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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 29th, 2013

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    Um dos totens em exposição no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória, que exibia uma das capas do suplemento de moda do jornal O GLOBO Ela, cuja matéria abordava a “Via Ápia”, região conhecida como “A Visconde de Pirajá da Rocinha” (comunidade do Rio de Janeiro), que antes da instalação da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) não era possível ser fotografada.
    O ensaio em questão fora feito com profissionais da área.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Santo Dias abençoou ‘Saramandaia’.”

    junho 26th, 2013

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    Foto: Divulgação/TV Globo

    O voo rasante e lépido de imponente gavião deixa rastros no céu sobre exuberantes paisagens. O bater de asas com interregnos de placidez simbolizam o estado etéreo da liberdade, que norteará a nova novela das 23h da Rede Globo inspirada na obra de Dias Gomes, “Saramandaia”, escrita por Ricardo Linhares e dirigida por Denise Saraceni e Fabrício Mamberti (Direção de Núcleo de Denise Saraceni). O folhetim original foi ao ar na mesma emissora no ano de 1976, e se tornou um marco da teledramaturgia brasileira. Já nos primeiros capítulos percebemos a transposição para os tempos atuais de reinventada contextualização da história sem que haja esbarros no anacronismo, preservando a essência do precípuo objetivo do autor pioneiro. Tópicos centrais servirão de suporte para propagação de diretrizes desencadeadoras da trama, como a política e seus extravios, a ética, a defesa de direitos dos cidadãos (fato que se coaduna com os recentes acontecimentos no País), preconceito, rixas entre tradicionais famílias e amores mal resolvidos. Todavia, elemento importante que se diferenciou na produção em pauta nos idos do século passado, e que permanece no “remake” é a exploração ampla do movimento Surrealismo, fonte do Realismo Mágico ou Fantástico. Dias “bebeu na fonte” de André Breton, Salvador Dalí, Luis Buñuel e Gabriel García Marquez, tendo “experimentado” essa escola em outra de suas realizações, “O Bem-Amado” (1973), a primeira telenovela exibida a cores no Brasil. A inserção do mencionado movimento absorvido pelas linguagens literárias, pictóricas e cinematográficas se personificou no papel de Milton Gonçalves, o pescador Zelão, que mantinha como sonho renitente “voar com as próprias asas”, logrando êxito no desfecho. Na presente “Saramandaia”, deparamo-nos logo de início com miríade de galinhas que se pulverizam sob as ordens de Candinha (Fernanda Montenegro). As formigas ordeiras e impertinentes que habitam as narinas de Zico Rosado (José Mayer), e que decidem ver a luz do sol a partir do enraivecimento do oligarca. O coração de Cazuza (Marcos Palmeira) que insiste em infringir as “leis do organismo” ao levar ao pé da letra o dito popular “o coração saiu pela boca”. Sua morte e posterior ressurreição. A obesidade mórbida e gula desenfreada de Dona Redonda (Vera Holtz) que faz estremecer pisos e pisantes com sua “espaçosa” locomoção (a caracterização de Vera que demanda horas é um dos méritos a se destacar). As previsões de João Gibão (Sergio Guizé; a despeito de trabalhos anteriores uma boa revelação), que não se conforma com a situação de carregar corcunda junto a asas que invariavelmente são aparadas por sua mãe Leocádia (Renata Sorrah). Por sinal, houve poética e desconcertante cena atinente a esta costumeira ação. O “serviço metereológico” que acompanha Seu Encolheu (Matheus Nachtergaele), quando este sente sinais em seus ossos. As quentura e ardência que perpassam o corpo da bela Marcina (a recifense Chandelly Braz, ótima descoberta de “Clandestinos – O Sonho Começou”), que se evidenciaram ao encostar sua pele com a pele do prefeito Lua Viana (Fernando Belo em bela estreia). As manifestações e protestos magistralmente dirigidos em cena de exuberância visual, utilizando-se do recurso “slow motion”, e que de forma sutil tangenciou ambiência teatral/circense com suas profusões de fumaças coloridas dispersas em “guerra idílica” protagonizadas por Pedro, interpretado por Andre Bankoff, um ator que desperta a nossa atenção não somente pela sua inefável beleza mas também por talento e intensidade dramática indiscutíveis, além de possuir canora voz em que se ouve cada palavra dita com intuito calculado, e Zélia (Leandra Leal). Tarcísio Meira com entoação marcante e pausada em aliança com expressividade ímpar representou o “enraizado” Tibério com o brilhantismo de sempre. A chegada de Lilia Cabral (Vitória Vilar) já insinua excelência no porvir dos momentos conflituosos de que fará parte. Gabriel Braga Nunes entendeu com lógica o perfil sombrio, misterioso, lúgubre e sedutor do Professor Aristóbulo, que de quinta para a sexta-feira se transmuta em lobisomem. As imagens panorâmicas aéreas, a direção de arte, os figurinos, a fotografia e maquiagem mostraram valor. A abertura é inebriante com seus desenhos figurativos e surrealistas, e de certa forma com alusão a Botero ao retratar Dona Redonda. A trilha sonora apresentou o clássico “Pavão Misterioso”, de Ednardo, e Ney Matogrosso. Os diálogos foram construídos por Ricardo Linhares com vocábulos eruditos e neologismos que em muito lembram os antológicos discursos de Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo em “O Bem-Amado”). Houve ainda as luxuosas aparições de Ana Beatriz Nogueira, Débora Bloch e Ilva Niño. “Saramandaia” contém ingredientes para receita de sucesso infalível com o propósito de manter os olhos do público bem abertos às 23h, e fazê-lo dormir após o seu término “sonhando” sonhos mágicos e fantásticos, e depois acordar para realidade que também aspira ser mágica sob as bênçãos de Santo Dias.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 26th, 2013

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    Piso semelhante aos emblemáticos calçadões da orla carioca que serviu de remate à decoração do “stand” da Nativa SPA – O Boticário no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 25th, 2013

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    Fileiras de refletores que encimavam a área comum aos convidados do Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Elis nos recomendou ‘Pequeno Dicionário Amoroso’, e ainda ganhamos de presente a ‘licença-felicidade’. “

    junho 24th, 2013

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    Foto: Divulgação

    Corajosa é o adjetivo no gênero feminino que melhor se adequa à cineasta Sandra Werneck que chamou para si a iniciativa de abordar assunto temerário, delicado e complexo ao qual todo e qualquer indivíduo provido de emoções não logra escapar: o amor. Não somente este, mas infinda gama de envolventes ramificações que lhe são originárias foram objeto de estudo na adaptação do êxito de público e crítica da Retomada do Cinema Brasileiro, “Pequeno Dicionário Amoroso” (o roteiro é de Paulo Halm e José Roberto Torero), dirigido pela própria Sandra para os palcos. E aquelas resultam em inevitáveis consequências no comportamento humano afetivo. A narrativa cênica tem por meta orientar, decifrar, tirar conclusões, elucubrar por meio de seleto conjunto de vocábulos de modo que se mire em alvo analítico do intrincado “jogo do amor”, no qual impreterivelmente os “participantes” ora são ganhadores ora são vencedores. Para que o contexto optado alcance a plateia com limpidez e convencimento literais, utilizam-se as figuras representadas pelos personagens Gabriel (Eri Johnson), um biólogo/entomologista, e Luiza (Juliana Knust), uma fotógrafa, que em primeiro momento se esbarram de maneira casual em lugar cercado de anjos de mármore. E a partir deste primeiro encontro, sucedem-se espécies variadas de questionamentos distribuídos nas fases padrões das relações amorosas. Ainda na trama, coexistem Márcia (Camila Rodrigues), amiga de Luiza, “expert” em estatísticas que faria inveja a qualquer funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o biólogo Barata (Rafael Zulu), confidente e conselheiro do especialista em insetos no tocante aos seus conflitos existenciais. Sendo assim, Sandra Werneck, como autora, atinge precípua intenção: esmiuçar e debater com coerência, sabedoria, bom senso e veracidade a troca de afetos e intimidades entre um homem e uma mulher. Jorge Fernando, o diretor, conhecido por ricos atributos que se perfazem ao impor dinamismo, agilidade e vieses cômicos a quaisquer produções em que impõe sua marca, delineia o espetáculo com contornos vivazes, sedutores, atraentes, irresistíveis e compactos, priorizando como lhe é característico a configuração com elementares nuances de cada “character” inserido na história. Jorge busca a plena exploração do perímetro da ribalta que a ele se mostra, e se sai vitorioso. A peça obtém harmonia plástica. As atuações “dialogam” sem interferências pelo que se entende como pródigas, consistentes, maduras e profusas em propriedades qualitativas. Os intérpretes com acerto foram conduzidos para que transitassem com devida cautela por estreita ponte que separa o naturalismo da linguagem típica teatral. Veem-se drama, comédia e romance mergulhados em contemporaneidade que moldam quadro da obra. Eri Johnson se utiliza de potente manancial de recursos de comunicação dos quais é inequívoco detentor para fazer de Gabriel homem sensível, espirituoso e possuidor de convicções empedernidas. Sua interação com os espectadores é majestática. Juliana Knust “esculpe” com ornamentos milimétricos de docilidade e sutileza, sem abrir mão de desabafos individuais compreensíveis, evoluindo para personificação que conquista simpatia dos que lhe assistem. Camila Rodrigues se divide em duas personagens, o que se torna brado comprovante de sua versatilidade acompanhada de domínios absolutos de corpo e voz, e que se fazem perceber na enxuta constituição das “personas” que a ela lhe couberam. Rafael Zulu se apropria com mérito e elegância de suas pujantes entoações vocais, expressões de corpo e face que elaboram crível e carismático desempenho. A iluminação de Gabriel Lagoas envereda pela diversidade atendendo aos pedidos da eficiência, obedecendo portanto às súplicas do texto. Luzes de cores lilases, isoladas ou em coletividade com outras, direcionamento pela lateral, planos abertos e sombreados líricos culminando em paleta colorida que funciona como vivificação do painel dramatúrgico. Os figurinos arrebanham um sem número de tendências, incluindo roupas e acessórios, fato desencadeador de procedimento generoso estilístico. Moletons, jeans, saias longas e fluidas, blusas soltas e assimétricas, jalecos, tubinho franjado, brilhos, “écharpes”, colete, mocassim, tênis, “espadrille” e sandálias trançadas açambarcam o visual que auxilia amiúde na identificação pessoal de Gabriel, Luiza, Márcia e Barata. O cenário se limita com objetividade à espaço vazio contendo apenas no seu fundo grande anteparo em que se projetam imagens informativas e colaborantes da consolidação do enredo. Utensílios como escada, colchão, cadeiras e pequena mesa são servidores na diligência de se edificar unidade pertinente. A trilha sonora é bela, “viajando” nos sons das canções de Elis Regina, Ana Carolina, Zélia Duncan e Leila Pinheiro. Elis exerce função protagonista em instantes pedintes de suas clássicas músicas. Trilha que suaviza e afaga ouvidos desavisados. Não à toa mencionei no título que a estrela da MPB nos “recomendou” “Pequeno Dicionário Amoroso”. A magnífica Elis Regina transcendentalmente é cúmplice fidedigna do que se vê. Num trecho de cena é mencionada palavra composta bonita em sua natureza: “licença-felicidade”. A chave do sucesso de “Pequeno Dicionário Amoroso” é dar aos diletantes do teatro o direito de tirar licença mesmo que breve para serem felizes.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 23rd, 2013

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    A modelo da 40° Models (RJ) e Way Model Management (SP) Luiza Frujuelli no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Luiza é carioca.
    Um de seus trabalhos mais importantes foi a capa da “Cosmopolitan” Rússia.
    Estrelou um catálogo de verão para a multimarcas The Webster, em Miami.
    Foi matéria da revista “Capricho”.
    Carlos Sales a fotografou para o ensaio “GLAM ROCK”.
    Já Alexandre Adds a registrou para um editorial que foi publicado no site “Fashion Spoiler!” e Felipe Gachido para o “I Like Music”.
    Sob as lentes de Sergio Melo, e acompanhada pela modelo Taynara Resende, participou de um editorial veiculado pelo canal de vídeos “Woohoo 40 Graus”.
    Em 2013, lançou o blog http://diariodemodelo.com.br/, que aborda curiosidades sobre o mundo da moda (em apenas três meses após o lançamento, obteve 30 mil visualizações, os acessos mensais só aumentaram, sua página na rede social Facebook ganhou bastantes seguidores, o que despertou a atenção da imprensa, no caso o jornal O GLOBO, que escreveu uma matéria a respeito).
    Clicada por Robson Freire, esteve na revista “Véu & Grinalda”.
    Desfilou para a Pop Up Store.
    Fotografou para Edu Rodrigues e Kadu Niemeyer.
    Pôde ser vista no ensaio “Girl Flower”, da revista “todateen”, e na campanha da marca de joias da rede Sara, Le Zil.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa
    http://www.40grausmodels.com/
    http://www.waymodel.com.br/#!/home

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 23rd, 2013

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    A modelo da 40° Models Thaísa Rodrigues no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Thaísa nasceu, e reside na cidade do Rio de Janeiro, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa
    http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    O produtor cultural, cineasta e ator Robert Guimarães no Fashion Rio Verão 13/14, na Marina da Glória.
    Robert é carioca.
    Exerce a função de produtor de uma das principais feiras de moda alternativas brasileiras, a “Babilônia Feira Hype”, tendo lançado hoje importantes marcas como Farm, Via Mia e Constança Basto (também é diretor executivo da Pop Art Produções).
    Juntamente com Fernando Molinari instituiu o “Prêmio Rio Moda Hype” (que já está na 18ª Edição), dado a novos profissionais do segmento que apresentam suas coleções no Rio Moda Hype, série de desfiles criados por estilistas que estão se firmando no mercado nacional.
    Como ator, trabalhou no “remake” da novela “Paraíso” da Rede Globo, no seriado “Carga Pesada” e em “Avassaladoras – A Série” (Rede Record e Fox Brasil).
    Dirigiu o premiado curta-metragem “O Bolo”, que tem em seu elenco Eriberto Leão, Fabíula Nascimento, Felipe Abib, Flavio Bauraqui, Catarina Abdala, Angela Rabello, Kiko Mascarenhas e Caike Luna.
    O curta foi selecionado para a “Première Brasil Berlin” e concorreu à láurea de “Melhor Filme” no Rio Festival de Cinema Gay.
    Robert Guimarães participou ao lado de Drica Moraes em montagem da clássica adaptação de Maria Clara Machado, “Chapeuzinho Vermelho”, com direção da própria.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    Um “close-up” do nicho onde se encontrava um par de sandálias amarelas Ipanema antecedido por linhas sinuosas com vários tons de cor “terra”, e que servia de decoração para o “stand” da marca no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    junho 22nd, 2013

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    Totem no qual estava estampada capa de uma das edições do suplemento de moda do jornal O GLOBO Ela em que se tratava a respeito do estilo “periguete” de se vestir, que estava em exposição no Fashion Rio Verão 13/14, Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

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