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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 16th, 2014


    Um enorme guindaste, visto através do alambrado, dentre os muitos que podiam ser observados no Píer Mauá, com a Baía de Guanabara ao fundo, durante a temporada Outono Inverno 2014 do Fashion Rio.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: R. Groove
    Rio Moda Hype

  • “Lucas Malvacini: um ator desbravador que após o sucesso na TV encontrou um outro talento que estava o esperando nos palcos.”

    março 11th, 2014

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    Foto: Divulgação

    O que decorreu com o ator nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, Lucas Malvacini, e que iniciou bem-sucedida carreira como modelo na adolescência, na novela “Amor à Vida”, um grande sucesso de Walcyr Carrasco exibido no horário nobre da Rede Globo, findo há não muito tempo, em que vários intérpretes e respectivos personagens obtiveram destaque, foi algo próximo ao ineditismo. Lucas, que já havia “experimentado” um set de televisão no “remake” de “O Astro”, de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro (basearam-se no clássico de Janete Clair), ao lado de Fernanda Rodrigues, foi escalado para um papel potencialmente árido, que atendia pelo tenro epíteto de “Anjinho”. O personagem se incumbiria de cumprir a tarefa de ocupar posto polêmico desencadeador de miríade de conflitos na história. A Lucas Malvacini, então, que se tornou “a priori” conhecido em todo o país ao disputar e vencer o concorridíssimo concurso “Mister Brasil Mundo 2011” (desta forma o rapaz veio a ser o representante oficial do Brasil nos principais concursos de beleza internacionais) coube o desafiador encargo, imprevisível aos olhos sempre exigentes e implacáveis dos público e imprensa, de personificar com credibilidade o amante/namorado de Félix (Mateus Solano), um dos vilões do folhetim cujas graça e maldades indizíveis se “amalgamavam”. Considerável e avolumada parcela de telespectadores poderia de modo imediato rejeitar Anjinho por razões diversas. É notório e sabido que a sociedade civil (ao menos um segmento dela) “navega na latente turbulência de um mar hipócrita sem fim”. Todos falam em alto e bom som: “Eu não sou preconceituoso!”. Hoje em dia é bonito, conveniente não ter preconceito. Porém, não é o que se testemunha nas ruas, noticiários ou mesmo no discurso de alguém que lhe é próximo. Contraditoriamente ao apelido dado pelo filho de César (Antonio Fagundes), Anjinho poderia ser tachado de “pecador”, ao ser homossexual e “destruidor de lares”. E o mais agravante, um lar heterossexual, ainda que artificial. Antonio Fagundes, que ao meu ver, defendeu com brilho e dignidade o ambivalente, austero e respeitável médico que não respeitava a si mesmo tampouco o semelhante, representou, creio, inestimável percentagem da coletividade social com suas atitudes e opiniões homofóbicas (que numa altiva solução do autor se vira obrigado, pelas contingências, a se redimir). No entanto, o seu olhar sobre Anjinho (para surpresa nossa) se confrontava com o conceito de um outro setor que assistia a “Amor à Vida”. Walcyr Carrasco criou Anjinho com elementos tão sutis e delicados que impossível seria não nos afeiçoarmos a ele. O êxito incontestável do personagem se deve, outrossim, à interpretação meticulosa e disciplinada de Malvacini, que impingiu à personalidade daquele doçura, fragilidade, dependência emocional e imponderável ingenuidade acerca da realidade com riscos que o circundava. Lucas Malvacini, eleito o “Homem Mais Bonito do Brasil” em decorrência da vitória, dentre 40 candidatos, como “Mister Ilha de Búzios”, revelou em cada cena da qual participou nuances eficazes a fim de que não houvesse em nenhum momento rejeição ou não aceitação das pessoas, afora, claro, os empedernidos falsos conservadores. O mais impressionante na passagem de Lucas (que invariavelmente colocou em primeiro plano o objetivo de se estabelecer como intérprete, e para isso sempre se dedicara a estudos por intermédio de leituras apropriadas) pela novela em pauta foi que mesmo após a sua ausência prevista na primeira metade da sinopse e na derradeira despedida na fase final da produção, o nome “Anjinho” não “fugiu” do enredo, sendo mencionado vez por outra, seja de jeito carinhoso, debochado ou com ira, nas oratórias dos demais “characters”. Há que se ressaltar ainda a visível e louvável cumplicidade com Mateus Solano em cena. Mateus que em entrevista afirmara proximamente acreditar que a interpretação alheia ajuda na performance com êxito do parceiro profissional. E Lucas asseverara à mídia sobre a generosidade de seu colega de ofício, o que abriu um caminho para o acerto geral. Outra questão que não deve ser preterida fora a solicitação do público noticiada em veículos de comunicação para que o ator retornasse à trama quando da época de seu afastamento. O pedido, intuo, não se dera somente por sua beleza diferenciada, mas pelos carisma, empatia, competência e sustentação coerente do papel. Como novela é uma obra aberta, o teledramaturgo não se fez de rogado, e a volta de Anjinho reacendeu impasses e contendas entre aqueles direta ou indiretamente envolvidos com ele. Apiedamo-nos duas vezes por Anjinho: quando fora preso acusado por furto de joias (declarado inocente depois de apuração precisa dos fatos) e quando Félix terminara o romance que havia entre ambos em definitivo (Anjinho recebera passagem e dinheiro para viver em Barcelona e retomar a profissão de modelo). Com o desfecho, enganou-se quem pensara que Lucas (que no período em que se dedicara à moda teve gloriosas realizações, como a campanha para a Brookstone; o trabalho fez com que morasse em cidades como Milão, Miami e Santiago do Chile) se acomodaria após o sucesso da novela. O ator desbravador buscou se aperfeiçoar, adquirir novas experiências e evoluir como artista. E não haveria melhor espaço para a concretização desses intentos do que o palco de um teatro. Surgiu-lhe excelente oportunidade de ser um dos protagonistas da ótima comédia romântica de Raul Franco, dirigida por Bia Oliveira, junto com Felipe Roque e Camila Hage no elenco, revezando-se com Luca Pougy, “Crônicas do Amor Mal Amado”. Nós, assim, perguntamo-nos: – Como Lucas se sairá nos palcos? Saberá ele enfrentar a difícil arte da interpretação teatral? E o público? Como reagiria a isto? O espetáculo, com bastante proficiência, abrange a imensidão das possibilidades e probabilidades do amor. Como este é encarado sob distintos prismas. A árdua conciliação entre as discordâncias dos gêneros masculino e feminino. O sexo, seu prazer e frustrações. Os mitos e desmistificações. As cobranças descabidas que acabam por diluir um relacionamento. Lucas deu vida a dois personagens: um psicanalista que interage com a plateia, elucubrando e levantando questões, e Ernesto, que se apresenta com dupla proposta de comportamento. A primeira se o homem mantivesse com a mulher uma relação liberal, aberta, permissiva, e a segunda, um companheiro “comum”, sujeito a ciúme, dúvidas e inseguranças. Ao interpretar o psicanalista, Lucas Malvacini (que além de tudo que já relatei estudara Turismo e participara de um clipe da cantora e atriz Preta Gil, “Sou Como Sou”) demonstrou incrível capacidade de concentração, disciplina e interiorização do papel. O psicanalista é um atento observador das cenas, um segundo olhar, o que poderia facilmente provocar no artista um “escape” do personagem (o que não acontece). A interação com os espectadores exige firmeza, resolução e desenvoltura. A sua voz é clara, límpida e articulada. Não vislumbramos em sua atuação hesitações ou titubeações. Como Ernesto, o intérprete tem a chance de expandir ainda mais o seu talento, com gama sequencial de reações, como destempero, fleuma, impulsividade, indignação, carência, vulnerabilidade, fúria, indignação e uma carga de dramaticidade que atinge a sua posição de equilíbrio pertinente. Todavia, passamos a conhecer um Lucas leve, ágil, circulando com intimidade pela ribalta, engraçado, divertido, irônico e cativante. Não só “Amor à Vida” lhe foi uma vivência rica e marcante em sua trajetória. “Crônicas do Amor Mal Amado” serviu com toda a sacralidade que um tablado pode proporcionar para Lucas Malvacini, o ator desbravador, encontrar algo. Esse “algo” era um outro talento que desconhecíamos, e que, por sorte, encontrara. Esse “algo” estava apenas ali mudo, quieto, parado, silencioso e paciente, esperando que o seu dono o achasse e o levasse para casa. Mas não sem antes visitar o teatro.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 9th, 2014


    A atriz Letícia Spiller, após o desfile de Victor Dzenk no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Letícia é carioca.
    Estudou no O Tablado, e fez parte do Grupo Pessoal do Tom.
    Sua primeira experiência na TV foi ao lado da apresentadora Xuxa Meneguel em seu programa na Rede Globo, “Xou da Xuxa”.
    Ingressou no Grupo Porão, no qual aprendeu uma série de técnicas de interpretação que, com certeza, colaboraram para a respeitabilidade que possui atualmente como intérprete.
    Cursou a Oficina de Atores da Rede Globo.
    A estreia como protagonista em novelas na trama de Carlos Lombardi, “Quatro por Quatro”, como Babalu, na mesma emissora, trouxe-lhe arrebatadora popularidade (os cabelos presos, suas roupas e acessórios, como shorts jeans, tops e tamancos conquistaram o público feminino, que passou a usá-los nas ruas).
    Já com o prestígio alcançado, participou como Giovanna da primeira fase do folhetim de Benedito Ruy Barbosa “O Rei do Gado”, sob a sempre requintada direção de Luiz Fernando Carvalho.
    Depois de “Zazá”, de Lauro César Muniz, personificou a difícil personagem criada por Aguinaldo Silva para a produção das 21h “Suave Veneno”, Maria Regina, numa história inspirada no clássico de William Shakespeare “Rei Lear” (Letícia adota um visual completamente diferente, passando a ostentar melenas negras com um novo corte, desta vez mais curto).
    No fim da tarde, às 18h, a atriz pôde ser apreciada numa novela de época, “Esplendor”, de Ana Maria Moretzsohn.
    Em seguida a “Sabor da Paixão” (como protagonista) e “Kubanacan”, teve destaque em outra obra de Aguinaldo Silva, como a ambiciosa Viviane de “Senhora do Destino”, cujo par romântico fora Eduardo Moscovis.
    Trabalha novamente com o teledramaturgo Aguinaldo Silva em “Duas Caras” e conhece o modo de contar uma história de Manoel Carlos em “Viver a Vida”, como Betina, uma mulher que se vê às voltas com a infidelidade de seu marido com a própria prima, Marcello Airoldi e Camila Morgado, respectivamente.
    Os atores adolescentes de “Malhação” puderam compartilhar sua presença em uma de suas temporadas, sem que antes a artista tenha contribuído para o seriado “freudiano” “Afinal, O Que Querem As Mulheres?”.
    Com Gloria Perez, atuou em duas de suas produções: a minissérie “Amazônia, De Galvez a Chico Mendes” e “Salve Jorge”, novela em que defendeu Antônia, uma ex-modelo em constante conflito com o marido interpretado por Caco Ciocler, inclusive na disputa pela guarda da filha, findo o processo de divórcio.
    Retorna à faixa das seis da tarde, em duas outras telenovelas: “Joia Rara”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, como a vedete Lola Gardel, e “Boogie Oogie”, de Rui Vilhena, assumindo o papel da secretária Gilda.
    Incluem-se ainda em sua rica bagagem artística especiais (como “Nada Fofa”, estrelado por ela), séries e humorísticos.
    Letícia Spiller recebeu prêmios por algumas de suas atuações na televisão.
    Sua trajetória no teatro é digna: “Isadora Duncan – É Dançando Que A Gente Se Aprende”, de Aguinaldo Silva; “O Falcão e o Imperador”, peça baseada no poema de Niko Kazantzakis, “Ascese, Os Salvadores de Deus”, e nas poesias do persa Rumi (adaptação, produção, direção e atuação de Letícia); “A Leve – O Próximo Nome da Terra”, de Hamilton Vaz Pereira; “Bodas de Sangue” (Amir Haddad se inspirou em Federico García Lorca); “Abelardo e Heloísa” (a correspondência entre os amantes foi a fonte para a construção do texto dramatúrgico de Clara de Góes); “Peer Gynt”, de Henrik Ibsen; “Outside – Um Musical Noir” (Pedro Kosovski, o autor, elaborou o espetáculo, uma ópera-rock, tomando por base um encarte do disco homônimo de David Bowie); e mais uma vez integra um espetáculo musical (sendo este influenciado pela tragédia grega de Sófocles, “Édipo Rei”), “EdyPop”, também de Pedro Kosovski.
    Já os projetores de cinema lançaram sua bela imagem na tela grande em vários filmes, como “Lua de Cristal”, de Tizuca Yamasaki; “Sonho de Verão”, de Paulo Sérgio de Almeida; o curta “O Pulso”, de José Pedro Goulart; “Oriundi”, de Ricardo Bravo (foi colega de elenco de Anthony Quinn); “Villa-Lobos – Uma Vida de Paixão (dá vida à segunda esposa do maestro e compositor), de Zelito Viana; “A Paixão de Jacobina” (atua como a própria Jacobina), de Fábio Barreto; “Xuxa em Sonho de Menina”, de Rudi Lagemann; “O Inventor de Sonhos”, de Ricardo Nauenberg; o docudrama de Marco Antônio Ferraz e Anderson Corrêa “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar”; “Xuxa e os Duendes 2”, de Paulo Sérgio de Almeida, Rogério Gomes e Márcio Vito; “O Gerente”, de Paulo César Saraceni; “Desenrola”, de Rosane Svartman; “O Casamento de Gorete” (a intérprete defende uma drag queen), de Paulo Vespúcio; “Tudo Que Deus Criou”, de André da Costa Pinto, e “Desejos Modernos”, de Alexandre Moretzsohn.
    Hoje, Letícia Spiller estará no último capítulo da novela de Alcides Nogueira e Mário Teixeira, “I Love Paraisópolis”, exibida às 19h pela Rede Globo, em que interpreta a vilã Soraya.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models

    março 9th, 2014

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    Andre Resende, empresário e modelo com bem-sucedida carreira no exterior, foi prestigiar a festa “Birthday Casting Party by Sergio Mattos – 7 anos da 40 Graus Models”, que ocorreu no Cais do Oriente, no Centro do Rio de Janeiro (o evento foi realizado em 2011).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: http://www.40grausmodels.com

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 9th, 2014


    O modelo da 40° Models e ator Gabriel Sihnel, após ter desfilado para Victor Dzenk no Fashion Rio Outono Inverno 2014, realizado no Píer Mauá.
    Gabriel é de Florianópolis, Santa Catarina.
    Estudou no “O Tablado”, famosa escola de teatro fundada por Maria Clara Machado, no Rio de Janeiro.
    Passou mais de uma temporada em Milão, na Itália.
    Na capital da Lombardia, desfilou para Julian Zigerli no Milan’s Men Fashion Week Fall/Winter 2014 2015 (desfilou também posteriormente para Ermanno Scervino, Dirk Birkkembergs e Moschino, na temporada Verão 2016, na Milan Fashion Week).
    Fez um vídeo publicitário para a marca de roupas Foxton.
    Foi fotografado por diversos profissionais, dentre os quais podemos mencionar Brigitte Winkler e Nathalie Alavoine (ambas o fotografaram em Milão), Delia Simonetti, Gus Drake, Carol Beiriz, Gustavo Chams, Jeff Segenreich (para o site “Male Model Scene”; revista digital “FCastBrazil”; e o vídeo para o canal Woohoo 40 Graus), Thiago Brito, Diego Minone e Rogério Barros.
    Foi considerado pela Revista Lui italiana como o “Red Boy”.
    Fez muitas campanhas, tais como: Erreà, relevante marca italiana voltada para artigos esportivos em geral, Julian Zigerli, Puma, Armadillo (lookbook), Revolution Collection Widi Care (o hair ficou a cargo de Neandro Ferreira), Sala de Estar e R. I. O SOUVENIR_ A/W 14.
    Um de seus mais significativos trabalhos foi um ensaio para o Caderno Ela Luxo encartado no jornal O GLOBO, fotografado por Pedro Loreto.
    Em outro importante ensaio, Gabriel foi clicado por Romulo Soares para a Revista O GLOBO, do mesmo impresso.
    Foi visto nas revistas “Sport & Street”, “Alla Carta” (as fotos foram tiradas em Milão), “Vogue” e “Issue”.
    Participou de um clipe no último episódio do seriado da Rede Globo, “Sexo e as Negas”.
    Marcou presença no showroom da marca de perfumes holandesa Viktor & Rolf.
    No Fashion Rio, em sua edição Verão 2014/2015, na Marina da Glória, o modelo desfilou para a R. Groove, TNG e Osklen Praia.
    Na São Paulo Fashion Week Outono Inverno 2015, circulou pelas passarelas das grifes João Pimenta e TNG.
    Gabriel Sihnel, e outros modelos, como Weder Wilham, Alana Nona Rozentino, Juan Biolchini, Leonardo Brum, Douglas Tavares e Maurício Destri foram fotografados por Matheus Coutinho para a edição de setembro de 2014 da revista MENSCH, cujo título do ensaio foi “A Moda do Jeans”.
    Gabriel, com a modelo da Ford Models Clarissa Mendes, gravou o clipe da cantora Jully, “A Dança”.
    Recentemente, Gabriel Sihnel protagonizou o lookbook da linha underwear da marca italiana Benetton, e já se prepara para participar da próxima edição da São Paulo Fashion Week.
    Quem quiser acompanhar proximamente a sua trajetória profissional basta seguir a sua conta no Instagram: @gabrielsihnel.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa
    http://www.40grausmodels.com/

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 9th, 2014
    Foto: Paulo Ruch

    O ator e modelo Luciano Neumann, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, após o desfile de Victor Dzenk (neste período era agenciado pela 40º Models). 
    Luciano formou-se em Artes Cênicas na Casa das Artes de Laranjeiras, CAL, onde montou clássicos como “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, de Edward Albee; “Perdoa-me por me traíres” e “A Serpente”, ambas de Nelson Rodrigues; “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennessee Williams; e “As Bruxas de Salem”, de Arthur Miller). Também estudou na Escola de Atores Wolf Maya e na CN Artes, ministrada pela atriz e diretora Cininha de Paula.  
    Descendente de alemães e italianos, o jovem, que é paranaense de Foz do Iguaçu, foi incentivado por sua mãe, Liciane Neumann, a fazer um book, e entregá-lo ao fotógrafo Manuel Guimarães, que por sua vez o enviou para a agência Elite Models (SP), que imediatamente o colocou em seu cast.
    Depois de alguns anos, resolve se mudar para o Rio de Janeiro.
    Procura o booker e manager da agência 40º Models Sergio Mattos, que aposta em seu potencial.
    Já foi fotografado por Lucio Luna, Éber Figueira, Marcio Farias e Pedro Pedreira.
    Em agosto de 2015, Luciano Neumann foi protagonista, junto com a modelo Daniela Camacho, de um importante ensaio publicado no hoje extinto suplemento Ela do jornal O GLOBO, cuja matéria “Hora de Tirar a Casa do Tédio”, assinada por Suzete Aché, tratava sobre os tecidos estampados, segundo ela, que “estão em alta para os revestimentos” para sofás, pufes e almofadas (Luciano e Daniela, em página inteira, estamparam cinco fotos tiradas por Monica Imbuzeiro; os modelos usaram como “vestimentas” apenas os tecidos com diferentes padronagens, simulando brincadeiras e peças de roupas, como quimonos, saias e tops; a beleza ficou a cargo de Chico Toscano e a coordenação ficou com Gilberto Junior).

    Agradecimento: Alessa 

    Post atualizado em 01/03/2021

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 9th, 2014

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    A imagem diáfana do top Marlon Teixeira é exibida no “teaser” da marca Coca-Cola Jeans, que em muitos momentos era veiculado pelos diversos telões espalhados pela área do Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Marlon desfilou pela Coca-Cola Jeans ao lado da atriz Bruna Marquezine.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014


    A atriz, apresentadora, modelo, cantora e escritora Babi Xavier, após o desfile de Victor Dzenk, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Babi é de Niterói, RJ, e se formou em Letras pela UFF (Universidade Federal Fluminense).
    Recebeu os primeiros ensinamentos de teatro em um curso ministrado pela atriz Françoise Forton e pelo diretor Delson Antunes, no Diretório Central dos Estudantes (ao final daquele, os alunos montaram o clássico de Thornton Wilder, “Nossa Cidade”).
    Sua carreira de modelo, estabelecida principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo, rendeu-lhe diversas campanhas publicitárias e desfiles.
    A formação como atriz se consolidou ainda mais ao estudar em variadas escolas de interpretação, como Studio Escola de Atores, Oficina de Atores da Rede Globo, Artes Cênicas, Casa da Gávea e Casa das Artes.
    A estreia na televisão ocorreu num folhetim da Rede Bandeirantes, de Ana Maria Moretzsohn, “Perdidos de Amor”.
    Ruma para a TV Globo, e logo é convidada para participar de uma trama de Manoel Carlos no horário nobre, “Por Amor”.
    Chega a vez de experimentar sua vocação para a apresentação de programas, e a emissora escolhida é a MTV Brasil, onde comandou o “MTV Erótica”, um grande sucesso (a seguir, “Mochilão Abrolhos” e “Supermodel”).
    A popularidade nacional veio a ser conquistada no SBT, ao apresentar o “Programa Livre”, direcionado para o público jovem, e depois, no mesmo canal de Silvio Santos, o “reality show” “Ilha da Sedução”.
    Como é graduada em Letras, escreveu o livro cuja abordagem era o universo feminino na adolescência, “E Aí, Um Papo Aberto Entre A Gente”; e como cantora, exibiu sua voz no CD “Do Jeito Que Eu Quero”.
    Voltando à profissão de atriz, “circulou” pelos sets do longa-metragem de Marcos Andrade, “Korda”, e do curta “Corrompendo Paulo”, de Tiago Morena.
    No retorno à emissora carioca, integra o elenco de “Bang Bang” e é convidada, adiante, a disputar o concurso do “Domingão do Faustão” “Dança dos Famosos”.
    Terminada a competição, a Rede Record a contrata para fazer “Vidas Opostas”, escrita por Marcílio Moraes (defendeu à frente um papel na novela de Tiago Santiago, “Os Mutantes – Caminhos do Coração”).
    Tivera uma de suas melhores oportunidades como apresentadora ao ser a “Official Hostess” do “Red Carpet” do Los Angeles Brazilian Film Festival (um curta do qual participou, “The Meeting”, de Roberto Jabour, foi um dos concorrentes).
    Novamente na Rede Record, dedicou-se à sua personagem Elisa na minissérie bíblica “José do Egito”, de Vivian de Oliveira.
    Esteve em cartaz com a comédia romântica de Daniele Valente (inspirada no seu livro homônimo) e Cacau Hygino, “100 Dicas Para Arranjar Namorado”, ao lado de Ricardo Martins.
    Atualmente, Babi Xavier interpreta a egípcia Tais na novela bíblica de Vivian de Oliveira, “Os Dez Mandamentos”, na Rede Record (Tais é uma boa mulher, porém supérflua; engraçada, não se deixa abalar pelos acontecimentos externos; mantém vínculos amistosos com as nobres do palácio; empenha-se para auxiliar a serva Ana, Tammy Di Calafiori, a conquistar um nobre; descobre que seu marido possui um filho com outra mulher; surpreendentemente, decide criar a criança com se fosse sua).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

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    A atriz Bruna Marquezine em destaque na campanha da Coca-Cola Jeans vista nos telões que foram posicionados em lugares estratégicos no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Bruna desfilou ao lado do top Marlon Teixeira pela segunda vez representando a grife que privilegia o jeans.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

    211
    O top Marlon Teixeira, ao sair da água do mar, mostra não somente a sua visível sensualidade, mas também o quanto o jeans da Coca-Cola Jeans mantém a sua beleza mesmo molhado.
    Esta imagem foi exibida num dos visores localizados no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

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