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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 18th, 2014


    Um dos símbolos mais bonitos e coerentes com a temática do restaurante Balneário Santa Fortuna, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, era a imagem de Iemanjá, considerada “A Rainha do Mar”, reverenciada por um grande número de devotos no Brasil e homenageada sobremaneira não só no seu dia, 2 de fevereiro, mas no último do ano, no qual são lançadas oferendas ao mar, como barcos com enfeites, perfumes e flores como palmas.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 18th, 2014

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    A proposta do restaurante Balneário Santa Fortuna, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, era retratar fielmente um ambiente que remetesse a uma praia e tudo o que se relacionasse a ela, como o seu nome indica.
    Na imagem, vemos não somente a representação de São Jorge (que simboliza a religiosidade dos que vivem nessa região), tendo à sua frente um pequeno copo azul, como um cesto de palha típico de pescadores, potes de vidro com conchas e búzios em seu interior e a miniatura de uma cadeira (próxima às usadas pelos salva-vidas) com uma âncora nela amarrada.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 17th, 2014


    Ao fundo do restaurante Balneário Santa Fortuna, montado pela própria organização do Fashion Rio em sua temporada Outono Inverno 2014, realizada no Píer Mauá, havia uma enorme estante na qual se podia observar em seus vários nichos um rádio vintage, garrafas decorativas, livros, vasos e um chapéu panamá pendurado.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models

    março 17th, 2014

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    Os modelos Amanda Noronha, Ricardo Muller e Manoela Marandino compareceram ao evento “Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models”, no Cais do Oriente, no Centro do Rio de Janeiro (a festa se realizou em 2011).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014

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    A atriz Fabiana Karla e eu, após o término do primeiro dia de desfiles do Fashion Rio Outono Inverno 2014.
    Fabiana é recifense, e adolescente, iniciou sua trajetória artística.
    A estreia na televisão foi num folhetim de Manoel Carlos, escrito para a Rede Globo, no horário nobre, em 2003, “Mulheres Apaixonadas”, como Célia.
    Seu talento para o humor sempre foi conhecido, levando-a a participar de “A Grande Família” e demais seriados na mesma emissora.
    No ano de 2004, passa a ser do elenco fixo do humorístico, que vai ao ar nas noites de sábado, “Zorra Total” (suas criações são Dilmaquinista, Lucicreide e Dra. Lorca).
    O autor Walcyr Carrasco acreditou em seu potencial, e lhe deu importante papel, Olga Bastos, no “remake” de “Gabriela”, novela que foi ao ar a princípio em 1975, cujo teledramaturgo, Walter George Durst, inspirou-se no romance de Jorge Amado, “Gabriela Cravo e Canela”.
    Walcyr gostou tanto do seu trabalho, que a convidou para defender uma das personagens que mais caíram nas graças do público, a enfermeira Perséfone, em “Amor à Vida”.
    Exibiu seus dotes de dançarina para o quadro do “Domingão do Faustão”, “Dança dos Famosos”.
    Mantém profícua relação com o cinema, tendo feito longas como “Trair e Coçar é só Começar”, de Moacyr Góes (baseado na famosa peça teatral homônima de Marcos Caruso); “A Máquina”, de João Falcão; “Xuxa Gêmeas”, de Jorge Fernando; “O Palhaço”, de Selton Mello e “Casa da Mãe Joana 2”, de Hugo Carvana.
    No teatro, protagonizou “Gorda – Quanto vale o amor”, um espetáculo com tons cômicos e dramáticos de Neil Labute (o texto fora bem recebido por público e crítica nos Estados Unidos, Europa e América Latina).
    Sua voz pode ser ouvida em uma das faixas do CD “Par ou Ímpar”, de Kleiton e Kledir.
    Com o grupo Galo Frito, parodiou a cantora Katy Perry em um vídeo.
    No mês passado, Fabiana Karla lançou o seu primeiro livro infantil chamado “O Rapto do Galo” ( a “manhã de autógrafos” ocorreu na sede do Galo da Madrugada em Recife, PE; a história gira em torno do sumiço do citado Galo, tradição do Carnaval nordestino).

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014


    A modelo Jéssica Mara aguarda o início dos desfiles do Rio Moda Hype, evento do qual participou, em um dos vários balanços rústicos colocados à disposição de todos na imensa área externa do Fashion Rio, no Píer Mauá, durante a temporada Outono Inverno 2014.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014


    A área de circulação interna do Fashion Rio, no Píer Mauá, em sua edição Outono Inverno 2014, devidamente pronta para o início do evento em seu último dia, que começou logo cedo com os desfiles do Rio Moda Hype, organizado por Robert Guimarães, que objetiva lançar novas marcas no mercado têxtil.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014


    Um enorme guindaste, visto através do alambrado, dentre os muitos que podiam ser observados no Píer Mauá, com a Baía de Guanabara ao fundo, durante a temporada Outono Inverno 2014 do Fashion Rio.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • “Lucas Malvacini: um ator desbravador que após o sucesso na TV encontrou um outro talento que estava o esperando nos palcos.”

    março 11th, 2014

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    Foto: Divulgação

    O que decorreu com o ator nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, Lucas Malvacini, e que iniciou bem-sucedida carreira como modelo na adolescência, na novela “Amor à Vida”, um grande sucesso de Walcyr Carrasco exibido no horário nobre da Rede Globo, findo há não muito tempo, em que vários intérpretes e respectivos personagens obtiveram destaque, foi algo próximo ao ineditismo. Lucas, que já havia “experimentado” um set de televisão no “remake” de “O Astro”, de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro (basearam-se no clássico de Janete Clair), ao lado de Fernanda Rodrigues, foi escalado para um papel potencialmente árido, que atendia pelo tenro epíteto de “Anjinho”. O personagem se incumbiria de cumprir a tarefa de ocupar posto polêmico desencadeador de miríade de conflitos na história. A Lucas Malvacini, então, que se tornou “a priori” conhecido em todo o país ao disputar e vencer o concorridíssimo concurso “Mister Brasil Mundo 2011” (desta forma o rapaz veio a ser o representante oficial do Brasil nos principais concursos de beleza internacionais) coube o desafiador encargo, imprevisível aos olhos sempre exigentes e implacáveis dos público e imprensa, de personificar com credibilidade o amante/namorado de Félix (Mateus Solano), um dos vilões do folhetim cujas graça e maldades indizíveis se “amalgamavam”. Considerável e avolumada parcela de telespectadores poderia de modo imediato rejeitar Anjinho por razões diversas. É notório e sabido que a sociedade civil (ao menos um segmento dela) “navega na latente turbulência de um mar hipócrita sem fim”. Todos falam em alto e bom som: “Eu não sou preconceituoso!”. Hoje em dia é bonito, conveniente não ter preconceito. Porém, não é o que se testemunha nas ruas, noticiários ou mesmo no discurso de alguém que lhe é próximo. Contraditoriamente ao apelido dado pelo filho de César (Antonio Fagundes), Anjinho poderia ser tachado de “pecador”, ao ser homossexual e “destruidor de lares”. E o mais agravante, um lar heterossexual, ainda que artificial. Antonio Fagundes, que ao meu ver, defendeu com brilho e dignidade o ambivalente, austero e respeitável médico que não respeitava a si mesmo tampouco o semelhante, representou, creio, inestimável percentagem da coletividade social com suas atitudes e opiniões homofóbicas (que numa altiva solução do autor se vira obrigado, pelas contingências, a se redimir). No entanto, o seu olhar sobre Anjinho (para surpresa nossa) se confrontava com o conceito de um outro setor que assistia a “Amor à Vida”. Walcyr Carrasco criou Anjinho com elementos tão sutis e delicados que impossível seria não nos afeiçoarmos a ele. O êxito incontestável do personagem se deve, outrossim, à interpretação meticulosa e disciplinada de Malvacini, que impingiu à personalidade daquele doçura, fragilidade, dependência emocional e imponderável ingenuidade acerca da realidade com riscos que o circundava. Lucas Malvacini, eleito o “Homem Mais Bonito do Brasil” em decorrência da vitória, dentre 40 candidatos, como “Mister Ilha de Búzios”, revelou em cada cena da qual participou nuances eficazes a fim de que não houvesse em nenhum momento rejeição ou não aceitação das pessoas, afora, claro, os empedernidos falsos conservadores. O mais impressionante na passagem de Lucas (que invariavelmente colocou em primeiro plano o objetivo de se estabelecer como intérprete, e para isso sempre se dedicara a estudos por intermédio de leituras apropriadas) pela novela em pauta foi que mesmo após a sua ausência prevista na primeira metade da sinopse e na derradeira despedida na fase final da produção, o nome “Anjinho” não “fugiu” do enredo, sendo mencionado vez por outra, seja de jeito carinhoso, debochado ou com ira, nas oratórias dos demais “characters”. Há que se ressaltar ainda a visível e louvável cumplicidade com Mateus Solano em cena. Mateus que em entrevista afirmara proximamente acreditar que a interpretação alheia ajuda na performance com êxito do parceiro profissional. E Lucas asseverara à mídia sobre a generosidade de seu colega de ofício, o que abriu um caminho para o acerto geral. Outra questão que não deve ser preterida fora a solicitação do público noticiada em veículos de comunicação para que o ator retornasse à trama quando da época de seu afastamento. O pedido, intuo, não se dera somente por sua beleza diferenciada, mas pelos carisma, empatia, competência e sustentação coerente do papel. Como novela é uma obra aberta, o teledramaturgo não se fez de rogado, e a volta de Anjinho reacendeu impasses e contendas entre aqueles direta ou indiretamente envolvidos com ele. Apiedamo-nos duas vezes por Anjinho: quando fora preso acusado por furto de joias (declarado inocente depois de apuração precisa dos fatos) e quando Félix terminara o romance que havia entre ambos em definitivo (Anjinho recebera passagem e dinheiro para viver em Barcelona e retomar a profissão de modelo). Com o desfecho, enganou-se quem pensara que Lucas (que no período em que se dedicara à moda teve gloriosas realizações, como a campanha para a Brookstone; o trabalho fez com que morasse em cidades como Milão, Miami e Santiago do Chile) se acomodaria após o sucesso da novela. O ator desbravador buscou se aperfeiçoar, adquirir novas experiências e evoluir como artista. E não haveria melhor espaço para a concretização desses intentos do que o palco de um teatro. Surgiu-lhe excelente oportunidade de ser um dos protagonistas da ótima comédia romântica de Raul Franco, dirigida por Bia Oliveira, junto com Felipe Roque e Camila Hage no elenco, revezando-se com Luca Pougy, “Crônicas do Amor Mal Amado”. Nós, assim, perguntamo-nos: – Como Lucas se sairá nos palcos? Saberá ele enfrentar a difícil arte da interpretação teatral? E o público? Como reagiria a isto? O espetáculo, com bastante proficiência, abrange a imensidão das possibilidades e probabilidades do amor. Como este é encarado sob distintos prismas. A árdua conciliação entre as discordâncias dos gêneros masculino e feminino. O sexo, seu prazer e frustrações. Os mitos e desmistificações. As cobranças descabidas que acabam por diluir um relacionamento. Lucas deu vida a dois personagens: um psicanalista que interage com a plateia, elucubrando e levantando questões, e Ernesto, que se apresenta com dupla proposta de comportamento. A primeira se o homem mantivesse com a mulher uma relação liberal, aberta, permissiva, e a segunda, um companheiro “comum”, sujeito a ciúme, dúvidas e inseguranças. Ao interpretar o psicanalista, Lucas Malvacini (que além de tudo que já relatei estudara Turismo e participara de um clipe da cantora e atriz Preta Gil, “Sou Como Sou”) demonstrou incrível capacidade de concentração, disciplina e interiorização do papel. O psicanalista é um atento observador das cenas, um segundo olhar, o que poderia facilmente provocar no artista um “escape” do personagem (o que não acontece). A interação com os espectadores exige firmeza, resolução e desenvoltura. A sua voz é clara, límpida e articulada. Não vislumbramos em sua atuação hesitações ou titubeações. Como Ernesto, o intérprete tem a chance de expandir ainda mais o seu talento, com gama sequencial de reações, como destempero, fleuma, impulsividade, indignação, carência, vulnerabilidade, fúria, indignação e uma carga de dramaticidade que atinge a sua posição de equilíbrio pertinente. Todavia, passamos a conhecer um Lucas leve, ágil, circulando com intimidade pela ribalta, engraçado, divertido, irônico e cativante. Não só “Amor à Vida” lhe foi uma vivência rica e marcante em sua trajetória. “Crônicas do Amor Mal Amado” serviu com toda a sacralidade que um tablado pode proporcionar para Lucas Malvacini, o ator desbravador, encontrar algo. Esse “algo” era um outro talento que desconhecíamos, e que, por sorte, encontrara. Esse “algo” estava apenas ali mudo, quieto, parado, silencioso e paciente, esperando que o seu dono o achasse e o levasse para casa. Mas não sem antes visitar o teatro.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 9th, 2014


    A atriz Letícia Spiller, após o desfile de Victor Dzenk no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Letícia é carioca.
    Estudou no O Tablado, e fez parte do Grupo Pessoal do Tom.
    Sua primeira experiência na TV foi ao lado da apresentadora Xuxa Meneguel em seu programa na Rede Globo, “Xou da Xuxa”.
    Ingressou no Grupo Porão, no qual aprendeu uma série de técnicas de interpretação que, com certeza, colaboraram para a respeitabilidade que possui atualmente como intérprete.
    Cursou a Oficina de Atores da Rede Globo.
    A estreia como protagonista em novelas na trama de Carlos Lombardi, “Quatro por Quatro”, como Babalu, na mesma emissora, trouxe-lhe arrebatadora popularidade (os cabelos presos, suas roupas e acessórios, como shorts jeans, tops e tamancos conquistaram o público feminino, que passou a usá-los nas ruas).
    Já com o prestígio alcançado, participou como Giovanna da primeira fase do folhetim de Benedito Ruy Barbosa “O Rei do Gado”, sob a sempre requintada direção de Luiz Fernando Carvalho.
    Depois de “Zazá”, de Lauro César Muniz, personificou a difícil personagem criada por Aguinaldo Silva para a produção das 21h “Suave Veneno”, Maria Regina, numa história inspirada no clássico de William Shakespeare “Rei Lear” (Letícia adota um visual completamente diferente, passando a ostentar melenas negras com um novo corte, desta vez mais curto).
    No fim da tarde, às 18h, a atriz pôde ser apreciada numa novela de época, “Esplendor”, de Ana Maria Moretzsohn.
    Em seguida a “Sabor da Paixão” (como protagonista) e “Kubanacan”, teve destaque em outra obra de Aguinaldo Silva, como a ambiciosa Viviane de “Senhora do Destino”, cujo par romântico fora Eduardo Moscovis.
    Trabalha novamente com o teledramaturgo Aguinaldo Silva em “Duas Caras” e conhece o modo de contar uma história de Manoel Carlos em “Viver a Vida”, como Betina, uma mulher que se vê às voltas com a infidelidade de seu marido com a própria prima, Marcello Airoldi e Camila Morgado, respectivamente.
    Os atores adolescentes de “Malhação” puderam compartilhar sua presença em uma de suas temporadas, sem que antes a artista tenha contribuído para o seriado “freudiano” “Afinal, O Que Querem As Mulheres?”.
    Com Gloria Perez, atuou em duas de suas produções: a minissérie “Amazônia, De Galvez a Chico Mendes” e “Salve Jorge”, novela em que defendeu Antônia, uma ex-modelo em constante conflito com o marido interpretado por Caco Ciocler, inclusive na disputa pela guarda da filha, findo o processo de divórcio.
    Retorna à faixa das seis da tarde, em duas outras telenovelas: “Joia Rara”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, como a vedete Lola Gardel, e “Boogie Oogie”, de Rui Vilhena, assumindo o papel da secretária Gilda.
    Incluem-se ainda em sua rica bagagem artística especiais (como “Nada Fofa”, estrelado por ela), séries e humorísticos.
    Letícia Spiller recebeu prêmios por algumas de suas atuações na televisão.
    Sua trajetória no teatro é digna: “Isadora Duncan – É Dançando Que A Gente Se Aprende”, de Aguinaldo Silva; “O Falcão e o Imperador”, peça baseada no poema de Niko Kazantzakis, “Ascese, Os Salvadores de Deus”, e nas poesias do persa Rumi (adaptação, produção, direção e atuação de Letícia); “A Leve – O Próximo Nome da Terra”, de Hamilton Vaz Pereira; “Bodas de Sangue” (Amir Haddad se inspirou em Federico García Lorca); “Abelardo e Heloísa” (a correspondência entre os amantes foi a fonte para a construção do texto dramatúrgico de Clara de Góes); “Peer Gynt”, de Henrik Ibsen; “Outside – Um Musical Noir” (Pedro Kosovski, o autor, elaborou o espetáculo, uma ópera-rock, tomando por base um encarte do disco homônimo de David Bowie); e mais uma vez integra um espetáculo musical (sendo este influenciado pela tragédia grega de Sófocles, “Édipo Rei”), “EdyPop”, também de Pedro Kosovski.
    Já os projetores de cinema lançaram sua bela imagem na tela grande em vários filmes, como “Lua de Cristal”, de Tizuca Yamasaki; “Sonho de Verão”, de Paulo Sérgio de Almeida; o curta “O Pulso”, de José Pedro Goulart; “Oriundi”, de Ricardo Bravo (foi colega de elenco de Anthony Quinn); “Villa-Lobos – Uma Vida de Paixão (dá vida à segunda esposa do maestro e compositor), de Zelito Viana; “A Paixão de Jacobina” (atua como a própria Jacobina), de Fábio Barreto; “Xuxa em Sonho de Menina”, de Rudi Lagemann; “O Inventor de Sonhos”, de Ricardo Nauenberg; o docudrama de Marco Antônio Ferraz e Anderson Corrêa “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar”; “Xuxa e os Duendes 2”, de Paulo Sérgio de Almeida, Rogério Gomes e Márcio Vito; “O Gerente”, de Paulo César Saraceni; “Desenrola”, de Rosane Svartman; “O Casamento de Gorete” (a intérprete defende uma drag queen), de Paulo Vespúcio; “Tudo Que Deus Criou”, de André da Costa Pinto, e “Desejos Modernos”, de Alexandre Moretzsohn.
    Hoje, Letícia Spiller estará no último capítulo da novela de Alcides Nogueira e Mário Teixeira, “I Love Paraisópolis”, exibida às 19h pela Rede Globo, em que interpreta a vilã Soraya.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

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