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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 14th, 2013

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    O representante de importantes marcas de moda Wellington Rodrigues, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • ” ‘Irrésistiblement’, somos atraídos a admirar a musicalidade francesa em ‘Nós Sempre Teremos Paris’.”

    novembro 11th, 2013

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    Foto: Divulgação do espetáculo

    No Boulevard Montparnasse, havia um café. No meio do café, ao som de “Vouz qui Passez Sanz me Voir”, dois jovens turistas, vítimas do acaso e/ou destino, encontram-se, e acreditam ser cada um deles “o amor de suas vidas”. Ela (Françoise Forton), ex-professora de Francês “audiovisual”, brasileira, de passagem por onde as luzes jamais se apagam. Ele (Aloisio de Abreu), brasileiro, resolveu conhecer o país da Nouvelle Vague por meio de uma excursão, na qual, segundo Ela, o rapaz deveria optar por visitar apenas o Louvre, ou o Arco do Triunfo ou a Torre Eiffel. Ainda sobre o rapaz, este prefere degustar um Beaujolais pela manhã, ao contrário dela, que estima uma xícara de chá. Ambos possuem algo em comum: a paixão avassaladora e convicta pelos grandes cantores franceses, inclusive Jean Sablon. O moço decide então cortejá-la no idioma local, e é “desmascarado” não somente pela brasilidade e respectivo acento, mas por “traiçoeiro” maço de Hollywood. Numa troca constante de informações e referências sobre a cidade em que estudantes num maio de 68 fizeram valer suas potentes vozes, o par tenta se aproximar, porém o beijo tão esperado jamais se consuma. Polanski, e um de seus sucessos, “Lua de Fel”, com Emmanuelle Seigner, é lembrado pela mulher de bonitos cabelos ruivos. A citação do longa-metragem não é a forma mais adequada para se tentar iniciar um romance, pois aquele trata da dominação masculina pela feminina. Entre o rosário de conversas e monólogos, Françoise e Aloisio interpretam lindamente o que há de melhor no romantismo do cancioneiro francês do século XX, como Edith Piaf (“La vie en rose”), Charles Aznavour, Juliette Gréco, o já citado Jean Sablon, Charles Trenét (“La Mer”), Françoise Hardy e Silvie Vartan. Nossos ouvidos são afagados com “C’est Si Bon”, “Je ne regrette rien” e uma inspirada versão de “Garota de Ipanema”. Nos muitos minutos de colóquio fala-se que Paris potencialmente é “a cidade das despedidas”, fato comprovado por antológicos filmes, como “O Último Tango em Paris”, de Bertolucci, “O Último Metrô”, de Truffaut, e “A Última Vez Que Vi Paris”, de Richard Brooks. Ela, com sua “clutch”, e ele, com sua negra mochila, partem. Seus rumos são retomados no Brasil, terra também onde a música se faz soberana. Ele se torna jornalista de um site de fofocas, casa-se, e para sua estupefação, com uma companheira que chama Yves Montand de “chato”. A separação lhe fora inevitável. Ela viveu por quase duas décadas com o mesmo homem, teve filhos, e ao vê-los crescidos e encaminhados, e após a morte do marido que saboreou literalmente pela última vez um “boeuf bourguignon”, fenecendo com rosto enfiado no clássico prato da “haute cuisine”, retorna a Paris. Ele faz o mesmo. E reencontram-se no velho Café Paris 6, em Montparnasse. Algo mudou, como poucos fios de cabelo que se perderam e centímetros que “escapuliram”. O principal resistiu ao tempo: o amor. No sensível e bem-humorado texto do jornalista e dramaturgo Artur Xexéo, “Nós Sempre Teremos Paris” (inspiração na célebre frase da cena derradeira do marco cinematográfico de Michael Curtiz, lançado em 1942, “Casablanca”), com direção da experiente e respeitada Jacqueline Laurence, e produção de Eduardo Barata, percebe-se a demonstração sem pudores, às escâncaras, do compreensível fascínio do autor pelas melodias francesas, e o mesmo quis, realizando com plena satisfação, transformá-lo em linguagem cênica atraente. Não coincidentemente, creio, duas profissionais com ascendência (Françoise Forton) e nacionalidade, porém naturalizada brasileira (Jacqueline Laurence), francesas, foram com acerto convocadas para a obra, o que de certo modo confere uma familiaridade ao espetáculo. Jacqueline toma para si a mesma sensibilidade com que Artur escreveu o texto, e enfoca a direção com notório caráter objetivo na habilidade irrefutável dos atores de entoarem as belas canções (preparação vocal de Danillo Timm), com a direção musical de Marcelo Nogueira e a assistência de direção musical de Camila Dias. A diretora “extrai” o que de melhor os intérpretes podem nos oferecer, seja na clara aptidão para vivenciar momentos mais intimistas seja na facilidade com que lidam com o humor e com a bem-vinda interação com o público. Não foram raras as vezes em que a plateia cantou junto com os artistas, dando explícita resposta de que “embarcaram” na peça, ao ponto de, ao final, “exigirem” um bis, prontamente atendido. Françoise Forton e Aloisio de Abreu cumprem com elegância e convencem de modo espontâneo ao assumirem seus papéis, recebendo de imediato uma aceitação empática dos espectadores. A cenografia de Massimo Esposita não se exime de buscar o enxuto, o exato, o básico, sem contudo abjurar dos elementos que bem resumam a ambiência parisiense, na recriação de um típico café com duas pequenas mesas circulares, somadas a cadeiras de madeira, e uma placa superior com o nome do estabelecimento. Seríamos injustos se não mencionássemos a presença indispensável, e que dá relevância extra à produção, de músicos tocando ao vivo instrumentos como violão (Roberto de Brito) e piano e acordeom (Priscila Azevedo). Os figurinos de Valéria Stefani priorizam o charme e a sobriedade, fugindo do exagero ou extravagância. Françoise veste “trench coat” cru, um tubo preto, xale vermelho, acessórios e “scarpins”. Aloisio se apropria de terno de cor ocre, camisa clara, calça escura e sapatos. A iluminação de Adriana Ortiz procura alcançar, e atinge com êxito, um colorido que impinge vivacidade e alegria à encenação, fazendo jus ao aposto que Paris recebeu, “Cidade Luz”. O azul, o amarelo, o vermelho, o vermelho alaranjado, o rosa, o lilás e o indefectível branco “explanam” com eficiência a proposta sugerida por dramaturgo e diretora. “Nós Sempre Teremos Paris” reúne em um só tempo uma adorável nostalgia que se apega a um romantismo legítimo, um repertório selecionado com esmero e sabida coerência musical, jovialidade narrativa e entrega total com sobejo prazer da dupla de protagonistas. Amiúde se fala sobre os acontecimentos imprevisíveis e dos quais não se pode escapar da vida se utilizando da expressão “C’est la vie”. Como somos “irrésistiblement” atraídos por “Nós Sempre Teremos Paris”, só nos resta dizer: “C’est la théâtre!”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 11th, 2013

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    A atriz Sheron Menezzes atende ao pedido de uma fã, e tira uma foto ao seu lado, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Sheron é gaúcha de Porto Alegre.
    Sua estreia na televisão ocorreu em uma novela de Benedito Ruy Barbosa, levada ao ar no horário nobre, em 2002, pela Rede Globo, “Esperança” (foi o próprio diretor Luiz Fernando Carvalho quem a escolheu para o papel de Júlia; contracenou com Lúcia Veríssimo e formou um par romântico com o personagem de Jackson Antunes; ganhou prêmios pela atuação e um convite de Luiz Antonio Pilar para ser uma das protagonistas de sua pioneira experiência teatral, “Nunca pensei que ia ver esse dia”, de Rona Munro, com a supervisão de Antonio Abujamra).
    Mostrou seus dotes de apresentadora no seriado “Fábulas Modernas”, uma produção da RBS TV, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Sul.
    Dividiu a cena com Malu Mader e Márcio Garcia em “Celebridade”, uma trama criada por Gilberto Braga, que serviu como um estudo teledramatúrgico sobre o culto insano às celebridades e seu mundo, inclusive o privado.
    Fernando Meirelles a dirigiu em um dos episódios da série “Cidade dos Homens”.
    Sheron entrou pela porta da frente no cinema, encontrando-se com “O Homem Que Copiava” Lázaro Ramos, no longa do também gaúcho Jorge Furtado (ademais, esteve no curta de Tarcísio Lara Puiati, “São João do Carneirinho”, e no filme “O Inventor de Sonhos”, de Ricardo Nauenberg).
    Ruma para as 18h para ser a namorada de Floriano (Cauã Reymond), na telenovela pensada por Walther Negrão, “Como Uma Onda”.
    Em “Belíssima”, formou um triângulo amoroso com Marcelo Médici e Leonardo Carvalho (ao final, optou pelo simpático açougueiro que sofria de gagueira vivido por Marcelo na história de Silvio de Abreu).
    Trabalha pela primeira vez com Aguinaldo Silva, em “Duas Caras” (defendeu uma patricinha, Solange, filha de Juvenal Antena, o líder e fundador da fictícia favela Portelinha, personificado por Antonio Fagundes).
    Teve que largar o jeito peculiar de uma patricinha e absorver a ingenuidade de Milena, na obra idealizada por Walcyr Carrasco, “Caras & Bocas”.
    Saboreia o humor personalíssimo de Miguel Falabella em “Aquele Beijo”.
    A intérprete tem a chance, com “Lado a Lado” (uma novela de João Ximenes Braga e Claudia Lage, vencedora do 41º Emmy Internacional), de dar vida à sua primeira vilã, Berenice.
    A atriz esteve ainda na minissérie de Gloria Perez (“Amazônia, De Galvez a Chico Mendes”), seriados (“A Diarista” e “Casos e Acasos”), além de fazer uma participação como ela mesma no remake de “Ti-Ti-Ti”, de Maria Adelaide Amaral.
    Se em “Além do Horizonte” existe um lugar, existiu para Sheron Menezzes, como a personagem Keila (uma produção de Carlos Gregório e Marcos Bernstein, exibida na faixa das sete horas, na Rede Globo).
    Retorna aos palcos, junto com Renato Góes, sob a direção de Ernesto Piccolo, em “Adão, Eva e Mais Uns Caras”, de Romeu Di Sessa.
    No Carnaval, é obrigatório dizer que a artista brilhou na Marquês de Sapucaí, no Centro do Rio de Janeiro, ocupando o posto de Rainha de Bateria da Portela.
    Sheron Menezzes, no momento, está na novela das 21h da Rede Globo, “Babilônia”, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga (com direção de núcleo de Dennis Carvalho), já em sua etapa final, na qual vive a bem-sucedida advogada Paula, uma profissional justa e responsável, que trabalha para um dos principais nomes da advocacia do país, Teresa Petruccelli (Fernanda Montenegro).
    No decorrer da trama, a personagem de Sheron, muito bem defendida pela atriz, passou por alguns conflitos: foi ofendida e sofreu preconceitos por outros integrantes do entrecho por ser negra, de origem pobre (nasceu e viveu até a fase adulta no Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro), e por ter ingressado na faculdade de Direito por intermédio do sistema de cotas raciais; por ser ambiciosa e querer melhorar o seu status social, teve o seu romance com o dono de bar Tadeu, Cesar Mello, rompido, já que o seu parceiro se contentava com a rotina simples que levava, incomodando-se de certa forma com o sucesso financeiro e projetos de mudanças pessoais de sua namorada; apaixona-se pelo surfista, skatista e programador de games Bento, Dudu Azevedo, que não almeja tampouco considera a hipótese de possuir um emprego fixo e estável, o que causa relevantes incompatibilidades entre ambos, a despeito do amor que um sente pelo outro – a ambição de Paula se tornou imensa perto da total ausência desta na personalidade do rapaz boa gente, divertido, amigo e justo como ela; aproxima-se do belo engenheiro da Souza Rangel, Pedro (Andre Bankoff, ótimo), um homem extremamente sedutor, autoconfiante e machista (quer tomar as decisões pelas mulheres), o que faz com que o namoro iniciado não vá bem, já que Pedro possui um comportamento que vai de encontro ao que acredita como mulher e cidadã; sempre apoiou e defendeu o irmão homossexual Ivan, Marcello Melo Jr., em todas as questões que envolviam os preconceito e discriminação explícitos, tanto com relação à sua cor quanto com relação à sua orientação sexual; ao que tudo indica, Paula terminará ao lado de Bento, apesar de suas evidentes diferenças.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 11th, 2013

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    A atriz Sheron Menezzes, que está no ar em “Babilônia”, novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, no horário das 21h da Rede Globo, como a advogada Paula, exibe o modelo que estava vestindo para os fotógrafos, o qual podemos descrever como um vestido azul com bojo meia taça, casaco num tom azul mais suave, dois finos cintos branco e rosa, e tamancos combinando com esta última cor, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    novembro 11th, 2013

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    Espaço dedicado à diversão, no qual as pessoas, em específico as crianças, fantasiavam-se, e tiravam fotos na feira de moda Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    novembro 11th, 2013

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    Bicicleta antiga exposta na feira de moda Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • “Por volta das 19h, bem ali, ‘Além do Horizonte’, você poderá iniciar a sua jornada rumo à felicidade.”

    novembro 5th, 2013

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    Foto/Divulgação TV Globo

    Um novo caminho teledramatúrgico se confirma com a estreia de “Além do Horizonte”, novela das 19h, de Carlos Gregório e Marcos Bernstein, com direção geral de Gustavo Fernandez, na Rede Globo. Um caminho já adotado por sua antecessora “Sangue Bom”, ou seja, o de se apostar sem medo na escalação de jovens e talentosos atores como protagonistas de suas tramas. No entanto, Carlos e Marcos, assumindo pela primeira vez a posição de autores titulares de um folhetim, dão valorizado enfoque ao gênero aventura, algo que não se testemunha com frequência na TV brasileira neste segmento. Os mesmos afirmaram em entrevistas recentes que se inspiraram nos filmes de Indiana Jones estrelados por Harrison Ford e no célebre longa-metragem de Frank Capra, “Horizonte Perdido”. Após as chamadas, muitos já se lembraram de outras produções, como a série “Lost” e a obra de M. Night Shyamalan, “A Vila”. O que na verdade nos importa é que algo de diferente poderá ser visto, e acompanhado com entusiasmo pelo público, sempre ávido por elementos e linguagens ousadas e inovadoras. Porém, não só de aventura se sustentará “Além do Horizonte”. Já no capítulo inicial, vislumbramos aspectos românticos, associados a bastantes suspense e mistério. Notamos também que o mote “a busca pela felicidade” será condição “sine qua non” para o desenvolvimento da sinopse. O vocábulo “felicidade” foi dito e redito pelos personagens. Não uma felicidade abstrata, fantasiosa amparada nos dinheiro e poder, mas sim concreta, real. Conhecemos Lili (Juliana Paiva), uma moça determinada e de índole firme, no dia de seu rico noivado com Marcelo (Igor Angelkorte), rapaz hábil no polo e em situação de paixão, que demonstra não estar satisfeita com o enlace. Lili acredita, como diversas mulheres, no utópico “príncipe encantado”. Um robusto sapo lhe apareceu talvez para lhe provar o contrário. Surge uma carta misteriosa para lhe atormentar, deixada por seu pai Luís Carlos (Antonio Calloni), há tempos desaparecido, e que pela lei já é considerado morto. Sua mãe é Heloísa (Flávia Alessandra), e seus futuros sogros são Thomaz (Alexandre Borges) e Inês (Maria Luisa Mendonça). Ao ler a missiva, teve dupla surpresa: o progenitor está vivo (saiu em busca da felicidade) e possuía uma amante chamada Teresa. O adultério a aproxima inevitavelmente de William (Thiago Rodrigues), homem forte no gênio, estudante de História, sobrinho da concubina, que para arrumar alguns trocados, e levar notas de dinheiro para dentro de casa, realiza trabalhos e monografias para seus colegas estudantes indolentes. William é órfão, criado junto com seu irmão Marlon (Rodrigo Simas), com ideia fixa de se aventurar mundo afora na procura pertinaz do possível bem-estar, pela tia Sandra (Karen Coelho). William adota postura protetora com relação a Marlon, que foge com Paulinha (Christiana Ubach), o que a faz terminar o seu namoro com o DJ Rafa (Vinícius Tardio). Paula o acusa de que não mostra atitude, coragem de enfrentar a vida. Rafa crê na sua arte de remixar músicas, e em meio a festa, arrasado, olha para o horizonte, perdido, provavelmente nem escutando o som de suas “pick-ups”. O seu “set list” está triste. Já em localidade remota, Tapiré (impressionante trabalho cenográfico no qual se veem casebres vários e contíguos de madeira com direito a ponte e rio), desde logo um sujeito envolvido em ilicitude é assassinado e jogado em água. Fato que remete ao vilão Kléber (Marcello Novaes), comandante de negócios escusos rentáveis, temido pelos moradores, cuja companheira é Sheila (Sheron Menezzes). Um menino se destacou em suas aparições, Nilson (todos trocam o seu nome), interpretado por JP Rufino. A população é simples e supersticiosa, apegando-se à ideia de haver monstro sinistro que deixa marca no rosto humano. Com cenas gravadas na Amazônia, Chapada Diamantina (BA) e Casemiro de Abreu, RJ, (o que corrobora que a emissora não poupou investimentos no folhetim em questão), a ação foi e está garantida para os próximos meses. Com montagem ágil, editada com primor e angulações inventivas, perceberam-se ares notórios de um “thriller”, o que não é comum para a faixa escolhida na grade da Rede Globo. O enredo se fez acompanhar por quase toda a hora por músicas joviais e trilha incidental apropriada. A abertura é vívida, alegre, colorida, com a ótima canção composta por Roberto Carlos na voz de seu parceiro Erasmo Carlos. A câmera “passeia”, “viaja” por inúmeros lugares, com edição “picotada”, ela “vai” e “volta”, “aproxima-se” e se “distancia” flagrando um Vinícius Tardio com a mochila, uma Juliana Paiva na mansão e Thiago Rodrigues com a infalível “bike”. A cidade grande, a selva e árvores exóticas, espelhos d’água, vastos campos verdes com crianças brincando, uma natureza exuberante dão um saboroso aperitivo aos telespectadores do que vão encontrar ao assistir à novela. Há uma proposta no ar, e que deve ser cumprida, de que ânimos desejosos por boa teledramaturgia serão “atendidos” a contento. Preparem-se para o suspense, para a emoção, para o romance, para a aventura e para a juventude com espírito audaz. Tudo isso está bem perto de você, logo ali, “Além do Horizonte”, e poderá inclusive iniciar a sua própria busca pela felicidade.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 5th, 2013

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    A modelo e apresentadora Ellen Jabour posa ao lado de fãs para os fotógrafos, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Ellen estava fazendo a cobertura do evento para um programa dedicado à moda de um canal da TV paga.
    Nascida em Barra Mansa, no Rio de Janeiro, a adolescente Ellen Jabour foi descoberta por Fernanda Barbosa ao se sagrar vencedora do concurso “Garota Alternativa”, realizado durante um Campeonato Mundial de Surf.
    Sergio Mattos (hoje booker e manager da 40º Models, no Rio de Janeiro), contratou-a ainda por outra agência, e muitos trabalhos surgiram para a modelo).
    Anos depois, foi contratada pela Mega Model Brasil, com sede em São Paulo (passou a ser bastante requisita na cidade).
    A Ford Models se interessou pela sua beleza e a carreira se consolida de vez, seja estrelando campanhas para importantes marcas nacionais, seja atuando em Nova York por um determinado período.
    Sua fama como modelo despertou a atenção das emissoras de televisão (a primeira a lhe dar uma oportunidade foi o Multishow, que a escalou para comandar a atração “Revista Celebridades”).
    A partir daí, rumou para a Rede Globo, e foi repórter do “Vídeo Show”.
    A seguir, a união da moda com a TV aconteceu quando apresentou na Fashion TV o “Estilo Brasil” (cobriu semanas de moda como o Fashion Rio e a São Paulo Fashion Week).
    Um desafio lhe foi imposto no SBT: conduzir uma produção ao vivo e diária, o “Olha Você”.
    Houve o encontro de Ellen com a música, na MTV Brasil, onde, como VJ, pôde anunciar os clipes no “Top 10 MTV”.
    Com a temática dos relacionamentos amorosos, a apresentadora, no mesmo canal, ainda liderou o “LUV MTV” (era um programa de auditório dedicado a formar casais de namorados, cujos pretendentes, pela primeira vez, inscreviam-se pelas redes sociais).
    Na estação do verão, Ellen Jabour animou o canal de música com o “Luau MTV”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 5th, 2013

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    O ator, modelo e sócio da produtora agentejunto Felipe Roque, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Felipe é carioca, e agenciado pela Ford Models.
    Estudou Engenharia Civil na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
    Foi matéria do jornal O GLOBO, cujo título fora: “Modelo e surfista brasileiro famoso na Itália é muso na UFRJ”.
    Passou uma temporada de um ano em Milão e desfilou para Dolce & Gabbana.
    Participou da campanha publicitária da OLX.
    Sua produtora, a agentejunto, fez o making of do filme de Domingos de Oliveira (com assistência de Bia Oliveira), “Infância”, com Fernanda Montenegro (prêmios no 42º Festival de Cinema de Gramado de Melhor Ator Coadjuvante para Paulo Betti, além de Melhor Montagem para Tina Saphira e Melhor Roteiro para o próprio Domingos de Oliveira; Fernanda Montenegro recebeu o 2º Prêmio Especial do Júri por sua interpretação).
    Felipe Roque atuou na peça “Crônicas do Amor Mal Amado” (com texto de Raul Franco e direção de Bia Oliveira, e Lucas Malvacini, Luca Pougy e Camila Hage no elenco), e no espetáculo dirigido por Mário Gomes, “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá!, com Mário Gomes e Linda Gomes.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    novembro 5th, 2013

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    O ator, modelo e sócio da produtora agentejunto Luca Pougy, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Luca iniciou sua carreira na televisão no grande sucesso “teen” “Rebelde”, adaptação de Margareth Boury da novela homônima mexicana para a Rede Record (direção de Ivan Zettel), como o personagem Júlio, o que o fez ser reconhecido nacionalmente (contracenou com Cássia Linhares, Juan Alba e Carla Diaz).
    Protagoniza o filme, ao lado de Amanda Torraca, “Mind The Gap”, de Marcelo Caldas (uma realização da Due Produções).
    Fez parte do “reality” “Viagem Sem Fim”, exibido no Multishow, no qual conheceu vários países europeus.
    A produtora agentejunto (da qual é sócio, ao lado de Felipe Roque) dedica-se à realização de campanhas institucionais, clipes, videobooks etc. (um de seus mais importantes trabalhos foi o making of do recente e premiado filme de Domingos de Oliveira (assistência de direção de Bia Oliveira), “Infância”, com Fernanda Montenegro (ganhou prêmios no 42º Festival de Cinema de Gramado nas categorias Melhor Ator Coadjuvante para Paulo Betti, Melhor Montagem para Tina Saphira e Melhor Roteiro para Domingos de Oliveira; Fernanda Montenegro foi agraciada pelo 2º Prêmio Especial do Júri ).
    Como modelo foi agenciado pela Ford Models Rio e Agency Models, estrelando campanhas da Wölnner e tantas outras.
    A marca Redley sempre foi fiel parceira em diversos projetos.
    Junto ao teatro, usa o seu tempo para estudos de Filosofia e Psicologia.
    Redigiu textos para o blog da Armadillo.
    Praticou com assiduidade o basquete no time do Flamengo.
    O ator também é fotógrafo, e registrou imagens da peça dirigida por Bia Oliveira, com a concepção de Jaime Celiberto, “Beijos, Escolhas e Bolhas de Sabão”.
    Luca Pougy atuou em três espetáculos de sucesso: “Brainstorming Anônimos”, de Carla Vilardi (direção de Bia Oliveira), “Crônicas do Amor Mal Amado” (dramaturgia de Raul Franco, direção de Bia Oliveira, assistência de direção do próprio Luca; também participaram da produção Lucas Malvacini, Felipe Roque e Camila Hage); e “Sexo Grátis, Amor a Combinar”, de Raul Franco, com a direção de Bia Oliveira.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Nica Kessler
    Coca-Cola Clothing

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