• About

Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 16th, 2013

    ??????????
    Andrea Dellal, uma das modelos internacionais brasileiras mais importantes da década de 80, e que hoje é uma referência de estilo, esteve no Fashion Rio Verão 13/14, evento realizado na Marina da Glória.
    Ainda uma presença indispensável na alta roda mundial, Andrea, em sua carreira de sucesso, conquistou estilistas de grande relevância até os dias atuais, como Valentino e Thierry Mugler.
    Jean Paul Gaultieur também fora um de seus admiradores confessos.
    Passarelas de Paris, Milão, Londres e Nova York não escaparam aos seus charme, beleza e elegância.
    Por decisão própria, decidiu abandonar o mundo fashion, e se dedicar exclusivamente à família, mas nem por isso deixou de ser alguém interessante quando o assunto é moda, sendo vez por outra solicitada pela imprensa especializada para emitir sua balizada opinião.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    setembro 16th, 2013

    ???????????????????????????????
    No entardecer, os refletores foram acesos, com a vista do Cristo Redentor à direita, na feira de moda Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • “Tatá Werneck é ‘interpretação pura’, e tem deixado o público ‘piradinho’ com sua Valdirene.”

    setembro 14th, 2013

    tata-werneck-da-mtv-foi-eleita-pelos-internautas-do-uol-a-humorista-mais-engracada-da-televisao-brasileira-1281727932297_956x500
    Foto: Kelly Fuzaro

    É princípio básico na constituição teledramatúrgica de uma novela que se possua dois núcleos, o cômico e o dramático. O primeiro tem por intento “suavizar” o enredo em meio às situações que tangenciam o drama. Nas produções das 19h precipuamente o humor ocupa posição de destaque na maioria das vezes. O que já não decorre de modo costumeiro nas obras da faixa do horário nobre (há exceções como “Rainha da Sucata” e “Roque Santeiro”). No caso de “Amor à Vida”, de Walcyr Carrasco, atual folhetim das 21h da Rede Globo, há sim os dois núcleos supracitados, por sinal muito bem inseridos, entretanto o que se vê é um amálgama forte entre ambos, ou seja, onde há comédia há tragédia. As nossas vidas são tragicômicas, e não seria diferente em uma história contada por Walcyr. Valdirene, personagem da carioca, a publicitária formada pela PUC/RJ, Tatá Werneck, é um exemplo ímpar disso. Nossa imediata impressão, haja vista o seu passado de inegável êxito como comediante, é a de que o seu papel trilharia somente o caminho do engraçado, do divertido, ou até mesmo de um suposto ridículo. Enganamo-nos. O autor foi esperto, capcioso ao “construir” Valdirene. E a escolha de Tatá não poderia ter sido mais adequada. A atriz sabe que lhe cabe a missão de provocar o riso, mas sua função também é nos causar sentimento de compaixão ao testemunharmos seus reveses. É fato que nos é jocoso, passível de gargalhadas o jeito desengonçado com que a filha de Márcia (Elizabeth Savalla) se movimenta, com suas pernas arqueadas sob a pressão de calças “fuseau” e sapatos que parecem ser de número inferior ao que necessita; a gula desmedida acima de qualquer razoável compreensão (a cena das ostras foi antológica); o Português particular, em que fora criada uma “coesão textual” que só é inteligível para ela, com uma saraivada de vocábulos frutos de raciocínio munido de múltiplas informações e opiniões inusitadas; suas tentativas sempre frustradas em “fisgar” um marido rico, “milho” (milionário): já foram suas “vítimas” os atletas Neymar, Gustavo Borges, Vitor Belfort, Alexandre Pato, e os cantores Gusttavo Lima e Xand Avião dos Aviões do Forró (!). A jovem passou então a preterir a condição de famoso e se ater “apenas” à condição financeira dos “eleitos”. Sofreu sequência de humilhações, sendo abandonada em motéis sozinha, sendo confundida como prostituta, “usada e abusada”. Não estou aqui querendo dizer que Valdirene seja um baluarte dos “bons costumes” de uma mulher (se assim falasse soaria até como machismo ou chauvinismo), mas ao meu ver a vendedora de “hot dogs” age em nome de seu “estado de necessidade”. Talvez, e bastante provável, que se espelhe na mãe, e não deseja repetir os feitos de sua progenitora, que em época de gravidez, desprovida de recursos, viu-se obrigada a ostentar posturas atentatórias à sua vontade, como a prática de “strip-tease”. A sua fragilidade não está somente no olhar e compleição física. Está em seu interior. Valdirene sofre por dentro. Sofre por ela e pela mãe. Sofre de forma intermitente “bullying” dos vizinhos. Tem aspecto suportável ser chamada de “periguete” o tempo inteiro, e ainda por cima de “burra” pela própria mãe ex-chacrete, a “mãezoca”? Os seus coração e austoestima estão covardemente dilacerados, e desta forma permanecem a cada instante que ouve os impropérios. Não, Valdirene não é “difícil, dificílima”. Somos “difíceis, dificílimos” ou fingimos que o somos? É fácil estender a mão à hipocrisia, e jogar os “pecadores” na fogueira. Talita Werneck com sua beleza adolescente, olhos amendoados, que indicam “pedir ajuda”, lábios delicados que esboçam sorriso ora doce ora malicioso (mordiscando inclusive o lábio inferior nos atos de sedução), cabelos de menina com “inteligência pura” que somente quem a ama de verdade, o “palhaço” Carlito (Anderson di Rizzi), legitimamente faz “Valdirenes” verter lágrimas em rosto delgado. O “DJs” é capaz de abrir os seus olhos para a felicidade sem que haja conta bancária entre eles. Nem Ignácio (Carlos Machado) a amava, só queria alguém que aceitasse a sua esterilidade. A personagem, valorizada pela canção de Gabriel Valim, “Piradinha”, garante um dos melhores momentos da atração que nos promete “amor à vida”. Werneck, que graduou-se em Artes Cênicas na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) apaixonou-se pelo teatro desde cedo, e começou a mostrar o seu talento na série “Os Buchas” (Multishow). Após ter pisado no tablado de um palco com “Improvável”, despertou a atenção, e lhe sobreveio convite para integrar o grupo DEZImprovisa. O trampolim para que o Brasil tomasse ciência de seu nato potencial artístico finalmente apareceu: a MTV. Tudo se iniciou com “Quinta Categoria”. Ao lado de uma nova geração de atores atrelados à comicidade como Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Bento Ribeiro, Rafael Queiroga e outros, esbaldou-se no “Comédia MTV” (que mais tarde veio a se tornar “ao vivo”). Pronto. Público e crítica se renderam a ela, e como prova do que lhes falo internautas do site UOL a consideraram “a humorista mais engraçada do Brasil”. Quem há de duvidar da voz do povo? Como talento puxa outro, firmou dupla com Fabio Porchat em dois longas “Teste de Elenco” e “Podia Ser Pior” (com Fernando Caruso e Gregório Duvivier). Ambos dirigidos por Ian SBF (responsável pelo fenômeno do YouTube “Porta dos Fundos”). Com Ingrid Guimarães, experimentou o “sabor” de um “blockbuster” “De Pernas Pro Ar 2”, de Roberto Santucci. Ainda na MTV, acumulou o ofício de apresentadora do “Trolalá”. No verão, “esquentou” os telespectadores com “Tá Quente”. Arriscou-se no já estabelecido mundo digital como importante mídia (em associação com uma cervejaria) na websérie “Imagina a Festa, Imagina o Carnaval”. Há um projeto engatilhado para estrear em outubro próximo e ser exibido no Multishow, chamado “Sem Análise”, no qual fará vários tipos. E na mesma emissora paga, contracenou com Mônica Martelli em “Dilemas de Irene”. Com relação a Valdirene, há curiosidade: a moça que gosta de “palhacinhos de enfeite” pôde ser assistida na websérie “Brigas de Família”, no episódio “Mãe Quer Ficar Rica”, na TV Rio. Recebeu três prêmios por sua participação em “Avacalhados” (grupo de humor de improvisação), e angaria um sem número de indicações por demais trabalhos. Se há um substantivo que possa definir este texto, Tatá Werneck, Valdirene e a carreira da intérprete é a pureza. Escrevi este texto com pureza. Tatá Werneck é “interpretação pura”. Valdirene não é “periguete” e sim alguém em busca de um amor puro. E a carreira de Tatá é pura no sentido de que não há inverdades nos sucesso e ascensão. Torçamos para que Walcyr Carrasco se apiede de Valdirene e lhe dê uma “felicidade pura”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 12th, 2013

    215
    O repórter do “CQÇ”, programa da Rede Bandeirantes pautado no jornalismo e no humor, Maurício Meirelles, fora escalado pela emissora para fazer a cobertura do Fashion Rio Verão 13/14, evento de moda que aconteceu desta vez na Marina da Glória.
    Maurício nasceu no Rio de Janeiro, e se formou em Publicidade e Propaganda na Faculdade Cásper Líbero (São Paulo).
    Passou a trabalhar nas agências Lowe, nova/sb e Talent.
    O ator e humorista então se vale do poder de comunicação da internet, e cria um blog, sendo convidado a seguir pelo portal IG para assinar uma coluna semanal.
    O “boom” dos espetáculos stand up no Brasil fez com que Maurício enveredasse por esta seara, participando dos sucessos “Comédia ao Vivo” e “Comédia em Pé”.
    Com o êxito de suas performances, o comediante passa a integrar um grupo chamado “Confraria da Comédia”.
    Soma o seu talento ao de Danilo Gentili e a de outros humoristas, e se lança no projeto “Divina Comédia”, que obteve excelente repercussão na cena paulistana.
    O prestigiado Teatro Folha, em São Paulo, recebeu-o inúmeras vezes quando era membro do grupo Seleção do Humor Stand Up.
    Na Rede Record, foi um dos roteiristas responsáveis pela equipe que criava os quadros, textos e piadas do programa até hoje comandado por Marcos Mion, “Legendários” (mostrou seu lado ator, defendendo o personagem Clóvis Clichê).
    Maurício entra no mercado editorial com o livro “E Se o Stand Up Virasse Livro?”.
    Faz a sua estreia em cinema no longa dirigido por Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli “Onde Está a Felicidade?”.
    No ano de 2011, após testes, Maurício Meirelles se torna um dos participantes de uma das atrações de TV mais inventivas da safra recente de produções do gênero, misturando jornalismo, humor e polêmica: o “CQC”, da Rede Bandeirantes, onde exerce o seu ofício de humorista e repórter até os dias atuais.
    Não tardou para que o comediante se arriscasse em seu primeiro espetáculo solo, “Não Leve a Sério”.
    Maurício Meirelles é no momento um dos comediantes de stand up mais populares do país.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 12th, 2013

    ??????????
    Uma das participantes da segunda temporada (2013) do “reality show” “Mulheres Ricas”, da Rede Bandeirantes, a empresária Cozete Gomes (à esquerda, o repórter do programa “CQC”, da mesma emissora, Mauricio Meirelles, que fazia a cobertura do evento) no Fashion Rio Verão 13/14, semana de moda cuja produção foi montada na Marina da Glória.
    Cozete é paulista e se graduou em Publicidade e Letras pela UNIBERO.
    Como modelo, foi eleita em 1990 Miss São Caetano do Sul.
    Desfilou para vários estilistas e representou a “Mulher Brasileira” na Copa do Mundo da Itália, em 1990.
    Em 1993, iniciou a sua carreira de empresária, fundando a empresa Yes Models, voltada para a formação e agenciamento de modelos.
    Com o sucesso de seu negócio, que se expandiu por todo o Brasil, a empresária resolve direcionar as suas metas para outras áreas, como logística promocional, “outsourcing”, criação e produções artísticas.
    Cozete Gomes passa a liderar então um conglomerado de oito empresas chamado YES CORPORATION.
    Entra para o ramo da importação se aliando a importantes indústrias portuguesas de calçados de luxo, como a Helsar e a Cohibas.
    Adota uma postura beneficente e social em seus empreendimentos.
    Com mais de 20 anos de atividades no setor empresarial, Cozete Gomes é reconhecida e respeitada pelos seus pares.
    O fato de ter participado do “reality show” “Mulheres Ricas”, na Rede Bandeirantes, em 2013, em sua segunda temporada, tornou-a popular em todo o país (estiveram nas edições da polêmica atração Narcisa Tamborindeguy, Aeileen Kunkel, Andréa Nóbrega, Mariana Mesquita, Regina Mannsur e Val Marcchiori).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    setembro 12th, 2013

    ???????????????????????????????
    Um dos muitos grafites em exposição na feira de moda alternativa Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • “A Alejandra de Maria Maya nunca foi santa.”

    setembro 5th, 2013

    alejandra-maria-maya-amor-a-vida-1372286962973_751x500
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Sempre que o nome Maria Maya surge em ocasional conversa, inevitavelmente associamos a atriz carioca de belos sorriso e cabelos às suas personagens românticas na televisão, por vezes até rebelde, ou outra com determinado desvio de conduta, porém nada se compara ao papel que lhe foi presenteado por Walcyr Carrasco para a trama das 21h da Rede Globo, “Amor à Vida”. A boliviana Alejandra ocupa lugar de destaque na vasta galeria de tipos condenáveis do folhetim que não têm amor à vida. De algum modo, estou sendo até injusto com a irmã de Valentin (Marcelo Schmidt), pois à sua maneira sente um “amor estranho amor” pelo aventureiro Ninho (Juliano Cazarré), e muito, mas muito amor pelo dinheiro fácil. A moça dotada de melenas da cor da graúna e que se acoberta com ponchos multicoloridos mostrou-nos no introito da história que pareceria apenas ser uma jovem apegada aos costumes milenares peruanos, e que detinha um misticismo, uma aptidão sensitiva ou mediúnica que a fez levar Paloma (Paolla Oliveira) a um xamã, que previu uma “sombra” no caminho da ainda não pediatra ao gerar criança, mas que venceria os obstáculos que lhe sobreviriam. O que desconhecíamos era que Alejandra seria um desses obstáculos antevistos. Seu perfil assim começou a ser claramente definido ao tomarmos ciência de seu envolvimento com o tráfico internacional de substâncias ilícitas. E este mesmo “negócio” levou o seu amado até então com “dreads” a ver o Sol da Bolívia sob diferente prisma. Houve um interregno estratégico nas aparições de Maria no enredo, uma intérprete que venceu o “peso” de pertencer à família de competentíssimos profissionais. O curioso, entretanto, é que nunca se cobrou dela de forma pública acerca do fato, haja vista que Maya sempre respondeu a possíveis elucubrações com o seu talento e acertadas escolhas de trabalho, chegando inclusive a se afastar do veículo televisivo, uma mídia que ultrapassa os limites racionais da exposição. Há pouco tempo, na novela de Walcyr, Alejandra assustou o Brasil com os altos graus de frieza e crueldade ao mancomunar-se com “o destruidor de skates que odeia ratinhas” Félix (Mateus Solano), com o espúrio intuito de sequestrar Paulinha (Klara Castanho), a menina com dois pais e uma mãe. Sem contar as infindáveis situações que tentou aliciar o rapaz de barba espessa que “promete as estrelas” a quem ama a transgredir a lei, a fim de que “se desse bem”. Alejandra Reys Moreno “rasgou” o Estatuto da Criança e do Adolescente e jogou o Código Penal no primeiro “bueiro” que avistou ao cometer sequência de delitos capazes de fazer qualquer criminalista experiente franzir a testa: sequestro, cárcere privado, maus tratos, formação de quadrilha, tortura, falsidade ideológica, homicídio doloso, tentativa de homicídio e denunciação caluniosa. Ela foi o “bicho papão” de Paloma, de Bruno (Malvino Salvador), da família de ambos, de Paulinha, de Ciça (Neusa Maria Faro) e de nós, o público. “O bicho papão do horário nobre”. Após o malogrado sequestro, engendrou vingança sórdida (há vingança que não o seja?) ao “plantar” drogas na bolsa andina da filha de César (Antonio Fagundes). Hoje a doutora é “paciente” das barbaridades cometidas numa cela de prisão brasileira. E uma “clínica” psiquiátrica com métodos “tradicionais” (uma vergonha a ser banida do país) a aguarda. Tudo planejado (exceto a internação) entre uma baforada e outra de cigarro. Maria Maya certificou-nos uma vez mais sobre suas inquestionáveis potencialidades dramáticas já mostradas em outros folhetins, peças e filmes. A estreia na TV ocorreu em obra de Antonio Calmon, “Cara e Coroa”, contudo passou a ser reconhecida nacionalmente quando personificou a sonhadora e ingênua Kelly Bola de “Salsa e Merengue”, escrita por Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa. Depois de incursões em minisséries como “Hilda Furacão” e “A Muralha” e o seriado “Brava Gente”, retorna às telenovelas numa produção de época das 18h, “Chocolate com Pimenta”. Exibiu sensualidade e molejo como a sambista Regininha de “Senhora do Destino”. Sua voz serviu de instrumento para os inspirados diálogos de João Emanuel Carneiro em “Cobras & Lagartos”. E com Gloria Perez, foi hábil a ponto de nos comover, como Inês, com a sua rebeldia associada à solidariedade e equilíbrio com relação ao irmão esquizofrênico Tarso (Bruno Gagliasso), quando os seus pais não sabiam lidar com a questão, em “Caminho das Índias”. “Esbarrou” novamente com Falabella em “Aquele Beijo”. Em meio a tudo isso, em nenhum momento, desligou-se do teatro, sempre buscando textos que escapassem do lugar comum e tangenciassem o polêmico, o tabu: “Play”, baseado no “cult” de Steven Soderbergh “Sexo, Mentiras e Videotape”; “A Loba de Ray-Ban”; “Não Existem Níveis Seguros Para Consumo Destas Substâncias”, de Daniela Pereira de Carvalho; e por último, “Obituário Ideal”, tendo sido dirigida por Ivan Sugahara em dois deles (“Play” e “Obituário Ideal”). O cinema não ficou de fora, ao ser vista na “sequel” de “Se Eu Fosse Você” e no longa adaptado do sucesso dos palcos de Bosco Brasil “Tempos de Paz”. Com a atual Alejandra, Maria Maya assinou termo de compromisso de qualidade artística com os telespectadores. Com a sua touca e seu inseparável poncho o fato é que provável os incas, Cusco, Machu Picchu, Bolívia, São Paulo e o Rio de Janeiro nunca esperavam a “visita” de uma “santa” como Alejandra. Tampouco nós.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 4th, 2013

    261
    A atriz Roberta Rodrigues, uma das personalidades convidadas para desfilar pela TNG neste ano (como é de costume da marca) num “close-up” exibido pelo telão da área lounge do Fashion Rio Verão 13/14, uma das mais importantes semanas de moda brasileiras, ocorrida em sua primeira edição na Marina da Glória.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 4th, 2013

    ??????????
    Um telão localizado na área destinada aos convidados do Fashion Rio Verão 13/14, que desta vez aconteceu na Marina da Glória, exibia a reprise dos desfiles do dia, sendo este o da marca TNG.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    setembro 4th, 2013

    ???????????????????????????????
    Bonita luminária que estava à venda na feira de moda Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

←Página anterior
1 … 72 73 74 75 76 … 139
Próxima Página→

Blog no WordPress.com.

 

Carregando comentários...
 

    • Assinar Assinado
      • Blog do Paulo Ruch
      • Junte-se a 135 outros assinantes
      • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
      • Blog do Paulo Ruch
      • Assinar Assinado
      • Registre-se
      • Fazer login
      • Denunciar este conteúdo
      • Visualizar site no Leitor
      • Gerenciar assinaturas
      • Esconder esta barra