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Blog do Paulo Ruch

  • ” ‘A Mecânica das Borboletas’ nos aconselha com todas as letras: – Sigam Kerouac ‘on the road’! “

    agosto 21st, 2013

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    Foto: Guga Melgar

    Era para ser Isaac e Ismael, os filhos de Abraão. A religiosidade da mãe cuja sombra da esterilidade a conturbou assim impusera. Quem dera. Os ateísmo e comunismo do pai Otto fizeram com que preferisse atribuir homenagem aos fundadores de Roma, Rômulo e Remo, amamentados por loba mãe, consoante à etimologia do sobrenome do clã, ao nomear seus filhos gêmeos. Rômulo (Eriberto Leão) e Remo (Otto Jr.) cresceram juntos em desacordo. O mesmo desacordo que fez Isaac “lançar pedra” na cabeça de Ismael. Aos dezoito anos, com o coração aberto para “grandes novidades” e fechada para “pequenas antiguidades” sob determinante influência de velho hippie que enfrentou a lama de Woodstock e viu o dedilhar vivo e feroz de guitarra de Hendrix, sem ter deixado de devorar o legado dos “beatniks” Jack Kerouac e Allen Ginsberg, além do poeta William Blake. Rômulo foi apresentado solenemente a um mundo novo supostamente admirável. Abandonou o tédio, a família, o “nada”. Roubou o vil metal que nos é essencial do suor daqueles que compartilhavam o mesmo teto. Descobriu-se escritor. Suas ideias pululavam, e fincaram raízes em 23 “brochuras” que jamais poderiam ser lidas pelos “lobos que o amamentaram”. Língua estranha em páginas numeradas. Fosse em Londres ou no alto da cabeça de um anjo de Berlim, como se em filme de Wim Wenders estivesse, “Asas do Desejo”, o desbravador de letras abriu suas veredas por entre as capas e sobrecapas dos livros que passou a escrever. Sua mente o traiu. A ideia sumiu. O escritor sentiu dor. E a chave grudada na carteira de identidade dilacerada era a ponte para a “volta ao lar de Pinter”. Entrementes, a vida foi inclemente com Rosália (Betina Viany) lhe dando a demência que só as borboletas compreendiam. O pai Otto feneceu, e no jardim regado sempre fora cuidado. Liza (Renata Brida), veterinária, primeiro amor de Rômulo, talvez tenha optado tratar os animais bichos, pois os animais homens não têm tratamento cabível. Casada há anos com Remo, entristece-se por não ver o seu ventre crescer. Um casamento em desalinhamento. Remo é mecânico, ofício herdado do pai, conhecedor emérito da “mecânica das lambretas”. Há uma linda “lambreta” Harley-Davidson que para atingir a sua majestade lhe falta a peça “borboleta”. Rômulo com cigarro na boca, existência em bancarrota, retorna para o seu “rebanho sem pastor”. O jardim onde o pó do pai dorme virou refém e testemunha de traições, perdões e não perdões, cobranças pelas fuga e andanças, incesto involuntário, e a sopa que se bebe vagarosamente. Com isso, o dramaturgo Walter Daguerre imbuiu-se de sua vasta sabedoria cultural amparado por referências várias, sua indiscutível e arrebatadora habilidade em transformar uma situação viável num panorama logicamente contextualizado numa narrativa teatral, a que se deu o nome de ” A Mecânica das Borboletas”. E para pôr no tablado todo esse ideário acerca do ininteligível comportamento humano, o aclamado diretor Paulo de Moraes recebeu honrosa “convocação”. Com o seu mais do que costumeiro senso de percepção espacial e visão de planejamento coerente do conjunto cênico, Paulo estudou cada detalhe de ocupação do palco, embate temporário ou definitivo, “puxando e repuxando” com a proeza de exímio encenador a recôndita emoção da matéria física dos intérpretes. Eriberto Leão constrói Rômulo com milimétrica e exata doses de amargura, culpa, desejo suplicante de redenção, dualidade no proceder, indignação ideológica, defesa irrefreável de suas verdades e compaixão seguidas por postura incisiva nos instantes rogadores de sensações e posicionamentos do escritor não mais inspirado que a tudo o que observa anota em bloco de notas, que se refestela em chão, lânguido, e cantarola música dos The Doors. Betina Viany, com agudeza cognitiva necessária obtém amplo sucesso na constituição de sua Rosália, em que mostra ao público o quanto pode ser dolorido quando o nosso entendimento do mundo é corroído pela demência. A patologia psíquica a faz viver em condição existencial paralela, que mesmo desta forma não a exime da cruenta realidade envolvente. Renata Guida, convicta e provida das qualidades sedutoras de boa atriz, busca um atalho próprio para Liza, fazendo desta uma mulher por vezes estoica, sofrida, carente, infeliz no campo afetivo, sem no entanto deixar de demonstrar lampejos de esperança, solidariedade e candura. Otto Jr., como Remo, é um ator que absorve de modo pleno todas as características atinentes ao mecânico que se prendeu ao comodismo e rotina de sua vivência, à “prisão” de união instável com sua esposa, à preocupação em preservar o mínimo de estrutura do núcleo familiar, mas que no fundo mantém um avassalador desejo libertário de si mesmo. Um elenco de alta qualidade que defende com bravura o conjunto das intenções dramáticas, porém com certo viés otimista, da dramaturgia de Daguerre. O cenário de Carla Berri e Paulo de Moraes é de uma beleza seca, real, enternecedora, que se alterna de maneira criativa nos planos superior e inferior, respectivamente o “ideal”, o “sonho” e a concretude sem solicitude do convívio social. Um carro sendo aos poucos montado, carcomido pelas “rugas de ferro”, semelhante à jipe “guevariano” com seus faróis ofuscantes que possuem a força de um discurso político sem sofismas. Um jardim dianteiro que nos lembra ter “brotado” de um livro romântico de contos de cabeceira, no qual descansa o “gigante adormecido patriarcal” Otto. As duas borboletas que o sobrevoavam querem dizer: – Não se esqueçam da sincronicidade… 16 de junho! A data em que o ciclo começou e se fechou para que outro fosse reiniciado. A rústica mesa de madeira “cansada de guerra” e suas companheiras cadeiras (ou banquetas), onde se degusta a sopa quente que “aquece a mente”. A pia da cozinha na qual nasce o que se come e o que se bebe. A caixa de ferramentas cuja única “ferramenta” inexistente é aquela de que mais precisamos, ou seja, a que consertaria os nossos erros. Por uma curta escada, chega-se ao segundo andar, e deparamo-nos com a “star” Harley. Imponente, esbelta, brilhante, com seu manto sagrado vermelho metálico. Por detrás do palco, uma enorme janela semicircular subdividida em esquadrias revestidas por material translúcido que causa significativo impacto cenográfico. A iluminação de Maneco Quinderé não se inibe nem um pouco em reafirmar sua precípua função num espetáculo teatral. Ela “afaga” o verde. “Abre os braços” para “fade in” e “fade out”. “Perde-se em paixão” por um plano aberto, cuja “abertura” não nos machuca os olhos, muito pelo contrário, acarinha-os, transitando entre o onírico e o realismo. Luzes transversas como flechas. Sombras retóricas que servem para exclamar que “onde há luz há sombras”. Os já citados faróis do carro que se recusam a serem coadjuvantes. Tudo valorizado por um “fog” nada esnobe. Um “fog” não londrino como se fosse hino da anunciação do mistério teimoso que monitora os nossos passos. Os figurinos de Rita Murtinho escolhem apropriado e racional caminho que naturalmente se coaduna com toda a essência do enredo proposto pelo autor. A rebeldia enraizada de Rômulo na sua permanente tentativa de reconciliação com o seu passado é desenhada por casaco de couro, calça, tênis e gravata com respeito ao desleixo de um… rebelde; a dona de casa Rosália, simplória com a altivez das “rainhas do lar”, cuja inteligência sofreu abalos irreversíveis diante da implacabilidade do destino ou algo similar, traja prosaica saia, calça por baixo, blusa e um xale para ocasiões especiais (uma simplicidade pertinente e por isso mesmo adequadíssima ao papel de Betina); já a Liza de Renata Guida nos remete ao atual, moderno, contemporâneo e casual, sem ser extravagante, utilizando-se de saia longa, blusa com gola larga que se aproxima dos ombros, e botas de cano alto; e Remo, como mecânico, não poderia deixar de usar o indefectível macacão sobre t-shirt, contudo em sua fase libertadora nada como um signo que é uma jaqueta para indicar o seu estado recente. Rita é cumpridora de reinante premissa outrora dita para nos deixar ambientados com a sinopse que a nós se apresenta. A trilha sonora original de Ricco Viana é em sua maioria incidental, não menos ligada à racionalidade ou à emoção, sublinhando cenas em que se clamam o tenso, a placidez, o suspense, o cotidiano, um romantismo utópico no dramático painel de nossas missões terrenas, cujas utopias nos cospem nos rostos sem pedir licenças. Culmina com a célebre canção “Al Otro Lado del Río” (de Jorge Drexler). Por que será que nunca há um barqueiro que não seja devoto da usura e nos leve sem perguntas para conhecer “o outro lado do rio”? Como nos é normal pensarmos que este “outro lado do rio” seja bem melhor. Todavia, Remo “encontrou o seu barqueiro”. Provável que aquelas duas borboletas o ajudaram (e mais uma terceira, a peça que faltava para a Harley), para enfim dar o seu grito de liberdade, o seu “freedom”, ouvir os conselhos de Kerouac, e seguir “on the road”!.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 20th, 2013

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    O modelo da Mega Model BH-MG Hugo Lins, no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Hugo nasceu em Belo Horizonte, MG, e sua agência anterior fora a Ford Models Brasil.
    Dentre os trabalhos de que participou, está um ensaio fotográfico feito por Kiu Meireles, publicado no site “Fast food(e)”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG
    http://www.megamodelbh-mg.com.br/

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 20th, 2013

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    Uma das convidadas que, pela sua personalidade no modo de se vestir, chamou a atenção dos fotógrafos presentes ao ponto de lhe solicitarem que posasse para eles, no Fashion Rio Verão 13/14, realizado na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    agosto 20th, 2013

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    Estampa de camisa com um slogan bastante conhecido no Rio de Janeiro, “Rio Eu Amo Eu Cuido”, na feira de moda Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • ” Os nossos calos em pés vermelhos calçados em formas apertadas são os mesmos de Seu Careta em ‘Palhaços’.”

    agosto 16th, 2013

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    Foto: Joana Mendonça e Bernardo Mendonça

    No princípio era o Som… circense. Um tão belo quanto desolador camarim de um solitário palhaço. O mesmo vazio que encontramos no espaço sagrado do bufão é aquele encontrado no nosso “picadeiro” chamado vida. Somos todos “palhaços artistas” que riem, sorriem, choram, deploram, pulam, caem e se esvaem. Quantas cambalhotas damos enquanto vivemos? Aplausos e vaias que sofremos? Porém, sobrevivemos. O lindo texto do dramaturgo brasileiro Timochenko Wehbi “Palhaços”, dirigido com precisas emoção e sensibilidade cênicas por Alexandre Bordallo (direção de palco de Helder Bezerra), é protagonizado brilhantemente por Claudio Tovar e Thiago Detofol, e destrincha e esquadrinha a não fácil experiência humana, a nossa jornada insana, a nossa gana vã nos estertores do limite do suportável, na pele maquiada ou lavada do palhaço Careta (Claudio Tovar), o homem José. Seu Careta nos representa, não inventa. A maquiagem que usa em sofrido rosto é semelhante a que usamos em nossos próprios, atrapalhando a respiração dos nossos poros. A tinta inclemente escorre entre os sulcos nossos sinuosos ou retos de cada dia que circundam olhos que veem as vadias vias que somos obrigados a trilhar. Sulcos “cultos”. Abrem-se as cortinas do “palco” de José, e adentra Benvindo (Thiago Detofol). Seja bem-vindo Thiago! Adentra o admirador e fã do indivíduo que calça sapatos com guizos prateados que deixam rastros de música quando pisam. Benvindo é moço ingênuo, sonhador, “feliz”, alguém que parece ter saído de um filme de Capra. Não acredito que “de ilusão também se vive”. Benvindo “compra a sua felicidade” mexendo em pés suados, pouco arejados, e nestes colocando pisantes nem sempre brilhantes. O vendedor de sapatos galga degraus para atingir o que considera o “topo”. Quer a “gerência de sua vivência”. Configura-se um pugilato num ringue abstrato. Um jogo ácido, tortuoso e torturante, cáustico, fascinante em diálogos e embates cortantes, compostos por perguntas e respostas dilacerantes, entremeadas por silêncios gritantes, e vez por outra ouvimos vozes mutantes acompanhadas de olhares eloquentemente penetrantes travados no sacro “tabuleiro” colorido no qual se refugia o doído palhaço. Filosofa-se sobre o que é ser artista. Sua validade e pouca validade. A sua suposta marca da maldade. A saudade do que parte. O coração em disparate. Tudo é compreendido e “traduzido” com ampla visão sabedora do que Timochenko almejava nos dizer, por meio de direção “sensitiva”, sagaz e capaz de Alexandre Bordallo. Alexandre se aprofunda nos substratos da difícil arte de viver. Conduz com delicadeza a grandeza dos intérpretes que a ele se apresentaram. Se existe a excelência na carreira de um ator, Claudio Tovar atingiu a sua. A sua “gerência”. Seu Careta é duro, frágil, chora por dentro e por fora, direto, objetivo e sábio. Só um Claudio sábio o saberia fazer. Thiago Detofol é límpida nascente de talento. Um talento que como rio corre solto, e desemboca em foz de brilho jovem. Os cenários (execução de Andre Salles) e figurinos (execução de Schirley Nascimento) de Claudio Tovar são magníficos na generosidade com a beleza e a pureza dos detalhes. Tanto os primeiros quanto os segundos remetem a um glorioso rococó. Se a história se passa num circo, há que se ter magia. Há magia na penteadeira cujas lâmpadas nos iluminam às escâncaras. O mágico está no baú que guarda os segredos encobertos, no idílico tapete como se mãos de Arthur Bispo do Rosário o tivessem bordado. No cabide, e na ode aos eméritos fazedores da prazerosa gargalhada, como Chico Anysio, Dercy, Chaplin, Chacrinha, Carequinha, Zezé Macedo, Oscarito, Grande Otelo, Arrelia, Torresmo, Pimentinha, Golias. Todos gigantes em terra de gigantes. O que Claudio e Thiago vestem é encantador aos olhos pedintes do encanto. Ultrapassam a qualidade do primor com o seu frescor. Chapéus, cartola que voa de mão a outra, botões, lantejoulas, brilhos e retalhos em concórdia. A paz do bom gosto. A luz do iluminado Aurelio Di Simoni é impositiva no mais alto grau da percepção do poder absoluto do claro, do romantismo da sombra e da meia-luz que seduz, da significância dos pequenos focos luminares como se estivessem dispostos em tropa vencedora no “front”. O trabalho de corpo de Thiago Detofol é um honroso e meticuloso orquestrar de movimentos dizedores, provocadores, oradores, delgados e tênues da matéria física no plano aberto do parlatório da arena que nos acena. A direção musical de Claudio Lins tem por fins o endeusamento à melodia do circo, “a casa de lona”, que remete ao “Grande Circo Chapliniano”, e as trilhas incidentais instigantes, tensas, dignas de “thriller” sob os “acrobatas voadores”. A produção de Thaty Taranto cumpre papel de liderança na esperança de colocar o teatro em “oratório” merecedor. “Palhaços” é peça que nos comove, e remove os nossos “calos”. “Palhaços” nos “calça” com sapatos folgados. Caminhamos com pés livres, felizes, mais aprendizes do que nunca. E voltamos enfim para o nosso “picadeiro”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 15th, 2013

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    O fotógrafo e modelo da 40° Models Jhonnes Mattos no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Jhonnes se destaca em ambas as áreas nas quais atua.
    Como modelo, fez vários editoriais e campanhas, nacional e internacionalmente.
    Foi capa de uma prestigiada revista americana e fotografou para a “Vanity Fair”.
    Já como fotógrafo, são muitos os ensaios e books que produziu, inclusive para modelos da própria agência de cujo cast faz parte, a 40º Models.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG
    http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 15th, 2013

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    Os modelos Jorge Alano (Way Model) e Pedro Aboud (40º Models), no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Jorge atualmente vive em Costa Mesa, Califórnia, Estados Unidos.
    Fotografou para Joel Bürger.
    Na temporada Spring Summer 2015, desfilou para Emporio Armani, na Milano Fashion Week, dividindo as passarelas com Marlon Teixeira.
    Na edição passada do Fashion Rio, Verão 2014/2015, desfilou para a TNG e para a R. Groove (e na São Paulo Fashion Week para Lino Villaventura).
    Já havia desfilado para Giorgio Armani, na edição Fall/Winter 2014.
    Trabalhou para Carlo Pignatelli e Alexandre Herchcovitch.
    Já o carioca Pedro Aboud desfilou no Plaza Hotel, em Nova York.
    Fotografou para Rodrigo Marconatto e Lucio Luna, dentre outros.
    Desfilou exclusivamente para Givenchy, em Paris.
    Participou da campanha Opção Verão 2013, “Sonho de Verão”.
    Em abril de 2013, participou do desfile da TNG, no Fashion Rio.
    No Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, desfilou para a Osklen Praia.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 15th, 2013

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    A modelo Brenda Antonello da agência 40° Models no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.
    Brenda estudou Relações Internacionais na Unilasalle Canoas.
    Nasceu em Porto Alegre, RS, e hoje mora no Rio de Janeiro, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

    http://www.40grausmodels.com/

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    agosto 15th, 2013

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    Blusa com a estampa de Marilyn Monroe, na feira de moda alternativa Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    agosto 14th, 2013

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    A top e atriz Maria Helena Vianna no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Maria nasceu em Maceió, AL.
    Sua carreira de modelo deslanchou quando representou seu Estado natal no Concurso Elite Model Look, no qual estavam presentes Isabeli Fontana, Adriana Lima e Alessandra Ambrosio.
    Já fotografou para nomes consagrados do mundo da moda como Luiz Tripolli, Renam Christofoletti, Felipe Lessa, Karine Basilio, Bill Diodato e Luciana Pampalone.
    Desfilou para prestigiadas grifes internacionais como Chanel, Oscar de la Renta, Carolina Herrera e Michael Kors.
    Fez ensaios para importantes revistas mundo afora como Vogue, Elle, Cosmopolitan e Glamour, sendo capa de diversas outras.
    No Brasil, realizou campanhas para as marcas Chifon, Linda de Morrer, Ramo Selvagem, Maruska, Gemelli Swimwear e Mercedes-Benz Brasil, além de ser vista em editoriais de publicações nacionais de inquestionável relevância no segmento, como Vogue Brasil, L’Officiel Brasil e Revista UMA.
    No Rio de Janeiro é agenciada em São Paulo pela Oca Models, e em Nova York pela Red Model Management.
    Apresentou o IMC Mercedes-Benz Fashion Week para a Fashion News Live, em Nova York.
    Como atriz, participou do seriado americano “30 Rock”, como uma celebridade, ao lado de Alec Baldwin e Matt Damon, incluindo “The Good Wife” e “Bored to Death”.
    Na novela “Fina Estampa”, de Aguinaldo Silva, exibida pela Rede Globo, interpretou a modelo russa Irina Grushenka.
    Esteve no vídeo musical de Joshua Radin, “Brand New Day”, relativo ao filme “Iron Man 2” com Mickey Rourke, e anúncio promovido pela empresa norte-americana Trumark Financial.
    Seu site oficial é: http://www.mariahelenavianna.com/

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

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