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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 26th, 2013

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    Piso semelhante aos emblemáticos calçadões da orla carioca que serviu de remate à decoração do “stand” da Nativa SPA – O Boticário no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 25th, 2013

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    Fileiras de refletores que encimavam a área comum aos convidados do Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Elis nos recomendou ‘Pequeno Dicionário Amoroso’, e ainda ganhamos de presente a ‘licença-felicidade’. “

    junho 24th, 2013

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    Foto: Divulgação

    Corajosa é o adjetivo no gênero feminino que melhor se adequa à cineasta Sandra Werneck que chamou para si a iniciativa de abordar assunto temerário, delicado e complexo ao qual todo e qualquer indivíduo provido de emoções não logra escapar: o amor. Não somente este, mas infinda gama de envolventes ramificações que lhe são originárias foram objeto de estudo na adaptação do êxito de público e crítica da Retomada do Cinema Brasileiro, “Pequeno Dicionário Amoroso” (o roteiro é de Paulo Halm e José Roberto Torero), dirigido pela própria Sandra para os palcos. E aquelas resultam em inevitáveis consequências no comportamento humano afetivo. A narrativa cênica tem por meta orientar, decifrar, tirar conclusões, elucubrar por meio de seleto conjunto de vocábulos de modo que se mire em alvo analítico do intrincado “jogo do amor”, no qual impreterivelmente os “participantes” ora são ganhadores ora são vencedores. Para que o contexto optado alcance a plateia com limpidez e convencimento literais, utilizam-se as figuras representadas pelos personagens Gabriel (Eri Johnson), um biólogo/entomologista, e Luiza (Juliana Knust), uma fotógrafa, que em primeiro momento se esbarram de maneira casual em lugar cercado de anjos de mármore. E a partir deste primeiro encontro, sucedem-se espécies variadas de questionamentos distribuídos nas fases padrões das relações amorosas. Ainda na trama, coexistem Márcia (Camila Rodrigues), amiga de Luiza, “expert” em estatísticas que faria inveja a qualquer funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o biólogo Barata (Rafael Zulu), confidente e conselheiro do especialista em insetos no tocante aos seus conflitos existenciais. Sendo assim, Sandra Werneck, como autora, atinge precípua intenção: esmiuçar e debater com coerência, sabedoria, bom senso e veracidade a troca de afetos e intimidades entre um homem e uma mulher. Jorge Fernando, o diretor, conhecido por ricos atributos que se perfazem ao impor dinamismo, agilidade e vieses cômicos a quaisquer produções em que impõe sua marca, delineia o espetáculo com contornos vivazes, sedutores, atraentes, irresistíveis e compactos, priorizando como lhe é característico a configuração com elementares nuances de cada “character” inserido na história. Jorge busca a plena exploração do perímetro da ribalta que a ele se mostra, e se sai vitorioso. A peça obtém harmonia plástica. As atuações “dialogam” sem interferências pelo que se entende como pródigas, consistentes, maduras e profusas em propriedades qualitativas. Os intérpretes com acerto foram conduzidos para que transitassem com devida cautela por estreita ponte que separa o naturalismo da linguagem típica teatral. Veem-se drama, comédia e romance mergulhados em contemporaneidade que moldam quadro da obra. Eri Johnson se utiliza de potente manancial de recursos de comunicação dos quais é inequívoco detentor para fazer de Gabriel homem sensível, espirituoso e possuidor de convicções empedernidas. Sua interação com os espectadores é majestática. Juliana Knust “esculpe” com ornamentos milimétricos de docilidade e sutileza, sem abrir mão de desabafos individuais compreensíveis, evoluindo para personificação que conquista simpatia dos que lhe assistem. Camila Rodrigues se divide em duas personagens, o que se torna brado comprovante de sua versatilidade acompanhada de domínios absolutos de corpo e voz, e que se fazem perceber na enxuta constituição das “personas” que a ela lhe couberam. Rafael Zulu se apropria com mérito e elegância de suas pujantes entoações vocais, expressões de corpo e face que elaboram crível e carismático desempenho. A iluminação de Gabriel Lagoas envereda pela diversidade atendendo aos pedidos da eficiência, obedecendo portanto às súplicas do texto. Luzes de cores lilases, isoladas ou em coletividade com outras, direcionamento pela lateral, planos abertos e sombreados líricos culminando em paleta colorida que funciona como vivificação do painel dramatúrgico. Os figurinos arrebanham um sem número de tendências, incluindo roupas e acessórios, fato desencadeador de procedimento generoso estilístico. Moletons, jeans, saias longas e fluidas, blusas soltas e assimétricas, jalecos, tubinho franjado, brilhos, “écharpes”, colete, mocassim, tênis, “espadrille” e sandálias trançadas açambarcam o visual que auxilia amiúde na identificação pessoal de Gabriel, Luiza, Márcia e Barata. O cenário se limita com objetividade à espaço vazio contendo apenas no seu fundo grande anteparo em que se projetam imagens informativas e colaborantes da consolidação do enredo. Utensílios como escada, colchão, cadeiras e pequena mesa são servidores na diligência de se edificar unidade pertinente. A trilha sonora é bela, “viajando” nos sons das canções de Elis Regina, Ana Carolina, Zélia Duncan e Leila Pinheiro. Elis exerce função protagonista em instantes pedintes de suas clássicas músicas. Trilha que suaviza e afaga ouvidos desavisados. Não à toa mencionei no título que a estrela da MPB nos “recomendou” “Pequeno Dicionário Amoroso”. A magnífica Elis Regina transcendentalmente é cúmplice fidedigna do que se vê. Num trecho de cena é mencionada palavra composta bonita em sua natureza: “licença-felicidade”. A chave do sucesso de “Pequeno Dicionário Amoroso” é dar aos diletantes do teatro o direito de tirar licença mesmo que breve para serem felizes.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 23rd, 2013

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    A modelo da 40° Models (RJ) e Way Model Management (SP) Luiza Frujuelli no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Luiza é carioca.
    Um de seus trabalhos mais importantes foi a capa da “Cosmopolitan” Rússia.
    Estrelou um catálogo de verão para a multimarcas The Webster, em Miami.
    Foi matéria da revista “Capricho”.
    Carlos Sales a fotografou para o ensaio “GLAM ROCK”.
    Já Alexandre Adds a registrou para um editorial que foi publicado no site “Fashion Spoiler!” e Felipe Gachido para o “I Like Music”.
    Sob as lentes de Sergio Melo, e acompanhada pela modelo Taynara Resende, participou de um editorial veiculado pelo canal de vídeos “Woohoo 40 Graus”.
    Em 2013, lançou o blog http://diariodemodelo.com.br/, que aborda curiosidades sobre o mundo da moda (em apenas três meses após o lançamento, obteve 30 mil visualizações, os acessos mensais só aumentaram, sua página na rede social Facebook ganhou bastantes seguidores, o que despertou a atenção da imprensa, no caso o jornal O GLOBO, que escreveu uma matéria a respeito).
    Clicada por Robson Freire, esteve na revista “Véu & Grinalda”.
    Desfilou para a Pop Up Store.
    Fotografou para Edu Rodrigues e Kadu Niemeyer.
    Pôde ser vista no ensaio “Girl Flower”, da revista “todateen”, e na campanha da marca de joias da rede Sara, Le Zil.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa
    http://www.40grausmodels.com/
    http://www.waymodel.com.br/#!/home

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 23rd, 2013

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    A modelo da 40° Models Thaísa Rodrigues no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Thaísa nasceu, e reside na cidade do Rio de Janeiro, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa
    http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    O produtor cultural, cineasta e ator Robert Guimarães no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Robert é carioca.
    Exerce a função de produtor de uma das principais feiras de moda alternativas brasileiras, a “Babilônia Feira Hype”, tendo lançado hoje importantes marcas como Farm, Via Mia e Constança Basto (também é diretor executivo da Pop Art Produções).
    Juntamente com Fernando Molinari instituiu o “Prêmio Rio Moda Hype” (que já está na 18ª Edição), dado a novos profissionais do segmento que apresentam suas coleções no Rio Moda Hype, série de desfiles criados por estilistas que estão se firmando no mercado nacional.
    Como ator, trabalhou no “remake” da novela “Paraíso” da Rede Globo, no seriado “Carga Pesada” e em “Avassaladoras – A Série” (Rede Record e Fox Brasil).
    Dirigiu o premiado curta-metragem “O Bolo”, que tem em seu elenco Eriberto Leão, Fabíula Nascimento, Felipe Abib, Flavio Bauraqui, Catarina Abdala, Angela Rabello, Kiko Mascarenhas e Caike Luna.
    O curta foi selecionado para a “Première Brasil Berlin” e concorreu à láurea de “Melhor Filme” no Rio Festival de Cinema Gay.
    Robert Guimarães participou ao lado de Drica Moraes em montagem da clássica adaptação de Maria Clara Machado, “Chapeuzinho Vermelho”, com direção da própria.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    Um “close-up” do nicho onde se encontrava um par de sandálias amarelas Ipanema antecedido por linhas sinuosas com vários tons de cor “terra”, e que servia de decoração para o “stand” da marca no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    Totem no qual estava estampada capa de uma das edições do suplemento de moda do jornal O GLOBO Ela em que se tratava a respeito do estilo “periguete” de se vestir, que estava em exposição no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    O modelo Angel era um dos presentes na principal semana de moda carioca, o Fashion Rio Verão 13/14, realizada na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • “Vejam ‘Minimanual de Qualidade de Vida’, e levem para casa o ‘Minimanual para ser Boa Atriz’.”

    junho 16th, 2013

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    Foto: Dalton Valério

    Ao despertarmos, concomitante ao abrir dos olhos nos deparamos figurativamente com algo similar a slogan escrito em letras garrafais que enuncia: STRESS. Partindo desta premissa surge obrigatória pergunta: “Como lidar com esta condição emocional e comportamental contemporânea?” “Stress”, um vocábulo inglês cujo significado é: pressão, demanda, ficar tenso, nervoso… E aquele adentrou de tal maneira em nossa rotina que houve aportuguesamento espontâneo com direito a conjugação de verbo: Eu estresso, tu estressas, ele estressa… O divertido e inteligente texto de Ana Paula Botelho e Daniela Ocampo esmiúça tema vigente, e todo indivíduo inserido na sociedade urbana não logra dele escapar. Seleta compilação de tópicos com intuito de ajudar potenciais “vítimas” deste revés globalizado nos é visível por meio de personagem construída com requintes realísticos e alegóricos: a palestrante Angelina Pimenta (Alexandra Richter), ex-passeadora de cachorros, contratada por editora de livros provavelmente fã do quarteto sueco ABBA que atende pelo nome “The Winner Takes It All”. Cabe então a Angelina popularizar os ditames estabelecidos com viés discricionário resolutivos dos descaminhos humanos. Sem deixar escapulir o bom humor, assuntos como “aquecimento (não o global)”, “pele”, “academia”, “feng shui”, “consumismo”, “Butão”, “homem”, “trabalho”, “sustentabilidade”, “alimentação orgânica e hidratação”, seguidos por tantos outros inerentes ao cotidiano de cada um são perfilados em formato de palestra imbuída de comicidade dilacerante e prodigiosa interação com o público. A missão de tornar concreto esta abrangente teia de questionamentos é entregue a atriz reconhecida por imensurável aptidão para reunir em si mesma qualidades irretorquíveis que lhe permitem livre trânsito no drama e comédia. Alexandra Richter é intérprete dotada de avassalador carisma, beleza inconteste e domínio surpreendente das linguagens de corpo e voz (preparação de Márcio Cunha e Rose Gonçalves respectivamente) que se delicia e delicia a plateia com jogo interpretativo repleto de nuances, filigranas e entrelinhas. Uma atuação artesanal e por conseguinte inesquecível. Somos de modo inevitável sem exceção “laçados” por aquela, e como resultado nos tornamos cúmplices da artista “dona do palco”. A diretora Daniela Ocampo com argúcia e sabedoria cênicas explora o potente conteúdo que tem em mãos o materializando num dinâmico, ágil, espirituoso, crítico, niilista e devastador espetáculo cômico permeado por aspectos sedutores e representativos do alto poder de comunicação teatral. No que diz respeito aos elementos técnicos restantes se percebe inequívoca funcionalidade. O cenário de Clívia Cohen aposta na elegância “clean” e concisão visual, sendo constituído por dois painéis sanfonados brancos em ambas as laterais com biombos menores revestidos de película transparente que os antecede, um suporte utilitário à esquerda do proscênio e ao fundo gigante tela de projeções (vídeo de abertura de Eduardo Chamom e videografismo de Rico e Renato Vilarouca) e três bancadas retangulares móveis também transparentes. Aliás, a transparência é usada com lirismo e nos remete a “Teatro de Sombras”. As mencionadas projeções cumprem relevante papel de aliança com a história a transformando em produto mais palatável e jovial do que já é. Os atores Leandro Hassum e Marcius Melhem colaboram virtualmente em participações luxuosas. A iluminação de Orlando Schaider opta pela sofisticação precisa que se nota em harmoniosa alternância do branco e do vermelho. O azul e o colorido se fazem presentes em oportunos instantes. O belo rosto de Alexandra é valorizado por focos, e a luz aberta exerce protagonismo em muitas passagens da trama. O figurino de Patrícia Muniz denota inventividade e tendência criativa ao vestir Richter com “tailleur” de textura avermelhada e relevos florais, lenço com geometria de linhas, “scarpin”, bolsa “croco” e “top” cavado que compreende sensualidade e doçura estéticas. O visagismo a cargo de Fernanda Santoro é simbolizado por “make” vivo e atraente além de bem-feito coque em Angelina Pimenta. A trilha sonora de Paulo Mendes “nasce” no ABBA, “desenvolve-se” em Elza Soares, sinaliza amadurecimento na antológica cena regada a laser e famosa música incidental de Danny Elfman do filme estrelado por Tom Cruise “Missão Impossível”, e se “despede” com a icônica “Dancin’Days” de As Frenéticas. E ressaltemos que a interação de Alexandra com os espectadores é suprema em seu sentido mais literal. Saímos do teatro leves com sorriso permanente prontos para enxergar a vida sob alternativo ponto de vista, municiados com “minimanual” para termos melhor qualidade de vida. E jubilosos por testemunharmos de que existe generosa defensora das Artes brasileiras carinhosamente chamada Alexandra Richter, que nos dá sem pedir retribuição o “Minimanual para ser Boa Atriz”.

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