A história se inicia com uma forte discussão de casal (Vladimir Brichta e Camila Morgado). Tudo leva a crer que é um casamento falido. E realmente era. No local de trabalho, Ary, papel de Brichta, aconselha-se com um amigo (Bruce Gomlevski). Este o chama para sair para “afogar as mágoas”. E assim o homem desiludido decide fazer. Na rua, figuras de fato urbanas nele se esbarram. Uma delas é interpretada por Osmar Prado. Algo como um “flâneur”, um “bon vivant”, um “de bem com a vida”, possuidor de teorias. Ocorre então que Ary vislumbra uma linda mulher, Vera (Alinne Moraes). Pareceu-nos que surgiria ali uma bonita “love story”. A gargantilha que o rapaz havia comprado para a esposa fora dada para a outra. A outra da rua. Porém, antes disso, o desalentado moço peregrina pela noite paulistana. E encontra tipos a ela comuns. Por vezes, lembrei-me de um filme, só que noutro contexto, de Martin Scorsese, “Depois de Horas”, no qual o personagem de Griffin Dunne perambula madrugada adentro vivendo várias experiências. Ademais, percebi no desenho do “character” de Vladimir algo “godardiano”, por causa dos conflitos internos, existenciais que o perturbavam. Pode ter havido sim uma influência da “Nouvelle Vague”. Notou-se também um olhar cinematográfico de Bruno Barreto, o diretor, na composição das cenas. Houve duas bem bonitas: um guarda-chuva é levado pelo vento; e Vera escapa do esguicho de uma mangueira de água na calçada. Se gostei? Sim, gostei.
Categoria: TV
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Clara (Mariana Ximenes) está pensativa no pátio da penitenciária. É surpresa pela avó (Daisy Lúcidi, ótima) com uma proposta de fuga. Para isto, seria necessário dinheiro. E a senhora o possuía. Clara topa. Há um momento de grande tensão (direção competentíssima para as tomadas do gênero) quando o motim é anunciado. Muita ação, marcações várias, e atuação intensa de Mariana (firmou-se sem dúvida como das melhores da sua geração). Acredito que tenha sido a vez com que Mariana Ximenes mais tenha se entregado fisicamente na situação pedida típica em demais tramas das quais participara. Correrias e afins. E Valentina, enfrentando limitações, busca também a liberdade. Carros da lei não param. E nem poderiam. Clara fere uma cúmplice do plano. Clara não está para brincadeira. Tudo vale no sentido de se libertar. No meio do caminho havia um muro alto. Que fazer? Pulá-lo, ora. Uma das fugitivas logra se safar; a loira da mesma forma. Quando então a senhora lhe suplica ajuda para transpô-lo. No que a moça de pele alva diz, em citação próxima, para quem a explorou: – Você vai apodrecer aí, sua velha porca! A farsante continua a escapar. Encontra uma “blitz”. Evita se arriscar. Pisa no acelerador. Ribanceira à frente. O carro explode. Fim? Não sei.
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Paulo Gracindo como o prefeito Odorico Paraguaçu em “O Bem Amado”.
Foto: ARQUIVO/TV GloboCom a adaptação do filme de Guel Arraes, “O Bem Amado”, com Marco Nanini, em minissérie na Rede Globo (que por sinal derivou do seriado e novela homônimos de Dias Gomes exibidos na citada emissora), não nos custa nada lembrar um pouco desta antológica obra da teledramaturgia brasileira. Dias Gomes estava inspiradíssimo ao construir personagens ricos em seus perfis, e criar um microcosmo com conotações políticas regado por um humor impecável. Odorico Paraguaçu, interpretado de modo brilhante por Paulo Gracindo, arrebatava-nos se comportando jocosamente, e preterindo de forma deliberada os princípios éticos. O fraseado dele era de uma originalidade sem par. “Vamos deixar de lado os entretantos e vamos direto pros finalmentes” (citação próxima) é só um dos exemplos. E o que dizer quando o prefeito de Sucupira vestia o terno, ajudado por Dirceu Borboleta (personificado por Emiliano Queiroz, que se utilizou de minúcias na caracterização), para falar ao telefone com certa autoridade? E o assanhamento das irmãs Cajazeiras (a princípio, defendidas por Ida Gomes, Dirce Migliaccio e Dorinha Duval; a seguir, Dorinha foi substituída por Kléber Macedo) quando se encontravam com o político? E quando o alcaide tinha segundas intenções com alguma delas, e soltava: – Aceita um licorzinho de jenipapo? E o Nezinho do Jegue (Wilson Aguiar)? Tudo era bom. Aliás, tudo era muito bom.
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Foto: Fernando Louza/InStyle estilo de vidaSão impressionantes as beleza e boa forma de Maitê Proença, a Stella do folhetim de Silvio de Abreu, “Passione”. Ela deve se considerar privilegiada. E por possuir essas qualidades, o papel que lhe coube na trama nos é crível, pois rapazes se interessariam sim por mulheres como Maitê. Lembro-me quando a vi tempos atrás, bem jovem, em “Jogo da Vida”, do mesmo autor de sua novela atual (já havia estreado em “As Três Marias”, de Wilson Rocha e Walther Negrão, ao lado de Glória Pires e Nádia Lippi, na Rede Globo). Na produção de Silvio de Abreu, a intérprete era filha de Ary Fontoura e Suely Franco. O bonito rosto me arrebatou, tornando-se a partir daí uma das atrizes que mais admirava, juntamente com Elizabeth Savalla, Vera Fischer, Sílvia Salgado, Natália do Valle e Elizângela, dentre outras. Quanto a mais algumas obras das quais participou, além das já citadas, apreciei também “O Salvador da Pátria”, de Lauro César Muniz, e “Torre de Babel”, novamente de Silvio de Abreu. Em “A Lua me Disse”, de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, teve uma aparição “relâmpago”, porém precípua. Como Stella, é objeto de uma história instigante. Com o término de “Passione”, Silvio de Abreu passou por cima de supostos princípios morais, e uniu de modo afetivo a personagem de Maitê com o de Daniel de Oliveira. Uma decisão difícil de ser tomada até em ficção.
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Foto: Estevam Avellar/Rede GloboBete Gouveia (Fernanda Montenegro) abre a suntuosa porta para Clara (Mariana Ximenes). A moça estava estranha. Pensava que iria tratar de um assunto relativo à venda da sua cota no sítio de Totó (Tony Ramos). O tema era outro: a derrocada dela mesma. Assistimos “de camarote” ao dia em que a bela loira que a todos seduz, sucumbiu. Tivemos a prova, neste momento, na novela de Silvio de Abreu, exibida pela Rede Globo, de que o mundo não é somente dos espertos. Clara se julgava como tal. Porém, deixou uma série de rastros. E rastros, quando errados, levam a um inevitável desmascaramento. De uma hora para outra, grande parte dos envolvidos nas artimanhas da irmã de Kelly (Carol Macedo) se aproxima, um a um. Gemma (Aracy Balabanian), Agnello (Daniel de Oliveira), Adamo (Germano Pereira), Alfredo (Miguel Roncato) e Agostina (Leandra Leal). O que se testemunhou fora um cerco. Um cerco à criminosa que não parece criminosa a quem a encontra pela primeira vez. Ela chora. Contudo, quem ainda acredita na falsidade das lágrimas vertidas? Diz que é vítima de cilada, de farsa. Nada adianta. Até que o clímax decorre. Ouve-se do alto da escada: “Solo vivo, Chiara”. Clara se espanta. Não crê no que está presenciando. Vislumbram-se as pernas do homem do campo descendo degrau por degrau. A jovem tenta se explicar. Tudo em vão. Uma diferente surpresa ainda a aguardava. A chegada de Diogo (Daniel Boaventura). Ele lhe diz que é um investigador. Nada mais a fazer. Clara é presa. Por enquanto.
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Havia um vidro no meio de ambos. Um vidro limpo, transparente. Era para este mesmo vidro ser sujo. Sujo como as sujeiras que ouvimos de Valentina (Daisy Lúcidi, brilhante). Microfones inocentes eram obrigados a ouvir barbaridades proferidas pela senhora que jamais soube o que eram decência e escrúpulos. Gerson (Marcello Antony, excelente) tinha que enfrentar os medos que por anos a fio o atormentaram. E só há uma única maneira de enfrentar medos na vida. Encará-los. E Gerson assim o fez. Escutou deboches, escárnios, imoralidades que não imaginaríamos escutar de uma avó. Ela disse: – Meu brinquedinho gostoso, aquela mãozinha macia, novinha, “né”? Você ficava todo arrepiado com os meus beijos molhados, sabe? Você já tinha aquela carinha de safadinho, de sem-vergonha. Eu pedia, sabe, “pra” você me chamar de “gostosa”, e você repetia “gostosa”, “gostosa”… Neste instante, o rapaz não se conteve, e vociferou: – Para com isso! Você é um monstro! Você não tem ideia do que fez com a minha cabeça! No que a mulher retruca: – Só lhe ensinei a ter prazer, “te” despertei “pra” vida. E não para: – Você gostava de uma farrinha, seus olhinhos brilhavam, seu corpo tremia. O irmão de Melina (Mayana Moura) não suporta mais dar ouvidos ao que é podre. A face se contorce, os lábios se comprimem. É demais para ele. É demais para nós. É pouco para Valentina. Ri. Ri como se houvesse graça na miséria alheia. Regozija-se ao falar: – Que delícia, que delícia… Tivera o desplante de lhe afirmar que “lhe ensinara o caminho da vida”. Caminho? Gerson perdeu-se em descaminhos por falta de orientação psicológica. Fala ainda que não consegue se esquecer do que aconteceu. A agora presa responde: – Não esquece porque você gostou. Quando pensávamos que Valentina já houvesse nos mostrado todas as suas horrendas máscaras, deparamo-nos com a pior, talvez. Gerson atormentado encerra com uma forte cusparada. A senhora se importou? Não, ela não se enoja com nada. Gerson pôs tudo para fora. Tudo mesmo. Era o que tinha que ser feito.
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Antes de se formar jornalista pela Universidade Federal Fluminense, a carioca Ana Paula Araújo (que este ano brilhou na cobertura do Carnaval no Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) já emprestava sua boa voz a uma rádio de Juiz de Fora (fora radialista também na CBN, no Rio de Janeiro), Minas Gerais. Após ter trabalhado algum tempo na Rede Record, migrara para a extinta Rede Manchete, na qual atuara nos jornalísticos “Rio em Manchete” e “Jornal da Manchete”. Firmara finalmente contrato com a Rede Globo de Televisão. No início, sua função era substituir “âncoras” da emissora. Mas o talento que lhe é próprio não poderia resumi-la a isso, e a convocaram para assumir o “Bom Dia Rio”. Daí, conduziram-na para o “RJTV”. O interessante no que concerne a Ana Paula Araújo é que a bonita moça não se restringe à bancada de um telejornal, fazendo reportagens de rua, o que óbvio lhe traz enorme bagagem e experiência como profissional da notícia. Todavia, as coisas não param, e o dever a chamou para realizar as já citadas reportagens de rua para o “Jornal Hoje”. Surge então uma nova oportunidade: capitanear o “Globo Comunidade”. Como ficar assim impassível a tantos esmero, dedicação, sobriedade, capacidade ímpar e denodo no ofício? O “Jornal Nacional” não ficou. Tampouco nós.
Obs: Esta matéria foi escrita no ano de 2011, sendo assim, a cobertura do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro ao qual me refiro corresponde a esta época.
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Foto: Simone Marinho/Agência O GLOBOAdmiro Jonas Torres. Praticamente cresci o vendo na televisão e no cinema também: “Bar Esperança”, filme dirigido por Hugo Carvana; “Vereda Tropical”, novela de Carlos Lombardi; e “Armação Ilimitada”, série de Antonio Calmon e tantos outros bons autores. Então, este talentoso rapaz a quem devo momentos divertidos da minha vida merece de mim algumas tenras palavras nesta noite chuvosa. Era a apresentação da peça da qual participara, “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de Jorge Amado, com a direção de Pedro Vasconcelos. Jonas se saíra bem. O teatro era lindo (Teatro Municipal de Niterói). Os atores não conseguiram esconder a emoção ao final do espetáculo testemunhando os efusivos aplausos da plateia em meio ao estilo suntuoso do local. Viam-se olhos lacrimejantes em quase todo o elenco. Ana Paula Bouzas era uma das mais comovidas. Marcelo Faria chegou a pôr um “caco”, pois não conhecia o lugar: – Nossa, como é bonito isso aqui! Foi o que disse aproximadamente. Como eu estava perto de Jonas Torres, cheguei até ele, e em voz baixa, chamei-o: – Jonas, Jonas. O ator, um pouco surpreso, recurvou-se para ouvir o que tinha para lhe falar: – Parabéns pela sua filha. Ele abriu um sorriso orgulhoso de pai, e agradeceu. Ficamos felizes.
Obs: No ano de 2014, o ator Jonas Torres retorna às novelas, interpretando o ex-catador de lixo Ismael na produção escrita para o horário nobre da Rede Globo por Aguinaldo Silva, “Império”. Na trama, após devolver a joia surrupiada por sua companheira Lorraine (Dani Barros) ao Comendador José Alfredo (Alexandre Nero) ganha não somente as suas simpatia e confiança, mas um emprego de almoxarife na empresa da qual é o proprietário.
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Ela é bonita, e tira proveito da situação. Seu andar é demasiado rebolativo. Provoca qualquer marmanjo. A barriguinha fica de fora. A calça é justíssima. Afinal, sabe que tem corpo para isso. Os ombros ficam à mostra ao vestir camisetas e batas folgadas. Está pronto o figurino de Suelen, personagem de Isis Valverde em “Avenida Brasil”, novela de João Emanuel Carneiro exibida pela Rede Globo às 21h. Bem diferente do perfil dos papéis que fizera em “Sinhá Moça”, “Caminho das Índias” e “Ti-ti-ti”. Entretanto, o que lhe sobra em beleza lhe falta em caráter. Não se importa nem um pouco com esta qualidade que lhe é ausente. Sua autoconfiança desmedida a faz ter uma postura manipuladora. Trabalha na loja de roupas de Diógenes (Otávio Augusto), “A Elegância”. Possui uma sinceridade acachapante com as freguesas, beirando a maldade. Suelen não está nem aí se fulana ou sicrana se magoou com o que disse. Acha-se no direito de dizer, e diz mesmo. Age de modo inescrupuloso tanto com homens quanto com mulheres. Sabotou o “Concurso Garota Chapinha”, tentando prejudicar Tessália (Débora Nascimento), que saiu vencedora. Darkson (José Loreto) também foi uma de suas vítimas. O rapaz descolado e com pinta de sedutor da área, que anuncia no microfone os produtos da loja em que trabalham, caiu na lábia da moça num baile charme do clube. Antes, Olenka (Fabíula Nascimento), interessara-se pelo jovem, e fora buscar bebida. Flagra-os intimamente em uma das salas, e sendo mulher que “não deixa barato”, esconde as roupas e aciona o alarme. Dá-se o escândalo. Já Diógenes foi alvo de chantagem da “periguete”, que registrou no celular cenas comprometedoras dos dois. Sua demissão está suspensa por ora. Continuou assim “a botar a maior banca”. Quem não gostou nada foi Roni (Daniel Rocha), filho de Diógenes que não a suporta. Ela, aliás, vive fazendo insinuações maliciosas sobre a sexualidade dele. Roni decide se vingar colocando barata e sapo no banheiro onde a vendedora se troca. Descobre que Suelen tem pavor de sapos, e combina com Leandro (Thiago Martins) incrementar o grau da vingança, espalhando um número maior daqueles no mesmo local. A sirigaita se desespera, e ao ser pressionada pelo filho do patrão para que diga onde estão as provas que incriminam supostamente o seu pai, rende-se. Só que Suelen é “cobra criada”, e usa Leandro como meio para entrar na casa de quem a empregava, e recuperar as fotos. Além de deixar o jogador de futebol "mal na fita", pois foram descobertos juntos, atinge o seu objetivo. Suelen continuará aprontando "das suas". Com sapos ou sem sapos.
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Hoje decidi discorrer sobre Marcos Palmeira, que estará na próxima trama das 19h da Rede Globo, “Cheias de Charme”, de Izabel de Oliveira e Filipe Miguez. Ele será o vascaíno Sandro, casado com Penha (Taís Araújo), um ex-pedreiro preguiçoso que deixa toda a labuta para a mulher. Falemos então de sua carreira. É um ator com notório currículo (em termos de quantidade e qualidade), impressionante tanto no cinema como na TV. A primeira aparição de Marcos na televisão da qual me recordo fora sua participação ao lado do tio, o grande intérprete Chico Anysio, no quadro do personagem Painho. Depois, vieram “Mandala”, obra de Dias Gomes, em que atuara na primeira fase, como Creonte, ao lado da estreante Giulia Gam, que viveu Jocasta; e após defendeu Mário Sérgio, na novela “Vale Tudo”, de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères, em que entrara no meio da história. Na “tela grande”, integrara o elenco de bons filmes, como “Fulaninha”, de David Neves (junto com Mariana de Moraes),”A Cor do Seu Destino”, de Jorge Durán, “Dedé Mamata”, de Rodolfo Brandão, e um “Trem para as Estrelas”, de Cacá Diegues. Ademais, teve a oportunidade única dada pelo pai, o cineasta Zelito Vianna, de incorporar um de nossos maiores gênios, Heitor Villa-Lobos. Agora, voltando à televisão. Palmeira protagonizou diversos folhetins, mas destaco um em especial, “Renascer”, de Benedito Ruy Barbosa. Suas cenas exibidas no último capítulo foram memoráveis. Todavia, seria injusto deixar de mencionar o retumbante sucesso de “Pantanal”, telenovela veiculada na extinta Rede Manchete, também escrita por Benedito Ruy Barbosa, em que personificara Tadeu. Há ainda peças teatrais em sua trajetória, e a última atuação televisiva fora em uma sinopse criada por Duca Rachid e Thelma Guedes, “Cama de Gato”, para o horário das 18h da Rede Globo, como Gustavo. Aliás, é de se relevar as preocupações do ator quanto às causas indígenas e ao cultivo de produtos orgânicos.
Obs: O ator Marcos Palmeira, após viver o personagem Sandro, de “Cheias de Charme”, veio a participar de mais três produções da Rede Globo e uma do canal pago Multishow: a microssérie “O Canto da Sereia” (como o detetive e segurança particular de Sereia, Isis Valverde, Agostinho Matoso ou Augustão), os “remakes” de “Saramandaia”, como o farmacêutico Cazuza, e de “O Rebu”, em que interpretou o delegado Pedroso, que juntamente com Rosa, vivida por Dira Paes, tem a incumbência de descobrir o assassino ou os assassinos da vítima encontrada sobre a superfície de uma piscina durante uma festa; e a série “A Segunda Vez”, como o jornalista Raul, respectivamente.





