Pular para o conteúdo
    • About

Blog do Paulo Ruch

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 22nd, 2013

    23911
    A atriz e modelo Juliana Paiva foi uma das convidadas do Fashion Rio Verão 13/14, evento promovido desta vez na Marina da Glória.
    Juliana é carioca.
    Estreou na TV em um folhetim de Manoel Carlos, na Rede Globo, “Viver a Vida”, justamente personificando uma personagem que lhe fora familiar na realidade: uma modelo.
    Não tardou para que fosse convidada para participar da novela de Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cama de Gato”.
    No entanto, fora somente como Valquíria, filha de Jacques Leclair (Alexandre Borges) no remake de “Ti-Ti-Ti” (mantinha um romance às escondidas com Luti, papel de Humberto Carrão), que Juliana (indicada ao Prêmio Contigo! Atriz Revelação de TV) passou a ser conhecida em todo o país.
    Com charme, atuou em “Cheias de Charme”, de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira.
    A popularidade só recrudesceu ao integrar o elenco teen de “Malhação”, como Fatinha, em sua 20ª temporada (recebeu indicações para vários prêmios em diferentes categorias).
    Juliana Paiva não fugiu do universo adolescente, e obteve êxito, ao frequentar os sets de filmagem de “Desenrola”, de Rosane Svartman.
    Após o terceiro sinal, vimos a intérprete em três espetáculos: “Alice e Gabriel”, “3 Ferramentas” e “Papo Calcinha”.
    Atualmente, Juliana Paiva está nos ar nos capítulos finais de “Além do Horizonte”, como Lili, uma produção das 19h da emissora carioca escrita por Carlos Gregório e Marcos Bernstein.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 22nd, 2013

    242
    O ator João Fernandes esteve presente em um dos dias do Fashion Rio Verão 13/14, importante semana de moda realizada na Marina da Glória.
    Desde a infância, o carioca João sonha em ser ator, e para realizar o seu desejo, inscreveu-se em uma agência.
    Logo em seu primeiro teste para a televisão, para a novela de Gloria Perez “Caminho das Índias” (vencedora do 37th International Emmy Awards na categoria Melhor Novela), na Rede Globo, em 2009, o ator foi aprovado, dando vida assim a Arit.
    Antes disso, aperfeiçoara os seus talento e vocação em aulas de interpretação para TV e teatro, dublagem e dança.
    Após a trama de Gloria Perez, o jovem artista foi escalado para viver Luizinho na história escrita por Elizabeth Jhin para as 18h, “Escrito nas Estrelas”.
    Retorna ao horário nobre em uma produção de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, “Insensato Coração”.
    O salto na carreira ocorreu quando interpretou o personagem Nidinho no folhetim de Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cordel Encantado” (recebeu o Prêmio Contigo! de Melhor Ator Mirim).
    Com todo o prestígio alcançado, João Fernandes não só integrou o elenco de uma das melhores telenovelas dos últimos tempos, “Avenida Brasil”, de João Emanuel Carneiro, como uma das crianças protegidas por Mãe Lucinda (Vera Holtz) no lixão, o esperto Picolé (o intérprete teve ótimas cenas tanto com a atriz citada quanto com Cauã Reymond), como ganhou notório destaque na obra.
    A repercussão e popularidade alcançadas agradaram tanto às teledramaturgas com as quais trabalhou anteriormente (Duca Rachid e Thelma Guedes), que ambas criaram especialmente um papel para ele em “Joia Rara”, o órfão Peteleco.
    Possui também experiência nos palcos, em que se destacam os espetáculos “Quebra Nozes” (apresentado nos anos de 2012 e 2013 no Teatro Municipal do Rio de Janeiro), e a peça natalina “Será Que Ele Vem?.
    Tão novo, já escreveu os próprios textos para o grupo de stand up do qual fez parte “SHOWRIA”.
    Pudemos assistir a João na tela grande no curta-metragem “Nós”, em “De Pernas Pro Ar”, de Roberto Santucci, e em “Confissões de Adolescente”, dirigido por Daniel Filho.
    João Fernandes está em cartaz com o sucesso juvenil “Meninos e Meninas” (texto e direção de Afra Gomes e Leandro Goulart), no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, no Rio de Janeiro.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • ” Uns preferem os cascalhos, o poder e a riqueza. Enquanto outros preferem a iluminação, a ‘Joia Rara’.”

    setembro 17th, 2013

    PrimeiroCap_JR
    Foto: Divulgação/TV Globo

    Com tintas cinematográficas, a nova novela das 18h da Rede Globo, “Joia Rara”, de Duca Rachid e Thelma Guedes, com a direção invariavelmente segura de Amora Mautner (direção de núcleo de Ricardo Waddington), já nos evidenciou em seu primeiro capítulo a inevitável bifurcação que se escancara à nossa frente no ciclo da vida: um caminho, uma vereda que aponta para a ambição, a sede de poder e riqueza, a vingança, a soberba e o autoritarismo; e o outro que açambarca a eterna busca pelo amor pleno, a justiça, a evolução espiritual, a iluminação, o progresso sadio do ser humano em sua existência terrena. Franz, um Bruno Gagliasso a cada dia mais ciente de sua capacidade interpretativa, experimentando o posto de protagonista com mérito, representa o segundo caminho: o jovem empresário aventureiro, acólito da retidão, vítima já da traição iníqua do meio-irmão Manfred, interpretado por Carmo Dalla Vecchia (o que dá um ar “shakesperiano” à trama) em meio às neves das Montanhas do Himalaia. Deixando rastro vermelho em terras geladas brancas do Oriente, é socorrido por monge budista, Sonan (Caio Blat). Franz, ateu ou agnóstico, é levado a conhecer o universo fascinante do Príncipe Siddhartha Gautama, o Buda, a sua doutrina, os seus ensinamentos e lições proferidos na voz mansa e pausada de Ananda (Nelson Xavier), líder do templo Padma Ling. Os acontecimentos transcorrem em meados de 1934, com produção de arte, figurino, cenário, montagem, trilha sonora e abertura caprichados. Familiarizamo-nos com o todo poderoso dono da joalheria e fundição Hauser, Ernest (José de Abreu), pai de Franz e Manfred. Preveem-se que serão debatidas as relações desiguais entre patrões e empregados (que datam da Revolução Industrial no Século XVIII), e correlatos, como capital X trabalho, a exploração do homem pelo homem, a mais-valia, enfim, razões que levaram pensadores como Marx e Engels a elaborarem seus postulados teóricos. Bianca Bin com firmeza e convicção é Amélia, uma indignada operária defensora ferrenha dos direitos da coletividade, uma pré-Norma Rae (personagem real celebrizada no cinema no filme homônimo de Martin Ritt por Sally Field), e que já despertou os sentimentos do moço bonito de olhos azuis que gosta de tocar o céu atingindo o cume das cordilheiras. Tomamos ainda intimidade com o ambiente mágico dos cabarés de outrora, onde pôde se assistir a Letícia Spiller ostentando sua habilidade de dançarina, como a vedete Lola que não se esquiva de admitir que o seu oficio é comparado à prostituição. O elenco está afinado, e saiu-se bem: Nicette Bruno, Rosi Campos, Marcos Caruso, Ana Lúcia Torre, Ângelo Antônio, Domingos Montagner, Thiago Lacerda, Sacha Bali, Michel Gomes, Luiza Valdetaro, Rafael Cardoso, Pedro Neschling, Fábio Yoshihara, Jorge Maya, Cacau Protásio e Adélio Lima, dentre outros. O que se pode esperar de “Joia Rara”, uma obra com impressionante tratamento de imagem, é um amplo panorama em formato folhetinesco no qual vislumbraremos uma gama de aspectos e conflitos inerentes ao comportamento do indivíduo, do ser social. Uma bem-vinda discussão sobre a fé, a religiosidade (por meio do budismo), crenças na reencarnação, na progressão dos espíritos e no reencontro de almas. O amor ocupará o seu lugar, e como de costume pugnará suas quase intransponíveis barreiras, como o ódio, o ciúme, a inveja, o preconceito, a diferença de classes, as intrigas, os conluios e os ajustes nefandos que parecem ter nascidos junto com a Criação humana. O telespectador, a princípio, terá a chance única de se embrenhar num campo pouco esclarecido com oportunidade de formar opinião própria acerca do destino, do livre arbítrio ou simplesmente do curso natural da vida. Não serão somente os personagens da história de Duca Rachid e Thelma Guedes que deverão optar por que caminho seguir. Se escolherão cascalhos ou joias. Tanto pode ser na década de 30 como nos dias atuais, a Humanidade parece desejar prioritariamente os cascalhos. Joias são muitas, e estão espalhadas por todo o canto. Difícil é encontrar a que seja rara. “Joia Rara” pode nos dar uma dica.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 16th, 2013

    ??????????
    O ator, apresentador, modelo e empresário Luciano Szafir no Fashion Rio Verão 13/14, evento de moda ocorrido na Marina da Glória.
    Luciano é paulista e participou de inúmeras novelas, tendo estreado na Rede Globo com “Anjo Mau”, um remake de Maria Adelaide Amaral do original de Cassiano Gabus Mendes, exibido em 1976.
    A seguir, surgiu-lhe a oportunidade de integrar o elenco da minissérie de ação e suspense de Gilberto Braga, “Labirinto”.
    Durante algum tempo, Luciano foi apresentador do programa que testava o perfil ético do telespectador, baseando-se em suas escolhas para os finais das histórias dos episódios, “Você Decide”.
    Após “Malhação” e “Uga Uga”, de Carlos Lombardi, uma nova minissérie (desta vez de época): “Aquarela do Brasil”, de Lauro César Muniz.
    Retorna ao horário das 19h com “Um Anjo Caiu do Céu”, de Antonio Calmon.
    Possivelmente, o seu papel mais popular, Zein, dono de uma boate, fora escrito por Gloria Perez para o “O Clone”, um inovador folhetim que fez um enorme sucesso ao abordar as abissais diferenças culturais brasileira e muçulmana (era passado no Brasil e no Marrocos), além de desenvolver uma trama em torno da clonagem, um assunto ainda pouco assimilado pelo público, mas que mesmo assim aceitou a ideia da obra e a acompanhou até o final.
    Depois desta fase na TV Globo, o intérprete é convidado pela Rede Record, e nesta emissora alternou trabalhos de ator e apresentador.
    Como ator, “Metamorphoses” (vários autores, dentre eles Vivian de Oliveira); “Vidas Opostas”, de Marcílio Moraes; “Amor e Intrigas”, de Gisele Joras; “Mutantes: Promessas de Amor”, de Tiago Santiago; e “Rebelde” (uma adaptação de Margareth Boury da versão mexicana de Pedro Damián, que por sinal se inspirou em Cris Morena).
    Já como apresentador, comandou as atrações “Extreme Makeover Social” e “Programa da Tarde”.
    Retorna à teledramaturgia com o especial “Tá Tudo Em Casa”.
    Luciano também esteve nas telas de cinema, em que se destacam os filmes “Simão, O Fantasma Trapalhão”, de Paulo Aragão; “Xuxa e os Duendes 2 – No Caminho das Fadas”, de Paulo Sérgio de Almeida e Rogério Gomes; “Mulheres do Brasil”, de Malu de Martino; “Nossa Senhora de Caravaggio”, de Fábio Barreto; “Xuxa em O Mistério de Feiurinha”, de Tizuca Yamasaki, dentre outros.
    Dublou o Lorde McGuffin na animação da Disney Pixar “Valente”.
    Em 2014, Luciano Szafir pôde ser visto na novela de Carlos Lombardi, “Pecado Mortal”, e há a previsão de que apresente em 2015 o programa “Preço da Vida”.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 16th, 2013

    ??????????
    Andrea Dellal, uma das modelos internacionais brasileiras mais importantes da década de 80, e que hoje é uma referência de estilo, esteve no Fashion Rio Verão 13/14, evento realizado na Marina da Glória.
    Ainda uma presença indispensável na alta roda mundial, Andrea, em sua carreira de sucesso, conquistou estilistas de grande relevância até os dias atuais, como Valentino e Thierry Mugler.
    Jean Paul Gaultieur também fora um de seus admiradores confessos.
    Passarelas de Paris, Milão, Londres e Nova York não escaparam aos seus charme, beleza e elegância.
    Por decisão própria, decidiu abandonar o mundo fashion, e se dedicar exclusivamente à família, mas nem por isso deixou de ser alguém interessante quando o assunto é moda, sendo vez por outra solicitada pela imprensa especializada para emitir sua balizada opinião.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    setembro 16th, 2013

    ???????????????????????????????
    No entardecer, os refletores foram acesos, com a vista do Cristo Redentor à direita, na feira de moda Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

  • “Tatá Werneck é ‘interpretação pura’, e tem deixado o público ‘piradinho’ com sua Valdirene.”

    setembro 14th, 2013

    tata-werneck-da-mtv-foi-eleita-pelos-internautas-do-uol-a-humorista-mais-engracada-da-televisao-brasileira-1281727932297_956x500
    Foto: Kelly Fuzaro

    É princípio básico na constituição teledramatúrgica de uma novela que se possua dois núcleos, o cômico e o dramático. O primeiro tem por intento “suavizar” o enredo em meio às situações que tangenciam o drama. Nas produções das 19h precipuamente o humor ocupa posição de destaque na maioria das vezes. O que já não decorre de modo costumeiro nas obras da faixa do horário nobre (há exceções como “Rainha da Sucata” e “Roque Santeiro”). No caso de “Amor à Vida”, de Walcyr Carrasco, atual folhetim das 21h da Rede Globo, há sim os dois núcleos supracitados, por sinal muito bem inseridos, entretanto o que se vê é um amálgama forte entre ambos, ou seja, onde há comédia há tragédia. As nossas vidas são tragicômicas, e não seria diferente em uma história contada por Walcyr. Valdirene, personagem da carioca, a publicitária formada pela PUC/RJ, Tatá Werneck, é um exemplo ímpar disso. Nossa imediata impressão, haja vista o seu passado de inegável êxito como comediante, é a de que o seu papel trilharia somente o caminho do engraçado, do divertido, ou até mesmo de um suposto ridículo. Enganamo-nos. O autor foi esperto, capcioso ao “construir” Valdirene. E a escolha de Tatá não poderia ter sido mais adequada. A atriz sabe que lhe cabe a missão de provocar o riso, mas sua função também é nos causar sentimento de compaixão ao testemunharmos seus reveses. É fato que nos é jocoso, passível de gargalhadas o jeito desengonçado com que a filha de Márcia (Elizabeth Savalla) se movimenta, com suas pernas arqueadas sob a pressão de calças “fuseau” e sapatos que parecem ser de número inferior ao que necessita; a gula desmedida acima de qualquer razoável compreensão (a cena das ostras foi antológica); o Português particular, em que fora criada uma “coesão textual” que só é inteligível para ela, com uma saraivada de vocábulos frutos de raciocínio munido de múltiplas informações e opiniões inusitadas; suas tentativas sempre frustradas em “fisgar” um marido rico, “milho” (milionário): já foram suas “vítimas” os atletas Neymar, Gustavo Borges, Vitor Belfort, Alexandre Pato, e os cantores Gusttavo Lima e Xand Avião dos Aviões do Forró (!). A jovem passou então a preterir a condição de famoso e se ater “apenas” à condição financeira dos “eleitos”. Sofreu sequência de humilhações, sendo abandonada em motéis sozinha, sendo confundida como prostituta, “usada e abusada”. Não estou aqui querendo dizer que Valdirene seja um baluarte dos “bons costumes” de uma mulher (se assim falasse soaria até como machismo ou chauvinismo), mas ao meu ver a vendedora de “hot dogs” age em nome de seu “estado de necessidade”. Talvez, e bastante provável, que se espelhe na mãe, e não deseja repetir os feitos de sua progenitora, que em época de gravidez, desprovida de recursos, viu-se obrigada a ostentar posturas atentatórias à sua vontade, como a prática de “strip-tease”. A sua fragilidade não está somente no olhar e compleição física. Está em seu interior. Valdirene sofre por dentro. Sofre por ela e pela mãe. Sofre de forma intermitente “bullying” dos vizinhos. Tem aspecto suportável ser chamada de “periguete” o tempo inteiro, e ainda por cima de “burra” pela própria mãe ex-chacrete, a “mãezoca”? Os seus coração e austoestima estão covardemente dilacerados, e desta forma permanecem a cada instante que ouve os impropérios. Não, Valdirene não é “difícil, dificílima”. Somos “difíceis, dificílimos” ou fingimos que o somos? É fácil estender a mão à hipocrisia, e jogar os “pecadores” na fogueira. Talita Werneck com sua beleza adolescente, olhos amendoados, que indicam “pedir ajuda”, lábios delicados que esboçam sorriso ora doce ora malicioso (mordiscando inclusive o lábio inferior nos atos de sedução), cabelos de menina com “inteligência pura” que somente quem a ama de verdade, o “palhaço” Carlito (Anderson di Rizzi), legitimamente faz “Valdirenes” verter lágrimas em rosto delgado. O “DJs” é capaz de abrir os seus olhos para a felicidade sem que haja conta bancária entre eles. Nem Ignácio (Carlos Machado) a amava, só queria alguém que aceitasse a sua esterilidade. A personagem, valorizada pela canção de Gabriel Valim, “Piradinha”, garante um dos melhores momentos da atração que nos promete “amor à vida”. Werneck, que graduou-se em Artes Cênicas na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) apaixonou-se pelo teatro desde cedo, e começou a mostrar o seu talento na série “Os Buchas” (Multishow). Após ter pisado no tablado de um palco com “Improvável”, despertou a atenção, e lhe sobreveio convite para integrar o grupo DEZImprovisa. O trampolim para que o Brasil tomasse ciência de seu nato potencial artístico finalmente apareceu: a MTV. Tudo se iniciou com “Quinta Categoria”. Ao lado de uma nova geração de atores atrelados à comicidade como Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Bento Ribeiro, Rafael Queiroga e outros, esbaldou-se no “Comédia MTV” (que mais tarde veio a se tornar “ao vivo”). Pronto. Público e crítica se renderam a ela, e como prova do que lhes falo internautas do site UOL a consideraram “a humorista mais engraçada do Brasil”. Quem há de duvidar da voz do povo? Como talento puxa outro, firmou dupla com Fabio Porchat em dois longas “Teste de Elenco” e “Podia Ser Pior” (com Fernando Caruso e Gregório Duvivier). Ambos dirigidos por Ian SBF (responsável pelo fenômeno do YouTube “Porta dos Fundos”). Com Ingrid Guimarães, experimentou o “sabor” de um “blockbuster” “De Pernas Pro Ar 2”, de Roberto Santucci. Ainda na MTV, acumulou o ofício de apresentadora do “Trolalá”. No verão, “esquentou” os telespectadores com “Tá Quente”. Arriscou-se no já estabelecido mundo digital como importante mídia (em associação com uma cervejaria) na websérie “Imagina a Festa, Imagina o Carnaval”. Há um projeto engatilhado para estrear em outubro próximo e ser exibido no Multishow, chamado “Sem Análise”, no qual fará vários tipos. E na mesma emissora paga, contracenou com Mônica Martelli em “Dilemas de Irene”. Com relação a Valdirene, há curiosidade: a moça que gosta de “palhacinhos de enfeite” pôde ser assistida na websérie “Brigas de Família”, no episódio “Mãe Quer Ficar Rica”, na TV Rio. Recebeu três prêmios por sua participação em “Avacalhados” (grupo de humor de improvisação), e angaria um sem número de indicações por demais trabalhos. Se há um substantivo que possa definir este texto, Tatá Werneck, Valdirene e a carreira da intérprete é a pureza. Escrevi este texto com pureza. Tatá Werneck é “interpretação pura”. Valdirene não é “periguete” e sim alguém em busca de um amor puro. E a carreira de Tatá é pura no sentido de que não há inverdades nos sucesso e ascensão. Torçamos para que Walcyr Carrasco se apiede de Valdirene e lhe dê uma “felicidade pura”.

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 12th, 2013

    215
    O repórter do “CQÇ”, programa da Rede Bandeirantes pautado no jornalismo e no humor, Maurício Meirelles, fora escalado pela emissora para fazer a cobertura do Fashion Rio Verão 13/14, evento de moda que aconteceu desta vez na Marina da Glória.
    Maurício nasceu no Rio de Janeiro, e se formou em Publicidade e Propaganda na Faculdade Cásper Líbero (São Paulo).
    Passou a trabalhar nas agências Lowe, nova/sb e Talent.
    O ator e humorista então se vale do poder de comunicação da internet, e cria um blog, sendo convidado a seguir pelo portal IG para assinar uma coluna semanal.
    O “boom” dos espetáculos stand up no Brasil fez com que Maurício enveredasse por esta seara, participando dos sucessos “Comédia ao Vivo” e “Comédia em Pé”.
    Com o êxito de suas performances, o comediante passa a integrar um grupo chamado “Confraria da Comédia”.
    Soma o seu talento ao de Danilo Gentili e a de outros humoristas, e se lança no projeto “Divina Comédia”, que obteve excelente repercussão na cena paulistana.
    O prestigiado Teatro Folha, em São Paulo, recebeu-o inúmeras vezes quando era membro do grupo Seleção do Humor Stand Up.
    Na Rede Record, foi um dos roteiristas responsáveis pela equipe que criava os quadros, textos e piadas do programa até hoje comandado por Marcos Mion, “Legendários” (mostrou seu lado ator, defendendo o personagem Clóvis Clichê).
    Maurício entra no mercado editorial com o livro “E Se o Stand Up Virasse Livro?”.
    Faz a sua estreia em cinema no longa dirigido por Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli “Onde Está a Felicidade?”.
    No ano de 2011, após testes, Maurício Meirelles se torna um dos participantes de uma das atrações de TV mais inventivas da safra recente de produções do gênero, misturando jornalismo, humor e polêmica: o “CQC”, da Rede Bandeirantes, onde exerce o seu ofício de humorista e repórter até os dias atuais.
    Não tardou para que o comediante se arriscasse em seu primeiro espetáculo solo, “Não Leve a Sério”.
    Maurício Meirelles é no momento um dos comediantes de stand up mais populares do país.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Fashion Rio Verão 13/14 – Marina da Glória

    setembro 12th, 2013

    ??????????
    Uma das participantes da segunda temporada (2013) do “reality show” “Mulheres Ricas”, da Rede Bandeirantes, a empresária Cozete Gomes (à esquerda, o repórter do programa “CQC”, da mesma emissora, Mauricio Meirelles, que fazia a cobertura do evento) no Fashion Rio Verão 13/14, semana de moda cuja produção foi montada na Marina da Glória.
    Cozete é paulista e se graduou em Publicidade e Letras pela UNIBERO.
    Como modelo, foi eleita em 1990 Miss São Caetano do Sul.
    Desfilou para vários estilistas e representou a “Mulher Brasileira” na Copa do Mundo da Itália, em 1990.
    Em 1993, iniciou a sua carreira de empresária, fundando a empresa Yes Models, voltada para a formação e agenciamento de modelos.
    Com o sucesso de seu negócio, que se expandiu por todo o Brasil, a empresária resolve direcionar as suas metas para outras áreas, como logística promocional, “outsourcing”, criação e produções artísticas.
    Cozete Gomes passa a liderar então um conglomerado de oito empresas chamado YES CORPORATION.
    Entra para o ramo da importação se aliando a importantes indústrias portuguesas de calçados de luxo, como a Helsar e a Cohibas.
    Adota uma postura beneficente e social em seus empreendimentos.
    Com mais de 20 anos de atividades no setor empresarial, Cozete Gomes é reconhecida e respeitada pelos seus pares.
    O fato de ter participado do “reality show” “Mulheres Ricas”, na Rede Bandeirantes, em 2013, em sua segunda temporada, tornou-a popular em todo o país (estiveram nas edições da polêmica atração Narcisa Tamborindeguy, Aeileen Kunkel, Andréa Nóbrega, Mariana Mesquita, Regina Mannsur e Val Marcchiori).

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: TNG

  • Babilônia Feira Hype, Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ – 2011

    setembro 12th, 2013

    ???????????????????????????????
    Um dos muitos grafites em exposição na feira de moda alternativa Babilônia Feira Hype, no Jockey Club Brasileiro, Jardim Botânico, RJ.

    Foto: Paulo Ruch

    Agradecimento: Babilônia Feira Hype

←Página anterior
1 … 72 73 74 75 76 … 140
Próxima Página→

Blog no WordPress.com.

 

Carregando comentários...
 

    • Assinar Assinado
      • Blog do Paulo Ruch
      • Junte-se a 135 outros assinantes
      • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
      • Blog do Paulo Ruch
      • Assinar Assinado
      • Registre-se
      • Fazer login
      • Denunciar este conteúdo
      • Visualizar site no Leitor
      • Gerenciar assinaturas
      • Esconder esta barra