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Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

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    A atriz Bruna Marquezine em destaque na campanha da Coca-Cola Jeans vista nos telões que foram posicionados em lugares estratégicos no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Bruna desfilou ao lado do top Marlon Teixeira pela segunda vez representando a grife que privilegia o jeans.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

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    O top Marlon Teixeira, ao sair da água do mar, mostra não somente a sua visível sensualidade, mas também o quanto o jeans da Coca-Cola Jeans mantém a sua beleza mesmo molhado.
    Esta imagem foi exibida num dos visores localizados no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

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    Os jeans da marca Coca-Cola Jeans são valorizados pelos corpos da atriz Bruna Marquezine e do top Marlon Teixeira, no “teaser” exibido em um dos muitos telões espalhados pela área do Píer Mauá, no qual foi realizada a edição do Fashion Rio Outono Inverno 2014.
    Tanto Bruna quanto Marlon desfilaram pela segunda vez nas passarelas do evento pela marca supracitada.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 7th, 2014

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    Garrafas de espumantes de todos os tipos e marcas eram vendidas aos convidados no Balneário Santa Fortuna, restaurante montado pela própria organização do evento, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” Ele apareceu, cresceu e apareceu. Estou falando de David Lucas.”

    março 7th, 2014

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    Foto: Barroso Pires Produções Artísticas

    Quando vi pela primeira vez quem era o menino escalado para fazer o filho de Luiz Fernando Guimarães e Maria Clara Gueiros, no seriado do próprio Luiz Fernando, Alexandre Machado e Fernanda Young, “Minha Nada Mole Vida”, não tive dúvidas: escolheram o ator certo. Soube que a seleção não fora fácil, afinal o papel seria precípuo na trama. E Hélio, seu personagem, serviria de “ponte” para várias piadas pertinentes envolvendo as peripécias dos intérpretes citados. Inclusive, a escalação de David tivera a aprovação irrestrita de Luiz Fernando. Não poderia ser diferente, pois este possui “tempo de comédia” que já nos é conhecido, e obrigatório seria que David acompanhasse este “tempo”. Aliás, o de Maria Clara, também. Comédia, ou “tempo de comédia”, como pudemos conferir não é problema para David. O seriado foi ótimo, e rendeu divertidos momentos. Agora, a carreira do jovem friburguense começou antes disso. Por influências da mãe e irmã, conheceu o teatro. E ficara cônscio de que estava na profissão que lhe aprazia. Não demorou muito para estrear na televisão, no especial “O Pequeno Alquimista” (2004/2005), baseado em livros de Márcio Trigo. Até que surgiu a oportunidade de fazer uma novela, no caso, o sucesso das 18h da Rede Globo, “Alma Gêmea”, de Walcyr Carrasco. Atuara como Terê. E anterior ao Hélio, ainda contracenara com Reginaldo Faria no especial de Natal, “Papai Noel Existe”. Após “Minha Nada Mole Vida”, vieram os folhetins “Beleza Pura”, e “Caras & Bocas” (reedita a parceria com Walcyr Carrasco, dessa vez, dando vida a Espeto; segundo ele esta obra lhe satisfez bastante). Chegamos ao Lipe de “Ti-ti-ti” (ganhara o Prêmio Arte Qualidade Brasil 2010). Lipe era introspectivo, com discurso afiado sempre pronto para cada instante, além de apreciar música erudita. David Lucas disse já gostar desse gênero musical, porém para melhor compor um dos filhos de Jacques Leclair (Alexandre Borges), passou a escutar mais, inclusive Chopin. E a ler obras clássicas. Quanto ao drama e à comédia, o artista não nega a predileção pelo humor. Terminado o “remake” de Maria Adelaide Amaral, contudo, Lipe, que bom, apenas deu continuidade à bem-vinda trajetória deste rapaz no campo artístico. Tanto é que fora escalado para mais um papel de conotações cômicas, que mostra muito bem a realidade dos jovens diante da avassaladora tecnologia que se apresenta a eles. E um progresso tecnológico que se aproxima dos seus anseios afetivos próprios da idade. Tudo escrito de forma bem-humorada por Aguinaldo Silva, para a produção das 21h da Rede Globo, “Fina Estampa”, na qual David, que faz excelente parceria com Vitor Lucas (Leonardo), interpreta René Junior.

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    março 1st, 2014

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    A atriz Giulia Gam, após o desfile de Victor Dzenk, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá.
    Giulia nasceu em Perugia, Itália.
    Começou a carreira artística ainda adolescente ao participar de uma montagem do clássico de William Shakespeare, “Romeu e Julieta”, dirigida por Antunes Filho.
    Sua próxima peça foi um outro clássico: “Fedra”, de Racine, ao lado de Fernanda Montenegro.
    A estreia na TV ocorreu em uma novela de Dias Gomes e Marcílio Moraes exibida na Rede Globo, “Mandala”, baseada na tragédia grega “Édipo Rei”, de Sófocles (a intérprete viveu Jocasta nos 15 primeiros capítulos na sua fase jovem; a seguir o papel veio a ser defendido por Vera Fischer; ganhou o Troféu Imprensa na categoria “Revelação do Ano”).
    Destacou-se na minissérie “O Primo Basílio”, inspirada no romance homônimo de Eça de Queiroz, como Luísa.
    Um de seus maiores sucessos na televisão foi numa trama escrita por Cassiano Gabus Mendes, “Que Rei Sou Eu?”, ao personificar Aline (Cassiano usou referências da Revolução Francesa para com, muito humor, fazer uma ácida crítica à política do Brasil, que elegeria o seu Presidente da República pela primeira vez pelo voto direto em 29 anos).
    No horário nobre, em “Fera Ferida” (que será reapresentada este ano no Canal Viva), de Aguinaldo Silva, Ricardo Linhares e Ana Maria Moretzsohn, formou o principal par romântico da história com Edson Celulari pela segunda vez (a pioneira fora em “Que Rei Sou Eu?”), Linda Inês e Raimundo Flamel, respectivamente.
    Esteve nas prestigiadas séries “Comédia da Vida Privada” e “A Vida Como Ela É…” (a primeira fruto das crônicas de Luis Fernando Verissimo e a segunda um projeto que se originou nas colunas de Nelson Rodrigues publicadas no extinto impresso “Última Hora”).
    Volta a contracenar com o ator Edson Celulari, agora na minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, interpretando a própria Dona Flor criada por Jorge Amado.
    No folhetim de Manoel Carlos, “Mulheres Apaixonadas”, Giulia teve a oportunidade de ser Heloísa, uma mulher que não consegue ter controle sobre seus sentimentos, extrapolando todos os limites aceitáveis (seu marido era interpretado por Marcello Antony; o país conhece o grupo MADA, “Mulheres que Amam Demais Anônimas”; a artista é laureada com os “Prêmio Extra de TV” e o Troféu Imprensa).
    Foi escalada para integrar o elenco de “A Favorita”, de João Emanuel Carneiro.
    Fez tantas outras telenovelas, como “Vamp”, “A Padroeira”, “Bang Bang”, “Eterna Magia”, “Ti-ti-ti” (“remake”), “Amor Eterno Amor”, “Guerra dos Sexos” (“remake”) e “Sangue Bom” (cativou os telespectadores como Bárbara Ellen, uma atriz em decadência e canastrona).
    Há também em seu currículo bastantes especiais, “Você Decide”, seriados e humorísticos.
    Na tela grande, pôde ser assistida em vários longas-metragens como “Besame Mucho”, “O País dos Tenentes”, “A Grande Arte”, “O Mandarim”, “Sábado”, “Miramar”, “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil”, “Tiradentes”, “Outras Estórias”, “Oswaldo Cruz – O Médico do Brasil”, “A Dona da História”, “Árido Movie”, “A Guerra dos Rocha”, “Chico Xavier” e “Assalto ao Banco Central” (e mais alguns).
    Saiu das coxias e foi para a frente dos palcos em espetáculos como “Dilúvios em Tempos de Seca (direção de Marcelo Pedreira); “Fim de Jogo”, de Samuel Beckett, que teve como diretor Gerald Thomas; e “Cacilda!”, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa.
    Giulia Gam está no ar em “Boogie Oogie”, novela de Rui Vilhena, veiculada pela Rede Globo às 18h, e que está em sua reta final (no folhetim, sobressaiu-se como a manipuladora, dissimulada e insensível Carlota; envolveu-se no decorrer da narrativa em inúmeros conflitos que diziam respeito ao seu marido Fernando, Marco Ricca, sua filha não biológica Vitória, Bianca Bin, sua real descendente Sandra, Isis Valverde, e a empresa Vip Turismo; em certo período, afastou-se da história, aumentando o suspense em torno de seu papel; usando mega hair, a talentosa intérprete mostrou desenvoltura ao dar credibilidade aos mistérios e golpes perpetrados por sua personagem; segundo o autor Rui Vilhena, foram escritos três finais – uma prática que tem se tornado corriqueira – a fim de despistar público e imprensa, e disse que está reservado para Carlota no último capítulo, que será exibido amanhã, uma revelação surpreendente).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    fevereiro 28th, 2014


    No telão que se encontrava no stand da eBay (empresa especializada no comércio eletrônico de origem norte-americana que disponibilizava serviço wi-fi para os convidados utilizarem os seus computadores), no Fashion Rio Outono Inverno 2014, promovido no Píer Mauá, vê-se o modelo Kim Freire no momento do desfile de Victor Dzenk, exibindo sobre o torso, com o peitoral à mostra, um caftã com estampas psicodélicas, além do uso de óculos escuros e um pingente dependurado.
    Kim, que é das agências 40° Models (Rio de Janeiro), Wilhelmina Models (Nova York, Los Angeles e Miami), ELO Management (São Paulo) e Mega Model Agency Hamburg & Berlin (Alemanha), desfilou usando apenas sob o citado caftã underpants brancos com debruns e arabesco pretos.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    fevereiro 28th, 2014


    Um close-up do modelo no desfile de Victor Dzenk transmitido ao vivo no stand da eBay (empresa americana de comércio eletrônico, e que no evento de moda permitia aos convidados que usassem seus computadores com rede wi-fi gratuita, no Fashion Rio Outono Inverno 2014, realizado no Píer Mauá).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • Fashion Rio Outono Inverno 2014 – Píer Mauá

    fevereiro 28th, 2014


    No stand da eBay, marca de uma empresa de comércio eletrônico americana, e que oferecia rede wi-fi gratuita aos convidados do Fashion Rio Outono Inverno 2014, no Píer Mauá, podia-se ver ao vivo o desfile de Victor Dzenk em um grande visor.
    O modelo que está desfilando apresenta um short bem curto e justo afivelado, viseira estilizada e sobre o torso nu um caftã estampado.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Alessa

  • ” ‘Dance’ ao som de ‘Tango, Bolero e Cha Cha Cha’, e ria. Ria muito.”

    fevereiro 28th, 2014

    tango-bolero
    Foto: Divulgação do espetáculo

    Pare para pensar. Dez anos se passaram. Não são dez dias, semanas ou meses. São dez anos. Ou seja, muita coisa pode acontecer. E aconteceu para Daniel (Edwin Luisi), que num certo momento, sem mais nem por quê, decidiu abandonar a família, a esposa Clarice (Alice Borges), e o filho pequeno Dênis (Johnny Massaro). Clarice nunca se conformou com esta situação, tampouco Dênis, que conforme fora crescendo, começou a sentir a ausência da figura paterna, e ao se dar conta de que a mesma era permanente, ao ouvir a simples menção do nome do pai, era tomado por arroubos coléricos. A história se inicia com a mulher abandonada lendo uma carta do marido que a deixou, e que agora mora em Paris. Na missiva, Daniel não se mostra claro quanto às razões que o levaram a abrir mão do lar. E afirma que voltará ao Brasil para revê-la, e Dênis, já rapaz, também. A ansiedade domina Clarice, e a indignação, o filho. Toda esta contingência sofre as intervenções da “espaçosa” empregada doméstica Genevra (Carolina Loback). O que ocorrera com Daniel, afinal? O até então pai de família descobriu o seu “eu verdadeiro”. Para ele, pensava que era quem de fato não era. Complexo? Não, nem um pouco. Daniel resolveu tornar-se mulher, e para isso não poupou esforços. Transformou-se numa famosa e bem-relacionada artista transexual que se apresenta em casas de shows parisienses: Lana Lee. Com a chegada dela onde morava, a essência de “Tango, Bolero e Cha Cha Cha” se configura. Suspense em torno da revelação da identidade de Daniel à ex-esposa, e junto a isto série de confusões de incomunicabilidade entre eles. Tudo se torna mais complicado, e contribuindo para a gigantesca turbulência formada, com o aparecimento do jovem Peter (Pedro Bonisch), um ilusionista com sotaque italiano que Lana conheceu em Paris, deflagrando paixão mútua. O espetáculo é comédia pura, rasgada, divertidíssima, com ares contemporâneos de “vaudeville”. O dramaturgo Eloy Araújo alinhavou seu hilário texto com bastante diálogos espirituosos, por vezes com duplo sentido (porém, sempre com a cautela que só os tarimbados o sabem fazer), e o resultado é bem-sucedido naquilo a que se propôs. O elenco está afinado. Edwin Luisi desafiou a si mesmo. A composição como Lana Lee é irretocável. O ator preocupou-se com todos os detalhes para fazê-la engraçada e carismática. Há que se merecer destaque o tom de voz empregado e a excelente expressão corporal. Pedro Bonisch é uma grata e bem-vinda surpresa. Pedro dá ao personagem Peter postura bem-humorada, leveza, e cinismo em dose exata, constituindo par cômico com Edwin. Há passagem solo do intérprete na qual o mesmo prova talento para lidar com o público, havendo ainda lírico instante. Alice Borges, reconhecida atriz habituada ao humor, está ótima como a mulher que se estupefaz com as surpresas da trama. O Dênis de Johnny Massaro é representado com dinamismo, agilidade e histrionismo adequados. E Carolina Loback constrói a empregada Genevra de modo espontâneo, com sobeja graça, buscando, e conseguindo a cumplicidade dos espectadores. A direção da mestra Bibi Ferreira, é claro, só colabora para a formatação de um conjunto redondo, um todo cênico que faz jus à comédia de qualidade, usufruindo do potencial artístico do elenco, e do palco de que dispôs. A iluminação de Paulo César Medeiros é eficiente na tarefa de pontuar a peça com as tonalidades de luz corretas. O cenário de José Dias é funcional e ostentoso, primeiro no que diz respeito à sala em que se passa a ação, e segundo no “grand finale”. Os figurinos são alegres, jocosos e exuberantes. A trilha sonora de Andrea Zeni contenta-nos com os ritmos do título da encenação. Enfim se lhes der vontade de ouvir um tango, um bolero ou cha cha cha, e rir, mas rir muito, já sabem exatamente o que fazer.

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