“Ele ‘descobriu’ o Brasil. Ricardo Pereira.”

Publicado: 27/04/2012 em Cinema, Moda, Teatro, TV

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Foto: Angelo Pastorelo para editorial de moda da grife Polo Wear.

“Insensato Coração”, Henrique Taborda, personagem de Ricardo Pereira (seguro e espontâneo na interpretação), declarou-se apaixonado por Marina (Paolla Oliveira), após esta chegar de passeio de barco, cujo intuito era o de se aproximar de empresário para realizar negócio profissional. Henrique soube o tempo inteiro ser galanteador, “jogar” com a sedução, esperar o momento certo de conquistar em definitivo a jovem. Teve a devida paciência com a neta de Vitória (Nathalia Timberg). Lançou charme até não poder mais. E quando a bela moça estava tomada por euforia, e de alguma forma, desprevenida, é beijada por quem a assediava. E justo no instante em que Pedro (Eriberto Leão), presente no local, dispunha-se a recuperar o grande amor. Na verdade, conhecemos dois lados de Henrique, na obra de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Este que lhes relatei, e o que nos é mostrado quando na condição de executivo de confiança de Horácio Cortez (Herson Capri). No segundo caso, acompanha a frieza, o cálculo e a objetividade de quem lhe é superior. Resta-nos agora saber como o imbróglio afetivo envolvendo Henrique, Marina e Pedro será resolvido. E quanto a Ricardo Pereira? Ricardo nasceu em Lisboa, frequentou o Curso de Psicologia na Universidade Lusófona, apresentou programa de TV na SIC sobre a ficção promovida no Brasil, em particular os folhetins e seriados, e integrou o elenco de inúmeras peças e filmes em seu país natal. Cabe a ele a prerrogativa de ser o primeiro protagonista de origem lusitana de uma telenovela brasileira, “Como uma Onda” (2004/2005), de Walther Negrão. Além disso, vivera psicólogo em “Prova de Amor”, na Rede Record. Atuara em “Pé na Jaca”, de Carlos Lombardi, e “Negócio da China”, de Miguel Falabella. Até ser escalado para ser o Henrique do folhetim atual, passara por “Toma Lá Dá Cá” e “A Vida Alheia”. Já está confirmado para a próxima produção de Miguel Falabella, “Aquele Beijo”. Se Ricardo “descobriu” o Brasil, esperemos que continue a descobrir tantas outras coisas que esta terra possa lhe oferecer na arte que escolhera.

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