• About

Blog do Paulo Ruch

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    dezembro 17th, 2013

    ???????????????????????????????
    Bola inflável com o logo da Farm (uma das apoiadoras do evento), que ficava suspensa na entrada da feira de moda Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • ” Há algo em comum entre Glenn Close e Leona Cavalli: ambas as atrizes se destacaram como vítimas de uma ‘atração fatal’.”

    dezembro 14th, 2013

    amor-c3a0-vida-glauce
    Foto: Divulgação/TV Globo

    No agora distante ano de 1987, o cineasta britânico Adrian Lyne (que se sobressaíra na direção de comerciais e nos incontestáveis sucessos de público “Flashdance” e “9 e 1/2 Semanas de Amor”, porém vistos com má vontade pelos exigentes críticos da área fílmica), aventurou-se com êxito no arrepiante thriller “Atração Fatal”, que questionava a prática do adultério e suas funestas consequências. Em resumo, o advogado Dan Gallaguer (Michael Douglas), casado e pai de uma filha pequena, aproveitando-se da viagem de dedicada e bonita mulher, Beth Gallaguer (Anne Archer), envolve-se sexualmente de modo fugaz com a executiva Alex Forrest (Glenn Close). O que não estava nos planos iniciais de Dan era de que Alex fosse se apaixonar por ele próximo à psicopatia. Seu intento, diante da recusa do causídico em prosseguir no romance, é o de destruir, utilizando-se de todos os meios cruéis e aterradores, para pôr fim ao seu matrimônio. O “Fatal” do título faz jus ao desfecho do longa-metragem. O que percebemos em “Amor à Vida”, novela das 21h da Rede Globo, escrita por Walcyr Carrasco, com relação à Dra. Glauce (Leona Cavalli), uma respeitável e competente obstetra e ginecologista do Hospital San Magno, núcleo central da trama, não é algo tão similar à personagem de Glenn Close, tendo sido “pintada com tintas” um tanto mais brandas, mas o tema “atração fatal” está presente. Apaixonara-se tresloucadamente pelo por ora bem-sucedido corretor de imóveis Bruno (Malvino Salvador). Apaixonara-se pelo homem errado (ninguém está livre disso). O pioneiro erro a fez cometer sequência de muitos outros num nível de gravidade assustador. Uma de suas mais condenáveis faltas está para ser revelada em breve na história: a sua efetiva culpa na morte de Luana (Gabriela Duarte) e respectivo nascituro durante o parto que comandara. Luana era mulher de Bruno. O que se deu é que “por amor”, sabendo dos problemas congênitos cardiológicos da parturiente descobertos no pré-natal, a doutora negligenciou ao não convocar o cardiologista de plantão para assistir a cirurgia. Uma crônica de umas mortes anunciadas. Orientamo-nos assim pelo artigo 18 do Código Penal que prescreve: “Diz-se o crime: (Redação dada pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984) II – culposo, quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia. (Incluído pela Lei nº 7.209, de 11.7.1984)”. No entanto, houve o dolo (intenção de matar). O que poderia ter sido evitado, ocorreu: o falecimento de Luana e do bebê. E para recrudescer ainda mais a dramaticidade da situação, o desesperado Bruno encontra a recém-nascida Paulinha (Klara Castanho), filha roubada de Paloma (Paolla Oliveira) pelo irmão Félix (Mateus Solano), e jogada em caçamba de lixo malcheirosa. Num acordo perigoso e ilegal, Bruno, sua mãe, a técnica de Enfermagem Ordália (Eliane Giardini), a enfermeira Perséfone (Fabiana Karla), e lógico, Dra. Glauce, simularam o nascimento de uma menina (um segundo filho de Luana) na casa de saúde. Prontuários e registros foram falsificados. Se o fato caísse em mesa de delegado policial, todos seriam indiciados por formação de quadrilha (Artigo 288 do Código Penal), falsificação de documento particular (Artigo 298 do Código Penal) e falsidade ideológica (Artigo 299 do Código Penal), e não informação ao Juizado da Infância e da Juventude do abandono da criança. Com certeza, o inquérito policial seria encaminhado ao Ministério Público, haveria denúncia, e o Juiz provável a acataria. Entretanto, como se trata de ficção, e nós, telespectadores, somos não poucas vezes levados pela emoção e não pela razão, ficamos do lado do homem sofrido que salvou a vida de uma pobre inocente, deu-lhe educação e carinho, enfim, cumpriu papel de pai. Não desejamos por mais contraditório que possa parecer punição para Bruno, Ordália e Perséfone. Verdade é que as duas últimas mais a obstetra perderiam o direito de exercer seu ofício perante o CRM (Conselho Regional de Medicina), após concluídas investigações disciplinares e administrativas. Bruno não mais teria a guarda de Paulinha. Nós queremos isso? Não. Nada me soa inverossímil, pois o absurdo está em nossas existências, estampado todos os dias nas manchetes de jornal. Além do mais, conhecemos escândalos nos sistemas público e privado de saúde no Brasil. Excetuamos poucas instituições e médicos sérios. Glauce, cuja intérprete já enfrentou Nelson Rodrigues na adolescência com “Valsa N° 6”, influenciada por ter testemunhado damas do teatro como Tônia Carrero, Fernanda Montenegro e Marília Pêra, não hesitou em escamotear prontuários médicos descritivos de praxe. Todavia, a charmosa e sedutora moça com cabelos loiros impecavelmente escovados foi autora de homicídio culposo (a colega Elenice, defendida por Nathália Rodrigues, em luta corporal, acaba sofrendo traumatismo depois de queda em chão frio, branco e asséptico do hospital não tão ético). No tocante à artista Leona Cavalli, não vislumbramos desperdício de seu talento em nenhuma das cenas das quais fez parte, e que merecem citação as melhores: as trocas de farpas com Paloma; o instante máximo no qual aliciou Bruno exibindo nus seios; bravo enfrentamento associado à chantagem defronte ao corpo diretivo do San Magno, no que concerne ao procedimento falho com Luana; o desmascaramento do pai preconceituoso de Félix quanto à legítima paternidade de Jonathan (Thalles Cabral), pois fora ela quem conseguira o prontuário (sempre ele) a pedido do rapaz; e os colóquios maliciosos, provocativos e divertidos entre o vendedor de “hot dogs” e a médica, que culminaram em troca de carícias insuspeitas. O que se sabe até então é que as investigações comandadas por Dr. Lutero (Ary Fontoura), Paloma e a Chefe de Enfermagem Joana (Bel Kutner) levarão Glauce Sá Benites a não suportar tão fortes acusações, e a saída encontrada será dar cabo da própria vida. Será o fim dos prontuários escondidos. É necessário dizer que Leona, quanto à sua profissão, possui notória familiaridade com o cinema, ouvindo vez por outra o som de “Ação!” gritado por cineastas como Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, que a lançou nacionalmente); Paulo Betti e Clóvis Bueno (“Cafundó”); Tata Amaral (“Um Céu de Estrelas”, “Através da Janela” e “Antônia”), Hector Babenco (“Carandiru”), Jayme Monjardim (“Olga”), Roberto Moreira (“Contra Todos”), Sérgio Bianchi (“Os Inquilinos – Os Incomodados que Se Mudem” e “Quanto Vale Ou É por Quilo?”) e Tizuca Yamasaki (“Aparecida – O Milagre”). Fez curtas-metragens, também. Leona Cavalli soube com sua voz suave, maviosa e pausada e postura elegante dar contornos especiais e críveis, e por isso mesmo inolvidáveis, à vilã Glauce. Com trajetória tão rica na tela grande, a televisão não poderia preteri-la. Integrou um sem número de folhetins, minisséries e seriados. Dentre as telenovelas, destacamos “Belíssima”, de Silvio de Abreu; “Da Cor do Pecado”, de João Emanuel Carneiro; “Começar de Novo”, de Antonio Calmon e Elizabeth Jhin; “Duas Caras”, de Aguinaldo Silva; “A Vida da Gente”, de Lícia Manzo; “Negócio da China”, de Miguel Falabella e aquela que pode ser considerada como uma de suas melhores performances, a Zarolha do “remake” de Walcyr Carrasco para a obra original de Walter George Durst que se baseou no romance de Jorge Amado, “Gabriela”. Não por coincidência o mesmo autor que lhe deu o ótimo papel da produção recente das 21h. Na seara das minisséries, citemos “Amazônia, De Galvez a Chico Mendes”, de Gloria Perez, e “Dalva e Herivelto – Uma Canção de Amor”, de Maria Adelaide Amaral. Com a aproximação do fim de “Amor à Vida”, Leona Cavalli, que está em cartaz com a peça “E Aí, Comeu?”, de Marcelo Rubens Paiva, como a Dra. Glauce, sai pela porta principal com o dever cumprido. E desejamos que retorne em breve e com mérito pela mesmíssima porta. A atriz, no enredo de Walcyr Carrasco, preencheu e assinou um “prontuário de excelente desempenho”, e este, Leona, não precisa ser escondido.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    020
    Muitas imagens homenageando o trabalho do Grupo Cultural Afroreggae foram exibidas nos diversos monitores espalhados por diferentes áreas do Fashion Rio Outono Inverno 2014 (Píer Mauá).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    025
    A renomada marca de cosméticos francesa Imédia Excellence, sempre presente no Fashion Rio, nesta edição Outono Inverno 2014, ocorrida no Píer Mauá, explorou o tema “Californianas”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    022
    Em tarde bastante chuvosa, no primeiro dia do Fashion Rio, o cameran da Globosat (a maior operadora de TV por assinatura da América Latina e a líder de mercado no Brasil) se protege como pode, e registra os principais momentos do evento de moda dedicado à temporada outono inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    023
    Em todas as edições do evento de moda carioca, a sua produção se encarrega de montar um restaurante próprio, no caso o “Balneário Santa Fortuna”, que atendia com sofisticação e originalidade aos convidados do Fashion Rio, desta vez realizado no Píer Mauá, para a temporada Outono Inverno 2014.
    Percebam a autenticidade da decoração do restaurante que optou claramente por temas marítimos distribuídos em seus múltiplos nichos.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 14th, 2013

    021
    Uma visão panorâmica do restaurante “Balneário Santa Fortuna”, uma realização da produção da própria semana de moda, quando ainda o Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, não estava no seu momento de grande circulação de convidados e profissionais da área, o que viria a acontecer depois.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Somos irremediavelmente ‘dominados’ por Bárbara Paz e Pierre Baitelli com seus jogos de sedução e poder em ‘Vênus em Visom’.”

    dezembro 10th, 2013

    Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.
    Foto: Leonardo Aversa

    Num espaçoso loft, sentado em cadeira giratória, sorvendo goles rápidos de café quente em caneca, e fumando cigarro após outro, o diretor/dramaturgo (ou como ele mesmo se autodefine, adaptador) Thomas (Pierre Baitelli), com evidente postura frenética, incisiva e eivada de pessimismo discorre em soltas palavras ao telefone acerca da infinda dificuldade de se encontrar a atriz adequada para personificar o papel de peça que irá montar. A peça em pauta é baseada num romance alemão escrito em 1870 por Leopold Von Sacher-Masoch, “Venus in Fur” (o termo hoje conhecido como sadomasoquismo adveio do sobrenome do romancista levando-se em conta sua pioneira menção sobre o tema tabu). Leopold fora auxiliado pela escritora Fanny Pistor. Municiado de opiniões implacáveis, Thomas defenestra as intérpretes atuais no tocante ao comportamento, faltas de preparo para o ofício e carência de cultura e vocabulário nos seus mínimos patamares. Uma geração “tipo assim”. Bate à porta, e logo irrompe resfolegante bonita candidata (Bárbara Paz, indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz) à personagem Vanda (por sinal, o mesmo nome da artista). A pretendente se atabalhoa com gigante bolsa, e a ansiedade a persegue com covardia. Mostra-se a todo o tempo tenaz no convencimento de sua capacidade de vivenciar a mulher do século XIX. O adaptador não capitula. É duro, questionador, reticente e frio. O inevitável emerge, e se inicia processo conflituoso e desconcertante, tenso e “nervoso” entre ambos de maneira que se atinja acordo comum e final à respeito da escalação. Se antes o rapaz que idolatra o visom “entranhado” em sua mente por visitas cruéis de tia no passado trajada com a pele, e que lhe proporcionava “estranhos prazeres” ao vergastá-lo com vara de marmelo, ocupa privilegiada posição de dominador, a seguir a jovem com arrebatadores olhos verdes que falam por si mesmos, e que lhe fora entregar livro perdido de Goethe, “Fausto”, achado em bosque pouco longínquo, e que continha marcador com pintura da Vênus de Ticiano, além de rascunho de poema redigido de próprio punho por Thomas, com surpreendente potencial de atuação, memorização das falas inacreditável (carregava consigo inclusive todo o “script” da peça, o que aumenta o mistério de quem seja de fato), entendimento vasto do perfil de Vanda e que, volta e meia, sugeria ideias criativas nunca dantes pensadas pelo irritadiço encenador, inverte com mérito o jogo, assumindo a função de dominadora da vez. As leituras de texto se sucedem, e a figura da metalinguagem adquire preponderante posto, numa mistura eficaz de ficção e realidade, em “Vênus em Visom” (um sucesso na Broadway e na Off-Broadway que rendeu o Tony de 2012 a Nina Arianda, que contracenou com Hugh Dancy; Roman Polanski adaptou para as telas, e obtivera a indicação para a Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2013), de David Ives, dirigida por Hector Babenco, e traduzida por Daniele Ávila Small. Hector, respeitadíssimo cineasta, tem nos provado em suas incursões nos palcos de que faz jus a similar adjetivo superlativo, valendo-se sem desperdícios do instigante e provocador texto de Ives e do irretorquível talento dos protagonistas, para “costurar” espetáculo envolvente, charmoso, inebriante, sensual/erótico e provido de inteligência em sua completude. Babenco “saboreia” cada diálogo e respectiva entrelinha que possui em mãos, e faz com que tanto Bárbara quanto Pierre façam o mesmo, utilizando-se os dois de um trabalho irrepreensível de corpo (a plasticidade deste em suas formas é explorada com primor e congruência) e voz (timbres distintos para o real e o fictício). As emissões vocais são pujantes, suaves, sedutoras, precisas, titubeantes, indecisas, irônicas e vorazes, correspondendo a cada cena pedinte. Percebem-se, e aceitamos de bom grado, vestígios cinematográficos em alguns momentos da montagem, seja nos trovões e relâmpagos que entrecortam e delineiam pontos-chaves da história seja na adoção próxima que nos remete a uma interpretação inspirada no Expressionismo Alemão durante os ensaios (fugindo com lógica do Naturalismo, o que facilita a nossa compreensão), cumprindo-se limites, é claro, e que não resulta em instante algum em artificialismos dispensáveis. Muito pelo contrário. Um acerto pontual. Há ainda mudança ousada de personagem pelos atores, fato comprobatório da versatilidade destes e da engenhosidade do diretor. Hector Babenco, Bárbara Paz e Pierre Baitelli nos “assombram” com devastadoras aptidões de transpor com alta qualidade para o tablado a não fácil, e por esta razão fascinante, dramaturgia de David Ives. O cenário de Bia Junqueira é suserano em sua factibilidade e realismo. Belo é vocábulo que se adequa ao que vemos na simulação do loft tipicamente americano em seus contextos funcionais e práticos. Vislumbram-se vigas de aparência férrea transversais de lado a lado, imponente janela/claraboia que se debruça sem riscos sobre a mesa de Thomas, com os acessórios de escritório, atinentes a que se tem direito, cadeiras, outra mesa ao fundo que serve para majestática performance de Bárbara “à la Marlene Dietrich”, cano de sustentação hidráulico (o simbolismo fálico fica a critério de cada um, ou “como melhor lhe aprouver”), e um providencial e atuante divã com textura crua. As paredes exibem miríades de tijolos, e há porta de ferro que clama sua presença. O negro e o cinza formam aliança. Os figurinos de Antônio Medeiros são valorizados por producente escolha de peças que condizem amiúde com a proposta comportamental dos tipos inseridos no enredo. Ora se notam blazer, camisa social branca, suspensórios “bordeaux”, calça, tênis, fraque, óculos com armação “vintage” e casaco “antique” em Pierre ora se notam “trench coat”, “corselet” de couro com metais e correntes, scarpins com salto agulha, vestido de seda rosa claro que nos transporta à final de século distante, visom, xale rendado e uma eloquente bota de cano longo preta fetichista em Bárbara. Já a iluminação de Paulo César Medeiros (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Iluminação) faz opção elogiosa por conjunto de refletores que se revezam em múltiplas intensidades, dando a exata ambiência da ação. As luzes são magnânimas e insinuantes nos sombreados, focos oblíquos e centrais, supervalorização dos atores em meio à escuridão total em passagens intimistas. Há também a impessoalidade de três apropriadas luzes frias. “Vênus em Visom”, que proclama que “as pessoas são fáceis de se explicar, mas difíceis de se decifrar” se distingue e se destaca por vários aspectos: a abordagem da sinopse e consequente contextualização competentíssimas de Hector Babenco; a correspondência honrosa e disciplinada do elenco; a sutileza de tratamento de assuntos áridos mas que, no entanto, causam ilimitada curiosidade no indivíduo e a percepção técnica dos profissionais envolvidos na espetacular produção (de Cinthia Graber). Se “Vênus em Visom” abrange precipuamente a dominação do homem pela mulher/mulher pelo homem, nós, espectadores, somos vítimas potenciais de modo concomitante dos sexos masculino e feminino, porquanto Pierre Baitelli e Bárbara Paz nos “dominam” do introito ao epílogo. Aproximando-se do término, contudo, somos “alforriados” por um Pierre “São Sebastião” e uma Bárbara “Poderosa Afrodite”. E brindados com som rascante de Lou Reed. Afirmo e reafirmo o que dissera sem ambivalências nem tampouco ambiguidades.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 9th, 2013

    019
    Imagens da natureza, como esta corredeira, eram exibidas em muitos dos visores espalhados pelo espaço interno do Fashion Rio Outono Inverno 2014 (Píer Mauá).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    dezembro 9th, 2013

    017
    Um dos muitos visores espalhados pela área de circulação interna do Fashion Rio Outono Inverno 2014 (Píer Mauá) mostrou cenas do cotidiano e familiares.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

←Página anterior
1 … 62 63 64 65 66 … 140
Próxima Página→

Blog no WordPress.com.

 

Carregando comentários...
 

    • Assinar Assinado
      • Blog do Paulo Ruch
      • Junte-se a 135 outros assinantes
      • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
      • Blog do Paulo Ruch
      • Assinar Assinado
      • Registre-se
      • Fazer login
      • Denunciar este conteúdo
      • Visualizar site no Leitor
      • Gerenciar assinaturas
      • Esconder esta barra