Tudo começa com Léo (Gabriel Braga Nunes) mantendo em cativeiro a ex-mulher Marina (Paola Oliveira), com o intuito de extorquir da avó Vitória (Nathália Timberg) um milhão de euros para a sua fuga. Pedro (Eriberto Leão) nota a ausência da esposa, e junta os nós. O filho de Raul (Antonio Fagundes) entra em contato com a matriarca, e expõe as condições. Quem vai ao encontro para o pagamento é Pedro. Marina está sedada no porta-malas de um carro. Os euros prometidos não estavam na bolsa da entrega. Briga definitiva entre irmãos ocorre. Leonardo Brandão é preso. Em outra cena, a prima de Bibi (Maria Clara Gueiros) flagra Wanda (Natália do Vale) colocando pulseira que lhe pertence em porta-joias. Pulseira que estava em posse de Norma (Gloria Pires). A designer sensatamente chega à conclusão de que Wanda deu fim a Norma Pimentel para proteger o próprio filho, que para ela se via ameaçado pela ex-técnica de Enfermagem. A insensatez de Wanda apoiada por relação materna insensata. A agora criminosa cai em profunda depressão, com direito a delírios. Há o reatamento do romance de Carol (Camila Pitanga) e Raul. Nada mais sensato, porque ambos se gostavam, e tinham planos em comum. Eunice (Deborah Evelyn) acaba como recepcionista da filha Leila (Bruna Linzmeyer) servindo cafezinho a Gilda (Helena Fernandes), dona do “atelier”. Entretanto, a mãe de Cecília (Giovanna Lancellotti) não mudou. Solta frase que indica isso. Sensato. Kléber (Cassio Gabus Mendes) com comportamento inacreditável vai à cerimônia de oficialização da união estável do filho Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo). Em conversa íntima de pai para filho, de homem para homem, o jornalista pede ajuda para vencer seus preconceitos. Quer que sua insensatez em decorrência do amor que sente pelo filho se transforme em sensatez. Já na penitenciária, Jandira (Cristina Galvão) cumpre promessa feita a Norma Pimentel, e revela a Cortez (Herson Capri), que sofre de insensatez, que o seu antigo funcionário fora o responsável pela entrega do vídeo à polícia que o incriminava. O ex-empresário não pensa duas vezes, e manda executá-lo. Dinheiro passa de mão em mão até que empurram Léo para o seu último voo. Quanto a André Gurgel (Lázaro Ramos), volta a ter a vida independente que é da sua natureza. E Leila aceita um relacionamento aberto com ele, em meio a pipocas e “Quanto Mais Quente Melhor”. Em uma corrida na Lagoa, descobre ao se deparar com bonita moça que não perdeu a libido. Saltos de felicidade. Vinícius (Thiago Martins) é condenado à pena alta pelos crimes cometidos. Faz companhia tanto a Ismael (Juliano Cazarré) quanto a Cortez. Natalie posa para a revista “Fogo Alto”. O sucesso é tão grande que a leva à política. Seu slogan de campanha é: “Para descascar o abacaxi, vote em Natalie.” O assessor é Roni (Leonardo Miggiorin), claro. Há o confronto final entre Rafa (Jonatas Faro) e o pai. Rafa não poupa palavras. Uma delas é “verme”. Sua irmã Paula (Tainá Müller) presta serviços comunitários. Mas quem disse que mudou? Continua a mesma soberba. Sensato no que diz respeito ao seu perfil. Júlio (Marcelo Valle) apresenta a Cecília sua nova namorada Marise (Isabel Filardis). Sensato que queira refazer a vida, após o baque sofrido. Presenciamos o casamento de Raul e Carol. Marina tem contrações. O fruto do amor dela com Pedro surgirá para completar a alegria do casal, que tanto penou durante a história. Meses passam, e em confraternização na casa de Vitória, na presença de todos, a distinta senhora faz um brinde à família. Ao final de tudo, a sensatez e a insensatez inerentes ao indivíduo na sociedade foram bem deslindados na trama. Que os nossos corações sejam menos insensatos, e mais sensatos se possível.
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Foto sobre a foto publicitária: Paulo RuchUma linda modelo serviu como referência de beleza para a empresa de cosméticos “O Boticário” (que sempre possui um amplo stand nas edições do Fashion Rio), e sua imagem estava estampada em lugares estratégicos.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo RuchFotos não somente dos convidados do Fashion Rio Verão 2014/2015 (que foram tiradas minutos antes), mas também de desfiles de moda podiam ser conferidas por todos aqueles que passavam em frente ao painel montado pela rede social de compartilhamento de imagens Instagram, que lançou mão da iniciativa inédita em um evento deste porte.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo Ruch
Havia em uma das áreas comuns do Fashion Rio em sua edição Verão 2014/2015, algo que representava a contemporaneidade simbolizada pelo compartilhamento imediato de fotos, cuja uma das redes sociais mais utilizadas e importantes com este objetivo é o Instagram.
Sendo assim, a produção do evento de moda montou um esquema especial em que convidados e profissionais do setor poderiam em outra localidade da Marina da Glória tirar a sua própria foto, e minutos após visualizá-la neste gigantesco painel horizontal com múltiplos visores.
Uma ideia criativa e correspondente aos novos tempos tecnológicos e de sociabilidade virtual.Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Jôse, personagem de Fernanda Rodrigues no remake de “O Astro”, vive seu drama pessoal/Foto: Divulgação TV Globo Duas escolhas norteavam a vida da personagem de Fernanda Rodrigues em “O Astro”, “remake” de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro adaptado da obra de Janete Clair, exibido pela Rede Globo: Márcio Hayalla (Thiago Fragoso) e a fotografia. O amor pelo rapaz brotou na primeira idade, com o puro e o inocente como vigilantes. Mãos pequeninas que não só pegavam a terra para brincar, mas que se tocavam no jardim como cenário. Jôse e Márcio crescem, crescem… e adultos ficam. O amor de Jôse também fica adulto. O de Márcio não. Ficou no passado. No presente, o que tem a lhe oferecer são carinho e amizade. Sentimentos que foram inábeis na missão de aplacar a profundidade da emoção que a bonita moça de olhos claros e cabelos levemente ondulados alimenta. O amado que trocou o casaco jeans pelos terno e gravata se envolve com uma jovem de fraseado autêntico e postura simples, Lili (Alinne Moraes). Lili que se sustentava no volante de um carro amarelo. Acontece que numa noite, não se sabe se estrelada ou não, a irmã de Amanda (Carolina Ferraz) sucumbe aos mais recônditos desejos, e há o encontro de seu corpo com o do “trompetista do metrô” Márcio. Não foi um encontro qualquer, pois um filho é concebido. Inesperado, no entanto querido. Surge para a artista das imagens paradas a oportunidade única e preciosa de perpetuar o amor verdadeiro que sempre amaciou o seu espírito. O filho de Clô (Regina Duarte) é arremessado em uma rede de conflitos. Concomitante, sente-se em júbilo pela bênção da paternidade, e junta forças para enfrentar a rejeição natural de sua companheira atual. O destino que parecia estar a favor da recente mãe decide deixá-la triste. Jôse deverá escolher dentre vidas a que mais lhe for importante. A vida dela ou a do filho gerado. A escolha de Jôse. Perturbações e dúvidas aniquilam a tranquilidade da alma que outrora tinha. Que fazer? O pai Assunção (Reginaldo Faria), a irmã que a adora, Herculano (Rodrigo Lombardi) e quem ama, Márcio, optam pela razão. Querem-na viva. Jôse é dominada por forte sensibilidade materna, e a decisão que toma é a de deixar todos. Ela escolhe que para a posteridade fique a perfeita materialização do grande amor que a acompanhou pela existência. A vida para Jôse é pequena face à enormidade da significância de pôr no mundo o que se pode chamar de extensão poderosa de algo cujo despertar se deu nos ciclos iniciais da convivência com Márcio. Chega ao ponto de lhe dizer que está muito feliz em saber que seu rebento será criado por ele e Lili. E assim, Fernanda Rodrigues, com papel tão sensível e cercado de drama, mostra ao público o quanto é pródiga em talento. Cabe então aos telespectadores uma escolha: apreciar o belo desempenho da atriz.
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O ator Chay Suede como José Alfredo em sua fase jovem na novela “Império”/Foto: Alex Carvalho/TV Globo José Alfredo (Alexandre Nero), um homem sério, poderoso e introspectivo, sobrevoa em seu moderno helicóptero, ao lado da filha Maria Clara (Andreia Horta), o exuberante e inacreditável Monte Roraima, com seus abissais desfiladeiros, véus de noiva inefáveis e vegetação típica (as locações ficam em Carrancas, município de Minas Gerais), o seu “império”, onde construiu a própria história de riqueza, conquistas e superação pessoal. Nas belíssimas tomadas aéreas, e após em terra, à beira do profundo sem fim, José Alfredo reaviva suas memórias, revolve suas reminiscências, busca todo o caminho que trilhou até o altaneiro posto que ocupa atualmente. Somos então transportados para a fase jovem do personagem (Chay Suede), que se passa no Rio de Janeiro. O rapaz, desempregado e sem guarida, procura o irmão Evaldo (Thiago Martins), tosco moço casado com a infeliz e passiva Eliane (Vanessa Giácomo), irmã da cruel, manipuladora e dissimulada Cora (Marjorie Estiano), desde já a grande vilã da trama. O casamento de Evaldo e Eliane está falido. Não há resquício de amor. O sexo é violento, obrigatório e “consentido” pela esposa. A partir do encontro entre Alfredo e Eliane, irrompe avassaladora e perigosa paixão. Uma imperiosa referência rodriguiana. Os meses passam e o risco recrudesce. Promessas do casal deitado na relva visto do alto são romanticamente feitas. Gritos de amor perdidos no ar são bradados. Juram um para outro fugir da vida que levam e desenhar uma nova. Cartas serão escrevinhadas com o propósito de que o traído seja informado de sua desgraça. Combinam se encontrar na rodoviária para escapar. Imprevisto decorre. Eliane se descobre grávida (a filha, papel de Leandra Leal, é de José, e ela lutará no futuro para provar a sua condição), e Cora entra em cena com seu calculismo. Vai até ao local da partida, diz ao enamorado que sua amada está grávida do marido e de que não mais deseja vê-lo. Alfredo jura de que nunca ouvirão falar de seu nome. A contragosto, a moça que trocou carícias com o namorado ao som da bonita “Aonde Quer Que Eu Vá”, dos Paralamas do Sucesso, mantém o casamento com Evaldo, que acredita na versão engendrada pela maquiavélica Cora. Toda a conversa entre Alfredo e Cora é escutada por misterioso senhor, Sebastião (Reginaldo Faria), que a princípio repreende o rapaz choroso e depois lhe promete um emprego, uma chance de vida se lhe contar uma história que o comova. A impressão que tivemos foi de que Sebastião estava à procura de um sucessor para comandar o seu negócio de garimpagem. A nova novela das 21h escrita por Aguinaldo Silva, “Império”, com direção geral de Rogério Gomes, Pedro Vasconcelos e André Felipe Binder, prossegue com a viagem dos recentes amigos, na verdade patrão e empregado (como guarda-costas) rumo ao local que pode “ser tanto o fim do mundo como apenas o começo deste”. Já em meio a suados garimpeiros, sabe-se por meio de bruto homem com dentes de ouro, Bigode (Ed Oliveira), de que houve assassinato (ele mesmo fora o autor do crime, motivado por cobiça, e as próximas vítimas, segundo Sebastião, serão ele e João Alfredo). Na calada da noite, um imprudente cochilo de José permite que o seu empregador seja morto. Um tiro desferido pelo herdeiro contra Bigode muda o entrecho. Por orientação anterior de Sebastião, o irmão de Evaldo viaja para Genève, na Suíça, com o intuito de conhecer Braga, uma circunspecta Regina Duarte. Inicia-se o “império” de José Alfredo, o Comendador. O texto de Aguinaldo Silva é bastante atraente e caprichado nos diálogos, apostando nos atores que escalou, num enredo no qual logo se testemunharam romance, adultério, acerto de contas com o passado, ambição e disputa pelo poder. Ferramentas infalíveis para se prender o olhar atento dos telespectadores. Rogério Gomes, com sua larga experiência na teledramaturgia, aprimora-se cada vez mais, escorado pela preciosa eficiência de sua equipe. Eles brincam com a câmera, com a velocidade do movimento das imagens, com a angulação das posições dos atores, dando uma roupagem interessante à narrativa visual. A trilha sonora é diversificada (incluindo o tema da elegante abertura, “Lucy In The Sky With Diamonds”, dos The Beatles, interpretado por Dan Torres), Cartola (“Preciso Me Encontrar”), Bread (“Everything My Own”) e Carla Bruni (“Quelqu’un m’a dit”). A direção musical é de Mariozinho Rocha. O primeiro capítulo não lograria o pleno êxito se não obtivesse em seu “cast” intérpretes de inquestionável competência e credibilidade que cumpriram demasiado bem a demanda do perfil de seus papéis, como Alexandre Nero, Marjorie Estiano, Vanessa Giácomo e Andreia Horta. Thiago Martins criou com verdade seu bronco Evaldo. As participações especialíssimas de Regina Duarte e Reginaldo Faria enobrecem qualquer obra em que estejam. E talvez a mais grata surpresa da estreia tenha sido a atuação segura de Chay Suede como José Alfredo na mocidade. Chay é bonito, firme, administra com eficiência suas emoções e gestual (sem excessos), faz adequado uso da voz (com o sotaque do personagem atendido com naturalidade), enfim, um artista que caminha para o sucesso. Ainda há um forte time de atores que está por vir, como Lilia Cabral (Maria Marta), José Mayer (como o homossexual enrustido, casado, pai de um filho homofóbico, que tem um caso com Leonardo, Klebber Toledo), Paulo Betti (um jornalista mal-intencionado e efeminado), Zezé Polessa, Drica Moraes (Cora), Malu Galli (Eliane), Jackson Antunes, Erom Cordeiro, Suzy Rego, Caio Blat, Daniel Rocha e Paulo Vilhena. Haverá as bem-vindas presenças de Nanda Costa, Rafael Cardoso, Maria Ribeiro, Rafael Losso, Juliana Boller, além de outros tão aguardados quanto. “Império” detém palpáveis instrumentos para consolidar uma boa audiência no horário nobre, apresentando-se como um folhetim instigante, provocativo e com intensa carga dramática, entremeada pela verve cômica notória de Aguinaldo Silva. Assistiremos a pessoas que sabem ou não se relacionar com um “império”, sendo amantes ou não umas das outras, abençoados ou não por Deus, com ou sem pecados, não importa. Entretanto, todos inapelavelmente membros de um mesmo “Império”.
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Foto sobre a foto de Murillo Meirelles: Paulo Ruch Um close-up do rosto do modelo com maquiagem tribal fotografado por Murillo Meirelles, com direção de arte de Alex Wink, na exposição “Na Floresta”, instalada na área comum do Fashion Rio Verão 2014/2015, na Marina da Glória.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto sobre a foto de Murillo Meirelles: Paulo Ruch
Na área comum do Fashion Rio, havia imensos painéis fotográficos decorativos cujo tema era “Na Floresta”.
As imagens foram registradas por Murillo Meirelles, com a direção de arte de Alex Wink.Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto sobre a foto de Murillo Meirelles: Paulo Ruch A atriz Camila Pitanga, fotografada por Murillo Meirelles, com direção de arte de Alex Wink, tendo como tema “Na Floresta”, pôde ser vista em um painel fotográfico gigantesco que ornamentava a área comum do Fashion Rio Verão 2014/2015.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
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Foto: Paulo Ruch No charmoso deck montado defronte à Baía de Guanabara, a produção do Fashion Rio dispôs sofás de junco com estofados e almofadas brancas e pretas, ladeados por vasos com palmeiras naturais.
Agradecimento: Coca-Cola Jeans
