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Blog do Paulo Ruch

  • ” ‘Um Sonho Pra 2’, com Ricardo Pereira e Maria Ribeiro, reflete com inteligência e bom humor a dicotomia entre sonho e realidade, e a emoção do primeiro beijo de um encontro. “

    março 23rd, 2014

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    Imagine-se na insólita situação de acordar algemado a alguém que jamais vira sobre uma cama de casal em um quarto de hotel que atende pelo sugestivo nome de “Hotel dos Flamingos Dançantes?” Tanto Edu (Ricardo Pereira), jornalista investigativo “quase econômico” com pretensões de assinar coluna política em jornal com direito a foto, quanto Cléo (Maria Ribeiro), uma atriz ex-apresentadora de programa infantil que emulava com Simony, casada, filha de um rico e poderoso libanês com influências no Congresso Nacional, ficam compreensivelmente atônitos com a bizarrice do episódio. O desespero mútuo regado a bastante humor é somado por sequência intermitente de diálogos com acelerado ritmo, perguntas e respostas de lado a lado, que levem a um possível esclarecimento dos nebulosos fatos. Ambos especulam se foram vítimas de um sequestro, se são usados como “experimentos” de um laboratório de Neurociência ou se são participantes de um “reality show”, com microcâmeras espalhadas por todos os cantos imagináveis. A fim de incrementar o mistério da dupla confinada são achados um pacote de dinheiro no banheiro, e no chão do cômodo um telefone antigo, uma pedra, um peixe (!) e um corpo desfalecido ou morto escondido no armário. Edu e Cléo têm a chance de, cada um na sua vez, reconstituir o que houve “sobre ontem à noite”. Quem estará falando a verdade? Cléo? Edu? E ainda há uma terceira versão narrada pela descendente de libaneses. Seria esta a definitiva? Por que Edu e nós deveríamos nela acreditar? E o sonho similar que os dois tiveram? Paira o suspense. O bem elaborado, inteligente, dinâmico e divertido texto do dramaturgo Rafael Primot aposta, e logra indiscutível êxito, em uma trama com contextos que pouco se veem nos palcos nacionais, com ingredientes policialescos/detetivescos configurativos de um legítimo thriller ou suspense. E o faz com extrema habilidade, ritmo, conhecimento de causa e, reitero, sem abjurar da graça, que está inserida no absurdo vivificado pelos personagens. Rafael é audaz em seu intento, pois este gênero cênico pode vir a se tornar uma armadilha para mãos não capacitadas para deter um domínio sobre intricada rede de informações e seus desdobramentos, que obrigatoriamente teriam que se direcionar para um epílogo engenhoso que satisfaça ao público com coerência, sem deixar dúvidas ou inquirições pendentes, ou que se busque via alternativa que supra os pioneiros objetivos, desde que se alcance a aprovação dos espectadores. E Rafael Primot sai vitorioso deste desafio. Observa-se nítida paródia aos “realities shows” e peculiaridades natas, aos quais estamos acostumados há mais de década. O cinema, seus mitos e símbolos são referenciados, como um filme de Gregory Peck e Ingrid Bergman, o cineasta inglês Alfred Hitchcock e os icônicos sapatos vermelhos de Dorothy, o papel que eternizou Judy Garland, no clássico musical de Victor Fleming, “O Mágico de Oz”. O espetáculo “Um Sonho Pra 2”, com direção de Michel Bercovitch e direção de produção de Léo Fuchs, ganha em seu desenrolar um grau de tensão e expectativas sem freios, o que felizmente desperta na plateia um crescente interesse pela elucidação do entrecho. Michel Bercovitch “embarca” com deliberação pela sinopse, aproveitando com sucesso os elementos irresistíveis que lhe são fornecidos por aquela e elenco, construindo uma peça teatral que obedece com reverência aos ditames que regem uma história plena em aspectos misteriosos, instigantes e curiosos que fogem da realidade. Não nos esqueçamos em hipótese alguma de que se trata de uma comédia policial com apropriadíssimo dinamismo. O resultado, por conseguinte, é altaneiro. Ricardo Pereira e Maria Ribeiro, atores que além de bonitos, são reconhecidos pelo público por seus talentos sólidos e estabelecidos, defendem intensamente seus personagens, com um nível elevado de qualidade irretorquível. Ricardo e Maria são vencedores e gloriosos ao responderem de modo exemplar a uma gama extensa e diferenciada de emoções, e por isso mesmo, nada facilitadora para qualquer profissional. O ator, como Edu, em interpretação insigne e consistente, desenha um perfil no qual ficam evidenciados traços marcantes e indeléveis de sua personalidade que transita pela estupefação, pelo cômico, ansiedade e pausas cativantes em que se notabilizam os romantismo e sedução, traduzidos ao demonstrar que é capaz de amar, sentir desejos e até recitar bela poesia. E Maria Ribeiro (forma com Ricardo um casal com retumbante entrosamento), como Cléo, segue fielmente a mesma trilha de excelência de Ricardo. Em magna e digna atuação, com charme e beleza a circundá-la, Maria impõe com doses precisas que atingem equilíbrio interpretativo louvável a configuração da psicologia da mulher que se vê inesperadamente envolvida em um imbróglio. Seria descabida a não menção do ótimo trabalho corporal que nos mostram, afinal estão presos um ao outro por algemas em seus calcanhares, o que não os impede de caminhar com desenvoltura pelo espaço da ribalta. O cenário reproduz com veracidade o universo de um quarto de hotel, onde se percebem um largo biombo ao fundo que simula a parede daquele, suas portas e janela e o banheiro. Usa-se como pintura um listrado verde vertical. Como acessórios da ambientação, uma cama de casal, uma mesinha de cabeceira com diminuto abajur e armário (todos em estilo colonial), uma cadeira Luis XV e uma mesa de ferro com taças e garrafa de bebida no interior de balde a encimá-la. A iluminação reúne significativa “paleta” de variantes. Assume posição singular, tomando para si o mérito de valorizar o espetáculo. Os atores são focados oportunamente, assim como também são oportunos os direcionamentos oblíquos de luz, as sombras e o plano geral. Tudo realizado com eficiência, harmonia e senso de oportunidade. A trilha sonora (que inclui a delicada “A Fine Romance”) se nota relevante ao desfilar um acompanhamento musical incidental em consonância fidedigna ao suspense. Os figurinos foram escolhidos com consciência e adequação à narrativa, simbolizados por lingerie, vestido e escapins de vinil vermelhos, regata branca, camisa social clara e cueca samba canção com listras azuis. “Um Sonho Pra 2” é um regalo para os diletantes de teatro, não só pela arrojo de sua dramaturgia, pela nobreza de seus atores, Ricardo Pereira e Maria Ribeiro, por saber imiscuir com superioridade comédia, suspense, drama e romance, mas também por nos convencer, sem espaços abertos para argumentos contrários, de que a despeito de uma vivência não prevista, seja ela fictícia ou real, é possível sentir o indescritível prazer de se dar o beijo de um primeiro encontro. Isto é um sonho não para 2, mas para todos nós.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 23rd, 2014


    Uma linda modelo, ainda se preparando para o desfile do qual participaria, num gesto de elegância, exibe o cartão do meu Blog no momento em que registrei a sua imagem.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 23rd, 2014


    O Balneário Santa Fortuna, restaurante oficial do Fashion Rio Outono Inverno 2014, destacou-se por sua ornamentação original, em que se podia ver uma enorme estante toda feita de madeira, com diversos nichos, nos quais se encontravam vários objetos, como uma pá de remo, um cesto, uma imagem de São Jorge, potes de vidro com conchas e búzios em seu interior, vasos com plantas, garrafas, gravuras emolduradas, livros, canoas coloridas em miniatura, enfeites em geral e os cardápios do estabelecimento pendurados em ganchos.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 23rd, 2014


    Antes de iniciar o evento de moda mais importante do Rio de Janeiro, o Fashion Rio, em sua edição Outono Inverno 2014, de volta ao Píer Mauá, o bonito e espaçoso lounge da Nativa SPA – O Boticário já estava pronto e organizado para receber os seus convidados.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • ” Graças ao talento de Regiana Antonini, Milena Toscano, Marco Antonio Gimenez e Zé Auro Travassos, ‘Meu Ex Imaginário’ estará sempre ‘on my mind’.”

    março 18th, 2014

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    Foto: Rodrigo Molina

    Em seu apartamento, Maria Antônia (Milena Toscano) está só. Por quase cinco anos, não esteve. Ao seu lado, estava o seu grande amor Ricardo Bruno (Marco Antonio Gimenez). Tudo parece finito. Não para o imaginário de Maria. O seu subconsciente, guardião fiel das memórias afetivas, emocionais e sensoriais, irrompeu no cotidiano a ponto de não mais se “desligar” do homem que conhecera na sala de espera de um consultório psiquiátrico. E neste mesmo lugar a chamara de “encantadora”. O jogo inicial seria falar um para o outro algo que nunca tinham ouvido. Nasce o amor. O transtorno bipolar que os vitimava de certa forma contribuíra para o despertar deste sentimento mútuo. E é sobre este caso de amor que começa inusitadamente, o seu desfecho e consequências diversas que trata o texto de Regiana Antonini, “Meu Ex Imaginário”, levado aos palcos sob a direção de Michel Bercovitch. Maria Antônia, acometida de dilacerante solidão, sai em frenética busca por um novo companheiro. Numa infrutífera tentativa pessoal de se esquecer de Ricardo, o rapaz, fruto da imaginação, surge em suas visões, ora lhe dando conselhos, ora lhe fazendo críticas ou cobranças num tom de deboche ora lhe dizendo que a ama. Os potenciais novos namorados e respectivas idiossincrasias são defendidos por Zé Auro Travassos. Os tipos são dimensionados ao máximo, com o intuito de se fazer uma observação ácida de posturas que bastante se veem no convívio social. Há o arquiteto (poderia ser um profissional de qualquer área) jactancioso, ególatra, falastrão, inapto a escutar o que o seu interlocutor tem a lhe dizer. O aficionado por exercícios físicos, academias de ginástica, suplementos, vitaminas, cujo intelecto é posto de lado, e glúteos, abdomens e demais grupos musculares são supervalorizados. O que nos ficou patente no relacionamento do casal Maria Antônia e Ricardo Bruno foram as incompatibilidades comuns aos sexos masculino e feminino. Sabidas e notórias. Questiona-se, com razão, o porquê de, em não poucos casos, os homens privilegiarem uma partida de futebol (principalmente um clássico) ou uma luta de MMA em detrimento da companhia de uma mulher. Maria se ressente de que há uma lacuna, um vazio no campo da afetividade. Assume que é romântica. Diz que chora. Homens também choram. Só que às escondidas ou se seu time do coração ganhar. Chorar para os homens e até mesmo para algumas mulheres é sinal de diminuta virilidade, pusilanimidade que não combina com o ser másculo. Homens românticos talvez causem estranheza. Um vício cultural inexpugnável, quem sabe. Por que é mais confortável para as mulheres colocar em lábios a confissão “Eu te amo”? Por que para os homens esta frase soa amedrontadora? Diferenças… Salvo exceções, as primeiras são mais emotivas, sensíveis, reservam ao amor um pedestal sagrado, e em seu íntimo desejam conhecer um idílico “príncipe encantado”. Os segundos são práticos, sedutores à sua maneira, enxergam o sexo sob distinto prisma. No entanto, estes opostos não conseguem viver um sem o outro, ainda que com todas as imperfeições. Na imaginação de Maria, o “fantasma” de Bruno sempre aparece balbuciando “Eu te amo” e “Me liga”. Esta constante presença do “ex” a aflige e a confunde progressivamente. Em meio a isso, a tecnologia dos novos tempos não é preterida, sendo mostrada como se dera a sua interferência nas relações amorosas por intermédio das redes sociais, chats etc, e o quanto de ansiedade essas invenções podem nos causar. “Meu Ex Imaginário” é uma legítima comédia romântica, o que comprova a inegável capacidade da dramaturga Regiana Antonini de transitar com segurança e eficiência por este gênero teatral tão apreciado pelo público. Regiana, com habilidade nata, ampara-se num altíssimo senso de humor para sustentar um tema (a solidão, a sensação de abandono de uma mulher que se vê impossibilitada de reconstruir a sua vida após o término de um romance, visto que a figura do parceiro se impõe onipresente, ubíqua nas horas seguidas do dia) que se exibe familiar e contemporâneo, e questões a ele correlatas não menos importantes. Há espaços na peça tanto para o drama quanto para a comédia. Esta se evidencia contida ou deliberadamente escrachada, “nonsense”, sem pudores de provocar uma saudável gargalhada. A direção de Michel Bercovitch, que conhece bem este segmento cênico, conduz o texto com leveza, agilidade, dinamismo, sem abdicar do romantismo, do lirismo e da poesia. Michel alinhavou um espetáculo enxuto, conciso, “redondo”, completo, com visível orientação certeira no que concerne à interpretação dos atores. Milena Toscano impinge a Maria Antônia um grau de fragilidade, doçura, emoção, sensibilidade e graça, porém podemos vislumbrar outrossim posicionamentos firmes, incisivos e determinantes. Milena deu a Maria força e fraqueza (esta como resultado de desilusão e mágoa), originando bonita e irresistível atuação. Já Marco Antonio criou o seu personagem com pujança, resolução, vigor, malícia, descontração e romantismo (no momento adequado), o que proporcionou a Ricardo Bruno credibilidade incontestável. Tanto Marco quanto Milena passeiam pelo palco com desenvoltura, e entoam suas falas com autêntica naturalidade. A “liga” do casal conquista a plateia. O par é belo, e se tem prazer ao vê-los em cena. Ambos fazem bom uso da voz. Quanto a Zé Auro Travassos, assevero que ao intérprete coube, com o auxílio de sua inacreditável vocação de criar tipos, oferecer à encenação uma comicidade declarada, “desobediente a regras estabelecidas” e transgressora na melhor das acepções. Zé personificou o arquiteto e sua esquisitice comportamental; Bebete, a amiga “over” de Maria Antônia, supersincera e ninfomaníaca; o professor de ginástica bitolado, neurótico, tresloucado, “sem noção”; e o esotérico “pansexual”. Auro abusa, com mérito, de sua destreza de bem utilizar os corpo e voz. O cenário cumpre o seu papel com eficácia, funcionalidade e bom gosto. Percebemos cinco gigantes painéis de tecido branco (em um deles deslumbrantes projeções de imagens são feitas) inteligentemente distribuídos pela ribalta, duas mesas (sobre elas duplas de taças) e quatro cadeiras dobráveis em estilo praiano posicionadas no proscênio nos lados esquerdo e direito, uma cadeira de diretor, tapete, baú/canastra, pequena mala e cabideiro pleno em roupas dependuradas. A iluminação é versátil, o que quero afirmar que não se resume a uma única proposta. A consequência é louvável e colabora para o embelezamento do conjunto. Há a supremacia de um lindo alaranjado que ilumina por detrás dos painéis. Testemunhamos refletores sobre o chão e um central ao fundo, diversificando as opções. O recurso que invariavelmente nos fascina, o teatro de sombras, é usado com elegância. Não faltam sombreados, focos e luz geral, atendendo às solicitações das cenas. Os figurinos se encaixam de maneira coerente nas personalidades dos personagens da trama. Vê-se desfile de vestidos brancos, pretos e vermelhos (sobrepostos, justos e longos), saia rendada, batas orientais bordadas, camisas de time e polo, sapatilhas, escarpins e sapatos sociais, tênis, regata, top, caftã etc. A trilha sonora é em sua maioria incidental, mas podemos nos dar ao luxo de ouvir um Nat King Cole e um Elvis Presley (com ” Always On My Mind”). As músicas são objetivas, não fugindo da precípua missão de desenhar o momento. “Meu Ex Imaginário” se insere numa bem-vinda união de espetáculos que logram êxito e sucesso, executando com humor o difícil encargo de levantar uma discussão sobre assunto que nos interessa, a coexistência do homem e da mulher, e seus desdobramentos na sociedade. Por isso, fácil é explicar o motivo por que graças ao talento de Regiana Antonini, Milena Toscano, Marco Antonio Gimenez e Zé Auro Travassos, “Meu Ex Imaginário” estará sempre “on my mind”.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 18th, 2014


    Um dos símbolos mais bonitos e coerentes com a temática do restaurante Balneário Santa Fortuna, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, era a imagem de Iemanjá, considerada “A Rainha do Mar”, reverenciada por um grande número de devotos no Brasil e homenageada sobremaneira não só no seu dia, 2 de fevereiro, mas no último do ano, no qual são lançadas oferendas ao mar, como barcos com enfeites, perfumes e flores como palmas.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 18th, 2014

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    A proposta do restaurante Balneário Santa Fortuna, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, era retratar fielmente um ambiente que remetesse a uma praia e tudo o que se relacionasse a ela, como o seu nome indica.
    Na imagem, vemos não somente a representação de São Jorge (que simboliza a religiosidade dos que vivem nessa região), tendo à sua frente um pequeno copo azul, como um cesto de palha típico de pescadores, potes de vidro com conchas e búzios em seu interior e a miniatura de uma cadeira (próxima às usadas pelos salva-vidas) com uma âncora nela amarrada.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 17th, 2014


    Ao fundo do restaurante Balneário Santa Fortuna, montado pela própria organização do Fashion Rio em sua temporada Outono Inverno 2014, realizada no Píer Mauá, havia uma enorme estante na qual se podia observar em seus vários nichos um rádio vintage, garrafas decorativas, livros, vasos e um chapéu panamá pendurado.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models

    março 17th, 2014

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    Os modelos Amanda Noronha, Ricardo Muller e Manoela Marandino compareceram ao evento “Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models”, no Cais do Oriente, no Centro do Rio de Janeiro (a festa se realizou em 2011).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014

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    A atriz Fabiana Karla e eu, após o término do primeiro dia de desfiles do Fashion Rio Outono Inverno 2014.
    Fabiana é recifense, e adolescente, iniciou sua trajetória artística.
    A estreia na televisão foi num folhetim de Manoel Carlos, escrito para a Rede Globo, no horário nobre, em 2003, “Mulheres Apaixonadas”, como Célia.
    Seu talento para o humor sempre foi conhecido, levando-a a participar de “A Grande Família” e demais seriados na mesma emissora.
    No ano de 2004, passa a ser do elenco fixo do humorístico, que vai ao ar nas noites de sábado, “Zorra Total” (suas criações são Dilmaquinista, Lucicreide e Dra. Lorca).
    O autor Walcyr Carrasco acreditou em seu potencial, e lhe deu importante papel, Olga Bastos, no “remake” de “Gabriela”, novela que foi ao ar a princípio em 1975, cujo teledramaturgo, Walter George Durst, inspirou-se no romance de Jorge Amado, “Gabriela Cravo e Canela”.
    Walcyr gostou tanto do seu trabalho, que a convidou para defender uma das personagens que mais caíram nas graças do público, a enfermeira Perséfone, em “Amor à Vida”.
    Exibiu seus dotes de dançarina para o quadro do “Domingão do Faustão”, “Dança dos Famosos”.
    Mantém profícua relação com o cinema, tendo feito longas como “Trair e Coçar é só Começar”, de Moacyr Góes (baseado na famosa peça teatral homônima de Marcos Caruso); “A Máquina”, de João Falcão; “Xuxa Gêmeas”, de Jorge Fernando; “O Palhaço”, de Selton Mello e “Casa da Mãe Joana 2”, de Hugo Carvana.
    No teatro, protagonizou “Gorda – Quanto vale o amor”, um espetáculo com tons cômicos e dramáticos de Neil Labute (o texto fora bem recebido por público e crítica nos Estados Unidos, Europa e América Latina).
    Sua voz pode ser ouvida em uma das faixas do CD “Par ou Ímpar”, de Kleiton e Kledir.
    Com o grupo Galo Frito, parodiou a cantora Katy Perry em um vídeo.
    No mês passado, Fabiana Karla lançou o seu primeiro livro infantil chamado “O Rapto do Galo” ( a “manhã de autógrafos” ocorreu na sede do Galo da Madrugada em Recife, PE; a história gira em torno do sumiço do citado Galo, tradição do Carnaval nordestino).

    Agradecimento: Alessa

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