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Blog do Paulo Ruch

  • ” Um corpo que cai… na piscina de ‘O Rebu’. “

    julho 15th, 2014
    Sophie Charlotte e Patricia Pillar como mãe e filha no remake de “O Rebu”/Foto: Divulgação TV Globo

    Chove torrencialmente sobre nababesca mansão, na qual acontece uma grande festa. Convidados elegantes dançam, bebem, riem, seduzem e são seduzidos, sob múltiplas luzes a espocar de lado a outro, num ritual insano de luxúria e hedonismo. Lá fora, repousa de bruços na superfície de uma piscina de águas cristalinas um ponto negro. Um corpo. Morto, assassinado. Bruno Ferraz (Daniel de Oliveira), diretor de tecnologia da empreiteira Mahler Engenharia, cuja dona é a bela, poderosa e ambígua Angela (Patricia Pillar), herdeira do marido, que falecera junto com os seus dois filhos em um acidente. Bruno entrara na corporação a convite da própria Angela e da diretora jurídica Gilda (Cassia Kis Magro), uma mulher amarga, irascível, impulsiva, maliciosa e adúltera (manteve um caso com o ambicioso rapaz vítima do crime; seu marido, o inescrupuloso e antiético advogado Bernardo, interpretado por José de Abreu, executivo da Braga Engenharia, que pertence a Carlos Braga, defendido por Tony Ramos, que também não prima pela probidade, da mesma forma trai a esposa com Mirna, papel da atriz Bianca Müller). Elas lhe fizeram uma indecente proposta: espionar a concorrência. Cobiçoso, Bruno aceita com a condição de ter o seu salário supervalorizado. Por sinal, Bernardo e Carlos estão na iminência de serem desmascarados caso um dossiê que revela uma licitação fraudulenta venha à tona. Bruno, ao se tornar membro do alto escalão da empresa, provoca uma cadeia de relações que envolvem tanto a filha adotiva de Angela, a emotiva e depressiva Duda (Sophie Charlotte, com bonitos cabelos curtos), que se apraz em cantar de modo embargado “Sua Estupidez” em pleno palco do rega-bofe (torna-se de imediato alvo de numerosos comentários do circo das redes sociais) e Gilda, como já fora dito. Isto é tão somente parte do que vimos na interessantíssima estreia de “O Rebu”, nova novela das 23h da Rede Globo, escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, inspirada na obra homônima de Bráulio Pedroso que fora ao ar em 1974 na mesma emissora, com direção geral e de núcleo de José Luiz Villamarim. Uma história regada a muito suspense, traição, sensualidade, conflitos familiares, rivalidades figadais, onde parece não existir espaço para heróis. Com a sempre deslumbrante fotografia de Walter Carvalho, que agora aposta em matizes azulados e acinzentados, que imprimem uma apropriada sobriedade visual à trama, “O Rebu” nos promete expectativas e emoção numa sinopse que se passa em 24 horas (na verdade, são três fases: a festa em si, o dia seguinte com as investigações e flashbacks). Não faltarão ganchos, clímax e bastante mistério. Tendo em mãos um rico elenco, Villamarim, que desde “Avenida Brasil”, passando pelas minisséries “O Canto da Sereia” e “Amores Roubados”, tem se firmado em definitivo como um dos expoentes da recente geração de talentosos e inventivos diretores da teledramaturgia, utilizou-se no primeiro capítulo de tomadas de cena, ângulos, passeios de câmera, “close-ups”, todos nitidamente diferenciados, o que de pronto conquista o público ávido por qualidade e inovação de linguagem. Assistimos a atores experientes e aqueles que a cada trabalho se estabilizam como bons intérpretes. Houve um desfile de excelentes atuações de Patricia Pillar (na versão anterior o seu posto era masculino, e coube a Ziembinski, ator polonês, ocupá-lo, como Conrad Mahler), Tony Ramos, Vera Holtz (Vic Garcez, endinheirada e ciumenta viúva, que se apaixona por Kiko, Pablo Sanábio, que por sua vez passa a viver um romance com a psicóloga Camila, personificada por Maria Flor, casada com o enigmático Oswaldo, personagem de Julio Andrade), Cassia Kis Magro, José de Abreu, Camila Morgado (Maria Angélica, a lasciva filha de Vic), Sophie Charlotte, Daniel de Oliveira, Mariana Lima (Roberta Camargo, a promoter da festa) e uma das apostas jovens tanto da TV quanto do cinema, Jesuíta Barbosa, que faz o errante, delinquente e arrivista Alain. Tivemos as presenças bem-vindas de Jean Pierre Noher (como um prestigiado chef) e Cyria Coentro (mãe de Alain). Aguardemos as credibilidades dramáticas dos ótimos Marcos Palmeira, como o delegado Nuno Pedroso e Dira Paes, como a policial Rosa. Além de Michel Noher, que dará vida a um piloto campeão mundial de Fórmula 1, Antonio Gonzalez. Amparada numa larga rede de intrigas, conspirações, conluios, ajustes espúrios, ciúme, ressentimentos de diversos gêneros, romances e adultérios, com cada integrante do enredo sendo um potencial suspeito da morte de Bruno Ferraz, “O Rebu” não deixará de causar um certo rebuliço ao cair da noite. E se à primeira vista tivemos um corpo que caiu sobre a cristalina piscina dos Mahler, ao final o algoz deste mesmo corpo que boia cairá sobre o frio piso de uma cela. Ou quem sabe, em qualquer outro lugar sequer imaginado.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 7th, 2014
    Foto: Paulo Ruch


    A atriz Debora Bloch no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Debora nasceu em Belo Horizonte, MG, e muito jovem frequentou um curso ministrado pelos atores e diretores Rubens Corrêa e Ivan de Albuquerque e pelo diretor Amir Haddad, no Teatro Ipanema, RJ, fundado pelos dois primeiros e cenário de montagens históricas, fato que fez com que não tivesse mais dúvidas quanto à escolha de sua profissão.
    A estreia teatral de Debora ocorreu em grande estilo, na peça “Rasga Coração”, de Vianinha.
    Junto com Chico Diaz, Andréa Beltrão e Pedro Cardoso cria um dos grupos de maior sucesso no panorama cênico da década de 80, o “Manhas e Manias” (receberam bastantes prêmios).
    Já na televisão, no caso a Rede Globo, sua interpretação pôde ser conferida e aplaudida na novela de Silvio de Abreu, que ia ao ar às 19h, “Jogo da Vida” (sua personagem se chamava Lívia, era filha de Jordana, Glória Menezes, e namorada de Jerônimo, Mário Gomes, e por esta atuação recebeu a láurea de “Atriz Revelação” concedida pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte).
    Logo no ano seguinte, 1982, integrou o elenco de “Sol de Verão”, de Manoel Carlos, no horário nobre, folhetim em que viveu um lindo romance com Abel, um deficiente auditivo defendido por Tony Ramos.
    Após incursões em “Casos Especiais” e no seriado “Armação Ilimitada”, ganha um de seus mais marcantes papéis, na produção escrita por Silvio de Abreu, “Cambalacho”, em que personificou a mecânica masculinizada porém romântica Ana Machadão.
    Dois anos depois, em 1988, Debora Bloch simplesmente fez parte de um dos programas de humor mais revolucionários da TV brasileira, que rompeu com uma série de padrões preestabelecidos, “TV Pirata”.
    Faltava-lhe uma minissérie, e lhe surgiu o convite para ser a protagonista de “A, E, I, O… Urca” (como o próprio nome diz abordava os tempos áureos do Cassino da Urca, no Rio de Janeiro).
    Toma uma decisão significativa, ao resolver mudar de emissora, o SBT, e ser uma das atrizes principais de “As Pupilas do Senhor Reitor”, telenovela baseada no romance homônimo de Júlio Diniz, dirigida por Nilton Travesso.
    Entre 1995 e 1996, a artista teve um belo momento em sua trajetória ao ser escalada para vários episódios de “Comédia da Vida Privada” (inspirados nas crônicas de Luis Fernando Verissimo) e “A Vida Como Ela É” (as crônicas de Nelson Rodrigues serviram de base para as tramas).
    Seu pioneiro encontro com os autores Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa aconteceu em “Salsa e Merengue”, como Teodora.
    Em “Andando nas Nuvens”, de Euclydes Marinho, foi uma jornalista, Júlia Montana.
    Nas comemorações pelos 500 anos do Descobrimento do Brasil, esteve na minissérie “A Invenção do Brasil”.
    Antes da Madô de “A Lua Me Disse” (novamente de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa), Debora contribuiu com sua conhecida verve cômica para diversas produções humorísticas, como “Doris para Maiores”, “A Grande Família”, “As 50 Leis do Amor” e a “Vida ao Vivo Show”.
    Retorna às minisséries, como “JFK”, “Amazônia, De Galvez a Chico Mendes” e “Queridos Amigos”.
    Em “Caminho das Índias”, de Gloria Perez, foi vítima da psicopata Yvone, interpretada com verossimilhança por Letícia Sabatella.
    Fez uma divertida dupla com Wladimir Brichta em “Separação?!”.
    Foi uma nobre, a Duquesa Úrsula, na novela que encantou o público, “Cordel Encantado”, de Duca Rachid e Thelma Guedes.
    Lutou pelo amor de Cadinho (Alexandre Borges), ao lado de Carolina Ferraz e Camila Morgado, no fenômeno de João Emanuel Carneiro, “Avenida Brasil”.
    No “remake” de “Saramandaia”, apaixonou-se pelo lobisomem Professor Aristóbulo de Gabriel Braga Nunes.
    No cinema, o seu “début” não poderia ter sido mais avassalador: protagonizou “Bete Balanço”, de Lael Rodrigues (tornou-se musa do cinema nacional; ganhou o Prêmio Air France).
    Vieram demais longas metragens, como “Noites do Sertão”, de Carlos Alberto Prates Correia (prêmios em Brasília, Gramado e Cartagena, Colômbia); “Veja Esta Canção”, de Cacá Diegues (premiada nos EUA e novamente pela APCA); “Patriamada”, de Tizuca Yamasaki; “O Grande Mentecapto”, de Oswaldo Caldeira; “A Ostra e o Vento”, de Walter Lima Jr.; “Bossa Nova”, de Bruno Barreto; “Caramuru – A Invenção do Brasil”, de Guel Arraes, e “À Deriva”, de Heitor Dhalia, dentre outros.
    Na ribalta, com o grupo “Manhas e Manias”, encenou “Brincando com Fogo” e “Recordações do Futuro” (além de produções infantis).
    Fora vista nos espetáculos, êxitos de público e crítica, “Fica Comigo Esta Noite”, “5 x Comédia”, “Duas Mulheres e um Cadáver”, “Tio Vanya” e “Brincando em Cima Daquilo”.
    No momento, Debora Bloch é uma das protagonistas da novela das 18h escrita por Lícia Manzo, “Sete Vidas”, que está em sua penúltima semana (Debora interpreta uma jornalista conceituada, Lígia, irmã da publicitária Irene, Malu Galli, que nutre uma forte paixão pelo ambientalista Miguel, interpretado por Domingos Montagner, o que acaba atrapalhando os seus planos iniciais de constituir uma família completa; a filha de Dália, Selma Egrei, é uma mulher magnânima e sensata, e num gesto admirável aceita e recebe com afeto os irmãos biológicos de seu filho Bruno).
    Debora Bloch tem em vista, após o fim de “Sete Vidas”, a montagem de um texto teatral, cujos direitos da obra foram comprados por ela (trata-se de uma coletânea de contos da autora inglesa vencedora do Nobel de Literatura Doris Lessing; o espetáculo, que abordará o universo feminino, terá o nome “Hábito de Amar”).

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 6th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz e modelo Juliana Paiva posa para os fotógrafos presentes no Fashion Rio Outono Inverno 2014, semana de moda realizada no Píer Mauá.
    Juliana é carioca.
    Na infância, inicia a carreira de modelo.
    Começou a pensar em se tornar atriz ao atingir a fase da adolescência.
    Entrou para uma agência de atores, e logo foi chamada para fazer uma participação na televisão (na novela de Manoel Carlos, “Viver a Vida”, levada ao ar em 2009 pela Rede Globo, interpretou a modelo Diva).
    Não tardou para que fosse escalada para a produção de Duca Rachid e Thelma Guedes das 18h, “Cama de Gato”, na mesma emissora.
    No entanto, fora somente como Valquíria, filha de Jacques Leclair (Alexandre Borges) no remake de “Ti Ti Ti” (mantinha um romance às escondidas com Luti, papel de Humberto Carrão), que Juliana (indicada ao Prêmio Contigo! Atriz Revelação de TV) passou a ser conhecida em todo o país.
    Atuou em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
    A popularidade só recrudesceu ao integrar o elenco teen de “Malhação”, como Fatinha, em sua 20ª temporada (recebeu indicações para vários prêmios em diferentes categorias).
    Juliana Paiva não fugiu do universo adolescente, e obteve êxito, ao frequentar os sets de filmagem de “Desenrola”, de Rosane Svartman.
    Vimos a intérprete em três espetáculos: “Alice e Gabriel” (texto de Jaime Celiberto, direção de Johnny Massaro e poemas de Ulisses Tavares; Prêmio FUNARTE de Dramaturgia na Categoria Infância-Juventude), “3 Ferramentas” e “Papo Calcinha” (com a Cia Stars).
    Em “Além do Horizonte”, folhetim escrito por Carlos Gregório e Marcos Bernstein, no qual defendeu a personagem Lili, ganhou mais notoriedade junto ao público.
    Atualmente, todo o talento e desenvoltura da atriz Juliana Paiva podem ser conferidos na novela das 19h da Rede Globo, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, em que vive a divertida Cassandra (Sandra), uma  aspirante à modelo e celebridade.

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype

                                 

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 6th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz e modelo Juliana Paiva no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Juliana é carioca.
    Na infância, inicia a carreira de modelo.
    Começou a pensar em se tornar atriz ao atingir a fase da adolescência.
    Entrou para uma agência de atores, e logo foi chamada para fazer uma participação na televisão (na novela de Manoel Carlos, “Viver a Vida”, levada ao ar em 2009 pela Rede Globo, interpretou a modelo Diva).
    Não tardou para que fosse escalada para a produção de Duca Rachid e Thelma Guedes das 18h, “Cama de Gato”, na mesma emissora.
    No entanto, fora somente como Valquíria, filha de Jacques Leclair (Alexandre Borges) no remake de “Ti Ti Ti” (mantinha um romance às escondidas com Luti, papel de Humberto Carrão), que Juliana (indicada ao Prêmio Contigo! Atriz Revelação de TV) passou a ser conhecida em todo o país.
    Atuou em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
    A popularidade só recrudesceu ao integrar o elenco teen de “Malhação”, como Fatinha, em sua 20ª temporada (recebeu indicações para vários prêmios em diferentes categorias).
    Juliana Paiva não fugiu do universo adolescente, e obteve êxito, ao frequentar os sets de filmagem de “Desenrola”, de Rosane Svartman.
    Vimos a intérprete em três espetáculos: “Alice e Gabriel” (texto de Jaime Celiberto, direção de Johnny Massaro e poemas de Ulisses Tavares; Prêmio FUNARTE de Dramaturgia na Categoria Infância-Juventude), “3 Ferramentas” e “Papo Calcinha” (com a Cia Stars).
    Em “Além do Horizonte”, folhetim escrito por Carlos Gregório e Marcos Bernstein, no qual defendeu a personagem Lili, ganhou mais notoriedade junto ao público.
    Atualmente, todo o talento e desenvoltura da atriz Juliana Paiva podem ser conferidos na novela das 19h da Rede Globo, “Totalmente Demais”, de Rosane Svartman e Paulo Halm, em que vive a divertida Cassandra (Sandra), uma aspirante à modelo e celebridade.

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype 

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 6th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    O proprietário da marca Armadillo, Ricardo Nasseh, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, evento realizado no Píer Mauá.
    A história de Ricardo (que também é surfista) com a área têxtil começou em 1986, de modo despretensioso, com apenas 25 peças (bermudas de veludo estilo surf anos 80).
    O comércio se iniciou em sua própria casa, até ganhar uma fábrica.
    A primeira loja só veio a ser inaugurada no final de 1995, em um shopping do Rio de Janeiro, conquistando de imediato o gosto dos consumidores (havia um conceito de fábrica).
    Somente depois de uma viagem à Califórnia, Ricardo adota definitivamente o perfil da grife que criara, inspirada no lema “easy going” (que pode ser entendido como um estilo casual, que reporta ao bem-estar).
    Surge em 1995 o nome Armadillo, e com ele a primeira loja oficial (em 1996, em um shopping na cidade de Niterói, RJ).
    A marca ganha lojas na Barra, Ipanema e Botafogo (além de outros pontos de venda).
    Há uma demanda de clientes multimarcas tanto do Brasil como Estados Unidos e Europa.
    Sempre apostando em uma arquitetura despojada, as lojas são agora encontradas no Centro e Zona Norte do Rio.
    A Armadillo (que participou de desfiles do “Rio-à-Porter”) contém hoje mais de cem locais de comercialização em todo o país.
    Uma grande estrutura de produção, distribuição e venda é montada, garantindo o sucesso da grife em questão.

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 6th, 2014
    Foto: Paulo Ruch


    O criador e estilista da R. Groove Rique Gonçalves no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    É formado em Design de Moda pela UVA (Universidade Veiga de Almeida), no Rio de Janeiro.
    Ricardo, seu nome original, criou a famosa marca em 2007, cujo conceito se baseia na associação de arte, moda e comportamento urbano.
    Foi vencedor do primeiro Prêmio Moda Brasil, no ano de 2008, na categoria “Estilista Revelação”.
    Logo em sua estreia no Rio Moda Hype (evento paralelo que antecedia o Fashion Rio), recebeu um prêmio, e seguidas vezes marcou presença com a sua criatividade.
    Participou do Salão Internacional de Moda Madrid (SIMM).
    No Fashion Rio, as criações de Rique Gonçalves podiam ser conferidas invariavelmente em suas edições, tanto no segmento “Novos Talentos” como em desfiles solo.
    Ricardo Nasseh, proprietário da grife Armadillo, contratou Rique para assinar uma de suas coleções.
    A R. Groove está distribuída pelo Brasil em estados como o Rio de Janeiro (Ipanema) e São Paulo (capital e Campinas).
    A experiência de Ricardo como ex-guitarrista e vocalista de uma banda de rock colaborou para que as estampas e “shapes” de suas roupas remetessem a “street art”, sem abrir mão da alfaiataria.

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype

    Post atualizado em 03/06/2018

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    julho 6th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    A fashion stylist, figurinista e apresentadora Bianca Jahara no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    A carioca ficou conhecida em todo o país ao participar da oitava edição do reality show da Rede Globo “Big Brother Brasil”.
    No Rio de Janeiro, na extinta boate “Dama de Ferro”, localizada no bairro de Ipanema, point dos descolados da cidade e amantes da música eletrônica, produzia na última sexta-feira do mês a festa “Fashion Nugget”.
    Apresentou o programa “Penetra”, do canal adulto “Sexy Hot”, no qual se discutem questões sobre comportamento sexual.
    Atualmente, Bianca Jahara possui um canal no YouTube no qual apresenta o seu novo programa “Com Sensual” (Bianca recebe os seus entrevistados em sua própria casa).

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype 

    Post atualizado em 03/06/2018

  • ” Na peça ‘Shirley Valentine’, a personagem de Betty Faria nos ensina a ‘usar’ a vida.”

    julho 6th, 2014
    Betty Faria no monólogo de Willy Russel/Foto: João Wainer

     

    Cozinha. Parede azulejada. Uma mulher madura com vestido simples preparando batatas e ovos fritos à espera de seu marido. Apesar de ser casada, sente-se só, muito só. A ponto de conversar não metaforicamente com as paredes. Possui filhos crescidos. Mas parece que não a entendem. Enquanto descasca uma batata e toma uma taça de vinho, desabafa para si mesma o que a aflige, quais são os ressentimentos, mágoas, sonhos, pretensões, frustrações etc. Tem a nítida impressão de que a vida não foi desfrutada como deveria. Surge-lhe oportunidade única proporcionada pela amiga Jane: uma viagem de duas semanas à Grécia. Seria a chance de um recomeço, um reinício. O que fazer? Como convencer o marido? Não seria mais confortável permanecer no mundo sem riscos no qual vive? Valeria a pena aventurar-se a esta altura dos acontecimentos em terra estranha, sujeita a todos os tipos de surpresas, agradáveis ou não, pertinentes a uma viagem? Shirley Valentine decide por se desafiar, e se abrir para um novo mundo. O bom texto de Willy Russel fia-se a este emaranhado de conflitos plausíveis a uma mulher da geração de Shirley. O teor é confessional mais voltado para o drama, contudo sem preterir as situações e ditos cômicos. Betty Faria encaixa-se com satisfação plena ao que se é exigido para que o papel ganhe a verossimilhança necessária. Betty utiliza-se de bastantes recursos para viabilizar a sua Shirley: variações nas inflexões de voz, posturas corporais diferenciadas… Ademais, trafega tanto quando se pretende fazer rir quando se pretende comover (Betty Faria foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro em São Paulo, e ao 3º Prêmio Contigo! de Teatro). A direção de Guilherme Leme é de maneira indubitável coerente. Soube aproveitar as potencialidades da atriz, o espaço cênico com inteligência, lançou mão de marcações adequadas e precisas, enfim, transformou em entretenimento indiscutível o que Willy Russel escreveu (a tradução foi de Euclydes Marinho, e a adaptação dos próprios Guilherme e Euclydes). O cenário de Aurora dos Campos corresponde aos ambientes da ação com congruência. A cozinha da casa de Shirley é propositalmente modesta, assim como a simplicidade da sua existência. Há um painel espelhado em certa ocasião de beleza irrefutável. Já na Grécia, aposta-se no minimalismo de uma mesa e cadeira de madeira. Devemos, entretanto, ressaltar que belo e impressionante efeito com areia é mostrado ao público. A iluminação de Wagner Freire procurou enfatizar a rotina, o dia a dia da dona de casa em sua cozinha no começo do espetáculo. Percebe-se notória correção neste intento. Já no tocante ao país mediterrâneo, Wagner premia-nos com cores vibrantes, fortes e alegres. Nas passagens de cena a outra, o azul prevalece. A trilha sonora e música incidental de Marcello H é cuidadosa, caprichada, e há um especial momento com a execução de “Zorba’s Dance (Sirtaki)”, de Mikis Theodorakis. O que podemos depreender, afinal, da peça “Shirley Valentine”, é que não devemos achar nem tampouco julgar que o recomeço de nossas vidas é algo inatíngivel. Que não devemos sucumbir ao poder da rotina, e nem nos deixarmos capitular pela ausência de sonhos. O que fica é a mensagem de que a vida está presente para ser “usada”, assim como Shirley Valentine o fez.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    junho 25th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    A atriz Luiza Valdetaro no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Luiza é carioca, e se formou em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
    Também fora modelo por um tempo.
    Estreou na TV, no caso a Rede Globo, em tramas escritas por Gilberto Braga e Gloria Perez: “Celebridade” e “América”, respectivamente.
    Curso natural dos jovens atores na emissora carioca, passou por “Malhação”, a novela “teen” exibida no fim da tarde, com uma personagem chamada Manu.
    Vieram outros folhetins de diferentes autores: “Pé na Jaca” (Carlos Lombardi); “Ciranda de Pedra” (adaptação de Alcides Nogueira da obra de Lygia Fagundes Telles; uma outra fora ao ar na mesma Rede Globo no ano de 1981, pelas mãos de Teixeira Filho) e “Viver a Vida”, de Manoel Carlos (o fato de estar no horário nobre, e de pertencer ao núcleo da família da Helena interpretada por Taís Araújo fez com que conhecêssemos melhor o seu trabalho).
    Contracenou com o humorista Renato Aragão em duas ocasiões: na minissérie “Deu a Louca no Tempo” e no programa dominical “A Turma do Didi”.
    A seguir, três folhetins lhe deram credibilidade e prestígio como intérprete: “Cordel Encantado”, de Duca Rachid e Thelma Guedes (uma obra inovadora com narrativa em tom de cordel, como o próprio título indica); o “remake” de “Gabriela” (Luiza ganhou importante papel, Jerusa, vivido em 1975 por Nívea Maria) e “Joia Rara”, novamente de Duca Rachid e Thelma Guedes (telenovela que abordou com propriedade o tema Budismo, na qual defendeu a cantora Hilda).
    No cinema, participou de uma coprodução entre Brasil e Estados Unidos, dirigida por Márcio Garcia, com Dean Cain, Juliana Paes, John Savage e Eric Roberts no elenco, “Bed & Breakfast” (“Amor por Acaso”); e “Like Sunday, Like Rain”, de Frank Whaley (com Leighton Meester, de “Gossip Girl”; Billie Joe Armstrong, vocalista da banda Green Day; e Debra Messing (de “Will & Grace” e “Smash”).

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype 

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    junho 25th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    O modelo Josef Lauvers no Fashion Rio Outono Inverno 2014, evento realizado no Píer Mauá.
    Josef é capixaba de Cariacica.
    Foi agenciado por outras agências, como a BRM Mgt.
    Passou temporadas em Milão, Cingapura, Hong Kong, Shanghai e Pequim.
    Estudou na Oficina de Atores Rosina Pagan.
    Foi fotografado por Cristiano Madureira para o site Made in Brazil.
    Josef, junto com outros modelos, inclusive a top Cintia Dicker, foi clicado por Rogério Mesquita, estampou as páginas da revista Quem Acontece (o site correspondente republicou a matéria; após, a foto foi capa da Marilyn Magazine).
    Fotografou para Aquila Bersont (projeto beneficente “FIZ PRA VOCÊ”), Nikolai DV, Ranner Vidal, Henrique Cesar, Roberto Trumpauskas (“Water Project”), Kiu Meireles, Marcos Duarte, Rafael Brocco, Leandro Ribeiro, Eduardo Bravin e Gustavo Braga.
    Protagonizou um ensaio para a Revista Junior, pelas lentes de Ulisses Fernandes (lookbook da marca Anjo da Guarda).
    Fez parte de campanhas para a Academia Levitas Centro de Bem-Estar, em São Paulo, Dafiti, Sgrima, Lei BSC e Revista Shopping Cidade.
    Desfilou para a Ausländer no Fashion Rio, em sua edição Outono Inverno 2014, com uma maquiagem especial que chamou a atenção do público; e para a Cobra D’Água e Konik no Vitória Moda 2013/2014.
    Seus mais recentes trabalhos foram campanhas para a Vidaativa Jeans (Coleção Outono Inverno 2018) e Cobra D’água, e ensaios para os fotógrafos Kaká Estrela e Brian Haider.
    Atualmente, é agenciado pela Ragazzo Model Management.

    Agradecimento: R. Groove e Rio Moda Hype 

    Obs: Post atualizado em 24 de maio de 2018.

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