulo Fashion Week Outono Inverno 2015, foi selecionado pelas marcas Coca-Cola Jeans, Ellus, João Pimenta e Osklen para mostrar suas tendências nas passarelas.
Vitor Melo também foi clicado pela CiNava Photography a Duo Team e Gabriele Di Martino, vestiu coleções da estilista Simona Sacchitella (sua manager), realizou um ensaio para a “Marika Magazine”, fotografou vestindo as marcas Carpisa College Collection e Toddy Snyder e fez campanha para a marca de roupas Buttercloth, além de ter participado de um ensaio, fotografado por Matt Doheny, para a revista “BELLOmag”.
Agradecimento: R. Groove
TNG* Post atualizado em 05/02/2024.
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Foto: Paulo Ruch O encontro dos modelos Jorge Alano e Josué Wiese no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Jorge, catarinense, hoje agenciado pela Mega Model Brasil, já fez um ensaio chamado “London, London”, em Londres, Inglaterra, para o fotógrafo Charl Marais (também foi clicado por Arron Dunworth, Jonathan Quipot, Hudson Rennan, Michael Silver, Andrea Vecchiato e Karl Simone).
Desfilou em mais de uma temporada para a Emporio Armani.
Estrelou a campanha de inverno para a marca Von der Volke (fotos de Suzana Pabst).
Fez uma outra campanha para a marca italiana Benetton.
Em novembro de 2014, Jorge participou de um editorial para a revista “Esquire Singapura”, sendo fotografado pelas lentes de Lukasz Wolejko-Wolejszo.
Foi visto nas passarelas da Casa de Criadores, mostrando a coleção da Juss.
No Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, esteve nos desfiles da R. Groove e TNG.
Na edição da São Paulo Fashion Week, em sua temporada Verão 2014/2015, Jorge Alano desfilou para Lino Villaventura.
Vestiu ainda coleção da Água de Coco, fez campanha para a John John Denim e desfilou para a Reserva.
Na São Paulo Fashion Week realizada em novembro de 2021 circulou pelas passarelas trajando peças da marca Torinno.
Na SPFW de novembro do ano passado participou do desfile da SOUBASICO.
Atualmente, além de ser modelo, Jorge Alano é estudante e instrutor de Yoga no Studio Iyengar Yoga (também divulga em seu perfil oficial no Instagram a marca Artivist Infinite Wear e a pousada CASA EWÁ, em Ilhabela, São Paulo).
Já Josué Wiese, catarinense de Presidente Getúlio, foi considerado um dos principais “fresh faces” da época.
A agência que o representava era a Way Model Management, de São Paulo.
Foi descoberto em sua cidade natal e não demorou muito para a sua carreira na moda deslanchar, com passagens em São Paulo e Milão, na Itália.
Fotografaram-no para inúmeras revistas, como “Pulp Magazine”, “Made in Brazil”, “FFWMAG”, “DScene”, “Serafina” e “U+Mag”.
Junto com os modelos Isabela Zoz, Andre Felippe e outros profissionais protagonizou o “fashion film” para a coleção Verão 2016 da marca Danilo Costa.
Josué foi clicado por Hudson Rennan para um ensaio intitulado “The Hunter”, para a “Brainstorming Magazine”, no qual usava peles, couros, inclusive acessórios, e boots.
No Fashion Rio Verão 2014/2015, foi visto nas passarelas usando grifes como 2nd Floor, Ausländer, Coca-Cola Jeans, R. Groove e TNG (tornou-se recordista no número de desfiles, ao lado de Éverton Araújo).
Na edição Outono Inverno 2015 e Primavera Verão 2016 da São Paulo Fashion Week, Josué Wiese desfilou para Coca-Cola Jeans, João Pimenta e Osklen, e João Pimenta e TNG, respectivamente.
Agradecimento: R. Groove e TNG
Atualização feita em 23/02/2023.
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Foto: Paulo Ruch A atriz, apresentadora e produtora Amanda Richter no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Amanda nasceu na cidade de Joinville, em Santa Catarina.
Sua estreia na televisão ocorreu em 2008 no remake de “Ciranda de Pedra”, escrito por Alcides Nogueira, com a personagem Marisa, na Rede Globo, na faixa das 18h (a primeira versão da obra que se baseou no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles foi ao ar em 1981 pela mesma emissora, porém com a teledramaturgia de Teixeira Filho).
A seguir, a intérprete foi escalada para fazer parte do universo teen da novela “Malhação” (seu papel se chamava Veridiana, a vilã da história).
No final de 2010, ao lado de Fábio Jr. e Fiuk, integrou o elenco do especial “Tal Filho, Tal Pai”.
Esteve na trama cheia de reviravoltas pensada por Gilberto Braga e Ricardo Linhares, “Insensato Coração”.
Em outro canal, o Multishow, descobriu o seu talento para a apresentação, comandando o programa “Viagem Sem Fim”.
Volta a participar de um remake, desta vez o de “Gabriela” (o folhetim original que se inspirou no livro de Jorge Amado, “Gabriela, Cravo e Canela”, coube a Walter George Durst, sendo exibido em 1975), apresentado pela TV Globo em 2012 às 23h, tendo como autor Walcyr Carrasco (na trama, Amanda defendeu Iracema Mendonça, que abandonou a escola para se casar com o Coronel Jesuíno, José Wilker).
Em 2014 a atriz foi vista na série humorística “Meu Amigo Encosto” (a primeira série de ficção produzida pelo canal VIVA).
Durante dois anos (de 2014 a 2016) abraçou uma outra função em sua trajetória profissional, a de repórter do programa jornalístico semanal da Rede Globo “Como Será?” (a produção abordava os temas ciência, educação, ecologia e projetos sociais).
Seu retorno às telenovelas acontece em uma obra de Cristianne Fridman para a RecordTV, “Topíssima”, de 2019, em que representa Isadora, uma estudante de Artes Cênicas que enfrenta grandes dificuldades em entrar para o mercado de trabalho, tendo que se submeter a oportunidades nada promissoras.
Atuou no ano passado na novela bíblica da mesma emissora “Gênesis”, com direção artística e geral de Edgar Miranda, como a carinhosa Chaya em sua fase adulta (seus autores foram Camilo Pellegrini, Raphaela Castro e Stephanie Ribeiro).
No cinema foi dirigida por Moises Menezes na coprodução Brasil/Polônia “Finding Josef”.
Já na área teatral contracenou com Matheus Rocha, Romulo Estrela, Fernanda Pontes e Antônio Rocha Filho em “Apartamento 171”, de Antônio Rocha Filho (direção de Duda Ribeiro).
No momento, além da interpretação, Amanda Richter se dedica ao cargo de produtora executiva da WeAreFigo (Creative Film) e A.R. Movies (produtora audiovisual – Rio de Janeiro e São Paulo).
Agradecimento: R. Groove e TNG
Post atualizado em 29/06/2022.
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Foto: Paulo Ruch O ator Bernardo Velasco no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Bernardo, que começou sua carreira como modelo requisitado, nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, graduando-se em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Após ter se dedicado mais a moda (com atuação no Brasil e no exterior), o jovem futuro artista decide se aprimorar em cursos voltados para a nova profissão, sendo convocado para aprender as técnicas de interpretação para a TV na Oficina de Atores da Rede Globo, o que lhe abriu as portas para uma popularidade maior.
Seu belo rosto e talento foram descobertos pela produção da 19ª temporada de “Malhação” (“Malhação Conectados”), na mesma emissora, que o escalou para viver o personagem Nando, um professor de kung fu.
No segundo semestre do ano seguinte, em setembro de 2013, inicia o seu vínculo com a RecordTV, defendendo um papel criado por Carlos Lombardi, Romeu, para a novela “Pecado Mortal”.
Seu próximo trabalho na teledramaturgia foi acompanhado a partir de 2015 na superprodução bíblica de Vivian de Oliveira, “Os Dez Mandamentos” (na trama, representou Eliazar em suas duas temporadas; Eliazar era um homem pacífico com fé e caráter, filho de Arão, Petrônio Gontijo, e Eliseba, Gabriela Durlo).
O intérprete continua a defender o mesmo papel de sua novela anterior em “A Terra Prometida” (2016), produção bíblica assinada por Renato Modesto.
No ano de 2017 Bernardo foi agraciado com o convite para assumir o seu primeiro posto de protagonista em folhetins, no caso a história medieval de Gustavo Reiz “Belaventura” (coube ao ator incorporar Enrico Montebelo e Luxemburgo, Príncipe de Belaventura).
No ano seguinte faz algo totalmente novo em sua trajetória ao ser um dos competidores do reality de dança comandado por Xuxa Meneguel “Dancing Brasil” em sua 4ª temporada.
Volta a atuar em “Jezabel” (2019), de Cristianne Fridman, como o destemido soldado israelita Matheus.
Nos cinemas, esteve na adaptação cinematográfica de “Os Dez Mandamentos”, “Os Dez Mandamentos: O Filme” (2016), com direção de Alexandre Avancini (reassumiu o personagem Eliazar).
Na área musical apareceu em videoclipes como o de Anitta, “Deixa Ele Sofrer”.
Já no teatro Bernardo Velasco esteve nos espetáculos “A-Traídos”, argumento e idealização de Rafa Ferrah, dramaturgia e direção de Pedro Jones, no qual contracenou com Bia Arantes e Daniel Blanco; e “hEla”, em que reeditou a parceria com Pedro Jones (texto e direção) e Daniel Blanco
Agradecimento: R. Groove e TNG
Post atualizado em 14/06/2022.
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Foto: Paulo Ruch A atriz Laila Zaid no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Laila é carioca.
Graduou-se em Publicidade pela PUC-Rio.
Concomitante aos estudos acadêmicos, dedicou-se ao teatro, tendo estreado nos palcos com a encenação de uma peça clássica de Shakespeare, “Sonhos de Uma Noite de Verão”.
Sua estreia na televisão, em 2004, na décima primeira temporada da novela teen da Rede Globo “Malhação”, agradou tanto, como a garçonete Bel, que a atriz ficou no ar por três anos, emendando, assim, mais duas temporadas.
Após, teve uma experiência na TV fechada, no caso a HBO Brasil, na elogiada série “Mandrake”, baseada nas obras de Rubem Fonseca “A Grande Arte” e “Mandrake – A Bíblia e a Bengala” (participou do episódio “Rosas Negras”).
Volta para uma emissora aberta, a RecordTV, recebendo da autora Gisele Joras uma personagem em sua história, Janaína, na produção “Amor e Intrigas”.
Ainda na RecordTV, mantém a colaboração com Gisele Joras, desta vez no folhetim “Bela, A Feia”, adaptação do original “Yo Soy Betty, La Fea”, de Fernando Gaitán (seu papel, a manicure Magdalena, teve boa repercussão).
Em seu retorno à Rede Globo, aparece em um dos episódios (“A Selvagem de Santarém”) do seriado “As Brasileiras”.
Elizabeth Jhin lhe reserva uma personagem, Priscila, em seu novo projeto para as 18h, a telenovela “Amor Eterno Amor”.
Ganhou popularidade com a divertida Pri de “Além do Horizonte”, uma obra de Carlos Gregório e Marcos Bernstein criada para a faixa das dezenove horas da TV Globo.
Depois de um período envolvida com outros trabalhos, surge a oportunidade de ser um dos principais nomes de “Terminadores”, uma série realizada em parceria da Band com o TNT.
Laila é convidada para uma outra série, desta vez no Canal Brasil, “Insônia”, adaptada do livro “Vampiro”, de Luciano Trigo.
Em seguida, faz rir em um dos episódios do revival do humorístico “Os Trapalhões”.
Já nos cinemas, a intérprete esteve presente em longas-metragens dirigidos por nomes respeitáveis da indústria audiovisual, como “Heleno” (cinebiografia do jogador de futebol Heleno de Freitas), de José Henrique Fonseca; “Tainá – A Origem”, de Rosane Svartman; “E Aí… Comeu?”, de Felipe Joffily; “Somos Tão Jovens”, de Antonio Carlos da Fontoura (sobre a juventude do cantor e compositor Renato Russo; representou sua melhor amiga, Ana Claudia; foi indicada ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante); “Tim Maia”, de Mauro Lima; “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça; e “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?”, de Andrucha Waddington.
Nos palcos, foi vista em algumas montagens, como “O Segredo de Cocachim”, de Denise Crispum (indicada ao Prêmio Zilka Sallaberry Melhor Atriz); “Rebeldes – Sobre a Raiva”, de Edna Mazia; “O Lugar Escuro”, um texto de Heloísa Seixas, com direção de André Paes Leme (no elenco, Camila Amado e Clarice Niskier); “Cachorro Quente”, de Sacha Bali e João Fonseca, um espetáculo baseado na obra do americano Chuck Palahniuk (direção do próprio João); e “O Livro dos Monstros Guardados”, de Rafael Primot, com direção de João Fonseca (a peça se baseou no livro homônimo de Rafael).
Atualmente, Laila Zaid pode ter a sua atuação como a sofisticada, moderna e espirituosa escultora Ludmila de Albuquerque conferida na reta final da novela de Marcos Bernstein, com direção artística de Fred Mayrink, “Orgulho e Paixão”, exibida às 18h na Rede Globo.
Agradecimento: R. Groove e TNG
Obs: Post atualizado em 31/08/2018.
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Foto: Paulo Ruch O ator, hoje também artista plástico, Werles Pajero, no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Werles é baiano de Muniz Ferreira, no Recôncavo Baiano.
Sempre sonhou em ser ator, praticando atividades teatrais ainda criança na escola onde estudava em sua cidade natal.
Depois se mudou para a capital Salvador e lá frequentou cursos de interpretação.
Em 2009 parte para o Rio de Janeiro com o intuito de alavancar a sua carreira.
Consegue oportunidades na Rede Globo fazendo participações no remake de “Gabriela” (2012), escrito por Walcyr Carrasco a partir da obra original homônima de Walter George Durst que foi ao ar no ano de 1975 (o folhetim se baseou em um dos muitos clássicos de Jorge Amado, “Gabriela, Cravo e Canela”), em “Malhação” e no seriado “Força-Tarefa”.
Mas foi com o mecânico Jucelino de “Amor à Vida”, grande sucesso de Walcyr Carrasco das 21h em 2013, que Werles se projetou nacionalmente (o sedutor mecânico que vivia “quebrando galhos” para Tetê Parachoque Paralama, Elizabeth Savala, começou a se interessar pelo então vilão Félix, Mateus Solano, proporcionando cenas engraçadíssimas na trama; com seu jeito maroto, voz maliciosa e pausada e olhar esperto, Jucelino ganhou merecido destaque na história, e seus momentos, além de se tornarem mais constantes, passaram a ser indispensáveis para o núcleo cômico da produção teledramatúrgica).
Sua atuação agradou tanto ao público quanto a Walcyr Carrasco que o jovem acabou sendo escalado para o enorme êxito “Verdades Secretas”, novela das 23h exibida em 2015, onde interpretou o elegante, sério e compenetrado motorista Raulino, que trabalhava para o inescrupuloso empresário Alexandre Ticiano, Rodrigo Lombardi.
Werles Pajero encenou no final do ano passado no Teatro das Artes, no Rio de Janeiro, a peça “Angel”, de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando Barros (com direção de Eduardo Martini, o Angel do título é o stripper mais cobiçado do cabaré, inclusive por uma senadora corrupta).
Agradecimento: R. Groove e TNG
Obs: Post atualizado em 19/05/2022.
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Foto: Paulo Ruch A então advogada criminalista Angela Munhoz no Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Angela é de São Roque, interior do Estado de São Paulo.
Graduou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP).
Foi uma das três finalistas da 14ª edição do “Big Brother Brasil”, reality show exibido pela Rede Globo.
Atualmente, dedica-se às carreiras de atriz e apresentadora, além de ser embaixadora da Decolar (empresa voltada para o setor de viagens).
Nos stories de sua conta oficial no Instagram, Angela Munhoz, que é vegetariana, mostra aos seus seguidores o seu estilo de vida e viagens que realiza.
Agradecimento: R. Groove e TNG
Post atualizado em 07/04/2022.
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Foto: Paulo Ruch A então advogada criminalista Angela Munhoz, que foi uma das finalistas do reality show apresentado pela Rede Globo, em sua 14ª edição, “Big Brother Brasil”, compareceu ao Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Muito bonita e elegante, trajou uma segunda pele marrom, pantalona animal print, e como acessório uma clutch.
Atualmente, Angela se dedica às carreiras de atriz e apresentadora, sendo também embaixadora da Decolar (empresa voltada para o setor de viagens).
Vegetariana, mostra nos stories da sua conta oficial no Instagram seu estilo de vida e viagens que realiza.
Agradecimento: R. Groove e TNG
Post atualizado em 07/04/2022.
